Em holger:

CENA – De olho em 2018, Holger lança vídeo de música de 2014

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* A veterana banda paulistana Holger, lá se vão 11 anos de estrada, tem três boas-novas para dar. Primeiro que o grupo, agora em 2018, vai lançar um novo álbum, já gravado e em fases de mixagens e pós-produções em geral. Segundo que este novo disco, o quarto da carreira da banda, que balançou o indie nacional em 2008 com o EP “The Green Valley” e foi até o Texas (Sxsw) e o Canadá (Pop Montreal) para mostrá-lo, vai se chamar “Relações Premiadas”. E, terceiro que, depois de uma fase tropical envolvendo axé e outras brasilidades, o novo álbum deve representar uma volta à origem, ao “velho Holger”, mais próximo do indie rock baseado em guitarras.

Tudo isso e muito mais vai ser falado nesta noite, nesta semana, no programa CENA, da Popload Radio que vai ao ar nesta noite. Mas essa é outra história que já já contamos.

O que tem, agora, é que desovando ainda material do disco “Holger”, de 2014, a banda aparentemente fecha um ciclo lançando um vídeo para a música “Trapaça”, deste já longínquo terceiro álbum.

O vídeo, você vai ver aí embaixo, é uma pintura.

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CENA – Holger antecipa o Carnaval na Bud. Mas todo Carnaval tem seu…

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* Não, não vou citar Los Hermanos nesta altura do campeonato, né?

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* O cenário é de um daqueles yards americanos abertos, mas fechado. Tem barbearia, estúdio de tatuagem, maquiadores, lojinhas fashion, bar do Mandíbula e quadra de basquete. E DJ tocando. E banda tocando. É quase uma block party. Na “guerra de verão” das cervejas por agitos musicais a Budweiser montou um interessante playground jovem na Barra Funda, em São Paulo, que já funciona há vários dias. Neste domingo teve Carnaval e psicodelia, com o aval curador da atuante marca MECA e do selo-agito Balaclava Records.

O responsável pela parte da “folia” foi a banda indie-tropical com ginga axé Holger, veterana já da CENA, mas com um público cada vez mais jovem e “atuante”, carnavalescamente falando. E participativo.

Foi um dos shows mais “alto-astral” que eu assisti no indie brasileiro nos últimos tempos. Galera cantando tudo, subindo no palco, banda inspirada e muito feliz.

O Holger tem 10 anos de estrada. E parece que esse clima alegre de guitarra “Chiclete com Banana meets Nile Hodgers” tem prazo para acabar. O fim deve ser com o lançamento neste ano, no segundo semestre, do seu próximo álbum, que começa a ser gravado em junho. A banda tem perto de 20 músicas prontas desde o ano passado. E o perfil delas é de um som mais cru, mais Holger “do começo”.

“A idéia é permanecer o mais cru possível. Mais rock. Com músicas talvez não tão veraneias quanto o resto da carreira do Holger”, disse o doutor Marcelo Altenfelder, um dos vocalistas e instrumentistas da banda.

“Queremos esse disco assim, tanto pelo que podemos entregar quanto pelo momento que vivemos. Sempre fomos muito detalhistas e sempre buscamos discutir minuciosamente tudo. Dessa vez a idéia é tentar permanecer o mais cru possível. O momento todo é muito cru. O verão acabou. A crise chegou. A idade chegou.”

O próximo disco não vai ter convidados nem produtor externo. “É um disco que precisa ser rápido e nosso. Ainda não tem nome, mas a pegada é mais próxima do que é o Holger ao vivo. Devemos ir tocando as novas nos próximos shows. Começamos a ensaiá-las na última semana. Não vamos esconder o disco. Aliás a idéia é ir testando ele aos poucos até junho, quando vamos gravar no sítio do Gui Jesus Toledo (estúdio Canoa)”, conta Pata.

“Estamos completando 10 anos de banda. É bom se sentir livre. Até o disco ficar pronto, vamos fazendo shows, sangrando o dedo etc.”

Um pouco do Holger tropical pré-Carnaval, de ontem, no Budweiser Basement, na Barra Funda!


** A foto deste post e a da home da Popload são de Raul Aragão, do I Hate Flash.

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Domingão do agito: Holger na Bud, Molodoys no Mancha, Mos Def no Joia

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* Quem vai onde? O domingo tem bloquinhos, futebol, espera pelo chatão Grammy, primeiro episódio da nova temporada de “Girls”, exposição literária no Mirante e… shows.

