Em green day:

Top 10 Gringo – Idles emplaca outra música matadora no ranking. Parquet Courts já virou sócio do Top. E o Rick Ross surge para engrossar esse pódio

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* A gente cogitou que os gringos iam começar a pegar leve nos lançamentos. Erramos. A semana veio com novidades como se nem tivessem saído já quase todas as listas de melhores do ano, que costumam encerrar a temporada. Falta a nossa lista, é verdade. Já já sai.

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1 – IDLES – “When the Lights Come on”
A letra desta música tem algo de indecifrável, ainda que saibamos que é a viagem de alguém na balada quando tudo começa a ficar claro. Mas a pegada e energia contaminam quem não entende uma palavra de inglês. Poderia ser um comentário nosso, mas é preciso ser justo, alguém acertou lá nos comentários do YouTube do vídeo da música, “uma das mais sombrias da banda, lembra Joy Division”.

2 – Parquet Courts – “Marathon of Anger”
Uma das coisas que mais escrevemos sobre música brasileira em 2021 foi que ela sonhou e pensou mundos melhores. Essa é um pouco a vibe desta canção da banda nova-iorquina Parquet Courts. Estamos em uma maratona de ódio, mas o que fazer com isso? A banda enxerga a solução quando vê a cidade se mover não para trabalhar, mas para protestar durante o Black Lives Matter. É em torno da recuperação da noção de comunidade que o Parque Courts enxerga uma superação do estado atual das coisas.

3 – Rick Ross – “Outlaws (feat. Jazmine Sullivan and 21 Savage)
Dona de um dos discos do ano, Jazmine Sullivan coleciona participações especiais. Neste ano ela chegou bem no disco do Leon Bridges. E agora repete a dose nesta colab com Rick Ross, que traz um arranjo caprichado no coro vocal. É de arrepiar e de fazer inveja as melhores produções do Kayne West. Sério.

4 – Tame Impala – “No Choice”
Quantas bandas pelo mundo não amariam ser o Tame Impala? E todas elas colocariam “No Choice” como principal single do novo álbum. Mas Kevin Parker e cia jogaram ela no lado B, algo que nos lembra dos melhores momentos dos irmãos Gallagher empurrando pedras preciosas nos lado B dos singles do Oasis. Para quem pode.

5 – Neil Young – “Welcome Back”
A guitarra do eterno Neil Young tem uma personalidade reconhecível à distância. Um timbre que permanece disco após disco. E quando ele chega para solar na longa viagem de oito minutos aqui são poucos que podem competir. Tudo é bonito e até as pequenas escorregadas, se é que dá para falar nesse termo, se tornam música.

6 – Beach House – “Over and Over”
E o duo americano de dream pop classe Beach House segue revelando aos poucos seu novo álbum duplo, “Once Twice Melody”. E o nível segue lá em cima. No melhor momento, a dupla entrega esta música de mais de sete minutos que passam voando de tão bonitos, carregando uma letra um tanto quanto misteriosa porém belíssima. Voltamos aos comentários do YouTube, onde você pode encontrar um monte de fãs emocionados – desde o que se emocionou escutando a música comendo um lanche até o que declarou que esta é a música com sete minutos mais curta da história.

7 – Gabriels – “Blame”
A voz do momento: Jacob Lusk. Ele é o cara que conduz a beleza produzida pelo grupo californiano Gabriels, que ainda conta com os produtores Ari Balouzian e Ryan Hope. Eles têm uma boa estrada, mas só agora começaram a ganhar um devido reconhecimento – muito por conta do apoio generoso de nomes como Elton John, Celeste, Paul Weller, o radialista Gilles Peterson e o já saudoso Virgil Abloh, gênio da moda que partiu recentemente.

8 – Miso Extra – “1013”
Vai lá e conta para todo mundo que você começou a escutar Miso Extra antes de todo esse mundo – quase desconhecida ainda, a rapper leva sua origem meio inglesa e meio japonesa para sua música, um hip hop com versos em, isso mesmo, inglês e japonês. Lembra em uns momentos algumas coisas do Gorillaz, talvez. Mas carrega uma identidade própria bem marcante, até.

