Em jehnny beth:

St. Vincent e Jehnny Beth cravam com covers o Nine Inch Nails na calçada da fama

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* Como acontece todo ano, o Rock and Roll Hall of Fame selecionou uma nova levada de artistas para colocar na sua lista de notáveis. Desta vez, entra gente tipo Depeche Mode, T. Rex, The Notorious B.I.G. e Nine Inch Nails.

Normalmente, para sua celebração, o Hall of Fame organiza toda uma cerimônia com discursos e shows. Neste ano, obviamente, um evento desse tipo é impossível. Então, no caso aqui do NIN, uma transmissão ao vivo nesta sexta-feira será realizada, onde serão entrevistados os sete membros da banda de Trent Reznor. E, para encrementar esse anúncio, apareceram hoje duas covers relativamente inusitadas do Nine Inch Nails, partindo de quem fez e para quem se destina.

Primeiro, a guitarrista cool St. Vincent regravou “Piggy”, do clássico disco “The Downward Spiral” (1994), com uma ajudinha básica na bateria —> Dave Ghrol. Em seguida, surgiu Jehnny Beth, a ex (?) Savages que saiu em carreira solo neste ano, mostrando o hit “Closer”, do mesmo disco que “Piggy”, e sem dúvida uma das músicas mais conhecidas do NIN.

Abaixo, você pode conferir as duas, que estão (pelo menos por enquanto) exclusivas à plataforma de streaming da Amazon.

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Atenção, lovers! Jehnny Beth solta álbum solo, vídeo lindo NSFW, e ainda vai lançar um livro de contos eróticos. Uia!

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* Dia dos Namoradxs e nós estamos como? Ouvindo o disco de estreia solo da Jenny Beth, a vocalista-furacão da banda inglesa Savages, chamado “To Love Is To Live”, poderoso disco que é o assunto do dia no mundo da música.

Na capa (a que abre o post), Jehnny já aparece causando, nua, com uma leve camuflagem artsy sobre seu corpo. A arte foi assinada pelo aclamado estúdio Hingston, que também criou um vídeo lindo e incrível para o single “We Will Sin Together”, com a mesma identidade. Melhor ver para entender e apreciar tudo isso.

“To Love Is To Live” tem participações especialíssimas do ator Cillian Murphy, do intenso Joe Talbot (IDLES), e da cantora e instrumentista Romy Madley Croft, do the xx. A produção é assinada pelo trio de peso Atticus Ross, Flood e Johnny Hostile.

Inclusive, é com Johnny Hostile na fotografia que Jehnny tem um outro projeto engatilhado para breve. Dia 9 de julho, a dupla lança o livro C.A.L.M.: Crimes Against Love Memories, que reúne contos eróticos escritos pela cantora. A capa é esta abaixo. Em seguida, tem o disco.

Jehnny anda saidinha, não?

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Jehnny Beth, do Savages, revela nova música que contou com uma ajudinha (coercitiva) da Romy, do The xx

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Figura forte da linha de frente da banda feminina Savages, Jehnny Beth lançaria nesta semana seu primeiro disco solo, “To Love Is to Live”. Mas, devido ao problema que você já imagina, a divulgação do projeto foi jogada para 12 de junho.

No entanto, Jehnny soltou nesta quarta-feira um novo single, “Heroine”, que tem toda uma historinha por trás.

Entre as figuras ilustres envolvidas no projeto está Romy Madley Croft, do The xx, e foi ela quem deu o primeiro pitaco sobre esta nova música.

“Quando eu penso nessa música, eu lembro da Romy do The xx me estrangulando no estúdio. Ela estava tentando me tirar da minha própria bolha de composição, e eu estava tão resistente que ela ficou impaciente. A música se chamava originalmente ‘Heroism’, mas eu não estava contente porque era um título muito genérico. Flood (produtor) foi o primeiro a me sugerir que mudasse o nome para ‘Heroine’. Lembro-me também de Johnny Hostile (outro produtor) tarde da noite no meu quarto de hotel me dizendo que não estava entendendo o que eu estava cantando. Ele me perguntou quem era a ‘Heroine?’. E ele me disse que eu era a ‘Heroine'”, contou Jehnny, que continuou.

“Na manhã seguinte, cheguei cedo ao estúdio e gravei os vocais, adicionando o termo ‘to be’ na linha do refrão: ‘all I want is TO BE a heroine’. Foi quando Flood entrou no estúdio e saltou no ar para me dar o sinal de positivo através da janela. Creio que estou contando essa história porque às vezes procuramos modelos e roteiros para seguir, sem atentar que a resposta pode estar escondida dentro de nós. Eu estava com receio de ser a heroína da música, mas todas as pessoas ao meu redor me levaram até lá”, completou.

