Em hierofante púrpura:

Top 50 da CENA – Jadsa segue 100%. Ou seria 10%? Hierofante Púrpura vem na cola com sua complexidade simples. E o BaianaSystem belisca o 3º lugar com um frevo

1 - cenatopo19

* Nesta semana tem história no Top 50 da CENA. Só que se a gente contar aqui o que é, logo de cara, vai ser um spoiler tão grande que vai dar uma estragada no andamento, então leia as novidades todas para decifrar esse mistério – um tanto dele está no título, é verdade. Mas vai descendo para entender melhor.

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1 – Jadsa – “Olho de Vidro” (Estreia)
A gente gostou desse hábito de repetir os vencedores de uma semana na outra. E, sejamos honestos, o disco da Jadsa merece mesmo essa celebração. Com essa citação aqui, ela se torna talvez a artista com mais menções no top 50 ao mesmo tempo. São cinco, ou seja, dez por cento da lista é Jadsa. Brinca com esta baiana, brinca.

2 – Hierofante Púrpura – “Tbm Sou Hipster” (Estreia)
O Hierofante Púrpura, digamos adepto de uma certa psicodelia indie rural, não é e nunca foi uma banda simples, embora essa “Tbm Sou Hipster” até pareça enganosamente uma música “normal”. É tipo uma trombada de Beastie Boys com MF Doom aprontando algazarras em cima de um sample em loop de um disco da Tropicália. Brinca com estes paulistas, brinca.

3 – BaianaSystem – “Reza Frevo” (Estreia)
Que bonita jornada o BaianaSystem inventou neste quarto disco. A obra em três atos se encerra com uma versão frevo da música que abriu o rolê lá no primeiro ato, a excelente “Reza Forte”. Aqui com a participação de Thiago França, a banda retoma o tema em uma citação instrumental que deixa o viajante mergulhado em memórias do disco que acabou de escutar.

4 – Giovanna Moraes – “Boogarins’ Are You Crazy?” (2)
Outro disco de camadas, umas claras de primeira ouvida e outras que vêm de encontro a você conforme o tempo de saboreá-lo vai se intensificando, é “III”, lançamento recente da multiartista paulistana Giovanna Moraes. Aqui, uma sagacidade sua foi premiada. Os Boogarins deram a sopa de largar um instrumental em seu álbum de sobras e a Giovanna foi lá e meteu uma letra sua. Agora a música é bem dela.

5 – Jadsa – “Sem Edição” (1)
“Sem Edição” é um som que mostra a capacidade de Jadsa de colocar muitas perspectivas na mesma conversa. Por aqui, Gal e Tulipa Ruiz interagem de igual para igual enquanto a música vem em forma de um mantra que cresce e acelera, uma brincadeira em um jazz que orgulharia João Gilberto e Itamar Assumpção, o grande homenageado do álbum.

6 – Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo – “Delícia/Lúxuria” (3)
Potente o encontro da banda indie paulistana com a produção da carioca Ana Frango Elétrico. Nada a ver, mas tuuuudo a ver. É especial o quanto no momento mais pop da música o instrumental fica ainda ainda mais doido. Talvez seja isso que estamos precisando. E logo mais tem o disco cheio, esse sim estamos precisando.

7 – Thiago Elniño – “Dia De Saída” (Estreia)
Que sacada do Thiago em colocar a bela voz do Zé Manoel para cantar um refrão destes: “Quando a gente sair daqui/ Eu não quero ter que lembrar/ Dos dias que as lágrimas regaram dores/Que o tempo não vai conseguir apagar”. No rap, uma ideia forte sobre suas potências tão invisibilizada pelo racismo.

8 – Luna Vitrolira – “Aquenda” (Estreia)
Este trabalho da pernambucana Luna Vitrolira é um bom capítulo de um gênero às vezes deixado de lado por aqui, que é o spoken word. Vale dar uma sacada pela qualidade do texto de Luna e pela experiência em aplicar muito bem suas escritas em diversos gêneros musicais.

9 – FBC – “Gameleira” (4)
O rapper mineiro Fabiano Soares, o FBC, impressiona com sua consciência fora dos padrões sobre o rolê todo. Consciência do hip hop em si, do cotidiano (seu e nosso), da política e da comunicação nas redes. Deste seu novo EP, produzido pelo VHOOR, a gente destaca, entre tantos bons momentos, esse hip hop atabacado de reflexão sobre tradições, tanto na letra quanto no beat.

10 – Rico Dalasam – “Última Vez” (5)
Este é o terceiro som do novo álbum do Rico Dalasam que a gente coloca aqui no top 50. Já abordamos uma das canções mais políticas do disco, a mais radiofônica e agora uma mais sobre relacionamento interracial, onde um lado não assume o outro, em um dos desdobramentos que seguem sendo abordados em outras músicas, como “Brailler” e “Mudou Como?”.

