Em fredi chernobyl:

Popload Live: hoje, 18h, no Stories da @poploadmusic, papo e discotecagem com Fredi Chernobyl

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* Lá vem o Fredi. O conhecido guitarrista e DJ gaúcho é o convidado de hoje da Popload Live, para conversa e para, oba-oba, “botar um som”. O músico, que também é produtor, guitarrista da banda-entidade gaúcha indie-funk carioca Comunidade Nin-Jitsu e enfileira projetos e trabalhos solos e trilhas para seriados, é ainda por cima pai-apoiador de Erick Endres, um dos principais guitarristas da nova geração do indie nacional.

Como produtor, meteu a mão no primeiro disco do Bonde do Rolê, entre outros trabalhos. Como DJ tocou em lugares como Japão, URSS e Suécia, para citar alguns. Atualmente, lançou três EPs seguidos, o “Guitarra Sub Tropical” 1 e 2 e “Global Bass”, agora na quarentena.

Antes de fazer uma discotecagem para a Popload Live, já já às 6 da tarde, ele vai explicar um pouco sobre todo esse bagulho loko acima. Venha com um drink.

4 - CARD (2)

A live da Popload foi criada para proporcionar, em tempos de clausura, papo e performance com pessoas legais da nossa música. Inclusive… tocando música.

Já rolou por aqui conversa e som com Flavio FingerFingerrr, André Aldo, Eduardo Apeles, Vivian Kuczynski, Lucas Fresno, Rita Papisa Oliva e Ale Sater, do Terno Rei, Bianca e Rodrigo do Leela, Lucas da Glue Trip, Fefel do Boogarins, Duda Brack, Clarice Falcão, Gabriela Deptuski, do My Magical Glowing Lens, Jay Horsth, do Young Lights, Salma & Macloys, do Carne Doce, a trinca Naíra, Érica e Caro, do sexteto Mulamba, e João Erbetta, do Los Pirata, o Popoto, da banda Raça, a Sara Não Tem Nome e o produtor paulistano CESRV, o internacional Sessa, o cheio-de-histórias-incríveis Supla, a multimídia Lia Paris, o rapper afrojaponês-andróide Yannick Hara e a guitarrista e cantora Brvnks, o professor Frank Jorge, o brit-paulistano Charly Coombes, Tim Bernardes de O Terno, Mario Bross, do Wry, a diva Ava Rocha, o produtor mashapeiro Raphael Bertazzi, com o engenheiro de som e beatmaker Master San, com o músico mineiro André MOONs, com o enigmático cantor Gevard DuLove, com o músico, agora escritor e eterno VJ Luiz Thunderbird, Tatá Aeroplano, com o Pata, do Holger, com o mineiro JP e com Jair Naves. Tudo regado a som ao vivo, adaptado, rearranjado, diferente, tecnicamente perdoadíssimo.

Já teve DJ set, do ótimo Willian Mexicano, com a digníssima diva pop Pabllo Vittar participando animada. E a do Lúcio Morais, do Database. Do Trepanado, da Selvagem. Do Lúcio Caramori. Do Paulão, do Garagem.

Já teve conversa sobre a história da CENA brasileira com um dos personagens principais dela desde sempre, o agitador Fabrício Nobre. Já teve papo de jornalismo musical com Pedro Antunes, editor da “Rolling Stone”, também conhecido como o inventor do programa “Tem um Gato na Minha Vitrola”. Já conversamos com Bruno Natal, do podcast Resumido, e Thiago Ney, da newsletter MargeM, dois instrumentos ~modernos~ vitais para entender o mundo hoje.

A ideia da live é que ela, diária, de segunda a sexta no período de quarentena, não necessariamente tenha um horário padrão para rolar, mas até que tem acontecido bastante às 17h. A gente avisa aqui e nas redes o horário certo do dia.

Então, hoje, às 6 da tarde, no Stories do @poploadmusic, conversa e discotecagem com o intrépido Fredi Chernobyl.

E lembrando que as Lives passaram a ficar disponíveis no igtv da conta do Popload Music, para outras revisitações ou mesmo para ver pela primeira vez. Escolha sua opção, mas veja.

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Deu pra ti? Guitar hero aos 17 anos, Erick Endres lança em Porto Alegre vídeo lindo de música linda

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* Um dos melhores guitarristas que eu vi em tempos recentes, e o cara acabou de fazer 17 anos, o prodígio Erick Andres lançou hoje um vídeo de uma música que fala de solidão e passado. Solidão e passado aos 17!!! E com uma sonoridade que, se você fechasse os olhos, poderia imaginar estar ouvido as dedilhadas de um cara como John Frusciante, ex-Chili Peppers, se ele estivesse em um raro momento tranquilo.

A música, “loneliness and Past”, problemas pessoais de um garoto que até umas semanas atrás tinha 16 anos, está no primeiro disco solo de Endres, lançado há pouco tempo, porque até há este pouco tempo ele tinha uma banda, a bem boa Dis Moi, que entre outras façanhas tocou no Lollapalooza de São Paulo, no MECA Festival gaúcho e fez até session para a Popload, tipo em 2012, quando o rapaz tinha 15.

“Loneliness and Past”, o vídeo, foi gravado no centro de Porto Alegre, entre prédios históricos e esquinas famosas, em filme que aparece a skatista e modelo Ana Ostrosky. Erick Endres não só é cria do rock gaúcho como também é cria do DJ e produtor Fredi Chernobyl, que entre outras coisas toca na Comunidade Nin-Jitsu e produziu um “early” Bonde do Rolê, dado que é a zoeiras bailefunk electronoise metal. Endres cresceu nesse meio.

O “álbum solo” de Erick Endres saiu no final do ano passado, se chama “Erick” e está a venda no iTunes. Ele toca todos os instrumentos do disco e ainda o produziu. Quer mais? Parece que este “Erick” é apenas um dos TRÊS discos que ele gravou, numa tacada só. Hahaha.

Se quiser ouvir “Erick” no Soundcloud dele, é altamente recomendável.

Sobre o lançamento de hoje, olha que música deliciosa, que vídeo fofo. O clima parece Seattle 1992, filme “Singles”.

Veja o vídeo, ouça o som e fique imaginando se uma guitarrinha assim pode ter saído de um menino de 17 anos. Ele é de 1997. Nasceu quase ao som de Strokes e White Stripes. Pensa ele tocando aos 23, se ele não se perder por aí. Mas isso o Fredi não deve deixar…

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