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POPLOAD RADIO – Agora em app para iPhone e Android. E no TuneIn. Mais músicas, mais chamadas, mais vinhetas, mais programas e página própria para a rádio que fala diferente

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* Acabou a fase “experimentação”. Agora a Popload Radio surge mais encorpada, mais definitiva. Ou, como um dos seus pôsteres-lema dizem, mais interessante, provocativa, excitante, embasbacante, fascinante, rara. E não é por nada. É só porque na Popload Radio a gente consegue ouvir, juntas, as músicas que a gente gosta. Reunidas, escolhidas de modo especial, programadas com interesse e capricho, intercalando vinhetas legais, programas legais, mensagens legais. A Popload Radio abriu suas transmissões faz um mês, mais ou menos. Mas ela vai estar nascendo todos os dias.

A nova fase da Popload começa “everything now”. A partir de hoje entram mais músicas, mais vinhetas, mais programas, chamadas, uma página só para ela dentro da Popload. Expandiu, cresceu.

* POPLOAD RADIO NOS APPS

A Popload Radio já está disponível na loja da Apple. É só ir lá e baixar o app gratuitamente. E com dois cliques você já vai estar ouvindo e sabendo qual música está tocando. O mesmo serve para as lojas do Google, para celulares do sistema operacional Android.

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* POPLOAD RADIO NO TUNEIN

A rádio também já pode ser ouvida no TuneIn, a plataforma americana de streaming ao vivo, que tem milhares de rádios cadastradas. No TuneIn, que é transmitida desde São Francisco, na Califórnia, são cerca de 60 milhões de ouvintes por mês. Então serão 60 milhões e mais um pouco, agora.

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* POPLOAD RADIO NA POPLOAD

Direto aqui no site existe dois modos molezas de ouvir a Popload Radio. Pelo player no alto, na homepage, e através de uma página própria feita em especial para a rádio, com player, informação dos programas e semanalmente, o setlist de cada um. A Popload Radio é acessada por uma das abas do topo do site.

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* POPLOAD RADIO NO FACEBOOK

A rádio pode ser acessada também no Facebook da Popload/Popload Gig, no item “Popload Radio”, na barra à esquerda.
 Ouça Popload Radio no Facebook, se quiser.

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MAIS PROGRAMAS, MAIS VINHETAS, MAIS MÚSICAS

Diariamente entram pencas de músicas selecionadas pela equipe Popload Radio, que não é pequena. O foco é a nova produção, mas nunca esquecemos os clássicos indies e a CENA brasileira, obviamente. A gente desenvolveu de início uma ~inteligência~ de rotação de músicas. Mas tem entrado tantas canções novas e boas que a gente já está precisando rever isso, desenvolver outra.

Mais vinhetas de garotas gringas (e até uma em português) já estão na programação. O músico Devendra Banhart e a cantora Emmily Barreto, do Far From Alaska, também aparecem aqui e ali na rádio conclamando a sua audição e se juntando a um time que tem, entre outros, Jamie XX. Mais virão.

Os programas que estavam em fase experimental, “Popscene”, “Soma” e “Boom Bap”, ganham dias fixos.
Popscene – segundas-feiras, às 21h, sobre as novidades das bandas novas, indie, dance e indie-dance e não só. Apresentado por Lúcio Ribeiro (quem?). Reprises às terças 16h e quartas às 11h.
Soma – quartas-feiras, 21h, pilotado por Isadora Almeida, que junta indie, pop, hip hop, grime, R&B e faz tudo ter um sentido bonito. Reprises às quintas 16h e sextas às 11h.
Boom Bap – quintas-feiras, às 21h, apresentado por Master San e trazendo às ondas do rádio o movimento beatmaker, onda ligada à cultura hip hop e que consiste em um produtor musical construir instrumentais com elementos percussivos a partir de uma melodia conhecida ou não, sempre ressignificando a música. Reprises às sextas 16h e sábados às 11h.

** ESTREIA – Alguns programas mais ainda estão por aparecer na Popload Radio num futuro próximo. Neste sábado agora, dia 8, começamos com o “Música para Viajar”, canções disfarçadas de dicas de viagem. Dicas de viagem disfarçadas de canções. Apresentação de Lucio Caramori. O “Música para Viagem”, meia hora de duração, entra no ar às 19h. Reprises às segundas 15h e terças 23h59.

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* Popload Radio é um sem-fim de possibilidades sonoras. Ajude-nos a explorá-la. Mande sugestões, dicas, ponderações para radio@popload.com.br.

