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Garbage comemora turnê com o Blondie da melhor forma possível: lançando música inédita

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Para comemorar a turnê Rage and Rapture, que está atualmente em curso junto com o mítico Blondie, o Garbage soltou nesta sexta-feira uma música inédita, chamada “No Horses”.

A canção é a primeira do grupo desde “Strange Little Birds”, o bom disco de estúdio lançado ano passado, e tem pegada política, “em uma linha Patti Smith”, revelou em entrevista o músico e produtor Butch Vig.

A turnê do Garbage com o Blondie discorre pela América do Norte e começou semana passada em Mountain View. As datas vão até o fim de agosto, quando o rolê se encerra em Dallas. No meio disso tudo, as bandas ainda terão outras atrações convidadas, entre elas as Deap Valley.

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Garbage confirma shows em São Paulo e Rio de Janeiro para dezembro

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Foi no fim de maio que a eterna diva Shirley Manson prometeu, em entrevista exclusiva à Popload, que o Garbage viria ao Brasil ainda em 2016. Dito e feito. A banda que fez grande sucesso nos anos 90, deu uma sumida nos 2000, mas retomou um caminho interessante nos últimos anos, fará dois shows no país em dezembro.

Na estrada com o disco novo “Strange Little Birds”, o grupo vai se apresentar dia 10 de dezembro no Tropical Butantã, em São Paulo, e no dia seguinte no mítico Circo Voador, no Rio de Janeiro.

Em São Paulo, os ingressos de 1º lote variam entre R$ 200 e R$ 500 em preços de inteira, incluindo pista comum, premium e camarote. Levando 1kg de alimento não perecível, paga meia. Para o show do Rio, os preços são R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia). O Garbage ainda vai tocar no Chile e na Argentina.

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Olha a Shirley sendo linda como se fosse 1996. É o Garbage em ação no Kimmel

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A veterana banda Garbage, liderada pela inoxidável Shirley Manson, está na estrada divulgando seu novo e bom disco, “Strange Little Birds”.

A mais recente ação promocional da banda foi no programa do Jimmy Kimmel, no palcão outdoor. Lá, tocaram a nova “Empty” e a clássica “Push It”.

O grupo deve aparecer no Brasil ainda em 2016. Palavras da própria Shirley, em recente entrevista exclusiva para a Popload.

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Popload entrevista: Shirley Manson, a voz do Garbage

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Por um período, lá nos anos 90, numa era paleontológica onde MTV e rádios existiam no Brasil, Shirley Manson era objeto dos mais diversos tipos de desejos dos indies, qualquer que fosse o gênero. A banda Garbage bombava estratosfericamente e, além da ruiva Shirley, o grupo tinha na bateria um sujeito chamado Butch Vig, apenas o cara que havia três, quatro anos antes produzido o álbum “Nevermind” do Nirvana.

Muitos discos depois e uma carreira mais errática que certeira nos anos 2000, a fila musical andou para o Garbage. E Shirley e sua banda foram sendo escanteados da cena, mesmo sem nunca oficialmente ter acabado e retomando uma certa regularidade de 2012 para cá.

Eis que na próxima semana, mais especificamente dia 10 de junho, a banda norte-americana – com voz escocesa – lança “Strange Little Birds”, tratado como um dos álbuns mais sombrios e pesados da carreira deles, o primeiro em quatro anos.

O poploader Fernando Scoczynski bateu um papo exclusivo com a musa Shirley Manson, que falou para a gente sobre o sexto álbum da carreira do Garbage, a nova turnê, Brasil, comportamento feminino, eleições nos EUA e outras coisinhas mais.

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Popload: Primeiramente, quantas entrevistas você já fez hoje? Quero evitar aquelas perguntas comuns que já deve ter ouvido várias vezes.
Shirley Manson: Uma dama nunca conta com quantos ela esteve. [risos] Você é meu primeiro, querido, o primeiro hoje.

