Em future islands:

Future Islands faz a Tina Turner em session de rádio

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* Uma cover improvável para uma banda bem improvável, a indie-romântica Future Islands fez performance para o hit dos anos 80 “We Don’t Need Another Hero”, da grande Tina Turner.

A versão do grupo de Baltimore cujo vocalista mora em Estocolmo aconteceu para uma session da SiriusXMU, a espetacular rádio indie da emissora por satélite (o “u” é de underground).

“We Don’t Need Another Hero”, música de sucesso mundial de Tina Turner, teve sua fama aumentada quando entrou na trilha sonora do filme “Mad Max”, estrelado por Mel Gibson e pela própria cantora. Ganhou até uma inclusão em seu nome, entre parênteses, “(Thunderdome)”, porque o filme chamava “Mad Max Beyond Thunderdome”.

O único “problema” da cover do Future Islands é que a XMU ainda não liberou o vídeo da session, só o áudio. Portanto nosso querido Sam Herring não aparece com sua dança estranha-legal fazendo a Tina, embora seja uma baladaça. Nem a voz cavernosa foi usada desta vez. Estaremos de olho para quando este vídeo surgir.

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POPNOTAS 2 – Notorious B.I.G., Billie Eilish, Jeff Buckley e Future Islands: três filmes e um vídeo

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* É chapante o documentário “Biggie: I Got a Story to Tell”, sobre o rapper, nova-iorquino Notorious B.I.G., com bastante detalhe da construção de seu mito. Estreou nesta meia-noite no Netflix. A gente já falou sobre o filme aqui. Saiu também, hoje, às plataformas, um álbum digital de 14 músicas chamado “Music Inspired by Biggie: I Got A Story To Tell”, um greatest hits do rapper, como “Hypnotize” e “Mo Money Mo Problems”. O disco digital tem ainda faixas de sucessos póstumos de Biggie, lançados depois de seu assassinato, em 1997.

* Falando em documentário, o da Billie Eilish na Apple TV+ continua bombando, inclusive nos cinemas. “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” estreou sexta-feira passada e ganhou uma vaaaaaasta análise aqui na Popload. Só porque merece e tal. Mas, se você arranha no inglês, a gente queria trazer aqui um papo que Eilish, 19 anos, teve com o entrevistador Stephen Colbert, semana passada, no “A Late Show”. Foi exclusivaço, a única entrevista que a menina fenômeno do pop mundial dada a esses grandes programas de entrevistas noturnas na TV americana. Durou 20 minutos e Billie foi intensa a responder sobre viver com uma câmera em sua casa por três anos, invasão de privacidade, estranho e divertido ao mesmo tempo, como foi a primeira vez que sentou para ver o documentário, essas coisas. Falou sobre o encontro com Justin Bieber, um dos momentos mais engraçados e dramáticos do filme, e até um pouco sobre seu próximo álbum, que está gravando. Billie assistiu também o novo James Bond, para o qual fez a música-tema. E disse se gostou ou não. Tudo aqui.

* O grande músico Jeff Buckley, que não está mais entre nós desde que, diiiiiiizem, se afogou aos 30 anos de idade num rio no Tennessee, vai ganhar um filme oficial sobre sua vida, a ser co-produzido por sua mãe, Mary Guibert. O cultuado cantor, compositor e guitarrista será dramatizado em “Everybody Here Wants You”. De acordo com a galera que cuida do espólio do músico, será a única vez que alguma biografia ou cinebiografia oficial vai ter acesso a detalhes da vida de Buckley. “Greetings from Tim Buckley” (2012) e “Amazin Grace” (2009) são outros filmes sobre Jeff Buckley, mas feitos de modo independente.

* O Future Islands, a banda de Baltimore liderada pelo “dançarino” Sam Herring, lançou vídeo novo. É para a música “Glada”, do disco “As Long qs You Are”, o sexto álbum do Future Islands, lançado no final do ano passado, em outubro. O vídeo, filmado na Suécia, onde Herring foi morar, tem uma levada poética, romântica, ligada às mudanças das estações. É dirigido pela mulher escandinava de Herring, Julia Ragnarsson. “O tratamento principal para o vídeo foi um retrato do interior da Suécia com os pais de Julia como protagonistas. Eles filmaram na primavera, verão e, mais recentemente, no início do outono do ano passado. Para mim, o mais importante, captura o lugar sobre o qual esta música se trata, que é tudo que eu queria compartilhar em primeiro lugar”, define o vocalista.

