Em fka twigs:

TOP 10 Gringo: que ranking é este? Arlo Parks, FKA Twigs, Madlib, Tune-Yards, Idles e ela: Sophie. 2021 agora começou

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* Uma semana de alegrias e tristezas no mundo musical. É um prazer ver a Arlo Parks brilhar em sua estreia e uma dor saber que não teremos mais o brilhantismo da SOPHIE por aí. Nessa enxurrada de emoções, muitas boas músicas foram lançadas. Um dos TOP 10 mais simples de se pensar desde que começamos nossa missão semanal de toda terça-feira trazer aquela playlist do que anda rolando lá fora para facilitar sua vida. O mais complicado foi conferir certa ordem a tantas canções boas.

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1 – Arlo Parks – “Hurt”
Complicado mesmo foi decidir qual a nossa melhor música do reluzente álbum de estreia de inglesa Arlo Parks. “Collapse in Sunbeams” é maravilhoso e fez valer o hype. Sim, acredite nele. Uma vez com essa dúvida, vamos destacar “Hurt”. Bela na composição, no toque, nos timbres – que som de bateria é esse? – e na letra. Não dá para saber exatamente o que aflige o personagem da canção – Depressão? Vício? -, mas Arlo avisa: essa dor não dura para sempre.
2 – Madlib – “One For Quartabê/Right Now”
Arquiteto. Mago. Mestre. Produtor, DJ, rapper, Madlib é dos grandes. Seu novo álbum “Sound Ancestors” respeita essa história. É um disco de beatmaker com começo, meio e fim. A ideia veio do produtor Four Tet, que sugeriu a Madlib um disco onde seus beats fossem o centro de tudo, sem participações especiais. A voz do álbum é a voz que Madlib consegue colocar em suas construções sofisticadas. Nessa bela festa, um som é dedicado ao Quartabê, conjunto brasileiro formado por Maria Beraldo, Joana Queiroz, Chicão e Mariá Portugal. E nesta que vamos!
3 – FKA Twigs – “Don’t Judge Me”
“Don’t Judge Me” tem tudo o que a FKA Twigs pode oferecer de bom: sua voz angelical absurda, hip hop, trip hop, participações importantes, como a do rapper Headie One e o produtor Fred Again, conexões da mais moderna música black e tudo mais. Estamos superansiosos pelo seu novo álbum. Twigs andou falando que seu terceiro disco vem aí com o maior número de colaborações que ela já teve.
4 – Tune-Yards – “Hold Yourself”
Vem aí disco novo da californiana Tune Yards, a parceria musical do casal Merrill Garbus e Nate Brenner. Além do som bom e vibrante deste single, vale dar um destaque à letra que toca no ponto da dificuldade de todos em superar suas questões a partir de uma reflexão que muitos não se dão conta: “Seus pais também são filhos”.
5 – Idles – “Carcinogenic”
Falar da classe trabalhadora, defender os direitos básicos, criticar a desigualdade social. “Carcinogenic” é um dos protestos mais diretos do Idles, aquele papo reto que não deixa dúvidas. No vídeo desse som, a militância da banda vai as ruas para defender as casas independentes de show, que tanto sofreram com a pandemia, são responsáveis pela existência do Idles e que precisam sobreviver a esta complicada crise.
6 – Weezer – “Screens”
“OK Human” é o álbum de piano e cordas do Weezer. Embora a proposta soe rebuscada, as canções ainda carregam a essência de sempre da banda para o bem e para o mal. Felizmente o saldo aqui parece mais positivo em um punhado de canções. “Screens” capta a obsessão de todos por telas e as implicações sofridas deste mal do século. Musicalmente lembra a clássica “Hash Pipe”. Repara.
7 – Jade Bird – “Headstar”
Enquanto prepara o sucessor de seu primeiro álbum, lançado em 2019, a inglesa Jade Bird resolveu sacudir um pouco as coisas com uma música direta ao ponto sobre relacionamentos e aquela falta de comunicação que impede que eles simplesmente comecem. Uma música leve com aquele refrão para berrar junto, sabe?
8 – Bartees Strange – “Boomer”
Bartees Strange é um músico inglês que cresceu no Oklahoma mas é radicado em Washington DC. A mistura geográfica é também musical. Seu som reúne elementos do rap e do indie rock com toques emo e um perfume de jazz de um jeito que nunca vimos antes. Sério. Ouça o primeiro álbum do garoto, “Live Forever”.
9 – Goat Girl – “Badibaba”
“Badibaba” é a música indie mais torta deste ano. Parece uma coisa, mas termina outra. Urgente você dar uma olhada no que esse quarteto de garotas inglesas andam aprontando em seu segundo álbum.
10 – SOPHIE – “Immaterial”
A perda de SOPHIE foi um baque. Ela tinha apenas 34 anos. Por isso a gente relembra aqui, como homenagem, um de seus grandes sons, a penúltima faixa de seu único álbum, “Oil of Every Pearl’s Un-Insides”. Esta faixa é uma pequena mostra de sua capacidade de aglutinar, em uma música experimental, uma enxurrada de elementos pop. Uma mistura para embaralhar a cabeça e trazer questões. Como é possível que tantas melodias reconhecíveis de outros lugares soem tão originais ao mesmo tempo? É uma pergunta que cabe dentro da canção de SOPHIE, mas que pensando bem também faz sentindo no universo das canções pop. Trabalho genial.

