Em foo fighters:

POPLOAD NOW: Os nove álbuns blockbusters que vão abalar nosso 2021, estrelando Drake, Foo Fighters, Lorde, Frank Ocean, Adele…

>>

* A gente gosta aqui de elencar os discos indies que estamos desesperados para que saiam logo, mas não podemos deixar de listar os blockbusters também, né? Que vão dar um agito gigantesco na cena, ainda que no paralelo das nossas vidas. E dar um agito, sim, a este site, por que não? E aos nossos festivais quando tudo passar, por que não? E outros por que nãos.

***

** DRAKEJaneiro – O mega-rapper canadense Drake anunciou no ano passado o lançamento de “Certified Lover Boy”, junto com o primeiro single intitulado “Laugh Now Cry Later”, que a princípio trouxe um trailer seguido de um vídeo de alto orçamento. Quem sabe no futuro não vemos Drake estrelando um longa-metragem também?
O disco tem data de lançamento em “janeiro”, como colocamos aí em cima, sem dia anunciado. Ou seja, a qualquer momento, páááá!!!

***

** FOO FIGHTERS5 de Fevereiro – “Medicine at Midnight” é o nome do próximo álbum do genial Foo Fighters, que já fez circular o bom single “Shame Shame”, inclusive estreando a música ao vivo no famoso programa Saturday Night Live, no final de semana seguinte às eleições americanas. No Réveillon, a banda liberou mais uma faixa, “No Son of Mine”. Em declaração, o líder Dave Grohl disse que o disco é “repleto de ‘hinos'”, e comparou-o a “Let’s Dance” de David Bowie. Ousado.

***

** LANA DEL REY19 de março – Falamos muito no post anterior, mas tínhamos que colocar aqui também. O sucessor de “Norman Fucking Rockwell” tem o nome de “Chemtrails Over the Country Club”, sabemos já de dois singles, conhecemos a capa lindona, o tracklist que inclui uma música chamada “Wild at Heart” e outra “Dark but Just a Game” e que ele chega a nós no dia 19 de março. Ai, ai.

***

** FRANK OCEANsem data – Já se passaram mais de quatro anos desde seu último lançamento, “Blonde”, mas recentemente Ocean voltou com a Beats 1 Blonded Radio, programa de rádio online em que também apresentou duas músicas suas inéditas, “DHL” e “In My Room”, e depois mais duas, “Cayendo” e “Dear April”.
Desde então, sabemos que o cantor planejava o lançamento de um disco de 7″ que ele mesmo cancelou. O que se espera é que para ainda neste ano o rapper traga mais conteúdo inédito. Ou seja, seu álbum novo finalmente.

***

** KENDRICK LAMARsem data – Confirmado em praticamente todos os festivais giga mundo afora, isso num mundo pré-COVID, era esperado a esta altura que tivéssemos algo novo de Kendrick Lamar. Mas aí veio a pandemia…
Em 2018, Lamar se dedicou à trilha sonora do filmaço “Black Panther”, e recentemente deu as caras numa faixa do novo disco de Busta Rhymes.
O que sabemos por enquanto, é que ele está trabalhando em algo novo e, segundo palavras dele sobre demorar tanto: “Eu passo o ano inteiro apenas pensando em como vou executar um novo som, não posso fazer a mesma coisa indefinidamente. Eu preciso de algo para me animar.”
Torcendo para que ele fique bem animadinho. Porque estão dizendo mesmo nos bastidores da indústria que o disco novo de KL está bem pronto.

***

** LORDEsem data – Em 2019, quando Lorde se preparava para gravar o sucessor do incrível “Melodrama”, ela foi pega de surpresa pela morte do seu cachorrinho, o que a fez adiar o processo. Porém, em maio do ano passado, a cantora e compositora apareceu para contar que está sim trabalhando em novo material, junto com o produtor dourado Jack Antonoff, à distância, obviamente, devido à pandemia.
Enquanto isso, Lorde (foto da chamada na home) lançou no fim do ano aquele livro de fotos de viagem da sua visita à Islândia, como te contamos aqui.
Mas, Lorde baby, queremos ouvir mais de você. Não ler, exatamente.

***

** PHOENIXsem data – Ano passado fomos pegos de surpresa (ou mais ou menos) quando Phoenix lançou a ótima “Identical”, música que faz parte da trilha sonora do filme “On The Rocks”, dirigido por Sofia Coppola, esposa de Thomas Mars, vocalista e líder da banda francesa.
A faixa trouxe saudade do dançante “Ti Amo”, álbum de 2017, e desde então o grupo só lançou um livro, em 2019, chamado “Phoenix: Liberté, Égalité, Phoenix!”. Mas, segundo Mars, podemos esperar que “Identical” esteja no próximo álbum em breve, que deve ter o mesmo espírito animado.

