Em francisco el hombre:

CENA – Bananada, de Goiânia, anuncia seu festival completo com Pabllo Vittar e Lee Ranaldo, com descontos e sem taxa de conveniência (por algumas horas)

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* Baianasystem, Rincon Sapiência, Carne Doce, Francisco El Hombre, Ava Rocha, DJ Marky, KL Jay e os chilenos Javiera Mena e Ganjas são alguns dos muitos nomes que comporão o sempre gigante elenco de bandas e artistas solo que fazem do festival Bananada, de Goiânia, um dos principais festivais indies do Brasil. E olha que temos agora vários e incríveis festivais…

Agora no final de tarde o festival, 20 anos neste ano, anunciou a escalação completa de seu final de semana. Além dos nomes acima, o Bananada 2018 vem ainda mais forte com Gilberto Gil e o show de 40 anos do álbum “Refavela”, a sensação Pabllo Vittar, o ex-Sonic Youth Lee Ranaldo, Nação Zumbi, Emicida, os onipresentes Boogarins, Holger, Molho Negro e muito mais.

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O Bananada, que acontece de 7 a 13 de maio e vai ocorrer em “seu grosso” no shopping Passeio das Águas. Mas, antes, o festival ainda tem uma programação de showcases durante a semana que antecede o festivalzão em si, a ser divulgada em breve.

E não é só. A partir das 19h desta terça, o evento goiano liberou ainda a venda de ingressos por dia, via Sympla. Não só o do passaporte inteiroAté a meia-noite de hoje, não será cobrada a taxa de conveniência na compra. Além disso, o Bananada oferece um cupom de desconto de 10% nos ingressos, via inbox do Facebook, para quem se cadastrar aqui.

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O line-up completo do final de semana do Bananada 2018 – 20 anos, fica assim:

– sexta-feira – 11/05
AVEEVA (GO)
NIELA (GO)
RØKR
ERMO (PORTUGAL)
VAMOZ
HOLGER
GIOVANI CIDREIRA
AS BAHIAS E COZINHA MINEIRA
JORGE CABELEIRA E O DIA EM TODOS SEREMOS INÚTEIS
CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA

palco red bull music
BRUNA MENDEZ (GO)
MERIDIAN BROTHERS (COLOMBIA)
FRANCISCO EL HOMBRE
KL JAY
DJ MARKY

palco chilli beans
GILBERTO GIL REFAVELA
EMICIDA convida DRIK BARBOSA e CORUJA BC1

– sábado – 12/05
LUTRE (GO)
GORDURATRANS
EMA STONED
BRANDA (GO)
ORUÃ
IN CORP SANTICS (ARGENTINA)
KALOUV
NEGRO LEO
ANA MULLER

palco red bull music
AVA ROCHA
JAVIERA MENA (CHILE)
CARNE DOCE (GO)
RINCON SAPIÊNCIA
HEAVY BAILE

palco chilli beans
ÀTTØØXXÁ
PABLLO VITTAR part. ARETUZA LOVI

– domingo – 13/05
FRIEZA (GO)
BLASTFEMME
DEAFKIDS
CORONA KINGS
ADELAIDA (CHILE)
BRVNKS (GO)
VIOLINS (GO)
MOLHO NEGRO
HELLBENDERS (GO)
MENORES ATOS

palco red bull music
TRIZ
THE GANJAS (CHILE)
RIMAS E MELODIAS
LARISSA LUZ
BAIANASYSTEM

palco chilli beans
BOOGARINS (GO)
NAÇÃO ZUMBI

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CENA – Morrostock Festival, RS: mato, cachoeira, paz-e-amor e até bandas. O festival da contracultura indie brasileira

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* Teve um tempo em que o ser humano indie era associado a nerd de computador fuçando atrás de mp3 de uma banda canadense obscura tipo Arcade Fire na internet. Hoje, indie pode ser visto dançando com um bambolê no pôr do Sol que está beleza. Se for menina, cabe o topless que tudo bem.

