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Popload estreia live diária no Stories com galera da música, para papo e session. Nesta quarta: Flávio Juliano, do FingerFingerrr, 14h

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*** Update ***

A live, que estava inicialmente marcada para ontem à noite, vai ser realizada hoje, 14h. A razão da mudança, segundo soubemos, foi a impossibilidade de cone≈ão para uma atividade assim na noite de terça, pós-discurso polêmico de Jair Bolsonaro, que levou todo mundo à rede para comentários, gerando um tráfego gigantesco. Tentemos novamente na tarde desta quarta.

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* A partir desta noite, 21h, a Popload entra no esquema de lives para entreter os quarentenados dos dois lados da câmera, eu + meus convidados e você, e conversar sobre música. Não só conversar, como tocar música. No esquema caseiro. ATÉ PORQUE SÓ DÁ PARA SER ASSIM.

Começa daqui a pouco, então, 9 da noite, mas não necessariamente será todo dia às 9. A gente avisa aqui e nas redes o horário certo do dia. No dia.

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O esquema rola na conta de Instagram da @poploadmusic, no Stories. E o convidado de hoje com uma história incrível a contar (e músicas a tocar) é o brother Flavio Juliano, a metade da banda punk pop paulistana FingerFingerrr, baixista e guitarrista. Ou um músico que toca baixo como se fosse uma guitarra. Enfim.

A história, sem dar muito spoiler, é que o FingerFingerrr ia tocar no festival South by Southwest, no Texas. Com tudo pronto, viagem engatilhada, véspera de ir para o aeroporto, o Sxsw foi cancelado. Mas a dupla resolveu ir assim. E quase não consegue mais voltar.

Por que eles resolveram ir mesmo com o cancelamento e o que aconteceu nos EUA à medida que o contágio do vírus ia aumentando exponencialmente o Flavio vai falar na Live, daqui a pouco, 21h.

Quem quiser pode fazer perguntas, para mim e para ele. Responderemos na medida do possível.

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Em sua estreia solo, Laima Leyton traduz seus papeis de mulher com disco conceitual DUPLO e em vinil

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* Fiquei confuso se colocava este post como CENA, mas a cantora, instrumentista, produtora, ativista paulistana Laima Leyton está tão internacional, altas conexões britânicas e belgas, que deixa fora mesmo.

O negócio é que ela está lançando em novembro, na Inglaterra, onde mora há anos, seu primeiro disco. Disco DUPLO, ainda por cima. Em vinil, para acabar. Com o título de “Home”, tratado como um álbum “conceitual” e que hoje mesmo vê ser lançado o primeiro single, da faixa que dá nome ao trabalho: “Home”, música que você ouve lá embaixo.

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“Home”, o disco, que sairá em 8 de novembro, tem nas batidas a participação óbvia e especialíssima de Iggor Cavalera, seu parceiro da vida real e do projeto Mixhell, que aconteceu de ser um dos reis do thrash metal mundial em seus tempos de Sepultura e ainda hoje mantém certa divindade em suas excursões lotadas com o Cavalera Conspiracy, junto ao irmão Max. A produção do álbum de Laima Leyton é dos irmãos belgas Dewaele, os brothers do duo 2ManyDJs e capos da bandaça Soulwax, da qual ela e Iggor agora fazem parte, desde a última turnê. Inclusive o disco de Laima sai pelo selo deles, o DEEWEE.

Pronto: conexões Bélgica-UK devidamente estabelecidas.

“Home”, a música”, é uma conceitualmente (viu?) instigante faixa artsy que mistura um mantra vocal com um sintetizador com os botões girando delicada e economicamente que pode parecer uma música incidental de abertura para o que vem na sequência no disco como ser a obra-prima completa do álbum. “Home” exatamente equilibra todas as inquietudes de Laima em dividir seu tempo entre a movimentada carreira criativa e as questões cotidianas de ser mãe e “manager do lar”.

“É como se fosse um álbum de família num outro formato”, define Laima sobre o disco todo, não só sobre o single. “Precisei encontrar nele o balanço da dicotomia em que vivo, em ser mulher, mãe e produtora, e me sentir satisfeita nesses papeis. Todos esses sentimentos estão nas músicas do disco.

Há uma quase-poesia (no formato) na letra desse single, que está sendo lançado agora para antecipar o álbum. “We build a nest, a lot of comforts, and then we leave / And we we leave, we crave for home, and all the comforts.” Na parte final, ou o que seria uma parte final, Laima conclui mais ou menos assim: “Todas as pessoas que estão juntas com a gente na caminhada, nós as chamamos de ‘lar’”.

