Em jaloo:

Z do Largo do Batata recebe a festa #OndaNova x Meow, estrelando Romero Ferro, Jaloo, e um grande time de convidados

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Foto: Bieco Garcia

Foto: Bieco Garcia

O cool Z do Largo do Batata vai receber neste sábado, 8 de dezembro, a festa #OndaNova x Meow, que vai receber um line-up bastante generoso.

Veja bem: Romero Ferro vai receber no palco Alice Caimmy. E vai aproveitar ainda para lançar o seu novo single / clipe “Acabar a Brincadeira”. Este:

Já o paraense descolado Jaloo convida ao palco a paulistana MC Tha, numa mistura da amazônia com o urbano. Tambem estão na programação o gipsy-folk pop da banda italiana Kalàscima e o Dj Patricktor4.

O rolê com climão synthpop / new wave começa tipo 22h e os ingressos antecipados custam R$ 30.

Serviço: #Budweiser apresenta ONDANOVA + MEOW @ SIM/SP Z – Pinheiros – Av. Brg. Faria Lima, 724 (Largo do Batata)
Shows: FERRO (PE) convida Alice Caymmi (RJ) , Jaloo (PA) convida MC Tha (SP), Kalàscima (ITA) e DJ Patricktor4 (BA) INGRESSOS: Antecipados: R$ 30

Foto: JR Franch

Foto: JR Franch

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Miranda vive. Shows indies especiais homenageiam saudoso produtor. E ainda ajudam sua família

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* Se 2017 foi cruel em levar desta o multicoisas Kid Vinil, o herói do Brasil, este 2018, mais precisamente em março dia 22, arrancou deste planeta o grande produtor Carlos Eduardo Miranda, morte algo repentina que ainda não foi bem digerida pela música independente. Tanto que agora foi criado um minifestival em São Paulo para não só homenagear Miranda (foto mais para baixo) como ajudar sua mulher e filha a seguirem sem ele.

Acontece hoje (12) e amanhã (13) uma série de dois shows especiais que compõem esse minifestival, em uma primeira edição, chamado “Miranda Apresenta: Noites Bacanezas”, que rola no Centro Cultural São Paulo. Nesta quarta, a banda goiana Boogarins (imagem acima) se apresenta com uma inédita combinação de shows e experiências audiovisuais. “Um show para ser sentido”, avisa o vocalista Dinho Almeida, também guitarrista do Boogarins, sobre o show batizado de Sessão Ampla de Cura e Libertação, que conta também com a presença do músico Edgar.

Nesta quinta, o músico Jaloo assume a homenagem ao produtor gaúcho para uma performance que contará com músicas novas e uma convidada especial, a cantora Gaby Amarantos, estabelecendo assim a conexão paraense tão cara a Miranda. A MC Tha também participa do show de Jaloo em certo momento.

Jaloo e Boogarins fizeram parte de um selo pilotado por Miranda e Gabi Amarantos teve disco produzido por ele.

Os ingressos custam R$ 20 e são comprados direto no CCSP ou pela internet. A capacidade da Sala Adoniran Barbosa, onde acontecerão os shows, é de 620 pessoas. Ambas as apresentações ocorrem às 21h.

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** “Miranda Apresenta: Noites Bacanezas” tem produção de meow – música e outros lances e A Construtora Música e Cultura. A arte do cartaz, que ilustra a chamada da home da Popload, é de Rafael Silveira. De novo, toda a renda do evento será revertida para a família do Miranda.

CENA – Circo indie toma Sorocaba neste final de semana. Festival Circadélica faz sua terceira edição. A segunda deste século (?!)

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* Respeitável público indie!
Neste semana, uma vez em São Paulo, bota a Popload Radio no Bluetooth do carro e dirija por uma horinha até Sorocaba, no interior, para os picadeiros do festival Circadélica, esforço cada vez maior, mais vistoso da turma da banda Wry, liderada pelo intrépido guitarrista e produtor Mario Bros.

Cerca de 28 bandas e artistas de vários tamanhos na cena independente brasileira compõem essa terceira edição do festival, que acontece neste sábado e domingo. Sendo que, na real, a primeira edição aconteceu em 2001, outros tempos, outro momento do indie nacional, outra hora da grande era “dourada” atual dos festivais brasileiros. Já falaremos de 2001. O festival foi ressuscitado Agora o assunto é 2018.