Popload: E como você está? Tudo certo para o lançamento do disco novo?
Shirley: Sim, ele está 100% pronto para ser lançado. Estamos bem confiantes quanto a ele. Sábado, temos o nosso primeiro show com ele, então é um bom momento para nós.

Popload: Vocês sairão em turnê com Eric Avery [ex-baixista do Jane’s Addiction] de novo?
Shirley: Sim, o incrível Eric Avery tocará conosco, e sou muito grata por ter ele na banda. Ele é uma alma-gêmea minha, e um dos meus melhores amigos.

Popload: Quanto aos setlists da turnê nova, o que planejam tocar?
Shirley: Tem um pouco de cada disco, incluindo o último. Nosso desejo é tocar a maioria do disco novo, mas percebemos que isso seria um tanto egoísta, Por enquanto, estamos ensaiando umas 30 músicas, quatro delas do novo disco.

Popload: Você sente que a motivação para lançar este trabalho novo é diferente do anterior, que era um disco de “reunião”?
Shirley: Sim, a motivação mudou completamente, pelo menos para mim. Eu sinto que eu tenho apenas uma missão cumprir: fazer um bom trabalho. E essa é minha única preocupação real no momento, o resto está fora do meu controle. Eu só quero continuar a aprender como ser humano, como artista, e expandir a minha vida e meus talentos o máximo o possível.

Popload: Em todos esses anos trabalhando com música, você percebeu um impacto positivo do feminismo na indústria musical?
Shirley: Sabe, quando toda a minha geração chegou à cena, foi um triunfo para o feminismo, porque éramos todas mulheres alternativas, com pontos de vista alternativos, sem fazer os papéis que esperavam de nós. Eu acho que as mulheres ainda estavam em grande desvantagem. Quando o Garbage despontou nos anos 90, houve um momento glorioso onde parecia que tínhamos quebrado uma barreira, e mais mulheres iam para a universidade e assumiam cargos mais importantes em empresas. Mas nos últimos 20 anos, vi uma regressão nos direitos femininos, que tendem a ser esmagados ou erradicados completamente. E eu fico triste com isso, vejo o impacto negativo de celebridades femininas que objetificaram seus corpos, sendo fotografadas com corpetes, que me lembram mulheres da era vitoriana restringindo seus corpos. E sinto que isso é anti-feminista, um foco exagerado na aparência feminina, mas nunca na masculina.

Popload: E como isso influencia a sociedade?
Shirley: É algo injusto e desnecessário, e perigoso para a psique feminina. Eu acredito que sim, sua aparência é importante, e é legal se apresentar da melhor maneira possível, mas não é necessário. E isso certamente não tem um impacto no seu intelecto e em suas habilidades de sair pro mundo e obter sucesso. Mas não acredito que a mensagem correta está sendo repassada para as mulheres do mundo, e isso parte meu coração.

Popload: Mas quando uma mulher veste um corset, você consegue distinguir se ela fez isso para se sentir bem quanto à própria aparência, ou se fez isso para se encaixar num estereótipo injusto de beleza?
Shirley: Eu não sei, e eu gostaria de ter a resposta para isso. Eu acho que é diferente para cada mulher. Todas temos desejos e valores diferentes, coisas que consideramos importantes ou insignificantes. Então cabe a cada mulher decidir como se mostrar para o mundo. Mas eu não tenho um problema com mulheres que querem se sexualizar demais – se quiserem, vão em frente. Mas não quero que criem expectativas sobre todas as mulheres para se comprometerem ou apresentarem-se de uma maneira que a sociedade julga apropriada. Eu acho isso um absurdo. Uma mulher pode se apresentar como quer.