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* Se tudo der certo, às 20h, o famoso e infamous rapper e ator americano Mos Def, que hoje atende pelo nome Yasiin Bey, faz FINALMENTE seu “último show” no Cine Joia, na Liberdade, apresentação que originalmente era sexta-passada e/ou do ano passado. Os ingressos estão esgotados, mas na porta pode aparecer algo se as pessoas que optaram por devolver entradas da sexta-feira não aparecerem. Um dos melhores rappers da história, ele não só está mesmo no Brasil (foto na home tirada no aeroporto do Rio, ontem) como parece, pelos relatos, que fez um show espetacular neste sábado no Rio de Janeiro (imagem acima), cantando hits, fazendo freestyle e até sambou. Infos gerais aqui.

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* Nesta batalha dos eventos de cerveja que inundam de cevada o calendário paulistano, o Budweiser Basement, na Barra Funda, apresenta hoje, desde agora 16h até 23h, os shows da sempre boa banda local e já veterana Holger (imagem acima) e da curitibana Marrakesh, da turma psicodélica da Honey Bomb Records, do Sul. Caxias do Sul. A curadoria do rolê é da galera multiações do MECA, em parceria com a Balaclava Records. Só gente boa no palco e fora dele. Tem exposição de fotos, um minimercado de produtos ligados ao MECA, maquiadoras para embelezamento de ocasião, tattoos e barbearia. Nomes em lista. Infos aqui.

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* Na reabertura da Casa do Mancha depois das férias, em evento que começa às 17h e acaba 22h, três bandas de SP dão a largada ao 2017 da Casinha. A psicodelia brasileira do quarteto Molodoys (foto), algo entre o tropical e o caos, com a voz mais maldita da CENA, é uma das atrações, da programação que ainda vai ter o afrobeat funkeado do rock experimental do Monstro Extraordinário e a jazzy Saruê. A entrada custa 20 golpinhos. E as info necessárias estão bem aqui.

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CENA – Balaclava faz a ponte aérea indie funcionar no final de semana com festival em SP

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* Por três dias, de amanhã a domingo, o selo Balaclava Records, que é novo na idade mas já tem uma extensa lista de serviços prestados à música independente, apronta mais umas das suas ao realizar, no Centro Cultural São Paulo, o festival Conexão Rio-SP. A idéia é botar em ação, na sexta, no sábado e no domingo, duas bandas ótimas por noite, uma de SP, outra do Rio, duas das cenas mais vibrantes em nomes novos do indie brasileiro. E, claro, vai acabar rolando alguma jam em cada noite.

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A programação consiste nas seguintes combinações:

* Amanhã, sexta, 19h
– Hierofante Púrpura (SP)
– Ventre (RJ, o da foto na home da Popload)

* Sábado, 19h
– Terno Rei (SP)
– Bilhão (RJ)

* Domingo, 18h
– Holger (SP)
– Do Amor (RJ)

Todas as bandas são da Balaclava Records. O festival marca também a entrada do grupo Do Amor (foto acima) no selo.

Os ingressos custam R$ 20 (um dia), R$ 30 (dois dias) e R$ 40 (todos os dias), em preços de inteira. Eles podem ser comprados ou na bilheteria do CCSP ou via internet, aqui.

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CENA – É artsy e tem sotaque turco: veja o novo vídeo do Holger

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A esperta armada paulistana Holger, banda que mistura elementos sonoros que remetam do Pavement ao É o Tchan, com tudo no lugar, lançou um vídeo bizarro/artsy para “Sexualidade e Repressão Sexual”.

Em pleno movimento rumo ao quarto disco, já “pronto”, com gravações agendadas para o começo de 2017, o grupo realizou esta produção visual para a faixa que encerra o EP de nome quase parecido, “Sexualidade e Repressão”, lançado neste ano.

O vídeo conta com registros feitos pelo vocalista Marcelo Vogelaar – aka Tché – em viagens por cidades turcas como Capadocia e Istambul. O EP é composto por quatro faixas em pegadas minimalistas, quase intimistas. Essa “Sexualidade e Repressão” é bem boa e o vídeo idem.

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