Emicida, Tropkillaz, O Terno, Jaloo, Tagore, A Banda Mais Bonita da Cidade, Bike, Flora Matos, My Magical Glowing Lens, Vanguart, Baleia, Fresno e Jaloo estão entre os destaques e dão a variadíssima cara do Circadélica deste ano.

Os shows vão das 13h às 23h nos dois dias, e as duas tendas de shows são rodeadas de lojinhas de roupas, tatuagens, food trucks, enquanto artistas circenses com ou sem pernas de pau passeiam entre o público, para assegurar o clima de “música e diversão” que é o mote do Circadélica.

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As info de ingressos, para um ou os dois dias, estão no site do festival. O line-up completo, com os horários da programação, estão aqui embaixo:

Sábado – 28/7

Palco TNT
13h – Fones
13h45 – Miêta
14h30 – Deb and the Mentals
15h30 – Bike
17h – Jonnata Doll e Os Garotos Selvagens
19h – My Magical Glowing Lens
21h – Tagore

Palco Principal
13h30 – Paramethrik
14h10 – Menores Atos
15h05 – Zander
16h15 – Selvagens à Procura de Lei
18h – Fresno
20h – Flora Matos
22h – Tropkillaz

Domingo – 29/7

Palco TNT
13h – Os Pontas
13h45 – Sky Down
14h30 – Kill Moves
15h30 – Hierofante Púrpura
17h – Gorduratrans
19h – E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante
21h – Baleia

Palco Principal
13h30 – Benziê
14h10 – Zimbra
15h05 – A Banda Mais Bonita da Cidade
16h15 – Jaloo
18h – Vanguart
20h – O Terno
22h – Emicida

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* CIRCADÉLICA 2001 – Vale contar esta mesma historinha que eu botei aqui na Popload na cobertura do Circadélica do ano passado. Ela é assim:

Para você ver como o indie andou de 2001 para cá, um pouco do Circadélica da época em que Strokes e White Stripes eram bandinhas alternativas desconhecidas, sendo que os nova-iorquinos nem o primeiro álbum havia lançado. O festival sorocabano, já considerado enorme à época, teve 21 bandas escaladas. Um dos melhores shows do festival, foi o Prole, de Americana. Uma rara gravação de meia hora do Circadélica 2001 é tesouro puro, com trechos dos shows do Pelvs (RJ), Grenade (PR), Walverdes (RS) e MQN (GO).

O Thee Butchers’ Orchestra, uma das principais bandas daquela época, apresentou músicas de seu disco novo no Circadélica 01. Outras bandas que fizeram parte do festival há 17 anos: Garage Fuzz, Astromato, Maybees, Holly Tree, Muzzarelas, Biggs, entre outras. Os Pin Ups estavam escalados para se apresentar no festival, mas não compareceram, porque a banda, que voltou a existir hoje, mais ou menos, havia decidido acabar à época.

“O Circadélica veio para mostrar que é possível montar festivais de rock de médio porte em um país no qual predominam o samba e o pagode”, foram palavras do organizador Mário Bross, vocalista e guitarrista do Wry, lá em 2001. Acrescentemos funk e sertanejo para a edição 2, do ano passado, e a 3, deste ano. O Circadélica 2001 marcou também a despedida do Wry do Brasil, indo tentar a sorte na Inglaterra, por onde ficou por alguns anos.

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* As fotos deste post são de divulgação da edição do festival no ano passado, a segunda, que é a primeira dos novos tempos. A que ilustra a chamada da home da Popload para o festival deste ano é do Tagore, feita por José de Holanda.

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Blaze-se: festa em São Paulo reuniu shows de Tropkillaz, Jaloo e som da Selvagem

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* Isto é um Publipost! :)

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* No último sábado, num dos topos de prédio mais significativos de uma cidade como São Paulo, aconteceu nas alturas a festa #BlazeYourself, promovida pela marca de óculos Ray-Ban para promover sua última (re)invenção: o resgate da antiga linha Blaze, agora modernizada, que ganha novas lentes flats coloridas em cima de seu famoso design e traz no conceito a celebração da liberdade de expressão e identidade, livre de regras e códigos.