11 – YMA – “White Peacock” (6)
12 – Frank Jorge e Kassin – “Tô Negativado” (7)
13 – Mbé – “Aos Meus” (8)
14 – Giovanna Moraes – “Tudo Bem?” (9)
15 – Rico Dalasam – “Estrangeiro” (10)
16 – Rico Dalasam – “Expresso Sudamericah” (11)
17 – Jadsa – “Lian” (12)
18 – Djonga – “Eu” (13)
19 – Lupe de Lupe – “Cabo Frio” (14)
20 – LEALL – “Pedro Bala” (15)
21 – Barro e Luísa e os Alquimistas – “De Novo” (16)
22 – Felipe Ret – “F* F* M*” (17)
23 – Jadsa – “Raio de Sol” (18)
24 – BNegão – “Salve 2 (Ribuliço Riddim)” (19)
25 – Vanessa Krongold – “Dois e Dois” (20)
26 – Ale Sater – “Peu” (21)
27 – Jupiter Apple – “AJ1” (22)
28 – Apeles – “Eu Tenho Medo do Silêncio” (23)
29 – Lupe de Lupe – “Goiânia” (24)
30 – Rohmanelli – “Viúvo” (25)
31 – Boogarins -“Far and Safe” (26)
32 – Rincon Sapiência – “Som do Palmeiras” (27)
33 – Monna Brutal – “Neurose” (28)
34 – Luna França – “Terapia” (29)
35 – Yannick Hara – “Antidepressivos” (30)
36 – Ale Sater – “Nós” (31)
37 – Jadsa – “A Ginga do Nêgo” (32)
38 – Sessa – “Grandeza” (33)
39 – Artur Ribeiro – “Fragmentação” (34)
40 – Garotas Suecas – “Tudo Bem” (35)
41 – Winter – “Violet Blue” (36)
42 – Pluma – “Mais do Que Eu Sei Falar” (37)
43 – Tagore – “Tatu” (38)
44 – Kill Moves – “Perfect Pitch” (39)
45 – DJ Grace Kelly – “PPK” (40)
46 – Jamés Ventura – “Ser Humano” (41)
47 – Edgar – “Prêmio Nobel” (42)
48 – Jup do Bairro – “O Corre” e “O Corre” (Bixurdia Remix) (43)
49 – BK – “Mudando o Jogo” (44)
50 – Antônio Neves e Ana Frango Elétrico – “Luz Negra” (45)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, a cantora e guitarrista baiana Jadsa.
*** Este ranking é pensado e editado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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CENA – A volta do Hierofante Púrpura, com single, vídeo e álbum. E com o corpo são e a mente meio balão

1 - cenatopo19

* Com o corpo são, mas a mente meio balão, temos o primeiro single do mais novo álbum da ilustríssima banda Hierofante Púrpura, de Mogi das Cruzes, São Paulo. A música, “Tbm Sou Hipster”, além de estar em “Impermanências Lo-Fi Vol.2”, série de registros sonoros da banda gravados em fitinha cassete, marca a volta do grupo do casal Danilo Sevali e Helena Duarte ao disco cheio, não lançado desde 2016, com “Disco Demência”.

O Hierofante Púrpura, digamos adepto de uma certa psicodelia indie rural, não é e nunca foi uma banda simples, embora essa “Tbm Sou Hipster” até pareça enganosamente uma música simples. É tipo uma trombada de Beastie Boys com MF Doom aprontando algazarras em cima de um sample em loop de um disco da Tropicália.

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“Disco esse que herdamos da minha sogra. Com uma letra simples que me veio no banho”, diz Danilo, que também explica a história dos cassetes.

“No ano passado, já dentro destee período pandêmico, começamos a gravar muita coisa na 4track cassete, o que era um ótimo estudo e principalmente passatempo. Aí fomos juntando esses registros e eles começaram a clamar por vida própria. O primeiro experimento do ‘Impermanências Lo-Fi’ transformamos em um EP, no ano passado. Agora vem o ‘Vol. 2’, em forma de álbum cheio. E a ideia é fazer uma trilogia.”

“Tbm Sou Hipster”, cuja letra no vídeo da música explica a brisa, puxa esse “Impermanências Lo-Fi Vol.2”, a ser lançado em maio pelo selo Balaclava e gravado no tradicional QG da banda, o estúdio Mestre Felino, em Mogi. O HP está planejando mais um single antes de o álbum sair.

Toma esta, hipsters.

