Em Jimmy Kimmel:

Metallica leva a festinha do “Black Album” para o rádio e na TV. Veja as performances, inclusive uma delas com a Miley Cyrus no vocal

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* Sexta passada saiu, você está careca de saber, a superedição comemorativa do “The Black Album” (nome fictício, haha) do Metallica, o discaço homônimo com o disco todo remasterizado e carregado ainda de uma chinfra de 53 músicas covers dos clássicos do álbum de 30 anos que levou o nome de “The Metallica Blacklist”.

No final de semana subiram as imagens do programa de rádio que o famoso apresentador Howard Stern tem na rádio por satélite Sirius XM e que na quarta-feira recebeu para entrevistas e sons exatamente o Metallica, ainda mais com a convidada Miley Cyrus, inclusive para dar testemunhos sobre o disco 16 vezes platinado do grupo californiano, o impacto que ele teve em sua vida e a cover que ela fez de “Nothing Else Matters” no festival de Glastonbury, alguns anos atrás.

Miley, na hora da session no “The Howard Stern Show”, cantou a música tendo o Metallica como banda de apoio. Pensa. Ainda para o programa, o Metallica mandou ao vivo a performance de “Sad but True”.

Muito papo e as duas músicas ao vivo aqui citadas você vê agora em vídeo, aqui embaixo. Com um bônus legal. O Metallica tocando, no programa de TV do Jimmy Kimmel, as bombas “Wherever I May Roam” e “Holier Than Thou”, tudo também do “The Black Album”, em session feita do lado de fora do Observatorio de Angeles. Classe demais.

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As Linda Lindas estreiam na TV americana lembrando o garoto sexista/racista

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Captura de Tela 2021-06-07 às 5.03.07 PM

* A gente já relatou por aqui o fenômeno das meninas da banda The Linda Lindas, de Los Angeles. Primeiro em algumas notas quando elas estrelaram o filme “Moxie!” e em um post sobre o viral de uma apresentação delas em uma livraria de Los Angeles.

O grupo punk latino-asiático formado por Lucia (14 anos), Eloise (13), Mila (10) e Bela (16), que agora assinou com a Epitaph e deu entrevistas extensas para publicações como a super indie Pitchfork e o jornalão inglês Guardian, chegou à televisão norte-americana.

Foi a estreia delas na TV, mais especificamente via late show do Jimmy Kimmel, um dos maiores do gênero “programa de entrevistas de fim de noite” por lá. Como você já deve saber, um ótimo trampolim para um estouro real. Logo mais elas vão estar no “Saturday Night Live”. Talvez não porque é ao vivo muito tarde, então não pela idade deve ser proibido.

Enfim, de olho no sucesso viral das meninas, Jimmy pediu que elas contassem mais uma vez a história de racismo que a baterista da banda, a Mila, sofreu e que foi a inspiração para o petardo “Racist, Sexist Boy”, a música da apresentação da livraria que correu mundo.

A ascensão das meninas já gera até polêmicas vazias, por conta do pai de Mila e Lucia ser Carlos de la Garza, um engenheiro de som de diversas bandas, como Paramore, Best Coast e Bad Religion. Qual seria o problema? Até parece que as pessoas se criam e fazem música em ambientes isolados do resto do mundo. Se elas apressaram o reconhecimento por conta do pai, massa. Já o talento delas nada tem a ver com isso. Esse tipo de desconfiança com certeza não seria problema em um grupo de meninos. Acho que dá até assunto para mais uma música nervosa delas essa conversa.

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Middle Kids começa turnê australiana semana que vem (sim, você leu direito). Mas, antes, dá uma passadinha na TV americana

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* Atenção para a observação inicial de que o Middle Kids começa em Brisbane, na quinta-feira da semana que vem, uma turnê na Oceania que vai desembocar em setembro nos EUA, tudo para promover ao vivo, em shows, gigs, apresentações com banda e público num mesmo lugar, seu recém-lançado segundo álbum, o festejado e bom mesmo “Today We’re the Greatest”. Pode parecer estranho para nós, mas, acredite, para os gringos não está sendo tanto.

Os americanos estão de olho no Middle Kids, um trio ensolarado da ensolarada Sydney formado pelos fofos Hannah Joy, Tim Fitz e Harry Day. Tem a tour, session de rádio e aparições nos programas de entrevista do fim de noite. Precisa de tanto? Achamos que sim, até.

Ontem, por exemplo, eles foram ao Jimmy Kimmel. Se não estamos enganados, é a terceira vez do Middle Kids como atração musical nos talk shows da “late night” dos EUA só neste ano.

No Kimmel, ontem, eles tocaram a climática e “crescente” canção “Questions”, do disco lançado no fim de março, que aos olhos ocidentais funciona como “disco de estreia”. Numa performance pré-gravada e toda bem produzidinha, foi assim que o Middle Kids se apresentou aos americanos, via “Jimmy Kimmel Live”.

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Daya ao vivo na TV americana, convocando os bad boys a conhecer a bad girl

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Captura de Tela 2021-03-12 às 10.53.24 AM

* Garota a caminho do estrelato, a cantora americana Daya, de Pittsburgh, já realocada em Los Angeles, compareceu nesta semana no programa do Jimmy Kimmel com um vídeo de performance para seu mais recente e popesco single, “Bad Girl”, lançado em fevereiro e bastante tocado nas rádios americanas.

Com um tipo sonoro na linha da inglesa Dua Lipa, Daya, 22 anos, até mostrou na TV uma “Bad Girl” diferente da original, em partes.

A canção mostra uma “bad girl” cheia de confiança indo ao confronto com “bad boys”, indo contra a corrente do pop mental health que domina a música jovem. Daya mostra ironia em seu single, o que já a difere de boa parte das artistas pops novinhas de hoje.

A cantora, que toca piano, guitarra, saxofone, flauta e ukelele, apareceu na cena pop americana em 2015/2016, quando lançou seu disco de estreia, “Sit Still, Look Pretty”, e frequentou paradas por conta dele. Até um Grammy de canção ela faturou. Depois deu uma aquietada, a não ser por singles esporádicos, e foi resgatada mesmo ao assunto pop quando botou uma música no seriado “13 Reasons Why”, da Netflix, em 2019.

Em outubro do ano passado, soltou um single novo, “First Time”, para indicar que o segundo disco chega em 2021. Depois veio esse “Bad Girl”, que ganhou performance gravada para o Kimmel, a que você vê abaixo.

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Waxahatchee estreia na TV americana com uma performance “caseira” para “Lilacs”

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* A Waxahatchee, a banda da Katie, estreou linda ontem nesses programas noturnos da TV americana, “a MTV dos dias de hoje” como a gente costuma (mal)dizer por aqui. No caso dela, foi no Jimmy Kimmel Live!

Katie Crutchfield, sob o carimbo de seu belo projeto, fez performance para “Lilacs”, música de seu hoje famoso álbum “Saint Cloud”, presente em várias boas listas de melhores álbuns do ano passado.

Para enviar ao Kimmel, ela gravou “lilacs” numa brejeira locação em Kansas City, onde mora.

Waxahatchee partiu para uma série de apresentações gravadas para distribuir por aí, pegando gosto pela TV. A próxima vai ser mostrada neste sábado, no popularíssimo programa CBS This Morning, desta vez matinal. Talvez combine mais com a música de Katie.

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