Em glue trip:

CENA – Festival 5 Bandas acontece hoje em São Paulo botando 5 bandas para tocar. Não é tão simples assim

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* Um dos mais novos festivais da enorme carga de eventos do calendário indie brasileiro, o festival 5 Bandas nasceu como um trabalho de conclusão de faculdade. O chamado TCC.

Pilotado por Alexandre Giglio, dono do blog Minuto Indie, que também é um canal de Youtube, o conceitual 5 Bandas pretende ser um festival que prepara o público para os outros festivais. A ideia é misturar estilos, ampliar o “leque indie”, e apresentar shows um pouco mais curtos, tipo de meia hora, a um público que não necessariamente vai a festivais, não exatamente frequenta à cena mas quer descobrir coisas novas, despertar outras predileções. A preços “amigáveis” pela quantidade de atração.

O 5 Bandas de hoje chega a sua segunda edição, já foi experimental antes disso (teve testes nos estúdios da Freak, na SIM São Paulo, na Casa do Mancha) e em sua primeira, em março, saiu já pronto da banca de avaliação estudantil. Era o trabalho escolar ganhando vida real, com Brvnks, Raça, Geo, Alaska e Mustache e os Apaches como atrações.

Nesta noite, novamente ocupando o Estúdio Bixiga, na Treze de Maio, o 5 Bandas vai reunir Glue Trip, Papisa (foto abaixo), Pessoas Estranhas, Gab Ferreira (foto acima) e The Raulis. Os ingressos, em seu segundo lote (R$ 25), podem ser comprados online. Na porta custará R$ 30.

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Dia 12 de outubro o 5 Bandas será “aplicado” no Rio de Janeiro, com atrações ainda a ser divulgadas. A ideia é fazer mais uma edição em São Paulo, provavelmente em dezembro.

“O porquê de 5 Bandas, o nome? Porque eu ia em shows, geralmente eram duas bandas que se apresentavam, shows longos, às vezes maçantes, preços caros pelo que entregavam. Tudo atrapalhando a experiência. Apresentações mais curtas, com mais nomes, a preços mais acessíveis podem formar um novo público para todo mundo. Dá para experimentar mais. Assim surgiu o 5 Bandas”, diz Giglio.

Não é a descoberta da roda indie. Mas que funciona bem, isso funciona.

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CENA – A boa onda do Glue Trip passa por SP no domingo. Show é no Z. E com o JP

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* SP, Z, JP.

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No domingo mais movimentado do ano em São Paulo, aparentemente, guarde sua energia para o programa mais alto astral da data, que vai rolar das 18h às 22h no clube Z, no Largo da Batata, a região mais agitada da cidade hoje. (Ok, aqui não vamos contar com a festa do Palmeiras, que também promete ter o astral elevado. Só para não misturarmos assuntos.)

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O Glue Trip, banda de psicodelia paraibana (toma essa, Tame Impala!), se apresenta na festa mensal CENA. O show, sempre bom deles, pode ser encarado como um outro lançamento em São Paulo do discaço “Sea at Night”, o segundo álbum do quarteto, que saiu em setembro e do qual já ouvi gente dizer que é tipo uma mistura praieira e malemolente de Daft Punk com Disclosure e Unknown Mortal Orchestra. Ok?

A abertura fica à cargo do músico mineiro JP Cardoso, com banda de notáveis no suporte, ameaçando tocar música nova inclusive.

Quem vamos?

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CENA – Exclusivo. Um dos álbuns do ano da música do Brasil. Ouça agora o novo do Glue Trip

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* Sai nesta sexta-feira o aguardado (pelo menos por nós, muito) “Sea at Night”, o segundo álbum da banda paraibana Glue Trip, psicodelia praiera direto de João Pessoa, uma coqueteleira de influências que vai do Tame Impala ao Daft Punk, do indie nacional ao indie inglês, da eletrônica dance do Disclosure à electromaneirice do Unknown Mortal Orchestra, sem perder as conexões nordestinas do Sol e calor com um dance urbano típico de São Paulo. Uma levadinha reggae aqui e ali, só alegria. Acolá, Um synth caminhando dark para colocar as coisas no chão. Que disco é este?

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“Sea at Night” são vários discos num disco só, várias psicodelias diferentes dentro da pluralidade psicodélica atual brasileira. Se o show da banda com o disco anterior, homônimo, de três anos atrás, já era uma delícia, não dá para esperar este novo álbum ser levado ao palco.

