Em isle of wight:

Noel Gallagher, IDLES, Biffy Clyro… Um pouco do que rolou no Isle Of Wight Festival neste final de semana

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Foto: Dyan Roberts

Foto: Dyan Roberts

Neste final de semana, rolou na Inglaterra o tradicional Isle Of Wight Festival, evento que fez grande sucesso no fim dos anos 60, retornou em 2002 e acontece anualmente desde então nos arredores de Newport.

Mesclando música nova e especialmente música velha, o festival reuniu nomes consagrados da música britânica “recente”, como Noel Gallagher e Richard Ashcroft, nomes “novos” como Miles Kane e Biffy Clyro e muito novos como o Idles, berrando “I fucking love you” para um público majoritariamente acima dos 30 anos. Haha.

Abaixo, alguns vídeos disponibilizados pela própria organização do IOW, entre eles o James (lembra?), a Lilly Allen e até o Rick Astley.

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Depeche Mode, Killers, Kasabian… Um pouco mais do que rolou no Isle Of Wight 2018

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Falamos aqui mais cedo um pouco do Isle Of Wight, festival inglês que comemorou neste ano seus 50 anos de existência. Além do Liam Gallagher, algumas outras atrações de peso formaram o line-up do evento. E parte dos shows foi mostrada ao vivo na TV inglesa.

O Depeche Mode, por exemplo, teve quatro canções transmitidas, como a nova “Cover Me” e a clássica “Never Let Me Down Again”. O Killers também apareceu na telinha com sons tipo “Humans” e, claro, “Mr. Brightside”.

O Kasabian, headliner da sexta, teve o show todo transmitido. O Blossom, promessa da nova cena britânica, teve seus 40 minutinhos de shows mostrados ao vivo. Banda boa eles. O James Bay também apareceu. E teve a bagunça do Nile Rodgers e seu Chic. Um pouco de cada, tudo abaixo.

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Futebol é pop: Liam Gallagher e Peter Crouch mudam a rotina do Isle Of Wight, na Inglaterra, por causa da Copa do Mundo

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Um dos festivais mais importantes do verão europeu, o Isle Of Wight, que surgiu lá no fim dos anos 60, de edição histórica em 1970, retomado em 2002 e que desde então leva muita gente para os arredores de Newport, na Inglaterra, teve sua edição 2018 (e comemorando 50 anos de nascimento) realizada neste final de semana, com uma penca de atrações boas, ainda que esteja acontecendo uma Copa do Mundo na Rússia. Até porque, futebol e música caminham juntos. Afinal, futebol é pop, ainda mais na Inglaterra.

E ao menos dois personagens levaram um pouco de futebol para o evento. Primeiro, Liam Gallagher. O intrépido ex-Oasis era atração principal do domingo. Mas, por causa do jogo da Inglaterra contra o Panamá, pediu para ser remanejado para o sábado, antes do Depeche Mode. Prioridades, óbvio. Fez seu show lindão e mostrou clássicas obscuras do Oasis, tipo “Listen Up”. Boa parte do show pode ser conferida abaixo, até a BBC deixar.

** Quem também apareceu no festival foi Peter Crouch. Atacante gigante que defendeu a seleção inglesa em Copas anteriores, que ganhou até musiquinha personalizada, o jogador apareceu no palco justamente antes do Liam Gallagher e cantou um trecho de “Three Lions”, maior hit da banda The Lightning Seeds, de 1996, que acabou se tornando o hino pop da seleção local. O trecho mais famoso do refrão – “It’s Coming Home” – faz referência à volta do futebol ao seu berço 30 anos após o título da Inglaterra na Copa de 1966, e acabou sendo tuitado pelo Liam após a vitória de 6 a 1 sobre o Panamá.

O Crouch, já na sexta, foi flagrado também durante o show do Kasabian, no meio de um mosh pit com a galera. Haha. Gênios. Futebol é ou não é pop?

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Eddie Vedder emocionado, palco do Noel Gallagher pegando fogo, Bruce Springsteen cantando Beatles. O que rolou no Isle Of Wight

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Durante o final de semana, rolou em Newport mais uma edição do Isle Of Wight, seu décimo aniversário após o retorno em 2002 daquele que foi um dos principais eventos voltados para a música nas décadas de 60 e 70.

