Em Goiânia:

CENA – Bananada 2017 rola nesta semana em Goiânia. Popload monta QG no festival

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* Popload em Goiânia, terra de Fabríco Nobre. A partir de hoje e por toda a semana, até domingo, vamos ter a…

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Começa “pequeno” hoje, às 20h, em cinco lugares espalhados por Goiânia, Centro Oeste do Brasilzão, o 19º festival Bananada, um dos mais importantes festivais independentes do Brasil em uma de suas mais importantes edições. Até domingo, a cidade, prosaicamente conhecida como a terra do sertanejo, vai ser inundada por rock, eletrônico e nova-MPB e hip hop dos bons, até soul e funk, conduzidos por um line-up de respeito que terá do clássico Os Mutantes até os sanguinhos novos Rakta e Plutão Já Foi Planeta, de Selvagem a Barro, de Mano Brown e Karol Conka a Ventre e FingerFingerrr. Céu, Liniker, Hierofante Púrpura, Luiza Lian e Terno Rei. Maria Gadú, JP Cardoso, DJ Patife, Tulipa Ruiz, Far from Alaska e Forgotten Boys. Tem a esquadra goiana jogando em casa: Boogarins, Carne Doce, Black Drawing Chalks, Brvnks, Hellbenders e Overfuzz. E tem muito mais.

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As principais atrações farão suas performances em palcos espalhados no epicentro do festival, o suntuoso Centro Cultural Oscar Niemeyer.

A programação desta noite de estreia do Bananada está assim disposta:

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Além da música, o Bananada montou programação que inclui artes visuais, ação de moda, cultura urbana (encontro de skate e tattoo) e um circuito gastronômico (Goiânia Rock City) que já está em sua quinta edição e conta com 30 espaços gastronômicos alimentando os locais e os visitantes que vieram à cidade para o Bananada.

A Popload já está instalada no centro nervoso da inteligência do Bananada, no espaço cultural Centopéia, em Goiânia, para cobrir o festival. E a batelada de shows começa daqui a pouco.

Ingressos para o Bananada, que vai crescer dia-a-dia no número de shows e tamanho das atrações, são encontrados no site do festival, que ainda traz todas as informações sobre esta 19ª edição. Acompanhe o Bananada pelo Instagram do festival.

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CENA – De Mano Brown a Boogarins, Bananada anuncia programação completa

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Um dos festivais mais robustos, importantes e consolidados do país, o incrível Bananada anunciou, no fim da manhã desta terça, seu line-up completo para a edição #19 do evento, que acontece entre os dias 8 e 14 de maio, em Goiânia.

O evento deste ano terá dezenas de atrações incríveis puxadas por Mano Brown, Os Mutantes, Céu, Boogarins, Karol Conka, Baiana System, Liniker e os Caramelows, Carne Doce e muito mais.

O Bananada contribui com a história de Goiânia e do Brasil desde 1999. Ao longo de 18 edições, o festival fomentou e incentivou a produção da música independente, destacando as novas tendências que surgem localmente e levando para a capital goiana novos artistas nacionais e internacionais.

Ano passado, o Bananada atingiu a marca de 25 mil espectadores, público que cresceu mais de 300% por ano. Desde a sua 12ª edição o festival inova e reinventa a sua estrutura. Atualmente, o intuito é o de ocupar a capital goiana durante 7 dias, nos mais diversos locais da cidade.

A venda de ingressos e outras informações sobre o festival podem ser encontradas no site oficial do Bananada.

Confira, abaixo, o line-up.

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CENA – A inquieta Goiânia recebe o Rock, um centro cultural indie

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* Terra de destaque na cena alternativa brasileira por suas bandas, festivais, lugares e pessoas atuantes em todas as camadas da música alternativa nacional, Goiânia vê nesta noite a inauguração do Rock, um centro cultural com vocação de galeria de arte, clube, pub, escritório, experimentos culinários e minishows esporádicos. Tudo com espírito indie. Espaço multiuso e plural, comandado por Fabrício Nobre, capo da cena goiana, um dos três sócios do novo empreendimento alternativo da cidade infectada por música sertaneja mas que já produz um forte escape para o metal, o eletrônico e o indie.

Porque, você sabe, o indie nacional anda empreendedor, nesta sua atual fase.

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A fachada do Rock em si é uma obra de arte, de autoria da dupla Bicicleta Sem Freio, artistas inovadores de arte urbana e street, mundialmente reconhecidos e que já foram contratados para fazer arte no Coachella, na Califórnia

A produtora A Construtora vai fazer do lugar sua sede, segundo Nobre declarou ao site goiano “Curta Mais”. “A Blackbook, exposição do festival Bananada, vai funcionar como galeria fixa no local. Toda semana haverá jam session e uma exposição de arte permanente curada pelo versátil artista plástico Mateus Dutra”, explica o produtor e roqueiro.

DJs-DJs e DJs da cena de bandas goianas, drinks e comidas de chefs convidados e amigos metidos a cozinheiros fazem parte das atrações do Rock. O espaço comporta 300 pessoas. Para a festa de inauguração, um ingresso de R$ 5 será cobrado. O Rock terá a princípio um horário de funcionamento das 18h à meia-noite.