Aconteceu no último final de semana em Três Barras, no Rio Grande do Sul, em um balneário no meio da “selva gaúcha” distante a 40 minutos em van trepidante da cidade de Santa Maria, quatro horas em van suave de Porto Alegre, a décima-primeira edição (a segunda no local) do Morrostock 2017, um festival indie “diferente” que além de bandas legais prega o lema do evento “cheio de boas energias, natureza, arte e muito amor”.

O Morrostock, que teve Mutantes, Boogarins, Ventre, Francisco El Hombre e grande elenco, rolou de sexta a domingo à tarde, entre chuva, sol, banhos de rio, muita gente acampada, friozinho do Sul e calor dos infernos várias vezes no mesmo dia.

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A Popload chegou ao festival no sábado. Em uma hora no local, saiu para uma caminhada de meia hora para uma cachoeira absurda. Cerca de 20 minutos numa trilha razoável para uma pessoa urbanóide, 10 minutos brigando floresta adentro numa trajetória “hostil”. E daí o paraíso.

Sobre o paraíso sonoro, a relação de bandas estava uma delícia. Dos filhos do Sul, estavam, entre outros, muitos nomes da cena nova e médio nova gaúcha Dingo Bells, Cartolas, Akeem, Musa Híbrida, Bloco da Lage (Carnaval), Baby Budas, Thiago Ramil, Bordines, Snow Twins e o incrível Cactus Flor.

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Da CENA nacional como um todo, além dos citados Mutantes (SP, foto acima do show), Boogarins (GO), Ventre (RJ) e Francisco El Hombre (Mex-BR), estiveram em performance nos dois palcos do Morrostock, um grande aberto e um pequeno coberto, bandas como Hierofante Púrpura (SP), Tagore (PE), My Magical Glowing Lens (ES), Joe Silhueta (DF), The Shorts (PR), Mulamba (PR), El Sondero Insurgente (Argentina), Selvagens À Procura da Lei (CE), The Outs (RJ), Colleen Green (EUA), Milongs Extremas (Uruguai), entre outros.

Abaixo, alguns vídeos de performances de atrações do Morrostock 2017, além de muuuuitas fotos. E já se prepare para ir ao sul no final do ano que vem.

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A banda gaúcha Akeem, do… Akeem

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No faz-chuva-faz-sol, a psicodelia do Boogarins foi a trilha do domingo

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A americana Colleen Green, acompanhada pelo duo paranaense Subburbia e por uma galera

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Guilherme Cobelo, em ação no absurdo show do Joe Silhueta, de Brasília

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Francisco El Hombre com a participação especial de Francisco El Perro

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Gabi, dona do My Magical Glowing Lens, do ES, em ação no gaúcho Morrostock

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* Fotos: Lúcio Ribeiro, Afonso de Lima, Juliana Brittes, Marcelo Cabala (divulgação Morrostock)

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CENA – Woodstock dos Pampas, Morrostock Festival convoca de Mutantes a Boogarins para propagar o indie paz-e-amor

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A Popload já carimbou seu passaporte indie em um número grande de cidades pelo Brasil em 2017 e neste final de semana desembarca no sul do país para conhecer um dos festivais mais pitorescos do circuito independente nacional: o Morrostock, que vai de hoje a domingo “perto” de Santa Maria-RS.

Nascido no interior do Rio Grande do Sul, mais precisamente na cidade de Sapiranga, o Morro (como é carinhosamente chamado pelos conhecidos de longa data), traz uma mistura de características que o faz um dos principais festivais rurais do Brasil. Bandas de todos os lugares do país e até de fora dele. Gente para todo lado e de todos os lados aproveitando as belezas naturais disponíveis no lugar (do banho de rio, cachoeira até a sombra das árvores, com todo mundo pintado na cara com “motivos indígenas”). Um line-up que mistura grandes nomes com novas apostas da cena indie.

