Em jimmy fallon:

Billie Eilish vai à TV, fala de cores e formas e canta “Happier than Ever” no programa do Jimmy Fallon

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* Nosso número 1 do Top 10 Gringo postado hoje, a música “Happier than Ever” do já trilionário disco do mesmo nome, obra da cantora Billie Eilish com seu irmão Finneas, foi entoado a todos os pulmões ontem pela cantora, como número musical do programa do entrevistador Jimmy Fallon, bamba dos talk-shows do horário bem noturno da TV americana, que também fazem as vezes de MTV dos dias de hoje.

Billie foi a grande atração do programa do Fallon, inclusive dando entrevista à distância, por vídeo desde Los Angeles. Ela falou sobre o que tem feito desde que seu segundo álbum saiu, na sexta-feira passada, como ela concebeu da proposta do disco, ao nome e à mudança do cabelo para o loiro. E que uma chuva num certo dia em Londres clareou suas ideias. Sempre respondendo, como, você sabe, Billie Eilish.

A cantora falou que “Happier than Ever”, a músics, é a que ela mais quer cantar ao vivo do dico novo. E ainda sobre o que sentiu ao fazer o vídeo da ótima “NDA”, que ela inclusive assina a direção. O filminho trouxe Billie no meio de uma estrada escura com 25 motoristas profissionais contratados tirando finas absurdaas dela. O que ela sentiu? Achou divertido.

A performance de Billie Eilish para a faixa “Happier than Ever” mais a entrevista no original, em inglês obviamente, estão aí embaixo, inclusive falando sobre sinestesia, um fenômeno neurológico que ela e o pai têm, a grosso modo junta experiências sensoriais para transformar num sentimento, numa ideia, numa impressão. No programa, ela falou que quando olha para o Jimmy Fallon ela o associa a um retângulo marrom vertical. Enfim.

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Modest Mouse mostra música nova em Santa Cecíl… ops. No programa do Jimmy Fallon

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* A veterana banda indie americana Modest Mouse vem há um tempo se preparando para o aguardado lançamento do seu sétimo album de inéditas, “The Golden Casket”. O disco foi adiado em 2019, aí veio a pandemia e atrasou um pouco mais, mas eis que finalmente na próxima sexta-feira, dia 25 depois de amanhã, veremos este novo trabalho depois de seis anos sem disco dos caras que foram grandões no indie nos anos 2000.

Na semana passada, a banda de Portland lançou mais um single do álbum, “The Sun Hasn’t Left”, depois de “Leave a Light on” e “We Are Between”, música que você confere abaixo ao vivo para o programa do Jimmy Fallon, ontem à noite.

A apresentação rolou num cenário bem… Santa Cecilier? Cheeeeio de plantas, entre outros detalhes fofos. Não acha?

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Trio hip hop Migos prepara a bomba em forma de disco, que sai amanhã. Mas antes lançaram single novo na TV

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* O trio de hip hop americano Migos, da Georgia, tocou uma música nova na noite passada no programa do Jimmy Fallon. Foi o lançamento via TV de seu single “Avalanche”, o último a sair do disco cheio que vem aí, “Culture III”, o quarto álbum deles, que sai amanhã.

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“Culture III” era para ter saído exatamente um ano atrás, mas resolveram segurar por causa da pandemia, o que acabou criando um vácuo no estouro do Migos nos últimos anos. O “Culture II”, por exemplo, é de 2018.

Mas vai valer a pena esperar. Naquelas parcerias e conexões do hip hop para artistas deste nível, o Migos trazem uma lista de featuring de respeito para o disco novo: Drake, Cardi B, Polo G, Future, Justin Bieber, Juice Wrld, Pop Smoke e YoungBoy Never Broke Again. O álbum vai ter, apenas, 19 faixas.

“Avalanche” é o segundo single mostrado pelo Migos antes de lançar o álbum. O anterior saiu em maio, a faixa “Straightenin”.

No Fallon, o Migos, Quavo, Offset e Takeoff, foi todo vestido na estica, de terno preto e óculos escuros e uma banda ao vivo na retaguarda. “Avalanche” tem referências e samples de “Papa Was a Rolling Stone” e inclusive metais.

Cita também o Coachella, o Mandela, Lionel Richie, marcas, drogas, bebidas…

Young niggas smokin’ on gas, I’m livin’ too fast, my foot on the pedal (Whoo) //
If I got back to the past, my niggas ain’t know we’d be rockin’ Coachella (Hey)

Esse disco novo vai longe, parece.