Voltaremos a falar mais sobre “Home”, o disco. Por enquanto absorva essa “Home”, o single.

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* As fotos de Laima, a deste post e a que ilustra a chamada da home da Popload, são de Justinas Vilutis.

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Que semana! Nine Inch Nails desencava Joy Division e toca “música intocável” em turnê americana

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* É época de não de parar de postar Nine Inch Nails. Todo dia tem coisa interessante acontecendo sobre a banda de Trent Reznor. O grupo, de Cleveland, está no meio de uma forte turnê americana e ontem sacou um Joy Division no meio do show de Morrison, no Colorado.

A banda tem marcado este giro atual pelos EUA com raridades. Na noite passada, tocaram “Dead Souls”, da famosa e trágica formação inglesa, um clássico tanto lá quanto cá, mas que nas mãos do NIN não era apresentada ao vivo desde 2013. Temos vídeo:

Além disso, teve “Home”, pela primeira vez no setlist desde 2009, e “All the Love in the World”, que não ganhava performance live há cinco anos.

Mas, talvez, para os fãs de Nine Inch Nails, o momento mais marcante da semana se deu no dia anterior, quarta, ainda em Morrison, quando no bis apareceu “The Perfect Drug”, famosa música de Trent Reznor feita para o filme “Lost Highway”, de David Lynch (1997), que nunca tinha aparecido em shows. A música nunca apareceu em álbum do NIN.

Segundo Trent Reznor, desde que a música foi composta, eles ensaiaram algumas vezes, mas nunca acharam um jeito “correto” de tocá-la. Uma vez colocaram num setlist de um show em 2007 que seria propositalmente interrompido pela “polícia” como parte de um ARG (alternate reality game) que estavam fazendo para promover o lançamento do disco “Year Zero”. Na última quarta, enfim, a música apareceu, 21 anos depois de feita.

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Saiu outro som inédito do Chromatics. Atenção: não está no novo disco

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Lá se vão quatro anos que o Chromatics, armada esperta de Portland formada especialmente pelo compositor/produtor Johnny Jewel e a gata vocalista Ruth Radelet, lançou seu último disco cheio, “Kill For Love”. Desde o ano passado se fala em “Dear Tommy”, o tal novo disco de inéditas do qual já conhecemos nada menos que seis músicas. Mas, no momento, o status é “pode ser lançado a qualquer momento”.

Enquanto não lança o álbum novo, a dupla gravou canções para a trilha sonora de um filme belga chamado “Home”. A produção da trilha, inclusive, é de Jewel, e é composta basicamente por canções do Chromatics, Symmetry e do próprio produtor.

Uma das faixas foi publicada hoje, sendo uma canção inédita creditada ao Chromatics, chamada “Magazine”. Eles já informaram que esta não estará em “Dear Tommy”. A trilha será lançada dia 14 de outubro, mas o filme apenas em janeiro.

“Magazine” ganhou até vídeo, mesclando imagens do filme e outras amadoras. A direção é de Fien Troch.

Home OST – Tracklist
01. Chromatics – Magazine
02. Chromatics – Paradise
03. Symmetry – Magician
04. Symmetry – Alligator
05. Symmetry – Countdown
06. Chromatics – Running From the Sun (End Credits Version)
07. Johnny Jewel – Home
08. Johnny Jewel – Subdivisions
09. Johnny Jewel – Trust
10. Johnny Jewel – Remorse
11. Johnny Jewel – Endless
12. Johnny Jewel – Isolation
13. Johnny Jewel – Decay
14. Johnny Jewel – Youth

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Música do ano? "Home", Austra

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* O angelical grupo canadense Austra, uma espécie de electroopera dark-wave (A “Spin” chama eles de “dark electroni-poppers”, mais legal), vem soltando pedaços de seu novo disco, “Olympia”, que sai no meio de junho nos EUA e na Europa pela Domino Records. O disco, da banda da loira Katie Stelmanis, vai ser puxado por essa linda “Home”, que apareceu em vídeo no feriadão. O Austra tocou em São Paulo (Sónar), no ano passado, o show de seu álbum de estreia, lançado em 2011. Tem uma longa turnê já marcada por EUA e Europa que vai até o final do ano. Em lugares como Londres, Paris e Berlin os ingressos já estão esgotados.

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