Em Fucked Up:

Superchunk e Damian Abraham, do Fucked Up, se unem contra o clima zoado do mundo em single beneficente

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A banda indie norte-americana Superchunk resolveu fazer seu papel na cruzada de conscientização sobre a preservação do meio-ambiente, cada vez mais caótico no mundo todo. Os recentes acontecimentos na Califórnia não nos deixa mentir.

Daí que o grupo liderado pelo distinto Mac McCaughan lançou um single de surpresa, com rendas totalmente revertidas para a ONG 350.org, uma das que colaboram nesse tipo de causa.

O single é “Our Work Is Done” e conta com a participação do barbudo Damian Abraham, a voz rouca e potente do Fucked Up. Há também uma canção lado-b, uma cover para “Total Eclipse”, do alemão Klaus Nomi, lançada originalmente em 1981.

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Além do lançamento digital, o single sai em vinil preto de 7″, em tiragem numerada com 250 exemplares. Uma outra remessa de 290 cópias autografadas pela banda também está à venda.

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Refletindo sobre a morte, Fucked Up lança novo EP baseado no zodíaco; single dura 24 minutos

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Armada punk hardcore experimental canadense, o Fucked Up mostrou mais um capítulo de sua viagem com lançamentos baseados no zodíaco. Iniciada tipo em 2006, em meio aos discos “normais”, o grupo liderado pelo gigante doido, barbudo e gênio Damian Abraham lança singles e EPs baseados no horóscopo chinês.

Se a gente não perdeu alguma coisa, a linha do tempo é tipo assim, até agora: Year of the Dog (2006), Year of the Pig (2007), Year of the Rat (2009), Year of the Ox (2010), Year of the Tiger (2012), Year of the Dragon (2014) e Year of the Hare (2016).

O mais novo capítulo da saga é “Year of the Snake”, EP que será lançado em vinil 12 polegadas e composto pela faixa que dá título ao projeto e a b-side “Passacaglia”.

“Year of the Snake”, a música, dura nada menos que 24 minutos e é cheia de riffs e viagens psicodélicas mescladas com o vocal rasgado e gritado do Damian. O som é inspirado em uma viagem de Mike Haliechuk, membro da banda, ao Nepal. Diz ele que o mote principal é “a morte. Ou pensar sobre estar morrendo”. Coisa linda.

O lançamento físico é dia 24 de março. As duas faixas podem ser ouvidas abaixo. É bom você estar com tempo.

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Tudo o que realmente queremos: Fucked Up fazendo cover da… Alanis Morissette!

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A especialíssima banda punk hardcore experimental canadense Fucked Up, que nesse ano lançou a música mais Stone Roses desde o fim do Stone Roses, se envolveu em uma nova aventura um tanto improvável.

O grupo prestou uma homenagem à também canadense Alanis Morissette, cantora pop de alma roqueira que alcançou sucesso mundial na década de 90, graças especialmente ao disco “Jagged Little Pill”, que completa 20 anos agora em 2015.

E é por esse motivo que Alanis tem sido relembrada especialmente pela mídia canadense. O Fucked Up, liderado pelo doido Damian Abraham, fez sua releitura para “All I Really Want” no canal CBC Music. O instrumental viajado fica ali batendo de frente com a agressividade vocal do barbudo, que com sua voz marcante consegue transformar qualquer música dos outros como se fosse dele. Gênio.

Vale lembrar que, neste ano, o Fucked Up fechou um projeto meio maluco baseado no horóscopo chinês, que começou em 2006. No período, eles lançaram os singles/EPs Year of the Dog (2006), Year of the Pig (2007), Year of the Rat (2009), Year of the Ox (2010), Year of the Tiger (2012) e Year of the Dragon (2014).

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Meio Stone Roses (!), Fucked Up anuncia último capítulo de projeto baseado no horóscopo chinês (!!!)

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Espécie de banda punk hardcore experimental vinda do Canadá, liderada pelo gigante gênio e doido Damian Abraham, o Fucked Up lançou ano passado o bom disco “Glass Boys”. Voltando um pouco no tempo, em 2011 eles soltaram o incrível “David Comes to Life”, sucesso de crítica e um dos melhores álbuns daquele ano.

Acontece que alheio aos discos, os canadenses têm uma viagem louca que começou lá em 2006. Na época, eles resolveram lançar um projeto de singles/EPs baseados no… horóscopo chinês.

A linha do tempo é tipo assim, até agora: Year of the Dog (2006), Year of the Pig (2007), Year of the Rat (2009), Year of the Ox (2010), Year of the Tiger (2012) e Year of the Dragon (2014).

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O último capítulo da saga será em junho deste ano, quando eles lançam dia 16 o registro “Year of the Hare”, que terá a faixa título com duração de 21 minuto e mistura sintetizadores, flautas, saxofone e piano. É uma “edição experimental de paisagens sonoras”, informa o grupo.

Por agora, eles soltaram exatos a b-side “California Cold”, que dura um pouco menos: 8 minutos e 20 segundos. E, apesar desse papo doido de horóscopo e músicas longas, a faixa é demais. Haha. Começa pesada com o Damian berrando em cima de uma guitarra meio perdida no shoegaze inglês, com som estridente e distante e bateria meio descompassada. No meio o som desacelera do nada e fica parecendo uma jam do Stone Roses. Com flauta!! Gênios.

O Fucked Up começa sua turnê anormal dia 1º de maio numa pequena cidade chamada Normal, no Illinois, em um pub que também é uma pizzaria. O giro inclui passagem pelo Primavera Sound espanhol no fim do mês.

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Popload em NYC – Anna Calvi, ao vivo. E o "F*cked Up" na capa da "Spin"

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* Popload em NYC. Antes de mostrar a incrível Anna Calvi, a história da capa da “Spin”. O mais recente número da revista de música traz, óbvio, o balanço de 2011. E bota na capa o título “One Fucked Up Year”, em maiúsculas. Para quem não conhece o gordão careca da banda canadense de punk metal Fucked Up, parece que a “Spin” botou para f*der logo na capa. Mas, na parte do “Fucked” da capa da revista, tem o código de barra, aliviando o palavrão esculpido. Dizem que existem números da “Spin” aqui no meio sem o código de barra “atrapalhando” o “Fucked”. Parece que depende da banca ou livraria ou farmácia ou supermercado ou lojinha de indiano querer bancar exibir a capa da revista em seu estabelecimento. Ainda não achei essa “Spin” liberada.
A “Spin” deu à ópera hardcore do Fucked Up, “David Comes to Life”, o título de “álbum do ano”.

* ANNA CALVI, LIVE – Dona de um dos discos do ano, uma das mulheres do ano, a inglesa Anna Calvi fez show no Brooklyn, nesta semana, no bacana Music Hall of Williamsburg.
A noite foi aberta pelo incrível show bluesy da Eleanor Friedberger, da cultuada banda Fiery Furnaces, e até onde eu sei a namorada/mulher de Alex Kapranos, do Franz Ferdinand.
Mas quando entrou a Anna Calvi, tipo possuída pelo espírito de Jack White na guitarra, a noite foi plenamente roubada. É a segunda vez que tenho a oportunidade de ver a guitarrista inglesa ao vivo, não sei o que aconteceu na primeira vez, mas esse show me impressionou. Vou dedicar mais do meu (pouco) tempo para a Anna Calvi.
Aqui embaixo, ela tocando a impressionante “I’ll Be Your Man”, que fica especialmente linda vindo de quem vem.

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