Popload: Você, uma “frontwoman” entre as mais icônicas que existem, sente pressão em relação à maneira que se apresenta para o público?
Shirley: Eu estaria mentindo se dissesse que não estou ciente das expectativas que criam sobre mim. Mas eu acredito que sou rebelde e forte o suficiente para manter essas vozes em um volume baixo, e tentar fazer o melhor possível para viver da forma que quero, e ser livre das expectativas dos outros. Não vou dizer que sempre consigo fazer isso – às vezes tenho momentos que duvido de mim mesma -, mas, no geral, eu não aceito tomar ordens das massas. [risos]

Popload: Isso sempre foi fácil para você?
Shirley: Quando o Garbage estava no seu período de maior sucesso, nós sofremos muitas críticas, e era doloroso. Mas sinto que cresci desde então, e consigo lidar com esse tipo de coisa sem ficar mal, como eu ficava antes.

Popload: Nas letras do disco novo, existe algo desse pensamento sobre aparências e expectativas?
Shirley: Sim, foi motivada a escrever letras que vão contra essa moda horrível das pessoas se apresentarem como perfeitas nas mídias sociais. Eu sinto que quero fazer o oposto disso. Eu tenho defeitos, eu cometo erros. Acho que é isso que torna seres humanos interessantes e amáveis.

Popload: As pessoas só se interessam em mostrar os momentos mais “felizes” nas mídias sociais.
Shirley: Mas ninguém consegue ser assim o tempo todo. Até uma pessoa magnífica como a Beyoncé, talvez a maior artista de seu tempo, falou abertamente, “minha imagem não é tão bonita quanto o que você imagina, e aqui está o que acontece na minha vida”. E acho que isso é maravilhoso, um grande alívio ouvir alguém sendo honesto, para variar. Ver que você pode ter uma vida boa, mesmo quando tudo dá errado. Com esse disco novo, ela provou que ela realmente cresceu. Às vezes, quando as piores coisas acontecem nas nossas vidas, nós achamos que pode nos destruir. Mas o que eu realmente acredito é que, quando enfrentamos uma dificuldade, algo doloroso, isso pode ser justamente aquilo que nos fortalece, e nos leva a um lugar melhor.

Popload: E falando em dificuldades, sendo escocesa, você consegue evitar o atual cenário político americano?
Shirley: Bem que eu gostaria! Estou presa aqui vendo tudo o que está acontecendo.

Popload: Como você se sente em relação aos candidatos à presidência atuais?
Shirley: Eu optei por não apoiar nenhum político, porque creio que o sistema político americano corrompe qualquer um que se candidata. Mas eu acredito que Donald Trump não está apto para a presidência, que não leva isso a sério. E acho que ele mostra um desgosto por quase todos os grupos da sociedade que não sejam homens brancos e ricos. Ele é assustador.

Popload: Você acompanhou o lançamento do último disco do Radiohead? Como você acha que um lançamento assim tem funcionado, em contraste com o esquema mais “tradicional” de lançar um disco?
Shirley: Eu acho que todo mundo quer achar uma forma de destacar o seu trabalho, e que o Radiohead achou uma forma esperta de fazer isso. Mas a minha forma de observar isso é diferente. Eu não quero fazer jogos, nem tentar ser excessivamente esperta. Estou pronta para aceitar qualquer que seja minha função neste mundo, como artista. Quero ser como algumas das artistas visuais que me inspiraram, como Louise Bourgeois, aos 90 anos e ainda fazendo arte. Se eu puder fazer isso, criar arte que faz pessoas pensarem, ou se sentirem felizes, eu não me importo com sucesso comercial ou fama. Só quero tentar fazer o melhor possível.

Popload: Finalmente, a pergunta obrigatória: a América do Sul faz parte dos seus planos futuros de turnê?
Shirley: Sim! Posso dizer que definitivamente sim. Quando fomos aí em 2012, nos divertimos tanto, que decidimos repetir isso num futuro não muito distante. Insistiremos em passar por aí com o disco novo, possivelmente no fim do ano.

