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Atenção: Foo Fighters e Weezer estrelarão segunda noite do Rock in Rio (Adendo: Panic! at the Disco também vem para o festival)

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Pode colocar mais duas atrações imperdíveis na sua agenda para o Rock in Rio. A Popload apurou que o FOO FIGHTERS e o WEEZER estarão no festival e se apresentarão no mesmo dia. A informação deve ser oficializada em breve.

O dia será 28 de setembro.

Depois de ficar muito tempo sem nos visitar, o Foo Fighters tem colocado o Brasil em sua rota com frequência nesta década. A banda de Dave Grohl veio outras quatro vezes ao país: no Rock in Rio 2001, no Lollapalooza 2012, e em shows solo em 2015 e, por último, em 2018. No total, foram 11 shows até o momento, se não estamos enganados.

Já o Weezer, que veio ao Brasil há mais de uma década, mais precisamente em 2005 no Curitiba Rock Festival, promete para 1º de março o lançamento do aguardado “The Black Album”, que eles estão comentando sobre há pelo menos dois anos. Recentemente, eles pegaram todo mundo de surpresa com o “The Teal Album”, projeto que reúne nada menos que 10 covers, que vão de A-ha a Black Sabbath.

Agora em março, a banda de Rivers Cuomo sai em turnê com o gigante Pixies pela América do Norte. Uma das datas (12 de março) será no Madison Square Garden e terá como show de abertura “só” o TV on the Radio.

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PS: A banda emo (existe emo, ainda) ou “barroca”(vá lá) PANIC! AT THE DISCO vai ser anunciada no festival carioca, na mesma leva do Foo Fighters e Weezer, segundo o jornalista José Norberto Flesch, do jornal “Destak”. O PatD, de Las Vegas, vai engrossar a noite dos Chili Peppers, em 3 de outubro.

Atualizado às 18h.

Dave Grohl compara Billie Eilish ao Nirvana e diz que o rock não morre por causa dela. Sacou?

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O mundo pop está todo de olho na garota fenômeno Billie Eilish. Com apenas 17 anos, a norte-americana tem causado furor e chamado a atenção não apenas de “gente comum” mundo afora, mas também de pessoas que já estão neste meio há muito tempo e são pra lá de consagradas.

A última palavra de peso a respeito da cantora veio de Mr. Dave Grohl. O líder do Foo Fighters deu declarações fortes sobre Billie em um bate-papo com Michael Rapino, o CEO da gigante Live Nation, em um evento da PollstarLive nos Estados Unidos.

Grohl disse que suas filhas estão obcecadas com a Billie Eilish e foi além (bem além), comparando a cantora ao Nirvana dentro de um contexto específico. “A mesma coisa que está acontecendo com ela, aconteceu com o Nirvana em 1991. As pessoas perguntam: ‘o rock está morto?’. Daí, quando eu vejo alguém como a Billie Eilish, vejo que o rock não está perto de morrer”.

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Apesar de se mostrar por dentro do que a cantora vem fazendo, Dave confessou que está difícil acompanhar as mudanças do mercado. “Eu não sei a diferença entre o Pandora e o Spotify. Não é para mim. Eu não tenho o app. Perdão”.

Ele falou ainda que hoje não se vê sem fazer música no futuro e contou que, há muito tempo, teve dúvidas sobre isso. “Depois da morte de Kurt, eu não queria tocar música de novo. O mundo todo caiu para mim. Foi uma merda”.

Novo e i(e)minente fenômeno do pop que apareceu nas redes sociais ano passado, a garota Billie Eilish é uma das grandes apostas da música para já, e anunciou que em 29 de março sai seu aguardado disco de estreia, chamado “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”.

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Verdadeiro show do Super Bowl aconteceu um dia antes, com Foo Fighters, Run the Jewels e convidados de luxo

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Evento que tem parado o mundo cada vez mais a cada ano que passa, o Super Bowl deste ano foi bem nhé. A começar pelo jogo, um dos piores dos últimos tempos, passando pelo famoso show do intervalo, que muita gente considerou fraco, como se o Maroon 5 já não garantisse isso desde a escolha. Enfim.

Acontece que o evento não rola apenas no domingo, nas horas que precedem e em que acontece o jogo. No sábado, rolou em Atlanta o Super Saturday Night, espécie de pré-festa do Super Bowl. Com atrações bem melhores: Foo Fighters e Run the Jewels.

A banda de Dave Grohl fez um show menor do que o seu habitual, mas ainda assim desfilou hits durante duas horas de show. Teve até participações de luxo, tipo o Mr. Lollaplooza, Perry Farrell, cantando “Mountain Song”, do seu Jane’s Addiction, e ainda Tom Morello e Zac Brown no meio. A dupla ainda participou de uma cover para “War Pigs”, do Black Sabbath. Como se não bastasse, Roger Taylor, do Queen, também apareceu para participar da reedição de “Under Pressure”.

Os shows podem ser conferidos abaixo.

https://youtu.be/g_U4vbHsjtI

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Tributo a Chris Cornell em Los Angeles comove o rock. Veja muitos vídeos

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* Aconteceu ontem em Los Angeles, durou mais de quatro horas, no Brasil já era de manhã quando acabou e teve a maior quantidade de gente conhecida da música o evento tributo ao saudoso roqueiro grunge Chris Cornell, ex-Soundgarden e Audioslave entre outras bandas significantes, que se matou aos 52 anos em um quarto de hotel em Detroit, em maio do ano passado. Chamou-se I Am the Highway – A Tribute to Chris Cornell.