Toda essa movimentação fora do centro do estado não é história que começou faz pouco. Ela já existe há um bom tempo ao comando da figura local Paulo Zé e a parceira de produção Marquise 51. De hoje a domingo o festival, que tem 11 anos de realização, traz uma escalação de bandas que começa com os medalhões Mutantes e vai até Francisco, el Hombre, Boogarins, Dingo Bells e a atração do último Popload Festival, o Ventre.

Essa mistura de nostalgia com novos ares ainda traz uma porção de bandas da inquieta cena gaúcha atual, junta de gringos e apostas de outros estados, como é o caso da americana Colleen Green, direto de LA, My Magical Glowing Lens, do Espírito Santo, e os locais Alpargatos, Akeem, Musa Híbrida, Cuscobayo e outros mais que povoam os dois palcos distribuídos pelo Balneário Ouro Verde.

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Como nem só de música vive a cena, junto à programação musical o festival ainda promete uma série de oficinas que vão de aulas de Yoga até práticas ecológicas. Quem se interessar pela experiência completa que o Morrostock oferece pode garantir seu ingresso no site oficial do evento e preparar sua barraca, já que a tradição entre os participantes é acampar no próprio festival e aproveitar 100% do contato que o festival pode oferecer com a natureza.

A festa começa hoje a partir das 21 horas e promete se estender durante todo o final de semana, com seu último show programado para perto das 18 horas do domingo.

** A convite da Marquise 51, o Popload acompanha a escalação completa do festival e te conta por aqui tudo sobre o o final de semana mais agitado do ano no Rio Grande do Sul.

*** Line up completo e venda de ingressos no site oficia do evento. Tem o pôster aqui embaixo, anyway.

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**** As fotos p&b que ilustram esta página + a chamada da home da Popload são de Tuany Areze.

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CENA – O CoMa Festival, em Brasília, a onda de “conferências de música” e o Far From Alaska

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A mescla de conferência sobre música e festival com preço popular realizada pelo CoMa, novo evento indie que aconteceu em Brasília no final de semana passado, atraiu a atenção da Cena brasileira. Armado no gramado entre a Funarte e o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o evento teve a ideia de misturar artistas conhecidos (até Lenine e Emicida) com apostas locais e do indie atual. E muita conversação sobre o estado de coisas da música brasileira feita hoje. Com o crescimento e expansão da festa-festival Picnik, mais este CoMa, Brasília estabelece-se ainda mais no mapa do indie brasileiro.

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Com um climão de festa de final de ano do indie nacional, o CoMa levou a BSB, se não todos, quase todos, os mais destacados veículos, produtores e programadores de festivais da cena para passarem dois dias juntos, tudo isso para discutir o presente e o futuro da música feita por aqui. A Popload esteve de olho no festival e participando de mesa, com representação do poploader gaúcho Afonso de Lima.

De consultoria para novas bandas até bate papo com os maiores festivais independentes da atualidade, o que arrematou o maior número de público foram os quatro palcos espalhados pelo megalomaníaco complexo erguido para abrigar a parte musical do evento. Com ingressos entre R$ 25 e R$ 125 (para festival + conferência) o público ocupou boa parte dos shows apresentados durante a programação e é sobre eles que a gente vai falar um pouco mais por aqui.

Sábado passado teve Emicida, mas também teve Ventre e Carne Doce. O dia começou tímido com um line-up que tinha até dupla sertaneja independente tocando no sol quente de 1h da tarde. No caminhar do dia, Lista de Lily, Baleia e Ventre foram aquecendo o que seria a noite de Emicida, mas que antes ainda nos daria um Carne Doce já acostumado com palcos grandiosos.