A semana de inauguração do Rock, a partir de hoje, está assim divulgada.

hoje
Inauguração com Trio Cerrado
DJ Sets: DJ Mario Pires + Kurtz + Matias + Beatriz Perini
Pop-up Foods: Pitanga + Tio Bákinas
R$ 5

amanhã
RISCA FACA: Batalha de mixtapes e playlists. Traga a sua!
Pop-up Food: Le Batô
R$ 5

quinta, 13
YARD & VINTEHERTZ! Sessions
DJ Sets: Kurtz + Chaul
Pop-up Food: La Frida
R$ 5

sexta, 14
Aniversário CASA DE MÚSICA
DJs: Daniel de Mello, Mário R. Pires e Alan Honorato
+ Mcs convidados (Gasper / Calango / Pervin)
+ Intervenção Studio Dançarte
Pop-up Food: Emiliana Azambuja
R$ 20

sábado (15/10)
ROCK SEMPRE com a banda Hellbenders
DJs: Victor Rocha e Maurício Motta
Pop-up Food: Emiliana Azambuja
R$ 20

Galeria BLACKBOOK
Produção Artística: Studio Rolê.
Ação Site Specif até 26/10 com 4 obras inéditas de Fabiola Morais, Mateus Dutra, Rodrigo Flávio e Santhiago Selon.

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Disco novo do Carne Doce já tem nome, capa e “ponto de vista feminino”. A Popload conta…

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Foto: Rodrigo Gianesi

Foto: Rodrigo Gianesi

Nome imprescindível da rica cena indie de Goiânia nos últimos anos, o Carne Doce se prepara para lançar nas próximas semanas – ainda neste mês – seu aguardado segundo disco.

Grupo marcado pela voz e beleza de Salma Jô e criatividade e inquietude do guitarrista Macloys Aquino, o Carne Doce tem arrebatado novos fãs a cada show pelo país, tipo em um recente na Casa do Mancha, em São Paulo, que comentamos aqui.

A Popload teve acesso em primeira mão ao nome e capa do disco novo, que se chamará “Princesa”. O título se origina da faixa 2 do álbum, uma composição conjunta de Salma com o Dinho, do Boogarins, outra joia da cena goiana. “‘Princesa’ porque o disco tem um ponto de vista mais feminino e esse nome pode representar a amante, a privilegiada, a filha ou a mulher que aparecem em outras músicas do disco”, conta o Mac à Popload.

A capa é parte da obra “Behavior Modificator Tele Command”, da artista (também goiana) Beatriz Perini, que ainda desenvolveu a arte do encarte do disco. A técnica utilizada foi tinta acrílica sobre recorte de revista. Coisa fina.

O lançamento digital de “Princesa” está previsto para o final do mês. Diiizem, vai rolar uma faixa nova nesta semana. A capa, exclusiva na Popload, abaixo.

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De Mahmundi a Planet Hemp, Bananada Festival 2016 sacode Goiânia (e a cena indie brasileira)

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* A partir de hoje e até domingo, um dos principais festivais do calendário independente brasileiro bagunça a capital sertaneja espalhando por casas de espetáculo, clubes, estúdios, pubs, shopping center, teatro, em formato de shows grandes e pequenos, showcases de selo e até “palco importado”, uma série de shows que conecta várias das expressões sonoras da cena indie nacional.

Sara Não Tem Nome (Minas Gerais), Liniker (São Paulo), os locais Carne Doce, Bang Bang Babies e Hellbenders, o gaúcho Frank Jorge, os cariocas Supercordas e Autoramas, o protoindie Killing Chainsaw, os “internacionais” Aldo e Fingerfingerrr, o capixaba Silva, o gringo The Helio Sequence, DJs peso pesados como Mau Mau, Renato Cohen e Anderson Noise, o gringo The Helio Sequence e os muito conhecidos Planet Hemp e Jorge Benjor, entre vários outros, traçam em uma semana corrida o panorama musical do país em agito goiano com padrão internacional, até porque o Bananada, agora em 2016, leva sua marca para a Espanha, Portugal e Inglaterra.

As conexões são muitas. O Bananada, produzido pela esperta A Construtora, junta metal com eletrônica, nova mpb e indie velho, soul music e punk. Importa para o festival a Casa do Mancha, importantíssimo reduto paulistano para shows pequenos com curadoria grande. Transforma-se em vitrine com showcases como o do selo Balaclava. E prepara seu vôos internacionais com bandas e conceito em parceria com outro relevante festival indie nacional, o DoSol, do Rio Grande do Norte.

A programação completa do Bananada, com datas e locais, está aqui.

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Hoje um dos destaques é a apresentação da Mahmundi às 21h, no Teatro Sesi. A multi-instrumentista e cantora carioca Marcela Vale, a Mahmundi, acaba de lançar seu primeiro disco, homônimo, via Skol Music, dentro da estampa Stereomono, o mesmo que edita no Brasil o Boogarins e o Jaloo.

Já há algum tempo encantando a cena indie com velha nova MPB de alguma pegada eletrônica, Mahmundi em seu disco dèbut está com um som mais “clean”, quase pop, mais ensolarado que synth desta vez, gostosinho para tocar em uma rádio brasileira mais moderninha, se rádio assim existisse no país.

O disco, que vem resgatar um “eterno verão” carioca que remete aos anos 80 e que ao vivo pode até ter nuances do “eterno inverno” sonoro na linha do britânico James Blake, bem anos 2010, existe por enquanto apenas digital. Mas cópias em vinil são prometidas para logo.

Larga hoje, e bem, o Bananada 2016.

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