O segundo trabalho dos pessoenses tem nove músicas, todas em inglês, algo quase transgressor para o momento indie-MPB atual que vivemos, ou para uma formação da Paraíba, ou para alguém como o compositor, vocalista e guitarrista Lucas Moura, que diz ter ouvido muito Gilberto Gil entre o primeiro disco e este.

A gente já conhecia as bem boas “Time Lapses” e “Honey”, os primeiros singles deste “Sea at Night”, mas pérolas como “WAVES”, “Between Jupiter and Mars” e “The Future of Our Lives”, cada uma na sua pegada, completam a viagem que nos fazem colar na banda. A tal glue trip.

O Glue Trip é Lucas Moura (guitarra e voz), Felipe Lins (guitarra), Gabriel Araújo (baixo e voz), CH Malves (bateria e pad) e Rodolfo Salgueiro (teclado, sample e voz).

A banda já tem uma pequena turnê marcada para outubro, para lançar este “Sea at Night”. Começa 12/10 na Autêntica, em BH, passa pelo Rio com dois shows no Aparelho, dias 13 e 14, e cai em São Paulo, no dia 18, no CCSP, para dar uma desintoxicada catártica para quem viu o Nick Cave e os Bad Seeds quatro dias antes.

Confira então, aqui embaixo, o segundo disco do Glue Trip, lançado hoje de forma independente.

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* As fotos do Glue Trip que ilustram este post e a chamada da home da Popload são de Dani L.

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CENA – Em primeiro single do novo álbum, Glue Trip divaga sobre o tempo e a vida e pergunta: “Sabe o que é foda?”

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* Dona de um dos shows mais gostosos do indie brasileiro, na real acepção da palavra “gostoso”, a distinta banda paraibana de psicodelia-reggae ou reggae-psicodélico Glue Trip lança hoje em vídeo, via Popload, seu primeiro single do novo álbum. Muitas notícias boas numa só.

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A bacanaça “Time Lapses”, a primeira música inédita do Glue Trip em três anos, vai liderar o segundo disco do grupo de João Pessoa, chamado “Sea at Night”, que sai agora em 2018 mas ainda não tem data divulgada.

Num país de muitas psicodelias diferentes como o Brasil, que vêm respingando forte no indie nacional cada qual em sua região e característica, esta “Time Lapses” bota a tropicalidade nordestina dentro de uma vibe Tame Impala que é de matar de boa, com seu clima de viagem misturada a uma quase-preguiça deliciosa de estar estatelado na areia de uma praia, sob um Sol de fim de tarde, com o fone de ouvido bombando Glue Trip e seus vocais em inglês, vozes em delay.

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Outra palavra para definir a nova música da banda paraibana e para definir o som do Glue Trip como um todo é exatamente esta: “solar”.

“Time Lapses”, o vídeo, intercala espertamente imagens embasbacantes e um diálogo sobre a velhice e sobre sentido da vida, ou seja, sobre o tempo que passa. Foi gravado no ano passado em viagem de férias do quarteto para a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, no Centro Oeste, aproveitando um pós-show do grupo no festival Picnik, em Brasília. O vídeo tem direção de Cicero Fraga e fotografia de Alan Schvarsberg.

E é bonito assim:

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CENA – Ao vivo da Paraíba, Glue Trip lança session para fechar um ciclo para abrir outro

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* Banda que fica espremida entre a psicodelia brasileiramente adaptada do sul e a influência malemolente do reggae do norte, a espertíssima Glue Trip, da Paraíba (PB), soltou dia destes uma session gravada ao vivo em um estúdio de João Pessoa, o Peixe-Boi.

São 18 minutos de três músicas do primeiro álbum da banda, “Glue Trip”, lançado em 2015 e que ainda rende bons shows para a banda.

1. New Place to Start (0:00)
2. Elbow Pain (6:12)
3. La Edad del Futuro (12:23)

O Glue Trip gravou há algumas semanas um vídeo novo, do primeiro single de seu próximo álbum, que sai no final do ano. O vídeo, que será lançado em outubro, teve como locação a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, rolê emendado da grande apresentação deles no Picnik Festival, em Brasília, no final de junho.

Essa session feita na Paraíba está também em áudio no Spotify da banda.