Em foo fighters:

Foo Fighters chama o Ted Lasso para o filme do novo single. Veja “Love Dies Young”

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* Se tem alguma coisa que nosso amigo over Dave Grohl não é, é bobo. Para o novo single do Foo Fighters voltando a seu último lançamento de fato, o “Medicine at Midnight”, o décimo disco da banda, lançado no comecinho deste ano, ele convidou o grande ator Jason Sudeikis para estrelar.

Sudeikis é o astro do momento, dado seu trabalho na série bombada “Ted Lasso”, da Apple.

A música escolhida como single é o rock “Love Dies Young”. No vídeo, um Sudeikis novo é tipo o treinador-motivador (né?) da equipe feminina de natação dos EUA, que vem a ser o próprio Foo Fighters. Enfim, veja para entender.

Para aproveitar que conseguiram o Sudeikis para o projeto, o vídeo é tipo um episódio, não apenas uma ação para embalar a canção. Tanto que “Love Dies Young” só vai começar no minuto 3. Dá um check em toda essa bizarricezinha envolvida. A criação e a direção é do próprio Dave Grohl.

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* Em fevereiro do ano que vem, o Foo Fighters vai estrelar uma comédia de horror nos cinemas americanos, chamada “Studio 666”. Entra em cartaz em 25/2 e já é chamado de um encontro cinematográfico do “A Hard Day’s Night”, dos Beatles, com “A Noite dos Mortos Vivos”, clássico de George Romero.

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Foo Fighters toca Beatles em cerimônia nos EUA. Apenas com Paul McCartney cantando a cover

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* Segura o Dave Grohl agora. O dono do Foo Fighters, uma das grandes atrações do Lollapalooza BR em março do ano que vem, tocou uma cover de Beatles em uma miniapresentação de quatro músicas num evento do Rock & Roll Hall of Fame em Cleveland, Ohio, no sábado à noite.

O FF fez sua versão especial para “Get Back”, clássico da mais famosa banda do mundo. Tudo bem que O PAUL MCCARTNEY ELE-MESMO CANTOU na cover do Foo Fighters.

Mais cedo, neste rolê de Cleveland, mr. e sir Paul McCartney referendou oficialmente a indução do Foo Fighters ao Hall of Fame, que terá cerimônia de premiação transmitida pela HBO e HBO Max no dia 20 de novembro.

Paul, então, voltou ao palco para cantar “Get Back” com Dave Grohl. Foi assim:

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* A escolha da música dos Beatles homenageada pelo Foo Fighters não foi à toa. “Get Back” é o nome do esperadíssimo documentário que entra em cartaz na plataforma Disney+ em três partes, nos dias 25, 26 e 27 de novembro. Dirigido por Peter Jackson, que mergulhou em 60 horas de filmagens e o dobro disso em áudios registrados durante a gravação do último álbum dos Beatles, “Let It Be”, imediatamente antes de os Beatles acabarem.

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Strokes, Miley Cyrus e Foo Fighters comandam o bombado Lolla Brasil 2022, na retomada dos grandes festivais no país. Lista tem Idles, King Gizzard e Caribou!!!!

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* Parece que se passaram 100 anos desde o último grande evento no país, mas nos dias 25, 26 e 27 de março do ano que vem acontece em São Paulo, finalmente, o megafestival Lollapalooza Brasil, que anunciou nesta quinta-feira todas as atrações de sua nona edição. E já apresentando suas atrações dia a dia.

Numa trinca de headliners americana e toda ela rock, The Strokes (sexta), Miley Cyrus (sábado) e Foo Fighters (domingo) são as atrações principais do próximo Lolla BR.

Destes nomes de maior destaque, apenas Miley Cyrus, que transitou por várias vertentes musicais e parece ter se achado mesmo no rock’n’roll, é uma atração quase inédita no festival brasileiro. Ela veio uma única vez, há sete anos e numa outra pegada, mais dance.

Logo abaixo dos declarados principais, nomes fortes ligados ao rap pop, rap rock ou rap rap, mesmo: Doja Cat, ASAP Rocky e Kehlani engrossam a lista do Lolla. Dá até para botar o bombado Machine Gun Kelly nesse bolo.

Um time de “atrações com cara de Popload” são dignos de fazer a gente chegar cedo a Interlagos para ver. Bandas como Idles, King Gizzard & The Lizard Wizard, Black Pumas e Turnstile estão no Lolla Brasil 2022, junto com o maravilhoso Caribou, a musa Phoebe Bridgers e até o hoje veterano inglês The Wombats tocam no festival brasileiro. O DJ e produtor Kaytranada, ali no meio dos eletrônicos, também “é nosso”. A galesa Marina ex-and the Diamonds e a americana Remi Wolf se juntam a essa lista.

A armada brasileira que engrossa o Lollapalooza paulistano vem forte, neste ano de retomada: Pabllo Vittar, Emicida, Silva, Edgar, Terno Rei, Djonga, Jup do Bairro, Gloria Groove, Matuê, Jão, Clarice Falcão, MC Tha, Rashid, Fresno e os meninos do Menores Atos são alguns dos nomes brazucas do line-up do Lolla BR.

A galera emo está bem representada no Lolla: A Day to Remember e Alexonfire está no festival.

Veja o pôster oficial do Lollapalooza Brasil, abaixo:

[LOLLA] LINEUP DAY 2022_V18

* Acompanhe as redes do @lollapaloozabr para informações importantes de ingressos já comprados em 2020, novas vendas e protocolos de segurança.