** POPLOAD RADIO, A RÁDIO QUE FALA DIFERENTE **

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Chuva púrpura nos serviços de streaming. Catálogo de Prince voltará para plataformas tradicionais

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Boa parte do rico catálogo musical do gênio e saudoso Prince, que nos deixou ano passado, voltará a tradicionais canais de streaming online no mês que vem. A data escolhida foi 12 de fevereiro, dia em que acontece a cerimônia do Grammy.

Plataformas como Spotify, Google Play e Apple Music terão de volta canções clássicas do artista americano, que tinha seu conteúdo musical liberado apenas na plataforma TIDAL, após dois anos.

O novo acordo compreende as músicas de Prince sob direitos do grupo Warner Bros. Faixas que o cantor lançou por conta própria e sons inéditos que ficaram guardados ainda estão em negociação.

Prince sempre foi crítico com o sistema de repasse financeiro das plataformas de streaming sobre sua arte. Em uma entrevista em 2010, o cantor chegou a afirmar que a internet estava “completamente acabada”, porque serviços desta natureza “não iriam pagar um adiantamento” por suas músicas.

Polêmicas de lado, o Spotify começou a fazer a divulgação promocional da volta de Prince ao serviço e plotou edifícios com peças minimalistas em Nova York e Londres com a cor púrpura.

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Então o Zane Lowe vai voltar a trabalhar. No “revolucionário” Apple Music

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Três meses depois, foi revelado o projeto da Apple no qual o comunicador e DJ neozelandês Zane Lowe, que adquiriu fama internacional na BBC Radio One, vai se encaixar.

Foi lançado ontem o Apple Music, basicamente uma nova plataforma de streaming musical via internet, tipo o Spotify, Napster, Deezer, Tidal e outros, mas com o suporte gigante da marca, que tem “dezenas de milhões” de músicas em seu catálogo.

Começando pelo Zane Lowe… Ele é um dos nossos DJs de rádios prediletos desde sempre. Depois de mais de uma década, ele abandonou a BBC Radio One e a notícia abalou a música independente em março passado. Na época cobrimos bastante isso aqui na Popload, por vários motivos, mas nenhum deles como agradecimento ao Zane por ter me botado para dentro, em Austin circa 2006, de um show esgotadíssimo do Flaming Lips + Bloc Party + Carl Barat + Clap Your Hands Say Yeah em um bar muquifo para 400 pessoas no máximo, puxando eu e nada menos que o Alex Turner da porta lotada, o que me rendeu uma capa maneira da Ilustrada (Folha de São Paulo) para o Arctic Monkeys na qualidade de banda recém estourada e difícil de dar entrevistas.

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A gente sempre curtiu mesmo o jeitão bonachão do neozelandês dentro do reino “sério” da rádio da “séria” BBC que teve por muitos anos o espetacular e “sério” John Peel no comando do indie no Reino Unido. Daí que o Zane e seu perfil festeiro virou o cara tão importante para a promoção da música independente a níveis de gente “normais” na Inglaterra quanto o Kurt Cobain para a MTV no começo dos anos 90. A ponto de fazer o então semidesconhecido Strokes mudar de palco.

Na época já havia rolado a notícia de que o contundente Zane Lowe ia abandonar o indie da Inglaterra porque havia sido contratado a peso de ouro para se mudar para Los Angeles e comandar um novo serviço fodão da Apple que ia chacoalhar a música mundial. Então, esse dia chegou. E foi ontem.

O Apple Music chega para tentar abalar o mercado, sem o barulho que Jay Z tentou fazer com o Tidal há alguns meses, mas prometendo uma integração de plataformas que a gente já conhece. O serviço vai custar $9,99 ao mês, contendo um “plano família” que sai a $14,99. Os três primeiros meses são de graça para quem assinar. E aí aparece a primeira grande novidade: as músicas poderão ser compradas, em serviço acoplado com outras plataformas como a Apple Store e iTunes.

O serviço de streaming em si traz o que já vemos em outras plataformas. Possibilidade de se criar listas, ouvir músicas offline, procurar por faixas/discos, novas bandas, velhas bandas, etc. Aí que entra o primeiro diferencial prometido pela Apple: a “assistente pessoal” Siri poderá ser acionada. Ou seja: o Apple Music poderá ser operado por comandos de voz.

Outra novidade é a forte equipe por trás da divulgação e da funcionalidade. Além do Zane, que aparece como principal curador do projeto no âmbito musical, profissionais de veículos renomados como as revistas Rolling Stone e Q Magazine criarão playlists com temas específicos e apresentando novas tendências.

