Em foo fighters:

Tributo a Chris Cornell em Los Angeles comove o rock. Veja muitos vídeos

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* Aconteceu ontem em Los Angeles, durou mais de quatro horas, no Brasil já era de manhã quando acabou e teve a maior quantidade de gente conhecida da música o evento tributo ao saudoso roqueiro grunge Chris Cornell, ex-Soundgarden e Audioslave entre outras bandas significantes, que se matou aos 52 anos em um quarto de hotel em Detroit, em maio do ano passado. Chamou-se I Am the Highway – A Tribute to Chris Cornell.

O grande show, assistido pela Popload ao vivo via Periscope, alternou entre mostrar os singles esperados e coisas menos óbvias da carreira do Chris Cornell. De cara, as melhores partes: Dave Grohl cantando “Show Me How to Live”, do Audioslave”, Ryan Adams cantando a maravilhosa “Fell on Black Days”, do Soundgarden, e Miley Cyrus (!!!!) cantando “Say Hello to Heaven”, do histórico Temple of the Dog (banda-embrião da famosa cena de Seattle do final dos 80, começo dos 90, aquela em que o Nirvana apareceu em 1991 e BOOOOOM!!. No ano passado Seattle deu a Cornell uma estátua de bronze no imponente Seattle Center, parque de artes que tem a “agulha”).

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Miguel cantando “Reach Down”, com Temple of the Dog, foi destaque da noite, também. Os Foo Fighters, acima, mandaram três músicas bem lado Z do Soundgarden, o que foi bem interessante. O “Queen” Josh Homme cantou “Rusty Cage” na versão Johnny Cash, interpolando um trecho de “Hand of Doom”, do Black Sabbath, no meio. Metallica tocou duas covers (ruins) de Soundgarden, e inexplicavelmente, tocou duas músicas próprias (why?).

No último segmento da noite, foi o esperado momento do Soundgarden tocar com convidados nos vocais. Taylor Momsen (The Pretty Reckless) e o relativamente desconhecido Marcus Durant mandaram bem em suas respectivas músicas. Taylor Hawkins (Foo Fighters) foi excepcional nas absurdas “I Awake” e “The Day I Tried to Live” – que também contaram com Buzz Osborne (Melvins). Para fechar a grande noite em memória de Cornell, uma bela versão de “Black Hole Sun” com a cantora folk Brandi Carlile, e Peter Frampton na guitarra.

O principal evento deste ano que mal começou e já considero pacas. Entre muuuuitas coisas, teve…

* “The Day I Tried to Live (com Taylor Hawkins)

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* “Say hello to Heaven” (com Miley Cyrus)

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“All Night Thing” (com Fiona Apple)

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* “Show Me How to Live” (com Dave Grohl)

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* “Fell on Black Days” (com Ryan Adams)

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* Todas do Foo Fighters

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* “Hunger Strike” (Brandi Carlile e Chris Stapleton)

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* “Hunted Down” (meio Alice In Chains, meio Pearl Jam, e Josh Freese, ex-NIN, moendo na batera)

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* “Redemption Song” (Ziggy Marley e Toni Cornell, filha do Chris Cornell)

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* “Black Hole Sun” (com Brandi Carlile, e Peter Frampton)

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Melhores do Ano da Popload. Qual o SHOW INTERNACIONAL de 2018? Vote

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* Estou em dúvida aqui se tiro o Nick Cave da contenda, para facilitar para os outros. Você me entende? Ou não?

Mas ok, vamos lá. Melhores shows internacionais do incrível ano de 2018 de taaaaaantas apresentações gringas boas. Escolha o seu em nossa enquete ou aponte outro que não está nas opções oferecidas.

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Ano que começou com Phoenix em Curitiba, teve o espetacular Gorillaz na chuva no Jockey, todo o Lollapalooza com os mágicos LCD Soundsystem, Liam Gallagher e David Byrne, não esqueçamos a Laninha Del Rey arrasando, o especialíssimo Mogwai tropicalizando um barulho no Butantã, os supraindies Connan Mockasin e Thee Oh Sees, o galã Father John Misty chamando todo mundo para uma intimidade no palco do mais bonito auditório do Brasil, At the Drive in brigando com fãs da Lorde, a Lorde em si e de sutiã, o Death Cab for Cutie tocando sentado mas tocando, a volta incrível do Franz Ferdinand, a dobradinha Foo Fighters & Queens of the Stone Age, o fodaço Deerhunter. A reta final com Morrissey e New Order.

