Em grammy:

Daft Punk volta aos palcos no Grammy, ao lado do The Weeknd. E abre “lojinha” cool em Los Angeles

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Após três anos, o incrível duo Daft Punk se apresentou novamente em um palco, no Grammy. Os franceses fizeram aparição especial ao lado do bombado The Weeknd e mandaram, juntos, a boa “I Feel It Coming”, canção que está no último disco do canadense, “Starboy”.

Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem Christo apareceram em visual dark, com capas pretas que remetem ao Darth Vader. O visual, no palco, pareceu fazer referência a algum planeta coberto de gelo, o que está fazendo os fãs evidenciarem essa teoria de Star Wars.

Longe dos palcos desde 2007, há um papo que dá conta que o Daft Punk volta com turnês neste ano, dez anos após a “Alive Tour”, que inclusive veio ao Brasil para uma memorável apresentação no Tim Festival de Rio e São Paulo (o extinto evento enfiou no Tom Brasil, em SP, na mesma noite e além do Daft Punk, as bandas Yeah Yeah Yeahs, TV On The Radio e Thievery Corporation).

Na última sexta, o duo abriu sua pop-up store na Melrose Ave., na West Hollywood, em Los Angeles, comercializando produtos oficiais e deixando em exposição alguns itens raros da carreira da dupla e até objetos pessoais, o que, claro, está enlouquecendo os fãs.

A pop-up, que fica aberta até o próximo dia 19, teve em sua abertura apresentação ao vivo de DJs, incluindo o Skrillex.

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Alabama Shakes dá um toque indie e cool ao Grammy

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Atração especialíssima do Lollapalooza Brasil mês que vem, o Alabama Shakes foi um dos destaques do Grammy deste ano, em cerimônia ocorrida na noite de ontem.

Além de vencer nada menos que TRÊS categorias, entre elas a de melhor canção de rock com “Don’t Wanna Fight” e o melhor disco alternativo, “Sound and Color”, o grupo de Brittany Howard fez uma performance ao vivo da faixa vencedora.

Fácil, caberia um prêmio de melhor figurino para a talentosa cantora. O Alabama Shakes toca no Lollapalooza dia 13 de março, domingo, junto com Noel Gallagher, Snoop Dogg e Florence and the Machine. A banda norte-americana também fará um show solo em São Paulo um dia depois, no Audio Club, junto com o lindão Cold War Kids.

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Grammy: AC/DC salva prêmio “estragado” pelo Kanye West

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Como você já deve estar sabendo, aconteceu neste domingo último mais uma edição do Grammy, talvez o prêmio mais chato da “indústria”, justamente por ser uma premiação da indústria. Por mais que o Beck possa ter sido um ponto fora da curva e o Sam Smith ser conhecido por “nós” mesmo pelo seu envolvimento com o Disclosure, quem acabou salvando mais uma edição arrastada da premiação foi o grande AC/DC, lendária banda que vem ao Brasil no fim do ano, como você leu aqui.

Para dar uma geral no evento e o Grammy não passar batido, a Popload convidou o Fernando Scoczynski para dar seu parecer da premiação com o “nosso olhar”.

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* Por Fernando Scoczynski Filho

Todo ano, o Grammy Awards é um saco, e todo mundo está cansado de ouvir isso. Mesmo assim, em 2015, conseguiram deixar pior ainda, e fazer a premiação uma das mais chatas dos últimos tempos – tão chata que nem o twitter conseguiu salvar, o que já é uma raridade em si.

A performance de abertura veio por conta do AC/DC, tocando duas músicas (a nova “Rock or Bust”, a antiga “Highway to Hell”), num show cheio de pirotecnia e surpreendentemente longo. Como uma banda tão antiga conseguiu um espaço tão grande num show supostamente dedicado à música nova, não sabemos. O que sabemos é que toda aquela pirotecnia da apresentação viria a ser a coisa mais animada a acontecer durante toda a premiação.

No decorrer de umas 3 horas (que pareceram umas 6), foram prêmios e mais prêmios insignificantes, para artistas que o público indie/jovem não gosta/não se interessa. Sam Smith, com seu plágio de Tom Petty, ganhou 3 Grammys; Beyoncé levou dois prêmios, Taylor Swift nenhum; Pharrell ganhou com a insuportável “Happy”. Jack White e St. Vincent ganharam na “pré”-premiação que só podia ser assistida pela internet, e nem passou na TV. A única surpresa (muito) bem-vinda foi o Beck, com seu ótimo “Morning Phase”, ganhar Disco do Ano e Melhor Disco de Rock. Por mais difícil que seja chamar aquilo de “rock”, concordamos com os votantes do Grammy que realmente é um disco bom – melhor que o último do U2, pelo menos.