O grande show, assistido pela Popload ao vivo via Periscope, alternou entre mostrar os singles esperados e coisas menos óbvias da carreira do Chris Cornell. De cara, as melhores partes: Dave Grohl cantando “Show Me How to Live”, do Audioslave”, Ryan Adams cantando a maravilhosa “Fell on Black Days”, do Soundgarden, e Miley Cyrus (!!!!) cantando “Say Hello to Heaven”, do histórico Temple of the Dog (banda-embrião da famosa cena de Seattle do final dos 80, começo dos 90, aquela em que o Nirvana apareceu em 1991 e BOOOOOM!!. No ano passado Seattle deu a Cornell uma estátua de bronze no imponente Seattle Center, parque de artes que tem a “agulha”).

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Miguel cantando “Reach Down”, com Temple of the Dog, foi destaque da noite, também. Os Foo Fighters, acima, mandaram três músicas bem lado Z do Soundgarden, o que foi bem interessante. O “Queen” Josh Homme cantou “Rusty Cage” na versão Johnny Cash, interpolando um trecho de “Hand of Doom”, do Black Sabbath, no meio. Metallica tocou duas covers (ruins) de Soundgarden, e inexplicavelmente, tocou duas músicas próprias (why?).

No último segmento da noite, foi o esperado momento do Soundgarden tocar com convidados nos vocais. Taylor Momsen (The Pretty Reckless) e o relativamente desconhecido Marcus Durant mandaram bem em suas respectivas músicas. Taylor Hawkins (Foo Fighters) foi excepcional nas absurdas “I Awake” e “The Day I Tried to Live” – que também contaram com Buzz Osborne (Melvins). Para fechar a grande noite em memória de Cornell, uma bela versão de “Black Hole Sun” com a cantora folk Brandi Carlile, e Peter Frampton na guitarra.

O principal evento deste ano que mal começou e já considero pacas. Entre muuuuitas coisas, teve…

* “The Day I Tried to Live (com Taylor Hawkins)

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* “Say hello to Heaven” (com Miley Cyrus)

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“All Night Thing” (com Fiona Apple)

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* “Show Me How to Live” (com Dave Grohl)

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* “Fell on Black Days” (com Ryan Adams)

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* Todas do Foo Fighters

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* “Hunger Strike” (Brandi Carlile e Chris Stapleton)

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* “Hunted Down” (meio Alice In Chains, meio Pearl Jam, e Josh Freese, ex-NIN, moendo na batera)

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* “Redemption Song” (Ziggy Marley e Toni Cornell, filha do Chris Cornell)

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* “Black Hole Sun” (com Brandi Carlile, e Peter Frampton)

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Melhores do Ano da Popload. Qual o SHOW INTERNACIONAL de 2018? Vote

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* Estou em dúvida aqui se tiro o Nick Cave da contenda, para facilitar para os outros. Você me entende? Ou não?

Mas ok, vamos lá. Melhores shows internacionais do incrível ano de 2018 de taaaaaantas apresentações gringas boas. Escolha o seu em nossa enquete ou aponte outro que não está nas opções oferecidas.

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Ano que começou com Phoenix em Curitiba, teve o espetacular Gorillaz na chuva no Jockey, todo o Lollapalooza com os mágicos LCD Soundsystem, Liam Gallagher e David Byrne, não esqueçamos a Laninha Del Rey arrasando, o especialíssimo Mogwai tropicalizando um barulho no Butantã, os supraindies Connan Mockasin e Thee Oh Sees, o galã Father John Misty chamando todo mundo para uma intimidade no palco do mais bonito auditório do Brasil, At the Drive in brigando com fãs da Lorde, a Lorde em si e de sutiã, o Death Cab for Cutie tocando sentado mas tocando, a volta incrível do Franz Ferdinand, a dobradinha Foo Fighters & Queens of the Stone Age, o fodaço Deerhunter. A reta final com Morrissey e New Order.

Teve também três shows históricos. O histórico porque é sempre histórico Radiohead, o primeiro do Roger Waters no Allianz, mais pela tensão política absurda e provocando quase uma guerra de classes e de pensamento real, e o transformador Nick Cave & The Bad Seeds, retornando ao país para uma dessas experiências sonoras e sensoriais que fica muito injusto chamar de “show”.

A gente, semana que vem, vai publicar aqui duas listas. Uma de melhores da Popload em si, outra dessa convocação deste post, chamando você a votar através deste link aqui. VOTE!!!

Grande parte dos concertos sugeridos tem um “olhar paulistano”, por causa da força de SP como praça de shows e tal. Fique livre para votar, por exemplo, no Noel em Belo Horizonte (eu estava lá e até votaria, se…) ou Franz Ferdinand em Natal.

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** A foto do LCD Soundsystem no Lolla, a primeira deste post, é de Marcelo Brandt, do G1. Na sequência, o Franz Ferdinand em ação em São Paulo, do Fabrício Vianna/Popload. A do Radiohead, a terceira, tem crédito de César Tavares, do G1. A que fecha, da Lorde, é de Fabrício Vianna, da Popload, assim como a do Nick Cave, na home.

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