Em frances bean:

Filme do Kurt Cobain passa em oito cidades brasileiras. Mudou para junho e serão várias sessões

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* Tudo bem que vai ser depois que o filme já terá passado na HBO americana. E provavelmente já vai ter chegado à internet. Mas a boa notícia é que o grupo Cinemark assumiu o projeto de passar “Kurt Cobain – Montage of Heck”, o famoso “mais íntimo documentário da história do rock”, no cinema de várias cidades do Brasil. Em várias sessões.

Brasília (Pier 21), Belo Horizonte (BH Shopping), Curitiba (Barigui), Porto Alegre (Barra Sul), Salvador (Cinemark Salvador) e Recife (Riomar) terão cinco sessões cada, entre 18 e 22 de junho, uma por dia, em horário a ser confirmado.

No mesmo período, São Paulo (Cinemark Eldorado e Metrô Santa Cruz) e Rio de Janeiro (Botafogo e Downtown) passarão o documentário em dez sessões, duas por dia.

A ideia inicial era mostrar “Montage of Heck” apenas em São Paulo e Rio, no dia 12 de maio, em sessão única. Mas, jogando o filme para a segunda quinzena de junho, a janela se estendeu, o número de cidades alargou, as sessões se tornaram várias.

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Os ingressos poderão ser adquiridos ainda em abril, é o programando, assim que os horários das sessões forem definidos, através do site do Cinemark. Você pode acompanhar notícias da confirmação da sessões e ingressos também por aqui, no site do documentário, na parte “book tickets”.

“Montage of Heck”, dirigido por Brett Morgen e que documenta de forma autorizada a vida de um dos maiores ícones da música dos últimos anos, desmistificando inclusive esse herói que mudou a indústria toda com um barulho punk metal e gritos, percorreu poucos festivais de cinema e estreia em 4 de maio na HBO dos EUA, passando antes, a partir do dia 24 deste mês, num restrito circuito de cinemas das principais cidades americanas e da Inglaterra.

O filme, que traz Cobain desde a infância em Aberdeen até a explosão revolucionária à frente do Nirvana (o que levaria à sua morte em 1994), e coloca ainda imagens dos shows absurdos shows que o grupo fez em 1993 no Morumbi e no Sambódromo, teve co-produção de Frances Bean Cobain, filha de Kurt. Esta daí abaixo, mais crescidinha que na foto, evidentemente.

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O diretor Brett Morgen deu longa entrevista ao “New York Times” para grande artigo que saiu nesta semana. “Essa odisséia Cobain consumiu oito anos da minha vida, me levou tudo o que eu tinha. Quando acabei a edição do filme, em janeiro, fui ao banheiro e chorei por 25 minutos”, andou dizendo Morgen.

O “New York Times” publicou também um trecho exclusivo do filme, que traz depoimento do parceiro de Kurt no Nirvana, o baixista Krist Novoselic, e imagens dos primeiros ensaios do Nirvana. Confira.

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