***

** RIHANNAsem data – Bom, depois de seu último lançamento, “ANTI”, láááá em 2016, de Riri só temos notícia quando se trata de seu império de beleza Fenty Beauty. E, ano após ano, os fãs querem mais que iluminador que brilha na Lua, Querem saber se, afinal, Rihanna voltará aos palcos e à música.
Em entrevista recente, a artista-empresária disse que a quarentena tem ajudado a aflorar seu lado criativo e que, para este ano, ela gostaria de levar sua marca e sua música para outro patamar.
Em março passado, Rihanna nos deu um gostinho, colaborando em uma faixa do rapper PARTYNEXTDOOR, “Believe It”. Manda mais, Rihanna, que está pouco. Mesmo.

***

** ADELEsem data – Ela está mais linda, mais loira e fez o mundo dar uma respirada funda quando foi anunciada no programa “Saturday Night Live”, como host, em outubro do ano passado. Iria ela mostrar alguma canção nova ou adiantar novidades sobre o novo disco, o sucessor de “25”, que ela lançou há mais de seis anos? Mas quá! Mas no fim deixou um recadinho no Instagram, bem de leve, na ocasião do SNL, que o próximo álbum sai, sim, agora em 2021. Ok, então.

****

* Esta seção da Popload é pensada e editada por Lúcio Ribeiro e Daniela Swidrak.

Feliz 2021. Foo Fighters lança a primeira música (boa) do ano novo. Tipo um heavy metal

>>

Captura de Tela 2021-01-01 às 9.42.31 AM

* Parecia que ia começar uma música do Mastodon, mas era só o Foo Fighters pesando a mão no seu novo “disco pop” e revelando nos primeiros momentos de 2021 a inédita “No Son of Mine”.

A música vai estar em “Medicine At Midnight”, novo disco do Foo Fighters, que sai dia 5 de fevereiro, o famoso disco “X”, o décimo álbum depois que Dave Grohl saiu da bateria do Nirvana para assumir guitarra e vocal de sua banda própria.

“Esse filho não é meu” é o segundo grito conhecido Grohl para o próximo disco do FF. Em novembro a gente conheceu “Shame Shame”, também boa e primeiro single desse álbum que o grupo diz ser seu “Let’s Dance” (ref. David Bowie, amém).

2021 já começou. E começou no peso certo.

>>

Times like Those, os 25 anos do Foo Fighters, em vídeo comemorativo

>>

* Já devo ter contado essa história aqui mil vezes, mas toma a 1001.

Em 1995, Dave Grohl, um ano e pouquinho depois da morte de Kurt Cobain e o consequente fim do Nirvana, anunciou que ia lançar uma banda nova, o Foo Fighters. A banda, que consistia nele mesmo tocando tudo, já existia meses depois do suicídio do líder da então sua ex-banda, e Grohl passou a chamar uns amigos para experimentar as músicas ao vivo, em selecionados e quase secretos shows. Então, no meio do ano de 1995, Grohl lançou a primeira música oficial, “This Is a Call”, em junho. Em julho lançou o álbum, sob o nome “Foo Fighters”, e no mês seguinte estava na Inglaterra para tocar no gigantesco Reading Festival, o primeiro show para a galera inglesa da nova vida de um cara que até no ano anterior havia tocado no Nirvana (ele tinha feito um show “experimental” minúsculo, quase fechado, em Londres, no mês anterior. No Reading, por tudo o que envolvia, estava tipo comoção mundial. Isso era big news!!!! E eu fui lá ver meu ex-Nirvana.

Alguém do Reading Festival botou Dave Grohl para tocar como atração máxima da tenda da BBC Radio One, que era o segundo maior palco do Reading, mas não era o palco principal. Óbvio que deu merda.

Cheguei cedinho para ver o Foo Fighters, tipo uma hora antes, ainda com a banda anterior tocando, e a tenda já estava bem cheia. Cavei um lugarzinho no meio e imaginei que o tumulto ia passar assim que o show acabasse e trocasse o público para ver o Foo Fighters. Só piorou. Ondas humanas transportava a galera de um lugar para o outro na tenda. Eu fui levado em várias dessas, muitas vezes sem ter os pés no chão por longos segundos. Então, em nome de querer respirar, fui me deixando ser cuspido para fora da tenda e acabei saindo dela.