Sempre apostando numa mescla de line up com nomes novos e nomes bem clássicos, o IOW dividiu sua programação em três palcos. De um lado nomes “da antiga” como Tom Petty, Pearl Jam, Noel Gallagher e Bruce Springsteen. Do outro, turminha boa e nova como Best Coast, Crystal Castles e Lana Del Rey.

No sábado, um dos grandes destaques foi o Pearl Jam. O ícone grunge esbanjou gás e mandou hit atrás de hit. O público, lógico, cantou do começo ao fim. Eddie Vedder prestou uma homenagem a Joe Strummer e mandou uma versão para “Arms Aloft”. “Estava pensando nisso quando estávamos no caminho para cá. É triste, mas já são quase dez anos sem ele”, disse Eddie.

No domingo, o destaque ficou por conta da dobradinha Noel Gallagher e Bruce Springsteen, patrimônios culturais de seus países. O irmão do Liam continua na estrada apresentando seu primeiro álbum solo, High Flying Birds. Ele seguiu a linha dos shows apresentados recentemente no Brasil, com uma setlist um pouco mais curta. Algumas b-sides do Oasis como “Half The World Away” e “Talk Tonight” estavam lá. Mas foi com o mega hit “Don’t Look Back In Anger” que ele fechou o set, fez a galera se emocionar. Acenderam até sinalizadores, desses que a gente costuma ver mais em estádio de futebol. Até arremessaram um no palco. Imagina se o Oasis volta…

Quem encerrou os trabalhos foi o big Bruce Springsteen. Em turnê mundial com sua E-Street Band divulgando “Wrecking Ball”, álbum lançado no início deste ano, o Boss esbanjou sua energia e carisma de sempre e tocou por quase três horas, encerrando o set com um cover de “Twist and Shout”, enquanto rolava um foguetório no parque. Histórico.

Quem estava lá até esqueceu do caos que tomou conta da ilha de Wight na quinta e sexta-feira passada, quando um temporal deixou em condições precárias diversas vias de acesso ao local do festival e o estacionamento, sendo necessários guinchos para remover os veículos do atoleiro.

Alguns dos bons momentos nos palcos do IOW foram estes:


Pearl Jam


Vaccines


Band Of Skulls


Tinnie Tempah


Noel Gallagher’s High Flying Birds


Bruce Springsteen & E-Street Band

* Fotos: Sky Arts e Guardian

Não tem Glastonbury, mas tem muita lama e música no Isle Of Wight. O que rolou no primeiro dia

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Começou ontem em Newport, Inglaterra, mais uma edição do tradicional Isle Of Wight, festival referência nos anos 60 e 70, reformado em 2002, que agora comemora 10 anos de sua “nova fase”.

Com uma mescla de nomes clássicos e boas coisas novas, o IOW tem sua programação dividida em três palcos. No principal, uma programação mais “pop”. Nos outros dois, uma galera mais atual.

Desde ontem até amanhã, estrelam o IOW gente como Tom Petty, Pearl Jam, Bruce Springsteen, Noel Gallagher, Vaccines, Lana Del Rey, Miles Kane, Crystal Castles e Best Coast.

O festival acontece, geralmente, no segundo final de semana de junho. Mas neste ano ele preenche a lacuna deixada pelo Glastonbury, que só será realizado ano que vem.

Mas nem por isso o IOW não tem seu lado Glasto. Uma das maiores preocupações da organização e das autoridades ontem foram as estradas de acesso ao Seaclose Park, local afastado em uma zona rural onde acontece o evento. Devido ao mau tempo, ventania e fortes chuvas, o público estava com dificuldades de chegar ao local. Muitos veículos ficaram atolados no barro, sendo necessária a presença de diversos veículos fora de estrada para ajudar na condução e remoção.

Nos palcos, o grande destaque parece ter sido a Lana Del Rey. Ela, que aos poucos vai levando sua música de cabaré para os grandes festivais, nem se importou com o mau tempo de ontem. Botou uma blusinha cool, shortinho jeans e mandou ver.Crystal Castles, Best Coast, Elbow e Tom Petty foram outras atrações de destaque. Hoje, além dos veteranos do Pearl Jam fechando os trabalhos na arena principal, tem um outro show imperdível. Praticamente no mesmo horário, o importante 90’s The Charlatans toca, na íntegra, seu ótimo “Tellin’ Stories”, álbum lançado em 1997 e item obrigatório na discografia de quem (gosta do) e É indie.


Sombra e água fresca


Noah and The Whale


Elbow


Tom Petty


Oh Lana…

* Fotos: IOW Radio, Just Jared, Guardian