Em far from alaska:

Popload Radio estreia programa sobre a CENA independente brasileira. Chamado exatamente assim: CENA

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Ainda na semana de novidades da Popload Radio, estreia nesta noite, às 22h30 (originalmete era às 21h), o programa CENA, representante radiofônico da grande manifestação da cena independente brasileira em seu viés mais amplo, com toda a musicalidade que mescla indie de guitarras, indie-MPB, hip hop, psicodelia gringa, psicodelia brasileira nível Mutantes ou os mineiros viajantes, shoegaze paulistano, um certo metal ou punk periféricos. Cantado em português ou inglês. Já falei aqui e vou repetir: a CENA brasileira anda muito loka. E tínhamos a obrigação de transformar isso num programa, além de apenas tocar suas músicas na rádio.

O CENA vai ao ar todas as terças às 21h. Apenas hoje, devido a problemas técnicos, ele entra às 22h30. Reprises acontecerão quartas às 16 e quintas às 11h.

O programa de estreia, na linha do que foi o Popscene desta semana, com o Top 10 dos álbuns gringos de 2017, vai trazer músicas dos melhores discos nacionais de 2017, eleitos pela Popload, em lista publicada no final de dezembro.

Para lembrar, a lista dos dez melhoresdiscos nacionais do ano, vencida por um EP, e que vai conduzir o CENA da Popload Radio, foi a seguinte:

1. Supervão – TMJNT (EP) – Rio Grande do Sul
2. Baco Exu do Blues – Esú – Bahia
3. Tim Bernardes – Recomeçar – São Paulo
4. Letrux – Letrux em Noite de Climão – Rio de Janeiro
5. Boogarins – Lá Vem a Morte – Goiás
6. Djonga – Heresia – Minas Gerais (foto abaixo)
7. Far From Alaska – Unlikely – R. N. do Norte
8. Giovani Cidreira – Japanese Food – Bahia
9. Gorduratrans – Paroxismos – Rio de Janeiro
10. My Magical Glowing Lens – Cosmos – Espírito Santo
11. Young Lights – Young Lights – Minas Gerais

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Tenho sonhado há um tempinho já, desde que a movimentação independente brasileira passou a ter uma representatividade absurda de CENA mesmo, com bandas fortes, artistas fortes, festivais cada vez mais fortes no Brasil inteiro, de ponta a ponta, circuito integrado, diálogo de diversas variáveis entre os envolvidos locais, pensando local e agindo global, enfim, inclusive exportando e importando bandas, pessoas e ideias em intercâmbios dos mais frutíferos. Isso, que acontece com força de CENA verdadeira, desde 2015 mais ou menos, já é uma grande realidade e ganha aqui o seu programa radiofônico.

Então, a Popload Radio tem o prazer de apresentar esse novo programa, chamado exatamente CENA, que é o título de uma campanha editorial que acostumamos a fazer aqui já tem uns dois anos, meio que para chamar geral a atenção para o vigor da cena independente brasileira, com todo viés integrado.

O ano passado todo, mais do que ir aos festivais gringos, passei visitando as cenas locais, de Manaus a Santa Maria no Rio Grande do Sul, passando por Goiania, Brasilia, Coritiba e Belo Horizonte, por exemplo, para constatar in loco e mais profundamente que a cena indie brazuca pulsa geral e uníssona, de norte a sul, de leste a oeste. E o que é melhor: junto e misturada.

Do Supervão, que foi escolhido por este site como o responsável por fazer o disco do ano, além de botar para rolar uma música do EP campeão, o “TMJNT”, vamos colocar ainda para audição, no final do programa, meia hora de um show que o trio gaúcho fez no Oculto, bar de Porto Alegre que é uma espécie de Casa do Mancha local, mas no formato de um sobrado. O show aconteceu no começo de dezembro no minifestival do Mais Shows, entidade produtora indie dos agitos no Sul.

O áudio da apresentação do Supervão em POA foi captado por Marcelo Conter, professor de produção fonográfica no Rio Grande do Sul e dono do projeto A Dobra Lo-Fi, que consiste em gravar shows no Sul com um microfone só, garibar ele com equipamentos baratos em seu estúdio caseiro e reverberar tudo no Mixcloud, para o chamado desdobramento do pop underground sem fins lucrativos, que é o conceito que o Marcelo defende.

Bom, é isso. Se der, ouça esse primeiro CENA. Em sua estreia hoje à noite ou nas reprises de quarta ou quinta. Acho que vai ser divertido e importante fazê-lo.

** A Popload Radio pode ser ouvidas em aplicativos. Tem app para iPhone e para celulares do sistema Android. Pode ser ouvida por aqui mesmo, neste site, na barra principal acima ou na aba “radio”, no menu. Também é alcançada no Facebook da Popload/Popload Gig, no item “Popload Radio”, na barra à esquerda.
 E está disponível no TuneIn, a plataforma americana de streaming ao vivo, que tem milhares de rádios cadastradas.