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Planeta Terra: o Gossip veio (mas deu susto), o Suede encantou e o rap-cascata de Azealia Banks sacudiu os indies

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* Chuva, sol, banda nova, banda velha, banda velha parecendo nova (Suede, foto acima), banda “nova” parecendo velha (Kings of Leon), o Gossip milagrosamente tocando no país, o Kasabian vindo ao Brasil e tendo que ser cancelado.
O nosso maior festival pequeno, o indie Planeta Terra, aconteceu no sábado, no Jockey Club de São Paulo, todo confuso em um lugar (e tamanho) que não era seu, mas mesmo assim uma delícia de estar.

** Com um público visivelmente abaixo do esperado, ainda que a produção diga que estava esgotado (para quem esteve lá isso foi bom para circular e chegar perto do palco), e o menos representativo line-up de suas últimas edições, ainda sim o indie Planeta Terra teve grandes momentos, como os shows do Suede, do Gossip, do Garbage (não vi, mas vou no consenso da galera) e o da nova rapper Azealia Banks.

* Fora o Suede, além do Gossip e indo totalmente no meu gosto pessoal próprio myself, adorei o Best Coast, o melhor-show-de-fim-de-tarde que o PT já teve, com Bethany Consentino desfilando letras fofas em cima de guitarras anos 90 velozes e datadíssimas, mas não por isso menos gostosas. À noite, achei incrível o show do Drums, o melhor da banda de Nova York a que eu tive oportunidade de conferir (eles que não necessariamente são bons ao vivo tanto quanto são em disco). Acertaram o tom, Jonathan Pierce acertou o volume do microfone, fizeram um show homogêneo na sua levadinha indie-dance e acabaram sendo um esperto concerto de abertura para a zoeira disco punk do Gossip. E, se posso dizer, o britânico Maccabees, antes, foi bem bom. E, se posso dizer 2, vi o começo do Kings of Leon (três primeiras músicas) e tava bem bom também (no que dá para o Kings of Leon ser bom hoje em dia).

** Aliás, não que representou um graaaaaande perigo, mas o Gossip quase aprontou de novo. Às quase 13 horas do sábado, o dia do festival, a banda ainda estava na Argentina, onde tinha tocado na sexta. Beth Ditto resolveu “pular” o vôo da manhã e o soundcheck em São Paulo para ficar mais em Buenos Aires, na companhia de uma namorada argentina com quem se envolveu no dia anterior. Passado o “pequeno” susto na produção do festival, que pressentiu confusão, o Gossip tuitava da Argentina por volta das 13h: “Off to São Paulo. We can’t wait”. Nem eles, nem a produção do festival. E, não sei se tem a ver com a argentina da Argentina, mas Beth estava feliz. E isso contribuiu para o show ser contagiante. Ditto até cantou Lady Gaga e Ramones. Fez ode à caipirinha e homenagem à brega “Avenida Brasil”.

* Outras duas coisas dá para tirar deste Planeta Terra 2012: (1) foi um festival indie GLS total, muito por conta exatamente do Gossip e uma vez que o indie agora é a nova eletrônica e, de uma certa forma, o indie também “is the new” festa universitária. Na verdade o festival ficou entre o gay e os anos 90, na sonoridade. E o lado gay venceu. Ou, pelo menos, foi mais animado.

** (2) Foi ainda o festival “Girl Power”, desde o seu começo com o lindo show do Madrid e o sangrento visual Tim Burton ostentado pela Marina Vello, mais a Mallu, que era mais interessante quando era Mallu Magalhães, a transexual Mel Gonçalves, poderosa vocalista da Banda Uó, a Shirley Manson enchendo o Jockey de hits do Garbage que eram “must” da 89FM e da Brasil 2000 FM, a Bethany Best Coast fazendo uma comportada e jovem Courtney Love se essa tivesse alguma vez parado quieta na vida, a Little Boots vestida para noite em show de dia, com um modelito Ivana Tufão. Não precisa falar de Beth Ditto entrando no show do Gossip botando seu vozeirão de diva para cantar a praga “OiOiOi”, além de pedir mil desculpas o show todo pelo seus furos anteriores com o Brasil. Nem da espuleta Azealia Banks, que foi embora do palco segurando seu bustiê, que tinha “estourado” e podia ter exposto seus peitos à plateia. Fora o “girl power” em si que estava diante em peso no show dos irmãos Followill, o revivido Kings of Leon (que barba “adulta” era aquela, Caleb?).