9 – Hippo Campus – “Boys”
Anota aí. Banda que vai ficar gigante real em 2022: esses caras de Minnesota. O quinteto já tem uma longa estrada, dois álbuns lançados e muitos elogios colhidos por aí, mas tudo indica que seu terceiro álbum, a ser lançado ano que vem, é daqueles que mudar o patamar de um grupo. Saca? Dos clubes para arenas, das arenas para estádios. Se bobear, é deles.

10 – Green Day – “She”
Agora que está na íntegra, é bom curtir alguns dos melhores momentos do Green Day na BBC. Pode agradar especialmente os fãs mais antigos, já que a coletânea cobre até a fase anterior ao bombado “American Idiot”.

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* A imagem que ilustra este post é do grupo inglês Idles.
** Este ranking é formulado pelo duo Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Top 10 Gringo – Arca na pole position da semana. Billie Eilish na lama existencial cola em segundo. Tierra Whack completa o pódio com rap. Rap?

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* O ano já dá sinal que está no fim quando os lançamentos começam a rarear. Com a lista dos melhores de 2021 já sendo soltas por todos os lugares, galera da música passa a guardar as novidades para depois que o ano novo chegar. Nessas, não foi fácil nesta semana encontrar dez músicas novinhas que agradassem. A gente precisou da licença apelativa de buscar algumas coisas que deixamos passar e outras até um pouco fora do nosso radar mais tradicional, indo até um superpop radiofônico. Tá?

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1 – Arca e Ryuichi Sakamoto – “Sanctuary”
A gente ainda não conseguiu escutar os QUATRO álbuns que a Arca lançou ao mesmo tempo tempo (“Kick II”, “Kick III”, “Kick IIII” e “Kick IIIII”). Ainda assim, neste derramamento musical épico, se destaca de cara esta superexperimental intervenção com o grande músico japonês Ryuichi Sakamoto, que não por acaso abre a faixa com a fala “Experimental Diva FM”.

2 – Billie Eilish – “Male Fantasy”
Não bastasse ser uma grande música e letra de Billie Eilish, “Male Fantasy” agora também é um dos grandes vídeos de sua carreira. Com a própria Billie na direção, ela sozinha em casa cria um retrato fiel e delicado de como são alguns dias solitários que uma pessoa com depressão/dor de amor enfrenta. Vídeo pesado e leve ao mesmo tempo.

3 – Tierra Whack – “Stand Up”
Engraçado que o novo EP da rapper Tierra Whack questione: “Rap?”. Mas é muito rap, Tierra. Ela chega pesado em “Stand Up”, pronta para reivindicar o trono. Fiquem ligeiros, Ye e Jay. Tierra também aproveita para se apossar do refrão clássico do Eminem (“Will the real Slim Shady please stand up?”), que já não era lá muito dele e tal.

4 – Phoebe Bridgers – “Day after Tomorrow”
Para a caridade, Phoebe lança anualmente canções de Natal. Neste ano ela escolheu regravar uma do Tom Waits, que chega a dialogar com canções natalinas, mas na verdade é uma música de protesto contra a guerra do Iraque no distante 2004. Apesar dessa marca, ela ainda funciona deslocada de seu tempo por retratar a figura do soldado distante de casa em uma guerra na qual não acredita – uma metáfora e tanto para tantas e tantas guerras que não são nossas, mas somos forçados a encarar.

5 – SZA – “I Hate You”
Som que a SZA já tinha lançado havia três meses apenas em seu Soundcloud anônimo, ainda que ela tenha jogado link no Twitter e tudo, “I Hate You” vê a luz do dia agora oficialmente. Bem boa.

6 – Spill Tab e Gus Dapperton – “Velcro”
Tem um tempinho que várias publicações falam do trabalho da esperta artista multifacetada Claire Chicha. Na confusão de sua trajetória e dos muitos lançamentos, não rolou de passar por aqui. Mas agora corrigimos essa rota. De origens coreana e francesa, ela que vive em Los Angeles e se define californiana pode ser de alguma forma contemplada pelo gênero bedroom pop, ainda que mais alternativo. Ela não tem álbum, mas já pode ficar no radar para os próximos anos.