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Popnotas – Dave Grohl vs. Jimmy Fallon. O Black Album do Metallica. A nova bizarrice do Modest Mouse. E o Daniel Johnston ainda fazendo o bem para a humanidade

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* Ocupa Grohl. A gente sempre zoa um pouco a onipresença do Foo Fighters e do Dave Grohl na televisão dos Estados Unidos. Em todos os lugares, na verdade. No programa do chapa musical Jimmy Fallon de ontem ele não só foi como se apropriou de vez e virou o co-host do programa. Eles recriaram um meme do Dave, Dave contou piadas com Jimmy no monólogo de abertura – um espaço que raramente o apresentador divide com alguém, cantaram jingles e até teve uma entrevista mais formal, digamos. O momento mais sensacional foi quando eles fizeram uma brincadeira de tentar adivinhar quais músicas a banda The Roots estava tocando em versões alternativas, modificadas. Teve AC/DC em reggae e Grohl venceu quando desvendou uma versão jazz superelaborada de “Lithium” que a banda criou. Já quero esse disco de reinvenções do Roots. Veja abaixo.

– Todos os discos trintões do Metallica ganharam reedições de chorar. Aquelas caixas com versão remasterizada, shows da época, demos e tudo que o fã tem direito. Pela ordem este é o ano da reedição do “Black Album”, de 1991. E a banda começou a dar pistas sobre este assunto. A hashtag “#blackalbum2021?” foi solta no Instagram da banda como quem não quer nada, sabe? Ficar atento.

– A gente ignorou eles nesta semana no Top 10 Gringo, mas vale notar mais um single do Modest Mouse, a bizarra e deliciosa “Leave a Light on”, de uma letra muito doida que foi tirada de um sonho muito abstrato. Assim como o single “We Are Between”, a faixa estará em “The Golden Casket”, álbum da banda previsto para junho. É o sétimo disco deles e o primeiro em seis anos.

– Inspirado no trabalho do nosso querido e saudoso poeta-músico-desenhista Daniel Johnston, o projeto “Hi, How Are You” é uma organização sem fins lucrativos que busca desmistificar questões de saúde mental. E eles estão em uma missão para conquistar um apoio de 10 mil dólares. Tudo que que é preciso é juntar dez mil participantes em uma ação onde basta que você escreva uma mensagem sobre a importância do projeto. Para ajudar na campanhar ele liberaram um vídeo onde uma turma da pesada canta virtualmente ao lado de Daniel o clássico “True Love Will Find You in the End”, incluindo Beck, Wayne Coyne e Jeff Tweedy. A gente deu nossa colaboração e está por lá já com mil pessoas. Ajude também.

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A celestial Celeste proclama, na TV, que o amor está de volta

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* A gente aqui paga um pau para a cantora inglesa-californiana Celeste, que parece ter pegado o tema do amor todinho para ela, para desenvolvê-lo em músicas classudas, como se a gente estivesse nos anos 50 e tal.

Celeste, a gente tratou disso aqui, lançou o disco lindão de estreia, o “Not Your Muse”, no comecinho deste ano, cheio de pauladas amorosas, voz celestial, arranjos que não são deste tempo. E vem nos brindando em sessions e aparições na TV desde então, com suas músicas de filme triste americano antigo, como eu já ouvi alguém dizer por aí.

Não é por acaso. “Not Your Muse”, seu primeiro álbum, chegou ao topo das paradas britânicas, quando lançado. Não é o tipo de música que costuma ir direto para cima das listas, mas este foi. O disco ainda rendeu ela três indicações para o Brit Awards, álbum do ano entre elas. FORA QUE uma de suas canções, que está no disco, a linda “Hear My Voice”, concorre ao Oscar de melhor música original, por estar incluída na trilha do espertíssimo filme “Os 7 de Chicago”, de de Aaron Sorkin, um dos fortes concorrentes a melhor filme.

Dessas aparições de TV das quais gostamos teve uma linda ontem, no programa do Jimmy Fallon. Foi performance para a absurda “Love Is Back”, que tem uma pegada meio Amy Wihehouse linda. Você merece ver isso.

Repare nas balançadinhas de cabeça e os olhares para lugar nenhum dela, que demais.

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