** Amanhã contamos mais outra das novidades da Popload Radio 2018.

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CENA – OS MELHORES DISCOS DE 2017 DO INDIE NACIONAL, PELA POPLOAD. Inclui EP e hip hop :)

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* Esta vai ser a última vez que a Popload vai usar a vinheta CENA desse jeito aí de cima. A cena nacional não vive mais o “boom”. Ela é uma realidade, além de “booms”. 2017 mostrou isso. O processo era lento mas seguro. 2017 solidificou. O ano serviu para dá-la corpo, seja através de festivais bacanas e numerosos e bem organizados e bem curados e diferentes entre si, seja pelas grandes bandas, cantores vivendo uma proporcional beatlemania, público empolgado e enchendo os lugares e as redes, produções decentíssimas próprias feitas em casa, produções em ótimos estúdios com ajuda profissional, agitadores em papeis fundamentais, intercâmbio cada vez mais vivo entre cenas estaduais e inclusive com a cena gringa, casas de shows decentíssimas e de todos os tamanhos, seja no Auditório do Ibirapuera (SP) ou na salinha do Oculto (RS).

2017 foi o ano inédito em que a Popload foi mais em festivais brasileiros do que internacionais. Visitou e retratou cenas diversas em suas particularidades, no Mapa do Rock. Buscou novas tendências de Manaus ao Rio Grande do Sul. Aliás, dá para escrever um livro só sobre a cena nova gaúcha, a quebra geracional, o novo e o velho que quase nem se conhecem, seus artífices e suas articulações, a mudança de eixo e de comportamento. Mas isso é uma outra história.

O ano de 2017 foi tão louco e variado que a lista da Popload dos dez melhores discos de 2017, na nossa humilde opinião, tem 11!!!!! Tem indie, indie-MPB, hip hop, psicodelia, showgaze, quase metal. É cantado em inglês, é cantado em português. Tem EP!!!!!! EP que foi colocado em primeiro lugar, ainda por cima. A CENA tá muito loka.

Bom, lista é lista. E aqui vai a nossa.

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1. Supervão – TMJNT (EP) – Rio Grande do Sul
2. Baco Exu do Blues – Esú – Bahia
3. Tim Bernardes – Recomeçar – São Paulo
4. Letrux – Letrux em Noite de Climão – Rio de Janeiro
5. Boogarins – Lá Vem a Morte – Goiás
6. Djonga – Heresia – Minas Gerais
7. Far From Alaska – Unlikely – R. N. do Norte
8. Giovani Cidreira – Japanese Food – Bahia
9. Gorduratrans – Paroxismos – Rio de Janeiro
10. My Magical Glowing Lens – Cosmos – Espírito Santo
11. Young Lights – Young Lights – Minas Gerais

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A gente escolheu muito o EP de cinco músicas e 20 minutos do Supervão porque ele sintetiza um estado de coisas na CENA independente que a gente acha importante. Essa mudança de foco da importante no novo rock gaúcho (já falamos sobre, logo acima), o trio ser de São Leopoldo e não de Porto Alegre, a referência da psicodelia dos moleques ser o Boogarins e não o Tame Impala, o jeitão MPB brazuca por cima da tal psicodelia ao mesmo tempo que exala um Flaming Lips em alguns momentos. E, óbvio, a qualidade das músicas, a construção do disquinho, o show ao vivo meio “arsy”. Explicado, mais ou menos?

Feliz 2018, galera. Para nós e para a CENA. Ano que vem tem mais. Stay gorgeous, stay musical.

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CENA – O CoMa Festival, em Brasília, a onda de “conferências de música” e o Far From Alaska

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A mescla de conferência sobre música e festival com preço popular realizada pelo CoMa, novo evento indie que aconteceu em Brasília no final de semana passado, atraiu a atenção da Cena brasileira. Armado no gramado entre a Funarte e o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o evento teve a ideia de misturar artistas conhecidos (até Lenine e Emicida) com apostas locais e do indie atual. E muita conversação sobre o estado de coisas da música brasileira feita hoje. Com o crescimento e expansão da festa-festival Picnik, mais este CoMa, Brasília estabelece-se ainda mais no mapa do indie brasileiro.

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Com um climão de festa de final de ano do indie nacional, o CoMa levou a BSB, se não todos, quase todos, os mais destacados veículos, produtores e programadores de festivais da cena para passarem dois dias juntos, tudo isso para discutir o presente e o futuro da música feita por aqui. A Popload esteve de olho no festival e participando de mesa, com representação do poploader gaúcho Afonso de Lima.