Com o projeto será lançada também uma rádio online, com programação 24 horas por dia, ao vivo, separadas por estações. Uma delas já foi divulgada, a Beats 1, que tem além de Zane Lowe os DJs Ebro Darden e Julie Adenuga. Zane vai comandar os serviços em Los Angeles. Ebro em Nova York. Julie, que até pouco tempo atrás trabalhava em uma loja de produtos Apple, com passagem pela Rinse FM focando em música underground, trabalhará nos estúdios de Londres. A programação vai ao ar para 100 países e poderá ser ouvida por quem não seja necessariamente assinante do serviço. Basta apenas ter um ID Apple.

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Zane, Ebro e Julie. Os primeiros apresentadores da rádio do Apple Music

A carta na manga derradeira do projeto é o Connect, plataforma pela qual artistas e fãs poderão interagir de forma direta. Em uma explicação resumida, o Connect será um espaço exclusivo atualizado pelas bandas, no qual elas poderão noticiar o que quiserem. Uma espécie de rede social exclusiva, tanto para bandas pequenas como para nomes mundialmente conhecidos. O papo é que Drake, Pharell Williams, FKA Twigs e Alabama Shakes são alguns dos nomes da linha de frente inicial da promoção do serviço, que terá seu funcionamento ativado dia 30 de junho em diversos países, com o Brasil incluído.

Assim como o Tidal, o Apple Music surge em um mercado cada vez mais explorado, trabalhado e também criticado por artistas, que reclamam receber pouco em relação às execuções de suas canções. A plataforma de Jay Z chegou cercada de expectativas graças ao envolvimento de nomes de peso, como Beyoncé, Daft Punk e Madonna, mas desde o primeiro momento o preço cobrado, acima da média de mercado, afastou muitos clientes potenciais.

A Apple aparece tentando dialogar mais com seus milhões de usuários mundo afora, mas vale lembrar que há mais ou menos cinco anos a marca meio que matou algumas rádios online legais. O caso mais emblemático foi a WOXY.com, rádio situada em Ohio que era referência mundial para a nova música, o novo indie. A transmissão online era feita em uma outra plataforma, o LALA.com, que foi adquirido pela Apple e saiu do ar poucos meses depois, tipo em 2010. Em crise financeira, a WOXY entrou no pacote e teve seu fim logo em seguida.

Em suma, o Apple Music nasce com rádio, gente famosa e do ramo envolvida, plataforma para artistas novos e tudo. Mas com uma postura de mercado aparentemente “igual” à da época em que a empresa cresceu o olho em cima do LALA.com e WOXY. Teremos essa revolução toda citada entre aspas no título ou, no fundo, a intenção é apenas “matar” canais concorrentes como o Spotify e outros? Chega a ser exagero pensar assim?

De 30 de junho em diante veremos.

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U2 pede desculpas, mas faz session cool para a BBC

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Ainda rende polêmica a ação promocional ativada pela banda irlandesa U2, em parceria com a Apple, envolvendo o lançamento do álbum “Songs of Innocence” mês passado, quando cerca de meio bilhão de clientes do iTunes tiveram a opção de baixar o álbum de graça. Até aí, tudo bem. O problema é que o disco foi descarregado automaticamente em milhões de contas, sem que os usuários pudessem optar se o queriam ou não. A polêmica foi tamanha que a Apple precisou publicar um tutorial sobre como deletar o disco das listas de reprodução.

Toda a discussão aparece em um momento que o U2 começou a fazer um giro promocional para divulgar o álbum em emissoras de rádio e TV. Depois de se apresentarem em países como a Itália, a banda concedeu promoveu um “Perguntas e Respostas” com fãs em sua página no Facebook. Uma fã pediu para que a banda “nunca mais fizesse isso” (oferecer um álbum desta maneira), e Bono acabou pedindo “desculpas” especialmente pelo álbum aparecer em playlists de usuários que não o queriam. “Foi uma gota de megalomania e um pingo de autopromoção. Sinto muito. Tive esta bonita ideia e nos deixamos levar. Nós artistas somos propensos a esse tipo de coisa”, explicou o líder da banda.

Em balanço divulgado semana passada, a Apple informou que cerca de 5% dos usuários do iTunes baixaram o álbum, o que representa um montante de 26 milhões de clientes.