7 – Jelani Aryeh – “Stella Brown”
Ainda na série de artistas que demoramos a sacar, brilhante o trabalho de Jelani Aryeh, garoto de 20 anos de San Diego. Novinho de tudo ele parece revigorar os melhores momentos do indie de quando ele nem era nascido. Indicado para fãs de Vampire Weekend, que vão pirar com outro som dele, “Trunk Song”.

8 – Kim Petras – “Coconuts”
Uma matéria do Buzzfeed traz no título que a alemã Kim Petras quer ser a próxima grande estrela da música pop. Prestes a lançar seu primeiro disco por uma grande gravadora, as chances parecem boas para ela se levarmos em contar o single “Coconuts”, um chicletaço com direito a muitos e muitos duplos sentidos para falar de seios.

9 – Gracie Abrams – “The Bottom”
Ok, talvez seja um pouco pop demais para a gente, mas na caça por novidades com tão poucas rolando encontramos esse som da novinha Gracie Abrams, a “Olivia Rodrigo da vez”, que lembra muito a Lorde do primeiro disco. É bom.

10 – Green Day – “Waiting – BBC Live Session”
Ao trazer à tona suas BBC Sessions, os velhos punks californianos do Green Day nos relembram os tempos mais inspirados da banda. De shows sempre bons, discos nem tanto assim.

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* A imagem que ilustra este post é da artista venezuelana Arca.
** Este ranking é formulado pelo duo Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Top 10 Gringo – The Vaccines puxa o “ranking do otimismo”. Vem com a gente, com a Jorja Smith, a St. Vincent, o Glass Animals, o Noel, a Olivia Rodrigo…

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* Talvez a questão mais importante identificada neste Top 10 seja um indicio de que músicas alegres e otimistas estão na ordem do dia. Dos gringos, no caso. Que já começam a ver uma luz no fim do túnel da pandemia, com galera vacinada e a retomada dos eventos gigantes. Nós ficamos aqui só observando? Por ora, são duas canções muito alegres no ranking, mas não se espante se esse número explodir em breve. Nesta era da música jovem vinculada bastante aos questionamentos da saúde mental, observemos.

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1 – The Vaccines – “Headphones Baby”
No mundo que já tem vacinas (a gente é desse tipo de piadista…) começa a nascer um punhado de músicas extremamente otimistas. Ainda que sejam dias complicados, é a esperança de um retorno às ruas, aos shows. E é nesse perfil que está o novo hit de Justin Young e cia. Talvez eles nunca tenham soado tão pop, tão cantarolável, o que pode alterar o patamar da banda no mundo se a música cair no gosto de todo (o) mundo. E é meio a ideia, se pegarmos os versos: ““Eu quero viver dentro de seus fones de ouvido, baby. Eu quero viver dentro de qualquer mundo em que você esteja”. A gente quer viver dentro desta música.

2 – Jorja Smith – “Addicted”
Após uma excelente estreia, Jorja lança um disquinho que é grande demais para um EP, mas que ainda não é seu segundo álbum. O que for, mantém a excelência musical, voz e bom gosto absurdos. E mais, “Addicted” tem um refrão viciante. Tem classe e é pegajoso, duas coisas que não costumam andar juntas? Mas Jorja consegue o improvável. Na segunda vez que ela canta, você já quer chegar no falsete com ela: “The hardest thing…”

3 – St. Vincent – “…At the Holiday Party”
Complicado escolher uma só do disco novo da St. Vincent. Já destacamos alguns singles aqui antes, que tal algo surpreendente? Vale prestar atenção neste número com gosto country e uma voz que soa muito similar a momentos maravilhosos da Joni Mitchell. Não é a St. Vincent que a gente se acostumou a ver, mas é uma St. Vincent tão legal quanto sempre.