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Mini-Bananada do Sul, Festival Saravá, de Floripa, pede passagem na CENA indie brasileira com sua quarta e maior edição

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1 - cenatopo19

* Ah, este mundo maravilhoso de festivais indies brasileiros em que vivemos…

LaLeuca

No ano passado a Popload foi até o interior do Rio Grande do Sul para conferir o curioso, peculiar mesmo, festival Morrostock, que acontece à beira de um rio, perto de cachoeiras, clima de indie-bambolê, a 40 minutos de van sacolejante da cidade de Santa Maria, mato a dentro. O evento gaúcho, que já passou de uma década de realização, se estabeleceu de vez não só como grande evento do Sul do país como da CENA brasileira no geral.

Acontecendo já há quatro anos, o catarinense Festival Saravá, que mexe com Floripa por três dias neste final de semana, é outro que parece emergir de vez para a rota dos principais festivais indies do Brasil com a sua edição de 2018, a quarta ao total e a maior até agora. O evento traz para a bela capital de Santa Catarina, mais precisamente em dois lugares à beira da agitada Lagoa da Conceição, indo de sexta a domingo, nomes como Letrux (RJ), Carne Doce (GO), Bike (SP) e até um DJ set da Gabriela Deptulski, guitarrista e dona do My Magical Glowing Lens (ES), além de proporcionar uma mistura interessante entre bandas da região e esses grandes nomes da cena nacional já citados.

Segundo Adriano Saito, um dos produtores de toda junção do Saravá, o festival já está em sua quarta edição e decidiu marcar a data como uma estrutura e line up ainda maior. Também de acordo com ele, os eventos anteriores chegaram a reunir mais de 500 pessoas por edições, mas mantendo um formato bem menor do que estão trazendo para 2018.

Além do festival cheio de atrações, a produtora responsável, a Saravá Produções, já vem há algum tempo sacudindo a cena da região com shows de todos os tipos, do pernambucano Tagore até os paulistas do Black Papa. Com essa função constante, a produtora acabou abrindo caminho para fazer uma espécie de micro-Bananada (ocupando diferentes locais da cidade, com a ideia de aumentar isso na próxima edição) em uma região um pouco fora da rota comum de shows nacionais.

O Saravá não é só mais um a puxar a atenção do indie nacional para o Sul (além do já citado Morrostock e do conterrâneo Psicodalia, por exemplo, e cada qual no seu tamanho). Ele ajuda também a botar foco na cena local e, pela proximidade, na do Paraná, também. Como os Skrotes, Muñoz, Apicultores Clandestinos e a banda de garotas La Leuca, da foto que abre o post.

Veja a escalação completa mais abaixo.

Os ingressos com o primeiro lote já esgotado, estão disponíveis para venda no evento do Festival Saravá no Facebook e custam entre R$15,00 e R$100,00, incluíndo entradas para dias específicos ou passaporte completo. Junto aos shows, ainda acontece feira de vinil, bazares de arte local e exposições.

Confira a programação completa do Saravá:

► Sexta (9/3)
– PALCO LAGOA: Casa de Nocam
a partir das 22h
• Hierofante Púrpura (SP)
• Muñoz (SC)
• Cora (PR)
• La Leuca (SC)
• DJ Gabriela Deptulski (MMGL – ES)

► Sábado (10/3)
– PALCO JOACA: Àtôa na Jôa
a partir das 20h
• Tássia Reis (SP)
• Mulamba (PR)
• Trombone de Frutas (PR)
• Skrotes (SC)
• Apicultores Clandestinos (SC)
• DJ Lê Bafão (SC)

► Domingo (11/3)
– PALCO JOACA: Àtôa na Jôa
a partir das 20h
• Letrux (RJ)
• Carne Doce (GO)
• BIKE (SP)
• Orquestra Manancial da Alvorada (SC)
• The Cegus (SC)
• DJ Rafael Barros (SC)

** A foto da cantora Letrux, do Rio, que está na home da Popload chamando para este post, é de Sillas Henrique.

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CENA – Woodstock dos Pampas, Morrostock Festival convoca de Mutantes a Boogarins para propagar o indie paz-e-amor

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A Popload já carimbou seu passaporte indie em um número grande de cidades pelo Brasil em 2017 e neste final de semana desembarca no sul do país para conhecer um dos festivais mais pitorescos do circuito independente nacional: o Morrostock, que vai de hoje a domingo “perto” de Santa Maria-RS.

Nascido no interior do Rio Grande do Sul, mais precisamente na cidade de Sapiranga, o Morro (como é carinhosamente chamado pelos conhecidos de longa data), traz uma mistura de características que o faz um dos principais festivais rurais do Brasil. Bandas de todos os lugares do país e até de fora dele. Gente para todo lado e de todos os lados aproveitando as belezas naturais disponíveis no lugar (do banho de rio, cachoeira até a sombra das árvores, com todo mundo pintado na cara com “motivos indígenas”). Um line-up que mistura grandes nomes com novas apostas da cena indie.