Ontem, o U2 apareceu na BBC Radio 2 para uma entrevista e uma session no programa da veterana apresentadora Jo Whiley, no qual tocaram três faixas novas: “The Miracle Of Joy Ramone”, “Every Breaking Wave” e “Cedarwood Road”, todas em versões acústicas.

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O novo e chocante disco do U2, 24 horas depois

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A banda irlandesa U2 chocou o mercado na tarde de ontem quando anunciou, em parceria com a Apple, o lançamento de seu novo álbum “Songs of Innocence”, de surpresa, sem sequer dar indícios de que este novo álbum seria lançado de forma tão rápida.

Mais chocante ainda foi saber que o disco estava sendo oferecido gratuitamente para clientes iTunes em todo o mundo. Isso, vindo de uma das bandas que mais fatura em todos os tempos, chegava a ser algo impensável. Quem acessar o iTunes pode pegar o disco com apenas um clique e em poucos minutos terá as 11 faixas inéditas da turma do Bono em mãos. O lançamento físico será apenas na segunda semana de outubro.

A Apple estima que 500 milhões de pessoas estão tendo acesso ao álbum, esparramadas por 119 países. Não à toa, o CEO da Apple Tim Cook trata a ação como “o maior lançamento de um álbum em todos os tempos”.

O jornal New York Times estampa em suas páginas na edição de hoje algumas informações sobre a parceria. De acordo com a publicação, o U2 deve receber cerca de 100 milhões de dólares com todo o esquema, que vai desde o lançamento do álbum ao trabalho de divulgação que deve incluir shows pequenos e apresentações em rádios e canais de TV.

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Produzido pelo antenado, requisitado e moderno Danger Mouse, “Songs of Innocence” aparece como um dos discos mais confessionais do U2 em toda a carreira. Em entrevista à revista americana Rolling Stone, Bono descreveu o álbum como intimista. “Queríamos fazer um álbum bem pessoal. Tentamos descobrir porque queríamos estar em uma banda, nossa família. O álbum inteiro é só primeiras viagens, sejam elas geográficas, espirituais, sexuais. Isso foi difícil, mas nós conseguimos.”

Além de Danger Mouse, que capitaneou toda a produção do registro, nomes como Paul Epworth (produtor da Adele), Ryan Tedder e Flood, que colabora com a banda desde “The Joshua Tree”, principal álbum deles de 1997, também prestaram serviços complementares.

A busca pelo resgate do grupo para onde tudo começou fez com que eles voltassem a ouvir bandas antigas, referências deles nos anos 70, como Joy Division, David Bowie, Ramones e The Clash. “Encontrei minha voz pelo Joey Ramone, porque eu não era um cantor de punk-rock óbvio, ou até mesmo um cantor de rock. Eu cantava como uma garota, o que consegui reverter, mas quando tinha 17 ou 18, era difícil. Ouvir Joey Ramone, que cantava com uma garota, foi minha motivação.”

Em carta aberta aos fãs, Bono falou sobre o conceito de “música grátis”, cada vez mais uma tendência de mercado, especialmente para artistas novos, não os já consagrados como o U2. “Para celebrar o décimo aniversário do nosso comercial do iPod, eles (Apple) o compraram como presente para dar a todos os seus consumidores de música. Grátis, mas pago. Porque mesmo que ninguém esteja pagando para isso nós não temos certeza se música ‘grátis’ é mesmo grátis. Geralmente ela vem com um curso para a forma de arte e o artista, o que tem grandes implicações, não para nós do U2 mas para futuros músicos e suas músicas. Todas as músicas que ainda estão para ser escritas pelos talentos do futuro. Nós temos que fazer um meio de viver escrevendo-as”.

O líder do grupo também aproveitou para noticiar um segundo álbum para um futuro próximo. “Se você gosta de ‘Songs of Innocence’, fique conosco para ‘Songs of Experience’. Deve estar pronto logo (…) Eu espero que após ouvir nossa música algumas vezes, você entenda porque levou tanto tempo. Nós realmente fomos lá… É um álbum muito, muito pessoal”.

Em fóruns e nas redes sociais, fãs da banda atentaram para os nomes dos dois álbuns, que provavelmente fazem referência a uma coletânea de poemas do autor William Blake, do qual Bono é fã. A coletânea tem o título “Songs of Innocence and of Experience” e já foi citada em uma música da era “The Joshua Tree”, chamada “Beautiful Ghost/Introduction to Songs of Experience”.

O papo é que o U2 deve sair em turnê mundial apenas no segundo trimestre de 2015.

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