De consultoria para novas bandas até bate papo com os maiores festivais independentes da atualidade, o que arrematou o maior número de público foram os quatro palcos espalhados pelo megalomaníaco complexo erguido para abrigar a parte musical do evento. Com ingressos entre R$ 25 e R$ 125 (para festival + conferência) o público ocupou boa parte dos shows apresentados durante a programação e é sobre eles que a gente vai falar um pouco mais por aqui.

Sábado passado teve Emicida, mas também teve Ventre e Carne Doce. O dia começou tímido com um line-up que tinha até dupla sertaneja independente tocando no sol quente de 1h da tarde. No caminhar do dia, Lista de Lily, Baleia e Ventre foram aquecendo o que seria a noite de Emicida, mas que antes ainda nos daria um Carne Doce já acostumado com palcos grandiosos.

O Clube do Choro, com capacidade para quase 500 pessoas, teve fila de dobrar a esquina para ver o Baleia, enquanto a psicodelia da Lista de Lily chamou atenção no palcão debaixo do clima árido de Brasília. Logo depois, já no entardecer, a Ventre chegou a gritos de “Fora Temer” soltando uma porção de músicas do seu único e ótimo disco. E soltando ainda seus tradicionais discursos “textão de Facebook” protagonizado pela baterista-metralhadora Larissa Conforto, em forma e conteúdo. Na parte musical, que é o que interessa, o Ventre fez um show suado e barulhento, preparando os ouvidos para o que ainda viria: Silva, Mahmed, Carne Doce, Rico Dalasam, Emicida, Jaloo e o bloco de carnaval Divinas Tetas.

Em paralelo a todos esses shows, ainda rolava uma tenda eletrônica comandada pelo Picnik e cheia de convidados locais. Tinhq também expositores com marcas da região e produtos artesanais, outra ação do Picnik dentro do CoMa.

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* No domingo, a latinidade e o rock comandaram: Quatro Pesos de Propina, Francisco, El Hombre e também Far From Alaska (foto acima) e Scalene. Se no sábado lotou consideravelmente os palcos principais e o simpático Clube do Choro, domingo a impressão foi de um grupo ainda maior circulando pelo espaço quase infinito do complexo. O dia começou com atrações locais seguidas do Bratislava, Aloizio e a Rede (também local), Medulla e da junção by Balaclava Records de Ventre + E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante. Cuatro Pesos de Propina botou o Clube do Choro abaixo e reforçou a conexão latino-americana que o festival trouxe, no palco norte. Clarice Falcão arrebatou milhares de fãs teen com um stand-up comedy com cara de show muito bem executado, prendendo até os desavisados que passavam pelo bar e esperavam a Francisco, El Hombre tocar.

De volta ao Clube fechado, Selvagens à Procura de Lei entupiram a pequena sala e fizeram uma das maiores filas do festival (olha só, uma fila enorme que nem é para comprar cerveja). Na chegada da esperada Francisco, El Hombre, o palco norte acabou virando um grande baile latino, cheio de danças desengonçadas para todo lado.

No outro lado, Larissa Luz se apresentou com uma ótima surpresa, com um show alto e cheio de batidas pesadas. Na sequência, Far From Alaska estourou os PA’s do festival com o som de guitarra mais alto que ouvimos durante todos os shows que assistimos. O setlist veio cheio de novidades do seu recém-lançado disco poderoso, “Unlikely”, que havia saído dois dias antes da apresentação. O público cantou junto, pulou e até ensaiou uma roda punk sem muita experiência. Um dos grandes shows do festival. Tendência no festival, teve encontrão de bandas no palco do Far From Alaska. Supercombo, Clarice Falcão, Medulla e mais um monte de gente subiu ao palco no show do grupo do Rio Grande do Norte.

Na caída da noite e na última parte do festival, ainda aconteceram show dos gringos do O’Brother, dos locais da Scalene e do quase aposentado Lenine (com um set imensamente longo).

O CoMa acertou? Parece que sim, parece que muito. Com um line-up bem diversificado e valorizando a cena local, o CoMa chegou certo a Brasília. O mix de quatro produtoras conseguiu criar uma estrutura gigante e de qualidade para receber bandas interessantes e que conversam com o que de novo está acontecendo musicalmente, além de trazer nomes consagrados para dar o peso necessário a escalação. Talvez o complexo ultragrandioso não tenha ajudado muito a agrupar as pessoas o tempo todo, mas facilitou a circulação e também evitou filas para comida, bebida e pagamentos.

