Em iggy pop:

Iggy Pop toca “nova” música do amigo David Bowie, que estará em mais uma coletânea do saudoso astro inglês

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No próximo dia 21, mais uma época da carreira de David Bowie será lembrada no quarto box especial de uma série que revisita o legado do gênio inglês que tanto sentimos falta.

“David Bowie Loving the Alien (1983-1988)” relembrará uma das fases de maior sucesso comercial do britânico e contará com algumas faixas que ganharam trato especial. Uma delas é “Bang Bang”, que tem uma nova releitura, apresentada por ninguém menos que Iggy Pop, em seu programa na BBC Radio 6 neste final de semana.

Antes deste projeto que engloba o período de 1983 a 1988, foram lançadas as coletâneas “David Bowie Five Years (1969-1973)”, “David Bowie Who Can I Be Now? (1974-1976)”, e “David Bowie A New Career in a New Town (1977-1982)”, uma em cada ano, desde 2015.

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Underpop Iggyworld: vem aí um dos melhores lançamentos do ano. Ou o melhor, talvez. Com Underwold, Iggy Pop, e o espírito de Trainspotting

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Boooooooooooom. Parceria que estremeceu o indie e o pop no fim do mês passado, os deliciosos Underworld e o Deus Iggy Pop anunciaram para 27 de julho um EP em conjunto. A dobradinha não parou em “Bells & Circles”, som divulgado em maio passado, potencial melhor música de 2018.

O Underworld, você sabe, é uma armada eletroindie que assolou a música eletrônica alternativa europeia nos anos 90, embalados especialmente pela edição 1 do icônico “Trainspotting”, que teve também Iggy Pop como uma de suas vozes. Não o bastante, e coincidentemente, duas décadas depois a dupla formada por Karl Hyde e Rick Smith reencontra o roqueiro. Que mundo maravilhoso.

O EP se chama “Teatime Dub Encounters” e terá quatro canções no total, incluindo a já conhecida “Bells & Circles”, e agora a também divulgada “I’ll See Big”, na qual Iggy reflete sobre a dificuldade de se manter as amizades hoje em dia. Diz o Underworld que a inspiração da letra surgiu de um papo entre o Iggy e o Danny Boyle, falando do termo “amizade” na sequência “T2: Trainsportting”. Viu só como tudo está ligado?

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London calling: E o fascinante Underworld virou de novo a “banda do momento”

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* Popload em Londres.

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* Uma das bandas mais cool do Universo desde aquele filme daquela fase dos anos 90 que envolvia aquelas músicas, aquelas “chemicals” e aquele mantra “choose life, choose a job, choose a career”, a veterana armada indie-eletrônica Underworld mais uma vez virou “nome quente” da cena inglesa agora, mexendo com velhos fãs e ídolos e atingindo até milênios numa tacada só. Explico.

Música nova e música velha trouxeram o maravilhoso Underworld ao assunto, causando EUFORIA. Vi essa palavra sendo usada em três resenhas e não tem nada melhor para descrever.

Primeiro que o Underworld lançou uma de suas novas músicas eletroinidies estupendas, sonzeira retromoderna absurda com sua marca e ninguém menos que mister Iggy Pop cantando a melhor letra dos últimos anos, lembrando as dores e as delícias de se fumar em avião antigamente. Essa parceria Iggy+Underworld se chama “Bells & Circles” e é uma delícia por onde quer que se olhe e escute: vídeo, som, letra, performance.

Iggy Pop e Underworld foram as duas grandes estrelas nos meados dos anos 90 da famoooooooooooosa trilha sonora do famooooooooso filme escocês “Trainspotting”, à época uma obra importantíssima para o cinema, as relações sociais de galera, a moda e, claro, a grande explosão da música eletrônica de pista e rádio e shows.

Engraçado estarem de certa forma juntos hoje em dia, neste momento.