Quando Dave Grohl entrou no palco e o show começou, achei que ia morrer, mesmo estando do lado de fora da tenda, vendo a apresentação de cantinho. O mais engraçado é que, por estar do lado de fora da tenda, quando o FF encerrava uma música e a barulheira dava uma folguinha, de onde eu estava dava para ouvir o som da Bjork, que tocava calmamente lááá no palco principal, para um grande público mas não o sufoco que estava ali no Foo Fighters, no mesmo horário.

Dias depois, comprei uma fita casseta pirata com o show, em Camden Town. Não teve uma música em que acabasse e o Dave Grohl não ameaçasse parar a apresentação, de tanta loucura descontrolada que estava. Ondas humanas que não acabavam nunca, galera espremida na grade e nem aí para o aperto, povo escalando todos os postes que sustentavam a tenda do show.

Captura de Tela 2020-11-23 às 4.35.10 PM

Enfim. Tudo isso para lembrar que hoje o Foo Fighters compartilhou o vídeo “Times like Those”, meia hora de uma pequena celebração filmada de Dave Grohl e amigos para os 25 anos do Foo Fighters. Tipo 30 minutos dos caras comendo pipoca, vendo uns vídeos antigos e discutindo o começo da carreira da banda.

Tem imagens do primeiro show do Foo Fighters como tal, no comecinho de 1995, até de eles invadindo um pequeno estúdio na Islândia em 2003 onde uma banda punk de moleques estava ensaiando. E acabaram convidados para ser a atração de abertura no dia seguinte, no show do Foo Fighters no país.

Feliz aniversário, FF!

>>

Foo Fighters leva sua “Shame Shame” ao programa do Colbert em vídeo melhor que o oficial

>>

Captura de Tela 2020-11-20 às 9.39.17 AM

* A incrivelmente boa “Shame Shame”, música nova do Foo Fighters, está por todos os lugares, pode reparar. Mas ontem ela teve uma veiculação especialmente cool, que foi no programa noturno “Late Show”, do Stephen Colbert, na TV americana.

Com uma pegada digamos mais equilibrada da música e uma filmagem bem classe em tons escuros, tapetes árabes no chão e holofotes fornecendo a luminosidade atrás da banda, essa “Shame Shame” para o Colbert ficou até mais legal que o vídeo oficial. Não acha?

“Shame Shame” é o primeiro single a sair do futuro álbum novo da banda de Dave Grohl, “Medicine at Midnight”, o disco 10, que tem uma capa linda se você pensar no vinil que isso vai dar. Sai dia 5 de fevereiro, só.

O Foo Fighters, a gente acha, estava numa espiral de mesmice há tempos. Talvez de, sabe-se lá, o disco 7, “Wasting Light”, de 2011. Mas essa música nova e a promessa que o disco vai caminhar para uma linha “Last Dance”, do David Bowie, no sentido de experimentações pop, instrumental e vocal, dá um alento aos fãs do chapa Dave Grohl. A ver.

Por enquanto, fique com essa estilosa “Shame Shame” para o Stephen Colbert. Boa, Grohl.

>>

Inspirado em Bowie, Foo Fighters lança a braba no “Saturday Night Live”. E não é que é bem boa?

>>

* Cumprindo o prometido, a banda Foo Fighters, de um cara aí que se chama Dave Grohl, mostrou sua canção nova sábado no programa “Saturday Night Live”, na TV americana, onde foi a atração musical.

O grupo mostrou, ao vivo, lá nos estúdios do “SNL” mesmo em Nova York, sem mandar vídeo gravado, a bem boa “Shame Shame”, com backing vocals femininos, guitarra alternando rasgos com cadência tranquila e “ôôôôs”, radiofonicamente bem superior às últimas produções inéditas do FF nos últimos anos.

Captura de Tela 2020-11-09 às 7.39.53 AM

“Shame Shame” vai estar no décimo disco do Foo Fighters, chamado “Medicine at Midnight”, ou o disco “X”, como a banda tem preferido armar algum suspense, por conta do marketing que está sendo feito em algumas cidades americanas, como já falamos por aqui. Lembra o caso da brasileira Helena, né?]

“Shame Shame” já começa a desenhar o primeiro disco do grupo desde o álbum “Concrete and Gold”, de 2017, inspirado em “Let’s Dance”, do David Bowie, pelo “caráter diferentão e pop” (segundo Grohl), previsto para fevereiro de 2021.

Quem no começo do vídeo aparece apresentando o Foo Fighters no “SNL” é o genial ator e comediante Dave Chappelle. E, de lambuja, o FF tocou ainda no programa o hit forever bem apropriado para estes tempos: “Times Like Theses”.

>>