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* A imagem que ilustra este post é da cantora inglesa Arlo Parks.
** Repare na playlist. A gente inclui as 10 mais da semana, mas sempre deixa todas das semanas anteriores. Pensa no panorama que isso vai dar conforme o ano for seguindo…
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Não julgue a FKA Twigs, ela pede flutuando em seu incrível vídeo novo/música nova

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* Nossa querida Tahliah Debrett Barnett, mais conhecida como a estilosíssima FKA Twigs, cantora, atriz, dançarina e agitadora da alta cultura indie, cumpriu o que prometeu. Depois de muito teasers desde a virada do ano, ela lançou nova música, finalmente. Chama “Don’t Judge Me”, que vem com um poderoso vídeo acoplado.

“Don’t Judge Me” tem tudo o que a FKA Twigs pode oferecer de bom: sua voz angelical absurda, hip hop, trip hop, participações importantes, como a do rapper Headie One e o produtor Fred Again, conexões da mais moderna música black e tudo mais.

O vídeo tem coreografias, lindezas artsy corporais, é todo trabalhado nas artes visuais e contém algumas “magias”, já que FKA Twigs tem a força (viu a foto acima?). Ele é co-dirigido por Twigs e por Emmanuel Adjei, que apenas trabalhou com Beyoncé no “Black Is King”.

FKA Twigs também andou falando em podcasts por aí, nestes dias, que seu terceiro disco vem aí com o maior número de colaborações que ela já teve, já que ficou presa em quarentena e tudo o que podia fazer era chamar amigos na internet para dividir suas ideias musicais, experimentar.

“Don’t Judge Me” é só o começo. E que começo.

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FKA twigs explora suas próprias fragilidades e exorciza sentimentos ruins em seu novo disco

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Puxado pelos singles “Cellophane” e “Holy Terrain”, FKA twigs lançou nesta sexta-feira seu aguardadíssimo disco novo, “Magdalene”, o segundo dela na carreira.

Produzido pela própria cantora, “Magdalene” é o sucessor de LP1, seu disco de estreia que saiu em 2014. Entre os envolvidos estão Nicolas Jaar, Skrillex, Jack Antonoff e Future.

Em comunicado há algumas semanas, FKA twigs revelou que o álbum é uma espécie de exorcismo de sentimentos ruins que ela vinha enfrentando.