Mas eis que, daquela era, falamos de 1995/1996, o grande hit de pistas, da Radio One, de “Trainspotting” e da vida da moçada indie-eletrônica “eufórica” da época como um todo era “Born Slippy”. Bom…

Neste final de semana o conglomerado de mídia BBC, que tem duas das mais legais rádios “jovens” do planeta, promoveu um de seus famosos festivais, o “The Biggest Weekend”, quando eles reúnem um monte de bandas velhas e novas maravilhosas numa cidade do Reino Unido para um graaaaaaande final de semana. No caso deste Biggest Weekend especial 2018, foram em quatro cidades britânicas: Belfast (Irlanda do Norte), Perth (Escócia), Coventry (Inglaterra) e Swansea (País de Gales).

Já falamos desse evento ontem aqui na Popload, mas guardei o Underworld para um post isolado e especial, este aqui.

Pois uma das mais badaladas apresentações de toooooodo o BBC Biggest Weekend foi exatamente do Underworld, em Belfast, por causa da comoção que foi a performance deles exatamente para a novíssima “Bells & Circles” e para a antigaça “Born Slippy”.

Olha que emoção. Olha o Karl Hyde, 61 anos, dançando. Olha o povo com as mãos para cima. Sério.

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Muitas lendas envolvidas. Iggy Pop e Jarvis Cocker se unem para reeditar canção de Nick Cave

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Duas lendas da música se reuniram para reeditar uma canção de outra lenda. A mistureba toda envolve a dupla Iggy Pop e Jarvis Cocker, que se reuniram para regravar “Red Right Hand”, do Nick Cave. Apenas.

A canção é trilha da série Peaky Blinders, que vai ao ar na BBC 2 desde 2013 e é baseada no dia a dia da gangue de mesmo nome, que vive em Birmingham.

A cada temporada, a trilha da série, esta do Nick Cave, ganha uma releitura. A versão dessa nova é de total responsa, então, e pode ser ouvida abaixo.

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Filme de Iggy Pop e Josh Homme estreia no Brasil dentro da SIM-SP. De graça

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* No próximo dia 9 de dezembro, dentro da movimentada programação da SIM – Semana Internacional de Música de São Paulo, que acontece entre os dias 6 e 10, tem estreia nacional o filme “American Valhalla”, obra sobre a gravação do disco “Post Pop Depression”, o último trabalho do lendário cantor Iggy Pop e que teve parceria de alma com Josh Homme, o guitarrista do Queens of the Stone Age.

“Post Pop Depression” foi lançado em março de 2016 e fez Josh Homme parar as atividades do QOTSA para integrar a banda de Iggy Pop e fazer uma grande excursão mundial com o veterano músico. O álbum e a banda
ainda tiveram participações de caras como Matt Helders, do Arctic Monkeys, na bateria, e o faz-tudo Dean Fertita, outro do QOTSA.

“American Valhalla”, que dá nome ao documentário, batiza também uma das muitas músicas legais do 18º álbum de Iggy Pop.

O filme passou em cinemas americanos em 2017 e fala do processo criativo do álbum e desta junção absurda entre dois grandes músicos, cada um em seu tempo. E da gravação secreta do disco, que aconteceu no famoso Racho De La Luna, o estúdio do deserto do Mojave, no lado da Califórnia. E sai de lá com os músicos para a turnê europeia. Até o célebre chef Anthony Bourdain, que gravou um de seus grandes programas lá, participa do filme.

“Post Pop Depression” estava sendo finalizado quando Iggy Pop recebeu a notícia da morte do amigo David Bowie. Em “American Valhalla”, o doc, Iggy Pop filosofa em alguns momentos sobre morte e pós-morte. A música que dá nome ao filme nasceu de uma troca de mensagens entre Iggy e Josh sobre “Valhalla”, que seria um lugar meio paradisíaco meio celebratório para onde as pessoas mortas são levadas, segundo a cultura nórdica. Os músicos, nos textos de celular, discutem se existiria um lugar assim na América deles.

“American Valhalla” vai ser exibido, então, às 17h do dia 9/12, na sala Lima Barreto, no Centro Cultural São Paulo. A entrada é gratuita. 50% dos ingressos é destinado aos credenciados da SIM
São Paulo; 50% dos ingressos gratuitos para o público em geral. É preciso
retirar ingresso com 1 hora de antecedência.

Confira o trailer:

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