Conferência/Festival, esse modelo que ainda é novo por aqui mas está crescendo bastante, apresentou um pequeno problema em relação às agendas, já que dividiu o público entre grandes shows e grandes painéis. Solução? A gente deixa para os programadores. Para muito além disso, o CoMa conseguiu começar com o pé direito, tanto pela organização impecável como também pela estrutura de qualidade e a boa organização dos palcos, claro, tirando os atrasos que acabaram atrapalhando um pouco quem estava pontualmente organizado. Fora isso, potencial para uma segunda edição com ainda mais acertos.

BH – Neste final de semana, ainda com participação da Popload, presente, e mais um exemplo da onda “conferências de música” no estilo SIM-SP, está acontecendo em BELO HORIZONTE a dobradinha de festivais Sonâncias (de debate + show) + Transborda (festival). Ontem, sexta, a Popload participou de um debate sobre “comunicação e divulgação de bandas e eventos independentes”. Hoje, sábado, o Transborda leva para a lagoa da Pampulha, com entrada gratuita, um evento musical encabeçado pela banda da hora, os potiguares do Far From Alaska, e mais: os mineiros do Djonga, Young Lights, Pequeno Céu, El Toro Fuerte e a paulistana Iara Rennó.

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CENA – O festival Circadélica no sábado: Boogarins, Far From Alaska, Ludovic, Terno Rei, MQN e mais

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* Popload em Sorocaba.

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Triunfante picadeiro indie esprimido entre um rio e uma estrada em Sorocaba, o Circadélica Festival em sua porção maior, nas tendas, teve dois pesos pesados da música independente nacional fazendo shows absurdos no palco principal: Far From Alaska e Boogarins. No palco indie-indie, o segundo, dos que eu vi o MQN fez um show, digamos, tumultuado, a cara deles. Terno Rei e Ludovic, cada um na sua vibe e no seu horário, foi de uma beleza comovente também. Galera teen empolgou os e foram empolgados por Dead Fish, Scalene e Vespas Mandarinas. Eu tava sem óculos na hora, mas eu tive a impressão de ter visto a St. Vincent tocar guitarra no show do Vespas. Posso estar enganado.

Em fotos e vídeos, um pouco do sábado do Circadélica Festival.

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O Circadélica foi armado, realmente, num… circo

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Até o Jimi veio para Sorocaba, conferir o Circadélica. “A vibe está melhor que no Isle of Wight”, afirmou

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Carol Alleoni, da banda de dream pop Travelling Wave, de Piracicaba, em show elogiado no Circadélica

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Emmily Barreto, vocalista do Far From Alaska, talvez o show mais cheio do festival

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Calma. Ele só está abrindo uma latinha de tinta

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Dono do negócio, o Wry se apresenta em casa no Circadélica

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A banda Terno Rei, de SP, fazendo mais um de seus shows classe, em Sorocaba

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Sem palhaçada, o Circadélica é um dos festivais indies mais legais do Brasil

** As fotos deste post e a da home da Popload, tirando a do “Jimi Hendrix” e a da tenda, são de Fabrício Vianna.

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CENA – MQN abre o Circadélica. Boogarins fecha o dia. No meio tem Far From Alaska, Terno Rei, Dead Fish, Ludovic, Wry…

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* Popload em Sorocaba. Circadélica Festival, dia 1.

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Depois de duas noites boas trancado num clube, o “templo indie” Asteroid, o Circadélica festa chega ao… circo. Com dois palcos e som rolando das 13h às 23h, o festival sorocabano começa logo de cara com um expurgo rock’n’roll em alto (bem alto) e principalmente em bom som. Patrimônio do indie brasileiro há 20 anos, o grupo goiano MQN abre aqui no interior, logo às 13h, um giro de três apresentações paulistas, que segue amanhã no Centro Cultural SP (festival Centro do Rock) e culmina num show pequeno e especial no clube Breve, na segunda. Tudo na companhia dos conterrâneos internacionalmente famosos, os Boogarins, que fecham a programação deste sábado do Circadélica.

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Garage rock from hell, o MQN, sob o comando do capo goiano Fabrício Nobre, esteve no primeiro Circadélica, em 2001. A banda abrir o festival é cheio de simbologias indie nacionais variadas.

A Popload esteve com o MQN ontem à noite no Black Estúdio, num canto de Sorocaba, no ensaio da banda para a minimaratona paulista. Banda de 20 anos, meia horinha fechada numa sala preta minúsculo, som muito alto, seis músicas quase que sem interrupção e pá: estão prontos para o rolê.

** O Circadélica Festival, em seu primeiro dia, terá ainda Far From Alaska, Vespas Mandarinas, Vivendo do Ócio, Scalene, Ludovic, os proprietários Wry, Terno Rei, Justine Never Knew the Rules, Dead Fish, Pense, Bit Beat Bite Bright, Valveline, Travelling Wave, The Biggs e Ego Kill Talent. Programação agitada.

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