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VMA consagra Lil Nas X, bota a Anitta na festa e da troféu de ícone para o Foo Fighters

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* O estiloso rapper gay bombator Lil Nas X foi o grande vencedor do Video Music Awards, o VMA, premiação da MTV americana que já viu dias mais significantes, mas que ainda assim consegue ser mais relevante que a emissora que o abriga.

Lil Nas X ganhou o vídeo do ano com “Montero (Call Me by Your Name)”, bombástica canção que vai puxar seu primeiro álbum, “Montero”, que sai sexta que vem e promete abalar os alicerces pop, por assim dizer. A cerimônia rolou no enorme Barclays Center, no Brooklyn, NYC.

Entre tretas (o Machine Gun Kelly saiu na mão no bastidor com um campeão de UFC, pensa) e poses e roupas horrivelmente fashion, tivemos as performances ao vivo, das quais destacamos algumas, aqui embaixo. Teve Anitta, não ao viiiiiivo, mas pela primeira vez na premiação gringa, e um medley do Foo fighters, que ganhou um prêmio sobre “legado”, o Global Icon Award, e fez uma homenagem na bateria a Charlie Watts, dos Stones, morto recentemente. A estatueta do homem na lua foi entregue ao Dave Grohl pela Billie Eilish.

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Lollapalooza Chicago – Maior aglomeração do mundo pós-pandemia. Maior quantidade de maconha desde o Woodstock. Ondas gigantes. Ah. E teve música também

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* As imagens mais impressionantes e comentadas da edição deste ano do Lollapalooza Chicago não foram de suas grandes atrações, tipo Foo Fighters, Tyler, The Creator, Post Malone, Megan Thee Stalion. O que mais foram propagadas nas redes sociais sobre a edição que celebra os 30 anos de um dos maiores festivais do mundo, que aconteceu desde quinta até ontem à noite, foram fotos do público aglomeradão como se estivéssemos em 2019 e não tivéssemos atravessado um ano e meio de pandemia (e todo o trauma advindo dela).

É o primeiro graaaaande evento de música nos EUA na nova era. Chicago deu autorização ao festival, que tem filial em São Paulo, para funcionar em sua capacidade máxima, o que equivale dizer que algo em torno de 100 mil pessoas se espremeram por quatro dias, todos os dias, no Grant Park, numa das regiões urbanas mais bonitas do planeta, desde que apresentassem com o ingresso uma carteirinha de vacina e/ou um teste negativo para a covid-19 de pelo menos 72 horas.

Pessoas foram admitidas sem máscara no parque gigantesco. Apenas em áreas fechadas a proteção era requerida.

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Os próximos dias vão ser de apreensão em vários níveis, para autoridades e frequentadores, quando o impacto de botar tanta gente em um mesmo espaço vai ser sentido. Em Chicago, Lollapalooza à parte, e como em boa parte dos EUA, o número de infectados voltou a subir, principalmente por causa da disseminação da variante delta.

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De quinta até domingo foram momentos de agito absurdos em Chicago ao redor do Lollapalooza, até fora do Grant Park. Dois grandes hoteis do centro da cidade, que tinham falido e fechado por causa da pandemia, arriscaram uma reabertura no fim de junho, confiando muito no povo que ia visitar Chicago por conta do festival. Chicago está lotada neste verão.

Quantidades absurdas de maconha foram estocadas nas lojas oficias de venda de canabis para atender os consumidores do Lolla. É o primeiro grande evento de música desde que a cidade liberou o uso. Disseram, não sabemos se é verdade, que teve a mesma quantidade de maconha para estes dias de Lollapalooza que para os três dias de Woodstock em 1969, quando 400 mil pessoas se juntaram para o maior festival de paz e amor de todos os tempos.

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Ali perto do Lollapalooza tem o gigantesco lago Michigan que vai de Chicago até o Canadá. Tem praias legais demais e enormes naquela região de Chicago, perto do Grant Park. De areia. Muitas quadras, pista de bike, restaurantes etc. Muitos frequentadores do Lolla costumam ficar horas ali antes de entrarem no festival. Ontem, no domingo, a praia foi evacuada por causa de uma tempestade de verão de perto do Canadá que provocou ondas gigantescas para os lados de Chicago. Nadar então foi proibidaço. Galera teve que ir ao Lollapalooza aglomerar mais cedo.

O domingo foi agitado ainda pelo cancelamento, pelo festival, do show do rapper famosão DaBaby, de Cleveland, desde 2019 frequentador dos topos da “Billboard”. O Lollapalooza brecou a participação de um dos headliners do festival no domingo por causa de declarações homofóbicas e machistas dadas pelo rapper numa apresentação num festival pequeno de Miami no domingo retrasado. O caso veio aos poucos ganhando vulto e chegou aos ouvidos do Lollapalooza por conta de frequentadores do festival, querendo DaBaby fora. O Lolla soltou um comunicado dizendo que prega “diversidade, inclusão, respeito e amor” e anunciou no domingo mesmo, ontem, que o rapper não iria se apresentar.

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E, sim, o Lollapalooza Chicago 2021 teve até musica, sim.

Foo Fighters tocando os hits surrados de sempre, começando com a apropriada “Times Like These”, mais Bee Gees e Queen, filha de Dave Grohl indo ao palco tocar cover do X, essas coisas. Tyler, The Creator mostrando as músicas de seu recentíssimo disco “Call Me If You Get Lost”, levando uma lancha para o palco, público cantando tudo mais alto que o rapper. A veteraníssima banda “de rock” Journey mostrando seus hits anos 70/80 para uma galera novinha, depois que a conhecida “Don’t Stop Believin”, de 1981, virou até hit no TikTok.

Enfim. Um balanço rápido da música no Lollapalooza em vídeos, abaixo. Com shows inteiros. Se vão derrubar?