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POPNOTAS – Arca vira mãe, King Krule mexe com Lennon e Future Islands no Tiny Desk

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King Krule, o ruivo inglês de voz cavernosa, que já ganhou taaaaantos posts por aqui, soltou uma cover de “Imagine” de John Lennon que ficou bem ao seu estilo. Uma guitarra solitária (e por vezes bem torta) acompanha seu vozeirão que quase recita a música. Coisa mais linda.

– Sempre é bom ver uma apresentação do Future Islands. Afinal, Sam Herring, vocalista da banda, é uma atração a parte com seus movimentos dance, seus socos no coração e improvisações vocais que aumentam consideravelmente as versões ao vivo da banda perto das de estúdio. Por isso, o Tiny Desk Home deles, o programa clássico da NPR Music, agora gravado nas casas (ou outro lugar seguro), está imperdível. No repertório, canções do disco mais recente da banda, o ótimo “As Long As You Are”. Sam arrasa.

– A imparável Arca, artista pop e transgressora e futurista, DJ, cantora e compositora venezuelana radicada em Barcelona, fez nascer um outro projeto, deu à luz uma nova faceta de suas várias facetas, assumiu seu lado MADRE. E com a estampa Madre e com a ajuda do violoncelista, produtor e compositor londrino Oliver Coates lançou um EP com quatro faixas, puxadas por uma música que se chama exatamente “Madre feat. Oliver Coates”. A canção, meio “bíblica”, faz parte de uma trilha sonora que Arca compôs para o último episódio da falada série “Euphoria”, da HBO. E tem um vídeo conceitão. Tipo assim:

– Semana passada o espertíssimo duo texano psicodélico Black Pumas (foto na chamada da home) se apresentou no programa do Stephen Colbert, na TV americana. Eles tocaram a faixa “Colors”, um dos singles de seu auto-intitulado disco de estreia, lançado em 2019. Tá na hora do segundo disco, não? Para completar a parada, já que a dupla de Austin resolveu sair da toca, eles gravaram dois singles especiais para o Spotify. A própria “Colors”, desta vez com os jazzeiros da Hypnotic Brass Ensemble de Chicago participando, e a grande “Sugar Man”, do poeta e guitarrista Sixto Rodriguez, de Detroit. Sabe a história do Rodriguez com a África do Sul, né? Não?

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A dancinha do Sam… Future Islands toca single novo na TV americana

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Captura de Tela 2020-10-09 às 9.54.03 AM

* Que saudade que estávamos dessa “dancinha” esquisita e característica do maravilhoso Samuel Herring, o vocalista-performer da banda americana Future Islands, talvez o som mais escancaradamente romântico do indie depois do Father John Misty, que também dançava em show que era uma beleza, mas deu um tempo dos movimentos corporais ao microfone.

Mas, enfim, o Future Islands apareceu à distância no programa tardão do Stephen Colbert na quarta-feira, na TV americana, como a atração musical de encerramento, e mandou o single novo, a bacana “For Sure”, que vai estar no novo álbum, “As Long As You Are”, o sexto deles, que sai HOJE.

E tem mais, além da dancinha própria do Sam. O jeito que ele, ali de camisa social abotoada até em cima, com as mangas dobradas e para dentro da calça, bate no peito ou bota a mão no coração na hora de cantar um trecho mais “vulnerável” é de matar.

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Série Tiny Desk lembra session em que o Future Islands tocou com Keith Herring cantando sentado, veja bem!

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Captura de Tela 2020-09-22 às 6.18.55 PM

* Ninguém canta como o Sam Herring, líder improvável da banda americana Future Islands, uma das nossas favoritas há muito tempo. Ninguém urra como o Sam. Mas, principalmente, ninguém canta como ele.

Daí, nestes dias, uma das nossas séries prediletas na internet, a série Tiny Desk, shows incrivelmente lindos dentro de um escritório, produzida pela NPR, o conglomerado de rádios americanas NPR que faz esse famoso programete virtual em Washington DC, resolveu desencavar neste esquema pandemia uma apresentação de 2011 do Future Islands em seu domínio.

Foi uma das primeiras da Tiny Desk, série criada há dez anos, em 2010 portanto.

O Future Islands fez performance de três músicas: “On the Water”, “The Ink Well” e “Walking Through that Door”. A banda de Baltimore estava esquentando as turbinas para lançar seu terceiro álbum, “On the Water”, dali a alguns meses.

A session é muito bonita, quase crua. O único senão é que, num ambiente de escritório e ainda definindo seus formatos, Sam Herring não dançou. Cantou sentadinho. Mas está valendo.

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