Em gloria:

U2 has the power. Apareceu uma Patti Smith para cantar com o Bono ontem em Londres

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* Dentro das grandiosidades em que o nome da banda irlandesa U2 se envolve, está ultimamente o de receber grandes nomes da música no palco de sua atual turnê, em cartaz na Europa, ontem em Londres. Tipo o que a Taylor Swift andou fazendo, haha.

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Em seu terceiro concerto ontem na arena The O2 (U2 na O2…) londrina desde segunda-feira, o grupo de Bono teve em palco a visita da estimada senhora Patti Smith, uma das figuras femininas mais intensamente ricas da história do rock. Ela entrou em meio a uma cantoria de fragmento de “Gloria”, música de Van Morrison e seu Them, herói irlandês (do Norte) do Bono. Patti Smith regravou a música mudando a letra nos anos 70 e a tornou ainda mais famosa. “Gloria”, do Them, de Morrison, de Patti Smith, foi a segunda música do U2 ontem no show, que desde setembro, na turnê europeia vem entrando no palco ao som de “People Have the Power”, hino the Patti Smith. Está entendendo o melê.

O U2 também tem uma música forte de sua carreira chamada “Gloria”, que abre disco da banda de 1981, e que até tem aparecido em shows recentes na “música 2” do setlist, a hora sempre da “canção antigona”. Mas não é a mesma “Gloria”, ok?

Enfim, finalmente levaram dona Smith em carne e osso para tudo fazer sentido. Abaixo, de ontem em Londres, o vídeo do U2 + Patti Smith lembrando “Gloria” e cantando na íntegra a cover de “People Have the Power”, de Patti Smith e COM a Patti Smith.

** Hoje tem mais show do U2 na O2, em Londres. Quem vai aparecer por lá?

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O que aprendemos com o VMB da MTV. Ou quando o indie-sambinha acabou no metaaaal

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* Ressaca pós-VMB, pós dominação mundial do hip-hop nacional. Mundial porque o Brasil é o nosso mundo, ok? Noite da reforma agrária da música brasileira (MST-ers Alert!), do triunfo do indie-sambinha enquanto movimento ~paulistano~ consolidado e da ascensão do Criolo a neo-muso.

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Criolo, o grande vencedor ontem da premiação da MTV. Foto de Junior Furlan

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* E daí a gente descobre que o nova MPB (na categoria emo-rap da vertente indie-samba), quem diria, é inspiração até para banda de hardcore universitário. Ou de emocore, como queiram:

* E a gente achando que a briga dos rapsters que odeiam hipsters que gostam de rappers era complicada. Deu até tilt. Vamos acompanhar.

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