O Clube do Choro, com capacidade para quase 500 pessoas, teve fila de dobrar a esquina para ver o Baleia, enquanto a psicodelia da Lista de Lily chamou atenção no palcão debaixo do clima árido de Brasília. Logo depois, já no entardecer, a Ventre chegou a gritos de “Fora Temer” soltando uma porção de músicas do seu único e ótimo disco. E soltando ainda seus tradicionais discursos “textão de Facebook” protagonizado pela baterista-metralhadora Larissa Conforto, em forma e conteúdo. Na parte musical, que é o que interessa, o Ventre fez um show suado e barulhento, preparando os ouvidos para o que ainda viria: Silva, Mahmed, Carne Doce, Rico Dalasam, Emicida, Jaloo e o bloco de carnaval Divinas Tetas.

Em paralelo a todos esses shows, ainda rolava uma tenda eletrônica comandada pelo Picnik e cheia de convidados locais. Tinhq também expositores com marcas da região e produtos artesanais, outra ação do Picnik dentro do CoMa.

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* No domingo, a latinidade e o rock comandaram: Quatro Pesos de Propina, Francisco, El Hombre e também Far From Alaska (foto acima) e Scalene. Se no sábado lotou consideravelmente os palcos principais e o simpático Clube do Choro, domingo a impressão foi de um grupo ainda maior circulando pelo espaço quase infinito do complexo. O dia começou com atrações locais seguidas do Bratislava, Aloizio e a Rede (também local), Medulla e da junção by Balaclava Records de Ventre + E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante. Cuatro Pesos de Propina botou o Clube do Choro abaixo e reforçou a conexão latino-americana que o festival trouxe, no palco norte. Clarice Falcão arrebatou milhares de fãs teen com um stand-up comedy com cara de show muito bem executado, prendendo até os desavisados que passavam pelo bar e esperavam a Francisco, El Hombre tocar.

De volta ao Clube fechado, Selvagens à Procura de Lei entupiram a pequena sala e fizeram uma das maiores filas do festival (olha só, uma fila enorme que nem é para comprar cerveja). Na chegada da esperada Francisco, El Hombre, o palco norte acabou virando um grande baile latino, cheio de danças desengonçadas para todo lado.

No outro lado, Larissa Luz se apresentou com uma ótima surpresa, com um show alto e cheio de batidas pesadas. Na sequência, Far From Alaska estourou os PA’s do festival com o som de guitarra mais alto que ouvimos durante todos os shows que assistimos. O setlist veio cheio de novidades do seu recém-lançado disco poderoso, “Unlikely”, que havia saído dois dias antes da apresentação. O público cantou junto, pulou e até ensaiou uma roda punk sem muita experiência. Um dos grandes shows do festival. Tendência no festival, teve encontrão de bandas no palco do Far From Alaska. Supercombo, Clarice Falcão, Medulla e mais um monte de gente subiu ao palco no show do grupo do Rio Grande do Norte.

Na caída da noite e na última parte do festival, ainda aconteceram show dos gringos do O’Brother, dos locais da Scalene e do quase aposentado Lenine (com um set imensamente longo).

O CoMa acertou? Parece que sim, parece que muito. Com um line-up bem diversificado e valorizando a cena local, o CoMa chegou certo a Brasília. O mix de quatro produtoras conseguiu criar uma estrutura gigante e de qualidade para receber bandas interessantes e que conversam com o que de novo está acontecendo musicalmente, além de trazer nomes consagrados para dar o peso necessário a escalação. Talvez o complexo ultragrandioso não tenha ajudado muito a agrupar as pessoas o tempo todo, mas facilitou a circulação e também evitou filas para comida, bebida e pagamentos.

Conferência/Festival, esse modelo que ainda é novo por aqui mas está crescendo bastante, apresentou um pequeno problema em relação às agendas, já que dividiu o público entre grandes shows e grandes painéis. Solução? A gente deixa para os programadores. Para muito além disso, o CoMa conseguiu começar com o pé direito, tanto pela organização impecável como também pela estrutura de qualidade e a boa organização dos palcos, claro, tirando os atrasos que acabaram atrapalhando um pouco quem estava pontualmente organizado. Fora isso, potencial para uma segunda edição com ainda mais acertos.