“Nunca pensei que um coração partido pudesse ser tão abrangente. Nunca pensei que meu corpo pudesse parar de funcionar a tal ponto que não conseguia me expressar fisicamente das maneiras que sempre amei e encontrei tanto consolo. Sempre conduzi o meu caminho para ser o melhor que poderia ser, mas desta vez não pude fazer, fiquei sem opção a não ser desfazer todos os processos. Mas o processo de fazer este álbum me permitiu, pela primeira vez, e da maneira mais real, encontrar compaixão quando eu estava no meu estado mais gracioso, confuso e fraturado. Parei de me julgar e naquele momento encontrei esperança em ‘Madalena’. A ela, sou eternamente grata”.

Ao todo são 9 faixas novas, que podem ser conferidas abaixo via Deezer. Junto, uma session recente da cantora para a BBC Radio 1.

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Melancolia com um toque de arte: FKA twigs lança “Sad Day”, último single do álbum que sai nesta sexta-feira

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Sai nesta sexta, enfim, o aguardado disco novo da cantora, compositora e dançarina inglesa FKA twigs. Chamado “MAGDALENE”, o projeto acaba de ganhar seu último single neste processo de divulgação.

“Sad Day” segue a proposta do álbum, que fala sobre fim de relacionamentos e ciclos. Sucessor de “LP1”, seu estrondoso disco de estreia que saiu em 2014, o álbum tem entre os produtores convidados nomes como Nicolas Jaar, Skrillex, Jack Antonoff e Future.

Em comunicado publicado na época do anúncio do disco, FKA twigs revelou que o álbum é uma espécie de exorcismo de sentimentos ruins que ela vinha enfrentando nos últimos anos.

“Nunca pensei que um coração partido pudesse ser tão abrangente. Nunca pensei que meu corpo pudesse parar de funcionar a tal ponto que não conseguia me expressar fisicamente das maneiras que sempre amei e encontrei tanto consolo. Sempre conduzi o meu caminho para ser o melhor que poderia ser, mas desta vez não pude fazer, fiquei sem opção a não ser desfazer todos os processos. Mas o processo de fazer este álbum me permitiu, pela primeira vez, e da maneira mais real, encontrar compaixão quando eu estava no meu estado mais gracioso, confuso e fraturado. Parei de me julgar e naquele momento encontrei esperança em ‘Madalena’. A ela, sou eternamente grata”.

“Sad Day” pode ser conferida abaixo.

Magdalene – Tracklist
01 thousand eyes
02 home with you
03 sad day
04 holy terrain [ft. Future]
05 mary magdalene
06 fallen alien
07 mirrored heart
08 daybed
09 cellophane

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Drama artsy: FKA twigs divulga intrigante vídeo do novo single “home with you”

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Em forma de vídeo, a complexa e sensível FKA twigs lançou mais um single de “Magdalene”, seu novo disco cheio, que tem lançamento marcado para o dia 8 de novembro.

A balada melodramática “home with you” é a faixa que sucede os singles “holy terrain” e “cellophane”. No total, o projeto terá 9 músicas novas.

Sucessor de “LP1”, seu estrondoso disco de estreia que saiu em 2014, “Magdalene” tem entre os produtores convidados nomes como Nicolas Jaar, Skrillex, Jack Antonoff e Future.

Em comunicado publicado há mais ou menos um mês, FKA twigs revelou que o álbum é uma espécie de exorcismo de sentimentos ruins que ela vinha enfrentando nos últimos anos.

“Nunca pensei que um coração partido pudesse ser tão abrangente. Nunca pensei que meu corpo pudesse parar de funcionar a tal ponto que não conseguia me expressar fisicamente das maneiras que sempre amei e encontrei tanto consolo. Sempre conduzi o meu caminho para ser o melhor que poderia ser, mas desta vez não pude fazer, fiquei sem opção a não ser desfazer todos os processos. Mas o processo de fazer este álbum me permitiu, pela primeira vez, e da maneira mais real, encontrar compaixão quando eu estava no meu estado mais gracioso, confuso e fraturado. Parei de me julgar e naquele momento encontrei esperança em ‘Madalena’. A ela, sou eternamente grata”.

Magdalene – Tracklist
01 thousand eyes
02 home with you
03 sad day
04 holy terrain [ft. Future]
05 mary magdalene
06 fallen alien
07 mirrored heart
08 daybed
09 cellophane

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