* Incrível como o Suede, na pessoa do vocalista Brett Anderson, consegue ter o gás que tem, sendo uma banda tão… tão… britpop. Tem o cheiro inexorável de “já era”, mas o poder de seus vários singles anos 90 e a performance sem concessões do grupo e principalmente de Anderson dão sobrevida interessante ao Suede. Por exemplo: o Jack White em nova fase cantando as músicas do White Stripes soa, NESTE CASO, mas velho que a banda britânica, pelo caráter “adulto” e “arranjos diferentes” que ele tem empregado a seus velhos hits. Com o Suede a coisa ainda é pá-pum, urgente, imediata, como se estivéssemos em Londres-1992, mesmo que 20 anos depois. E, para um show que era inédito no Brasil e tinha toda essa expectativa dos fãs, funcionou superbem.

** Azealia Banks, vamos falar, para um show de rap comum com um DJ por trás (e dois dançarinos ao fundo), até que foi um divertidíssimo não-show. Ela sacode um público e tem melhorado cada vez mais sua performance de palco, além de ter alguns singles bem bons, ainda que não se entenda nada do que ela canta. Azealia se deu bem com o povo indie blasé lá no Suede. A parte gay divertida (de Little Boots, Gossip, Banda Uó) sobrou toda para ela àquela altura e parecia festa de “buatchy”. E teve a cascata do DJ entrando antes dela e comendo com discotecagem uns bons 20 minutos de seu show, porque Azealia não tem música suficiente (nem álbum tem, ainda). Sem contar que o cara tocou “Groove Is In the Heart” e só com isso animou mais que o show da Little Boots, que para piorar teve problemas vários com o som.

Que mais?…

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O PLANETA TERRA EM FOTOS

Do Harlem para a Marginal, a rapper americana Azealia Banks foi destaque no Planeta Terra

Beth Ditto chacoalhou a galera com seu Gossip, cantou “OiOiOi” e pediu “Desculpa, desculpa, desculpa, desculpa, desculpa” para o Brasil

Caleb, agora mais calminho, aparentemente sem xingar ninguém nem quebrar nada, voltou ao Brasil com seu Kings of Leon

Alô, Colômbia. Mel Uó agitou o tecnobrega no Planeta Indie, mesmo debaixo de uma chuva uó

Uma creepy Marina Vello expôs as feridas do indie intimista do Madrid, em excelente show cedinho, que pouca gente viu

O ótimo The Drums queria comprar alguma coisa para nós, mas eles não tinham nenhum dinheiro. Beleza…

Inspirada nos agitos da Lucioland na sexta, a banda inglesa Maccabees fez bom show no Planeta Terra no sábado

Oh, Bethany. Até o tempo ficou bom na hora em que ela começou a cantar suas músicas fofas sobre a Califórnia

Shirley Manson, com Butch Vig por trás, comandou firme o bom show do Garbage no PT 2012

Parecendo irmão mais velho do Alex Kapranos, Brett Anderson mostrou forma juvenil no Planeta Terra

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O PLANETA TERRA EM VÍDEOS

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EQUIPE POPLOAD NO PLANETA TERRA

* Ana Carolina Monteiro, Lúcio Ribeiro e Fabrício Vianna (fotos).

Todas as fotos são de Fabrício Vianna, menos as de Mel Gonçalves (Banda Uó) e Marina Vello (Madrid), que são de de Reinaldo Canato/UOL.

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