“To Love Is to Live” tem ainda participações especialíssimas do ator Cillian Murphy e do intenso Joe Talbot, o vocalista incrível do IDLES. Além de Flood e Johnny Hostile, Atticus Ross também assina a produção.

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Canal francês ARTE antecipa na internet show inédito de King Krule para o programa ECHOES, da Jehnny Beth

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Além de ser uma cantora bem foda, Jehnny Beth, líder do ótimo grupo de meninas Savages, agora é apresentadora de um programa musical com bate-papo bom.

ECHOES está indo ao ar no canal francês ARTE e quem esteve por lá recentemente foi o grande King Krule. Ele gravou o programa dias antes do lançamento de seu terceiro álbum, “Man Alive”, e por lá tocou seis músicas novas.

O programa vai ao ar na TV dia 1º de maio, mas já está disponível na internet como “um presente aos fãs”, já que os shows praticamente no mundo todo estão suspensos.

Sobre o ECHOES, Jehnny disse em entrevista recente que era um projeto que ela queria se envolver há um bom tempo. “Sempre quis reunir músicos e permitir que essas pessoas do nosso meio se interajam. Compartilhar nossos erros, nossas histórias engraçadas, prazeres, arrependimentos. É um reflexo natural durante as conversas entre artistas. Quero trazer para o público o tipo de discussões mais íntimas e inspiradoras que testemunhei tantas vezes”.

A apresentação do King Krule, inédita, pode ser conferida abaixo.

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Não basta ser uma das rádios mais legais do planeta. A inglesa 6Music tem ainda um festival incrível. Veja Black Midi, Brittany Howard, Kim Gordon e a rapa, tudo ao vivo

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* Sai pra lá, Corona!

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Não sei se você já escutou ou escuta, mas deveria. Tem uma rádio do gigantesco conglomerado inglês de comunicação BBC, só digital, fora do dial britânico, que se chama 6Music. Funciona por satélite, TV digital e… bem… internet.

A BBC 6Music, ou BBC 6, é um dos maiores celeiros de música genuinamente independente do planeta. Foi criada em 2002 como projetinho online da BBC para testar esse negócio de internet, mas desde os meados da década, principalmente quando poperizaram de vez a Radio 1 e botaram o DJ herói Steve Lamacq para ser exclusivo dela, a coisa ficou séria. Lamacq tem um programa diário, toda tarde da Inglaterra, hora do almoço.

((Neste mesmo minuto em que escrevo, Lamacq está tocando um Nick Cave ao vivo.))

Tem outras maravilhas na 6Music: as incríveis DJ Mary Anne Hobbs e Lauren Laverne é da 6Music. Outra do time das mulheres incríveis da emissora é a galesa Cerys Matthews, que um dia cantou na banda Catatonia (sdds!).

O Iggy Pop tem programa lá. O Don Letts também. O Jarvis Cocker vira e mexe apresenta algo na 6Music. O Cillian Murphy, o principal do seriado campeão “Peaky Blinders”, também.

((Lamacq tocou agora Squid (manja Squid!!!!, novinha, de Brighton) e na sequência uma das novas lindas da francesa Christine and the Queens.))

Bom, toda essa divulgada linda e gratuita para a 6Music apenas para falar que eles têm um festival indie pequeno incrível.

((Bom, no Lamacq já entrou agora um Human League antigão e nada óbvio. Para depois vir a nova do Gbostpoet, a absurda “Concrete Pony”.))

O 6Music festival do ano passado, olha o naipe, rolou em Liverpool e teve Fontaines DC, Idles, Anna Calvi, Hot Chip, Little Sims, Slowthai, Charlotte Gainsbourg e uma série de outras atrações.

O deste ano aconteceu agora, neste final de semana, em Londres, ocupando em dois dias a sensacional casa Roundhouse, de Camden Town. A edição 2020 teve no line-up gente como Black Midi (showzinhos aqui logo mais), Kate Tempest, a Brittany Howard, a Jehnny Beth solo (do Savages, na foto lá em cima), a Kim Gordon, o Bombay Bycicle Club e o EOB, o projeto solo do radiohead Ed O’Brien (a imagem da home da Popload), entre outros nomes.

Aqui a gente tem alguns videozinhos, um áudio e um trecho especial de uma discotecagem para mostrar.

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