4 – Glass Animals – “Space Ghost Coast to Coast”
É por conta de um vídeo bizarro que a gente resgata por aqui um som de 2020 do adorável Glass Animals. Sempre bom lembrar quanto talento tem na cabecinha do menino inglês Dave Bayley. Que doideira boa é capaz de sair dela.

5 – Sleater-Kinney – “Worry with You”
Sendo uma das bandas mais legais da face da terra, a atual dupla Sleater-Kinney (Corin Tucker e Carrie Brownstein) nem precisa sem esforçar muito para agradar a gente, ainda que, digamos, seu tempo já tenha passado. Será que já mesmo? Nesta nova empreitada, a primeira sem a baterista de longa data Janet Weiss, elas mostram que a possível divergência musical que rendeu o rompimento ainda não está clara, já que a banda manteve sua essência em boa medida. Ou deixamos escapar algum detalhe?

6 – Black Keys – “Walk with Me”
Mestre do blues, David Kimbrough, Jr. quase passou pelo mundo sem o devido reconhecimento. Em seus últimos anos, um documentário resgatou seu trabalho e colocou ele perto de nomes como U2 e Keith Richards. Fãs de seu repertório, a dupla do Black Keys pegou diversas preciosidades do mestre para seu disco de covers. Quem escuta “Walk with Me” sente o quanto a dupla já tentou escrever algo nessa mesma linha.

7 – Green Day – “Pollyanna”
Assim como nosso primeiro lugar, o Green Day escreveu uma ode ao otimismo. A banda também encara a volta à normalidade com uma turnê por estádios a caminho já no verão dos EUA. Pensando aqui qual vai ser a reação dos brasileiros quando notarem que tudo voltou ao normal, menos por aqui… Vai passar!

8 – Olivia Rodrigo – “Good 4 u”
O novo furacão pop, saído do colorido mundo da Disney, dá seus primeiros e grandiosos passos em sua carreira solo. Em seu terceiro single após dois estrondosos sucessos, a pegada é quase roqueira com direito a todos os lugares comuns de um som roqueiro, mas vale curtir a linha de baixo do começo. Nem parece que é um provável hit pop do ano.

9 – Noel Gallagher – “We’re on Our Way Now”
É curioso que Noel já revisite sua carreira solo de apenas três discos em uma coletânea. Ainda que celebre 10 anos de nova estrada, ele precisa disso? Mas, de todo modo, vale pela novidade “We’re on Our Way Now”, uma baladaça ao seu estilo e que parece fazer com o Oasis aquilo que o Oasis fazia com os Beatles, sabe? Aquele monte de deixas que lembram outros sons? Mas nem vale ficar de teoria da conspiração, pois ele recentemente disse que não vê esse retorno da antiga banda no horizonte. Tipo não está a fim, em palavras dele.

10 – Squid – “G.S.K.”
A gente repete o som do Squid aqui mais uma semana para destacar nossa paixão ainda crescente pelo disco de estreia desta banda, que rendeu um post enorme dando uma avaliada na repercussão do som deles pelo mundo – nota alta na Pitchfork, texto na New Yorker, entre outros feitos. Acho que andam lendo nosso Top 10, só pode ser.

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* A imagem que ilustra este post é o Justin Young, do Vaccines, animado. Desculpa o trocadilho.
* Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Popnotas – O line-up lindo do Pitchfork Festival (DESTE ANO!!). A alegria do Green Day. O show do Perfume Genius. E o Black Keys na TV

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– Previsto para setembro deste ano, o paulistano Coala Festival anunciou hoje que teve que adiar suas datas para o ano que vem, algo bem previsível há tempos, em se tratando de Brasil-il-il. Mas, se aqui a coisa anda triste demais e incrivelmente ainda fora de controle, lá fora os gringos se preparam para uma retomada gigante, empilhando confirmações e line-ups legais para este 2021 de meu Deus. Após as especulações do retorno do Lollapalooza, temos o anúncio das atrações do Pitchfork Festival, que rola em Chicago igual ao Lolla. Programado para os dias 10 e 11 de setembro (deste ano!!!!!!), as principais atrações incluem Phoebe Bridgers, Big Thief, St. Vicent, Angel Olsen, Erykah Badu, Thundercat, Kim Gordon, Black Midi – sim, minas de headliner e atrações que a gente acha a cara de um belo Popload Festival do futuro. Não pensa assim também?

