Em Gogol Bordello:

O dia em que o Gogol Bordello encheu de punk cigano o escritorinho da Tiny Desk

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* Uma das “entidades musicais” mais legais do planeta, junto com Blogoteque, sessions da Triple J e KCRW, radio BBC 6 Music e todos os braços da Popload (cóf.), é a série Tiny Desk Concerts, do conglomerado de rádios americanas NPR, de Washington DC.

Há mais de dez anos os caras botam banda para tocar numa sala de escritório apertada, entre mesas de computadores e estantes de livros e discos. E não importa o ritmo e o tamanho da banda. Para a série Tiny Desk, muito grupo louvável se aperta para performances históricas.

Pois bem, como tem sido difícil apertar pessoas numa sala ultimamente, a Tiny Desk Concerts está revivendo grandes apresentações do passado. E a desta semana merece destaque.

Desencavaram uma apresentação do doidaço grupo cigano Gogol Bordello, que é de Nova York mas na real pertence ao mundo. Pensa “aprisionar” num escritório uma banda loka fazendo punk com violino e acordeon liderado por um tipo ucraniano indomável como o bigodudo Eugene Hutz, ótimo.

O Gogol Bordello, que já se apresentou no Brasil, foi bastante ativo no cenário independente do fim dos anos 90 até a década passada. Chegou a lançar um disco em 2017, depois de anos pausado. Mas sua existência, principalmente suas performances ao vivo, marcaram época no indie dos anos 2000.

O que a Tiny Desk botou para rodar novamente nesta semana, em seu canal de Youtube, foi a session que foi ao ar em junho de 2010, poucos meses depois de o Gogol Bordello lançar seu quinto disco, “Trans-Continental Hustle”.

Seguindo a máxima do “recordar é viver”, ou “manter-se vivo”, olha que algazarra foi esse Tiny Desk com o Gogol Bordello de dez anos atrás.

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Após quatro anos, o indie com alma cigana do Gogol Bordello está de volta

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Após um intervalo de quatro anos sem lançar um disco de estúdio, a trupe gypsy experimental Gogol Bordello, liderada pelo doidinho Eugene Hütz, bota hoje no mercado o álbum “Seekers and Finders”.

Banda de vasta pluralidade musical, a Gogol Bordello tinha como disco “mais recente” o bom “Pura Vida Conspiracy”. Após alguns conflitos internos envolvendo Hütz, que teria sido acusado de “roubar” o grupo, parece que tudo está resolvido.

Puxado pelos singles “Saboteur Blues” e “Walking on the Burning Coal”, o novo álbum tem 11 faixas inéditas. Na opinião do vocalista, a segunda música citada é meio que o ponto central do disco, e foi descrita pelo próprio como “um rito de passagem, ou, a falta dele em nossa sociedade. Ainda assim, necessário. Então, trata-se de se colocar através de um teste e demolição do ego onde a alma amadurece. Como você sabe, geralmente as pessoas dividem-se em almas jovens e velhas, mas como elas chegam lá?”, indagou.

“Seekers and Finders” já está nas principais plataformas de streaming por aí e pode ser ouvido abaixo.

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Caminhando no carvão ardente, Gogol Bordello solta mais um single do seu primeiro disco em quatro anos

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Lá se vão quatro anos desde que o Gogol Bordello, literalmente uma trupe gypsy experimental liderada pelo distinto Eugene Hütz, não solta um disco de estúdio. O hiato, enfim, vai acabar neste ano.

Dia 25 de agosto, o grupo “universal” vai soltar “Seekers and Finders”, sucessor do bom “Pura Vida Conspiracy” e dele já podemos ouvir o segundo single, “Walking on the Burning Coal”. Antes, a banda baseada em Nova York já havia divulgado a faixa “Saboteur Blues”.

Hütz tentou descrever, ao seu modo, o significado do novo single. “É sobre um rito de passagem, ou, a falta dele em nossa sociedade. Ainda assim, necessário. Então, trata-se de se colocar através de um teste e demolição do ego onde a alma amadurece. Como você sabe, geralmente as pessoas dividem-se em almas jovens e velhas, mas como elas chegam lá?”. Ou seja…

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Not a crime? Gogol Bordello processa o vocalista do Gogol Bordello

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* In the old time, in the old time
In the old time it was not a crime!
What are you talking about?

Treta indie-cigana. Eugene Hütz, vocalista e líder da banda gypsy-indie-punk Gogol Bordello, quase brasileira por adoção, está sendo processado pelos demais integrantes da banda, comandados pelo ex-guitarrista Oren Kaplan, que acusa Eugene de desvio de dinheiro das contas bancárias do grupo.

A notícia foi denunciada pelo Hollywood Reporter e dá conta que o vocalista é acusado de ter extraído cerca de meio milhão de dólares do Gogol Bordello e distribuído o montante em depósitos como se fossem empréstimos para empresas que pertencem ao próprio cantor. Hutz teria definido para ele um salário mensal que entra no processo como prática de “self-dealing”, uma espécie de “auto-contratação”, na qual a própria pessoa determina seu salário.

Além disso, Kaplan acusa Eugene de ter feito um acordo publicitário com a Coca-Cola em uma época que o guitarrista estava afastado da banda, encorajado pelo próprio vocalista, após a morte de sua mãe.

A crise interna pode render muito bafafá nas próximas semanas para o Gogol Bordello, que lançou disco novo nesta semana, “Pura Vida Conspiracy”, e tem agenda lotada até o final do ano, incluindo uma apresentação no Rock In Rio e outras datas em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, em setembro.

Atualmente, a banda está em turnê pelos Estados Unidos.

Atenção, Brasil: Dave Grohl diz que vai explodir seus ouvidos com rock

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Maaaaaais Lollapalooza. Todo mundo está falando sobre. O canal oficial do evento no YouTube soltou uma entrevista exclusiva com Dave Grohl falando sobre a única vez que ele visitou o país com o Foo Fighters (em 2001), dos shows do Nirvana, da sua ligação com o festival, quais bandas ele quer curtir na edição brasileira, que a Peaches é gostosa, que quer tocar “Bad Reputation” com a Joan e que “está dentro” da festa do Gogol Bordello.

Olha só.