BH – Neste final de semana, ainda com participação da Popload, presente, e mais um exemplo da onda “conferências de música” no estilo SIM-SP, está acontecendo em BELO HORIZONTE a dobradinha de festivais Sonâncias (de debate + show) + Transborda (festival). Ontem, sexta, a Popload participou de um debate sobre “comunicação e divulgação de bandas e eventos independentes”. Hoje, sábado, o Transborda leva para a lagoa da Pampulha, com entrada gratuita, um evento musical encabeçado pela banda da hora, os potiguares do Far From Alaska, e mais: os mineiros do Djonga, Young Lights, Pequeno Céu, El Toro Fuerte e a paulistana Iara Rennó.

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CENA – Viva Brasila! Novo festival CoMA engrossa o caldo indie da capital federal

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* Primeiramente, fora Temer!

Com o anúncio hoje do novíssimo CoMA (Convenção de Música e Arte), festival que promete levar do Distrito Federal em agosto cerca de 50 shows indies, muitos painéis de discussão sobre a música deste país e com uma estrutura para receber mais de 10 mil pessoas, Brasília vai viver seus dias de Austin, a partir da semana que vem e por algumas próximas.

A cidade, do ancião festival Porão do Rock, que já foi mais amigo da música independente e chegou a receber 100 mil pessoas em algumas de suas edições gratuitas de outrora, sedia no final de semana de 24 e 25 deste mês o Picnik Festival, com um line-up cheio de referências do indie nacional e apostas gerais na linha O Terno, Ava Rocha, Bixiga 70, o norte-americano The Blank Tapes, o pernambucano Tagore e outros artistas de Sul a Sudeste do país. Tudo isso totalmente gratuito e mesclado a mais uma série de workshops, palcos auxiliares com curadoria de selos, discotecagens, oficinas e atividades culturais espalhadas pelo espaço da Fonte da Torre de TV de Brasília.

O Picnik já está nacionalmente conhecido principalmente pela quantidade absurda de pessoas que se reúnem duas vezes por ano em diferentes espaços da cidade (mais de 25 mil por edição).

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Já o novo CoMA (Convenção de Música e Arte), que está por ser anunciado oficialmente a qualquer momento, promete engordar ainda mais a conta de novas bandas do indie nacional visitando a cidade logo nos primeiros dias de agosto, entre 4 e 6.

Nos espaços do Planetário, Clube de Choro e gramado da FUNARTE, o CoMA receberá os palcos para as atrações musicais, trazendo à cidade nomes como: Emicida, Francisco, el Hombre, Far from Alaska (foto na home da Popload), Jaloo e muitos outros artistas nacionais, além dos gringos da experimental O’Brother, de Atlanta, Georgia (foto abaixo). Já o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, será responsável pela parte destinada a negócios da música e turismo, abrigando um circuito paralelo aos shows.

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As vendas promocionais para o CoMA iniciam no dia 20 deste mês e já estão com a fila de espera disponível no link.

Somando a 25ª edição do Picnik que acontece durante o 57º aniversário da cidade, junto ao novo CoMA, Brasília deve receber quase uma centena de bandas nacionais e internacionais nos próximos meses. As atrações se dividem por diversos espaços da região e demonstram para o resto do Brasil, a articulação cada vez mais global do centro do país com as cenas que estão ao seu redor, ocupando diferentes espaços da região com os mais variados formatos e públicos.

Se você aumentar o alcance para o circuito Goiânia/Brasília e botar no rolê os festivais goianos Bananada e Vaca Amarela, entre outros eventos, o Centro Oeste nunca bombou tão, digamos, seriamente na CENA nacional.

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