Daí que o Beck foi receber o prêmio, e surgiu um Kanye West ao seu lado, no palco. Seria uma reprise do episódio do VMA de 2009, onde Kanye arrancou o microfone da Taylor Swift para dizer que “Beyoncé had one of the best videos of all time”. Mas, dessa vez, Kanye se comportou um pouco mais, e voltou a sentar antes de falar qualquer coisa, apesar de ter visivelmente atrapalhado Beck. Mais tarde, Kanye deu uma entrevista dizendo que todos entenderam a intenção dele, e que o Beck deveria “respeitar a arte, e ceder seu prêmio à Beyoncé”. Tem como ser mais babaca?

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Quanto à parte musical, é difícil até lembra o que aconteceu, tamanho o tédio que permeou a noite toda. Quase todas as músicas tocadas ao vivo eram baladas monótonas, seja de qual gênero fossem. Até o Beck tocou com o Chris Martin (por quê?), e só conseguiu ser levemente menos chato que o resto. Pharrell apareceu pra cantar Happy, vestindo uma roupa de auxiliar de hotel com tênis amarelo, num arranjo novo da música que mais parecia trilha sonora de filme do Batman (mas depois voltava ao normal insuportável). Katy Perry cantou uma música chata, lembrando em nada os tubarões que viraram meme em sua apresentação do SuperBowl. Em um raro momento um pouco mais interessante, Annie Lennox apareceu para cantar “I Put a Spell on You” com o Hozier.

No fim, valeu pra ver o AC/DC ser o AC/DC, e o Kanye West ser o Kanye West – por melhor ou pior que isso seja.

Chupa, Grammy! Vaza o ensaio da super banda de rock sem cortes

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Essa história é bem boa. Talvez principal polêmica do Grammy, o número musical que envolvia o Nine Inch Nails, o Queens of the Stone Age, o Dave Grohl e o Lindsey Buckingham, que fechou a cerimônia, foi cortado pela metade durante sua transmissão ao vivo. Antes do fim de “My God is the Sun”, paulada musical do QOTSA, entrou um comercial da Delta Airlines e em seguida os créditos do Grammy e todo mundo ficou sem entender o que estava acontecendo.

Depois da pataquada, o Trent Reznor foi para o Twitter e xingou a produção do Grammy, até. Só que, agora, apareceu um vídeo sem cortes do ensaio da super banda no Staples Center vazio. Alguém muito entendido capturou a transmissão via satélite do ensaio, que não foi transmitido em lugar algum, mas é enviado para o satélite para testar o sinal do link ao vivo. Então o cara captou em alta definição justamente a performance que seria cortada no Grammy ao vivo. Haha.

O vídeo bruto pode ser conferido abaixo.

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O chapéu do Pharrell

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Aiiiinda falando do Grammy, não propriamente sobre o Grammy, outro assunto que não pode passar batido é o chapéu que o “homem do ano” Pharrell Williams usou. Enquanto todo mundo estava “na estica”, lá chegou o Pharrell com “roupa comum” e um chapéu um tanto grande e diferente inclusive para os padrões norte-americanos.

O burburinho, óbvio, foi grande. O chapéu do Pharrell logo ganhou uma conta no Twitter, que atualmente possui 18 MIL seguidores! Pegando gancho nas piadinhas, o rapper resolveu entrar no clima e divulgou um vídeo no qual ele faz uma paródia com uma de suas faixas lançadas ano passado, “Happy”, aquela que tem um vídeo que durava 24 horas, trilha do filme “Meu Malvado Favorito 2”.

Na nova versão, “Happy” virou “Hatty”. E o pequeno vídeo mostra o Pharrell tentando dançar, mas com um chapéu gigante na cabeça, e uma campanha com a hashtag #PharrellsHat.

* O chapéu excêntrico do rapper e produtor superstar chamou a atenção até de outro grande nome da música. Brian Wilson, lendário membro dos Beach Boys, publicou em sua página uma mensagem parabenizando Pharrell por suas conquistas no Grammy. Junto, botou uma foto dele Brian, antiga, com um chapéu idêntico. Haha. A mensagem diz: “Congratulations from one Producer to another – Pharrell Williams for your Grammys and for Producer of the Year. Way to go, man, Brian”.

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