No Rooftop5, alto do Instituto Tomie Ohtake, a #BlazeYourself reuniu, com entrada gratuita, um elenco de atrações que reuniu o músico paranaense Jaloo, o duo de DJs e produtores Tropkillaz e a dupla festeira da Selvagem.

A Popload esteve lá conferindo os shows, a festa e o visual da cidade e do Blaze. E traz vídeos das performances de Jaloo e Tropkillaz. Na foto que abre o post, acima, Trepanado, 1/2 Selvagem, embalando a pista.

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Jaloo, Tropkillaz e Selvagem comandam festa do Blaze em SP. Músico paraense fala à Popload

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* Isto é um Publipost! :)

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* Neste 2017 de muitos shows e eventos musicais, que insiste em não acabar, há tempo ainda para uma festa responsa em São Paulo, em lugar incrível, atrações idem e uma causa para amarrar tudo. Neste sábado, 25 de novembro, acontece a #BlazeYourself, festa da marca de óculos Ray-Ban, que escala Jaloo, Tropkillaz e a discotecagem campeã da Selvagem para embalar o resgate da famosa linha Blaze, reinvenção para os dias atuais dos modelos lendários da marca, que ganham novas lentes flats coloridas em cima de seu design instigante e traz no conceito a celebração da liberdade de expressão e identidade, livre de regras e códigos.

O evento será no Rooftop5, em São Paulo, que fica no topo do Instituto Tomie Ohtake. E além das atrações divulgadas contará com outras surpresas na programação. A entrada é gratuita, mas já está esgotada. Foi via inscrição no site oficial da festa.

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A #BlazeYourself terá sete horas seguidas de música. Quem começa a parada, às 17h, são os DJs Millos Kaiser e Trepanado, da Selvagem, há seis anos uma das principais festas de São Paulo. O bombado Tropkillaz, formado pelos DJs e produtores André Laudz e Zegon (foto acima), encerram a balada tocando seu mix de hip hop, funk e electro com sabor latino.

Na meiuca da festa, com previsão de subida ao palco às 20h, quem comanda a #BlazeYourself é o músico paraense Jaloo, que ganhou grande destaque no indie nacional nos últimos anos expandindo ainda mais as possibilidades do tecnobrega, em direção ao dance, ao pop, ao eletrônico. Pensando local, agindo global.

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Jaloo conversou com a Popload ontem, sobre seu momento e as expectativas de chegada de seu segundo disco, o sucessor de “#1”, lançado em 2015.

“Primeiro vou acabar este ano fechando o primeiro ciclo deste meu disco de estreia com um vídeo dedicado ao meu público, meus fãs. Não é exatamente um vídeo de ‘trabalho’ com o intuito de angariar novos fãs, conquistar novos espaços”, diz Jaloo. “No começo de 2018 vai ter um novo single, já apontando para o segundo álbum. Mas por enquanto será surpresa. Gosto de causar surpresas tanto quanto ser surpreendido. Posso dizer que o novo álbum vai ser diferente do primeiro, porque eu necessito de coisas diferentes. Não consigo ficar no mesmo ponto, repetindo as mesmas fórmulas. Essa mudança minha já aconteceu. Ela só precisa, agora, ser mostrada.”

O Jallo que saiu da região metropolitana de Belém para morar no Sudeste e ganhar a CENA brasileira com mashups, remixes e um álbum de músicas próprias bastante elogiado se acha num momento de vida “diferente”. “Estou mais maduro, com mais pés-no-chão do que antes, mas nem por isso menos sonhador. Tenho muita vontade de fazer muuuuuuitas coisas na música e sempre escolho meus próximos passos trilhando caminhos diferentes do que eu já fiz”, insiste ele, enfatizando que logo mais veremos um “novo Jaloo”.

** O último detalhe sobre a festa da Ray-Ban para a sua linha Blaze é falar da inspiração para a cenografia do evento, que se fará presente em um inusitado jogo de espelhos e luzes, ganhandom o colorido específico dos óculos: azul, rosa, verde, preto e dourado. Bora?

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