Teve também três shows históricos. O histórico porque é sempre histórico Radiohead, o primeiro do Roger Waters no Allianz, mais pela tensão política absurda e provocando quase uma guerra de classes e de pensamento real, e o transformador Nick Cave & The Bad Seeds, retornando ao país para uma dessas experiências sonoras e sensoriais que fica muito injusto chamar de “show”.

A gente, semana que vem, vai publicar aqui duas listas. Uma de melhores da Popload em si, outra dessa convocação deste post, chamando você a votar através deste link aqui. VOTE!!!

Grande parte dos concertos sugeridos tem um “olhar paulistano”, por causa da força de SP como praça de shows e tal. Fique livre para votar, por exemplo, no Noel em Belo Horizonte (eu estava lá e até votaria, se…) ou Franz Ferdinand em Natal.

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** A foto do LCD Soundsystem no Lolla, a primeira deste post, é de Marcelo Brandt, do G1. Na sequência, o Franz Ferdinand em ação em São Paulo, do Fabrício Vianna/Popload. A do Radiohead, a terceira, tem crédito de César Tavares, do G1. A que fecha, da Lorde, é de Fabrício Vianna, da Popload, assim como a do Nick Cave, na home.

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Parece aquele cara do Nirvana… Dave Grohl toca bateria em reedição de “All Apologies” em show surpresa

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Falamos aqui que Mr. Dave Grohl participou de um evento beneficente tradicional, organizado anualmente pelo também músico Warren Haynes, no último final de semana. O líder do Foo Fighters aproveitou para mostrar ao vivo, pela primeira vez, seu projeto experimental “PLAY”, com alguns amigos convidados.

O que pouca gente sabia, até agora, é que a noite se estendeu para além do evento e teve uma festinha pós. Nela, Dave subiu ao palco de novo, ao lado de Warren, e tocou nada menos que “All Apologies”, som clássico de sua ex-banda, Nirvana, lançado no disco “In Utero”, em 1993.

O registro, claro, foi feito por fãs mais espertos e já está rodando por aí na internet.

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Dave Grohl convida amigos e monta jam ao vivo do seu projeto “Play”. E ainda toca algumas do Foo Fighters no violão

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Em agosto deste ano, Dave Grohl soltou um vídeo de um projeto pessoal, “Play”, no qual tocou uma canção instrumental que dura 23 minutos. Na ocasião, o líder do Foo Fighters tocou, além dos convencionais guitarra e bateria, instrumentos como baixo, pandeiro, teclado e até xilofone. Entre outros.

Daí que ele resolveu convidar alguns amigos para reeditar o projeto ao vivo pela primeira vez. E foi neste final de semana, no evento Warren Haynes’s 30th annual Christmas Jam, em Asheville, na Carolina do Norte.

Grohl, que tocou bateria, recebeu no palco a ajuda dos amigos Alain Johannes, Jason Falkner e Barrett Jones (todos nas guitarras) e ainda Chris Chaney no baixo, Drew Hester na percussão e Greg Kurstin nos teclados. Ele ainda tocou canções do Foo Fighters ao violão junto com o anfitrião Warren Haynes.

Alguns registros da noitada já estão disponíveis e podem ser conferidos abaixo.

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Dave Grohl não cansa de ser legal. Agora ele levou uma criança cega para acompanhar o show do Foo Fighters no palco

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Foto: Erin McCormack

Foto: Erin McCormack

Dia desses, viralizou no Brasil a história de um menino cego que vai aos jogos do Palmeiras no Allianz Parque. Sempre acompanhado da mãe, ele “vê” o jogo através dos relatos dela. E se diverte, sofre e se emociona mais até que os demais torcedores. Lindo. E não é que na música rolou algo parecido neste final de semana?

Só podia ser em um show com Dave Grohl envolvido. O Foo Fighters se apresentou em St. Paul em em certo momento do show, Dave reparou que uma criança, cega, estava acompanhando o show no meio da muvuca junto com seus pais, que se revezam o levantando, para ele curtir melhor.

Cara mais legal do rock, Dave interrompeu o show e levou o garoto Owen, que também é autista (segundo relatos posteriores de sua mãe, Stacey), para a lateral do palco, de onde acompanhou como espectador VIP o restante da apresentação junto com seus pais, e ainda pode tocar a guitarra do líder do FF.

Os registros podem ser conferidos abaixo.

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