Toda essa movimentação fora do centro do estado não é história que começou faz pouco. Ela já existe há um bom tempo ao comando da figura local Paulo Zé e a parceira de produção Marquise 51. De hoje a domingo o festival, que tem 11 anos de realização, traz uma escalação de bandas que começa com os medalhões Mutantes e vai até Francisco, el Hombre, Boogarins, Dingo Bells e a atração do último Popload Festival, o Ventre.

Essa mistura de nostalgia com novos ares ainda traz uma porção de bandas da inquieta cena gaúcha atual, junta de gringos e apostas de outros estados, como é o caso da americana Colleen Green, direto de LA, My Magical Glowing Lens, do Espírito Santo, e os locais Alpargatos, Akeem, Musa Híbrida, Cuscobayo e outros mais que povoam os dois palcos distribuídos pelo Balneário Ouro Verde.

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Como nem só de música vive a cena, junto à programação musical o festival ainda promete uma série de oficinas que vão de aulas de Yoga até práticas ecológicas. Quem se interessar pela experiência completa que o Morrostock oferece pode garantir seu ingresso no site oficial do evento e preparar sua barraca, já que a tradição entre os participantes é acampar no próprio festival e aproveitar 100% do contato que o festival pode oferecer com a natureza.

A festa começa hoje a partir das 21 horas e promete se estender durante todo o final de semana, com seu último show programado para perto das 18 horas do domingo.

** A convite da Marquise 51, o Popload acompanha a escalação completa do festival e te conta por aqui tudo sobre o o final de semana mais agitado do ano no Rio Grande do Sul.

*** Line up completo e venda de ingressos no site oficia do evento. Tem o pôster aqui embaixo, anyway.

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**** As fotos p&b que ilustram esta página + a chamada da home da Popload são de Tuany Areze.

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CENA – Bananada 5 de 7 – Baiana System, Céu, Ventre, Hierofante Púrpura…

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* Popload em Goiânia. Dando continuidade à…

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Vamos encerrar, então, a cobertura do Bananada 2017, evento capilar da cena indie nacional que se encerrou no último domingo na destemida Goiânia, no setor dos indies. Tudo devia estar aqui na sexta passada, mas o mundo ficou meio louco neste último final de semana, então capitulamos. E agora retomamos o especial.

A sexta-feira do Bananada (falamos de 12 de maio) deu início ao festival “de verdade”, grande, cheio de palcos, tudo concentrado no lindo Centro Cultural Oscar Niemeyer. Parou a fase South by Southwest, entrou a fase Primavera Sound. Dois palcões responsa intercalava as atrações principais do dia, apresentados pelo “compere” Carlos Eduardo Miranda. Neles tocaram Baiana System, Céu (foto abaixo), Ventre, Fióti, Barro e mais uma galera.

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Do outro lado do festival, outros dois palcos representavam o “verdadeiro Bananada”, mais indie, menos gigantesco. O palco Slap, que perto da meia-noite virava o El Club, com DJs e performers para botar o povo para dançar (Jaloo, Selvagem). E, em frente, tinha o palco que reproduzia a Casa do Mancha (casa-clube de São Paulo), com shows do bom Raça, do meio-boogarins Luziluzia, o deslocador de tempo e espaço E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante e o Hierofante Púrpura, que, olha, perdi algumas coisas, vi parte de outras, mas o grupo de Mogi das Cruzes periga ter feito o show mais legal da sexta-feira. Talvez. Esses dois palcos “alternativos” tinham as atrações apresentadas pela incrível radialista Roberta Martinelli.

Abaixo, alguns dos momentos da sexta no Bananada 2017, em vídeos feitos por mim e fotos incrí do Ariel Martini, do I Hate Flashzaço.

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O show ao vivo mais explosivo da cena brasileira, um “Asian Dub Foundation meets Major Lazer meets Carnaval baiano”, o Baiana System agitou o Bananada

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Público do Bananada 2017 no Centro Cultural Oscar Niemeyer, durante show do Baiana System

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A MPB do gueto de Evandro Fióti foi um dos destaques do primeiro dia “grande” do festival goiano

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O trio carioca Ventre e seu show politizado em ação na 19ª edição do maior evento indie do Centro Oeste

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Mais público do Bananada, mais Oscar Niemeyer, mais Baiana System

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* A foto que ilustra a chamada deste post, na home da Popload, traz a baterista Larissa Conforto, do Ventre.

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