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– Por falar em dias otimistas, essa é a atmosfera do novo single do Green Day, que leva o nome de “Pollyanna”. “Don’t let em get you down/ Don’t let em push you around/ We’re gonna take back the night/ Everything’s gonna be alright.” A megatour que eles dividem com Fall Out Boy e Weezer, cancelada pela pandemia ano passado, já está prevista para tomar estádios pelos Estados Unidos a partir do dia 24 de julho. Dá para entender a canção alegre deles assim.

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– O Palace Theatre, em Londres, acomoda 1,4 mil pessoas. Mas agora pode acomodar o mundo todo, se a gente tiver uma imaginação generosa. É que o músico canadense Perfume Genius, alcunha do talentoso Mike Hadreas, soltou uma apresentação na íntegra dentro do Palace, em seu YouTube. Gravado com o teatro vazio, o espetáculo de quase 1h30 passa por boa parte de seu repertório, do sucesso recente “You Body Changes Everything” até “Normal Song”, uma das queridas do seu segundo disco lááá de 2012. Que lindo que ficou.

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– E na promoção de seu novíssimo disco de covers, “Delta Kream”, uma coleção de blues e countries do arco da velha que inspiraram as origens do Black Keys, a dupla Dan Auerbach e Patrick Carney, de Akron, Ohio, foi até o Late Show do Stephen Colbert para apresentar na TV os dois primeiro singles do álbum: “Crawling Kingsnake” e “Going Down South”. Estes aí embaixo.

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Popnotas: Cardi B ataca o funk de SP, agora. King Gizzard e essa história estranha de shows presenciais. Green Day legal no bônus. E eles… os Greta Van Fleet

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– A conexão da Cardi B com o Brasil, após usar um trecho de um remix funk de um som seu no Grammy, ganha mais um capítulo. Esperamos que não ganhe também mais uma polêmica “boba”. A rapper novaiorquina (foto na home da Popload) postou em seu Twitter uma imagem onde escutava a música “Surtada” da cantora e dançarina de funk paulista Tati Zaqui com Dadá Boladão e OIK acompanhado da seguinte mensagem: “Quero fazer esta música em espanhol. Eu amo esta música”. Será que vai rolar mesmo? Tem brasileiro que pode ficar nervoso.

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– Os punks jovem-guarda-da-velha-guarda californiana Green Day celebram os 25 anos de “Insomniac”, seu quarto álbum, o primeiro após a explosão mundial de “Dookie” (1994), com um relançamento que já está pelas plataformas de streaming. O bônus são algumas músicas inéditas de um show em Praga gravado durante a turnê do álbum em 1996, numa época em que uma apresentação do Green Day era mais divertida.

– A banda americana ledzeppeliniana Greta Van Fleet é sempre um ponto polêmico. Mas quem curte eles já pode ficar na expectativa pelo seu novo álbum, que saí no dia 16 de abril. Quem não curte também, para falar mal hehe. “The Battle at Garden’s Gate” é o teste do segundo disco para o grupo. E pela quarta música que eles adiantaram, a balada “Broken Bells”, esse disco deve manter o debate sobre eles – esses caras estão renovando o rock ou repetindo a mesma coisa de sempre? A gente vem com a nossa opinião uma outra hora, mas não brigue por aí por causa dos Van Fleet.

– Já comentamos por aqui que na Austrália tem existido aquele negócio que chamamos de shows presenciais. Banda tocando, público vendo, todos no mesmo lugar. Tame Impala fez um desses e os malucos do King Gizzard and the Lizard Wizard também conseguiram e registraram uma apresentação que rolou em fevereiro. Dá uma inveja e tanto, mas é bom saber que existe um mundo possível quando a pandemia é combatida sem vacilos.

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