Em john lennon:

Popnotas – O filminho do Shame, as 87 músicas do Lennon, No Rome+Charli XCX+1975, Sharon van Épica e ele… sim… o Foo Fighters

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* A banda punk inglesa Shame, famosa por suas poderosas apresentações ao vivo, soltou ontem à noite no Youtube um filme chamado “Live in the Flesh”, cheio de chinfras de bastidores, para mostrar “por dentro” como um show do Shame funciona, desde a chegada da banda ao lugar da performance. Claro, tem um quê teatral engraçado, a cara do Shame (foto na home). Na parte do vamos-ver, mesmo, a banda tocando, são sete faixas de seu mais recente disco, “Drunk Tank Pink”, o segundo deles, lançado em janeiro. O filme foi gravado no Brixton Electric, no sul de Londres, área deles. E, como todo show do Shame, é intenso e vale o livestreaming.

* Featuring de peso. O músico Guendoline Rome Viray Gomez, mais conhecido pelo seu nome artístico No Rome, conseguiu reunir Charli XCX e The 1975 na mesma faixa. É o single “Spinning”. Charli chegou a escrever um tweet que mencionava estar ansiosa em formar um supergrupo com No Rome e o 1975. Se o trio ainda vai ter mais músicas em parceria é quaaaase um mistério. Mas, pelo que entregou Charli…

* “Plastic Ono Band”, primeiro álbum solo de John Lennon, lançado após o rompimento dos Beatles, vai ganhar uma edição de luxo caprichada em abril. Esta “Ultimate Collection Box Set” lembra os moldes do que rolou com “Imagine” em 2018, ou seja seis CDs, blu-ray, livro e tudo o mais – são nada menos que 87 gravações inéditas entre outtakes, demos, jam sessions e a gravação ao vivo completa de Yoko Ono/Plastic Ono Band, seu álbum-irmão – ou irmã, talvez caiba melhor no caso.

* Sharon Van Etten anunciou um disco chamado “epic Ten”, um álbum duplo que vai celebrar os 10 anos de “epic”, seu segundo trabalho. Terá uma reedição do original acompanhando de um disco onde artistas como Fiona Apple, Lucinda Williams, Big Red Machine, Courtney Barnett e Idles fazem uma releitura da obra decana. Já temos um gostinho do primeiro cover, a versão do Big Red Machine para “A Crime”, faixa que abre o álbum. Quando chega tudo? Abril.

* O Foo Fighters participou ontem do “Late Late Show” do figura James Corden. Mais uma das milhares de divulgações de seu novo álbum, “Medicine at Midnight”, lançado tem um mês. Tocaram a mesma “Waiting on a War” que já tinha rolado no programa do Jimmy Fallon e em outros cem lugares, seja TV, rádio, internet. Sempre com o Foo Fighters gravando sua performance e a enviando aos veículos. Quem aguenta tanto do mesmo? Sendo talvez a única banda de rock que ainda consegue chamar a atenção de todos os programas de entretenimento do mundo, fica evidente também alguns efeitos da pandemia no mundo da música. Pouca gente trabalhando, falta de assunto, clima e eventos extremamente iguais. Quando a banda não inova no repertório ou é um pouco mais radical na filmagem, tudo soa meio cansado. Bom, Dave. Desculpa o trato. Só estamos ficando cada vez mais mau-humorados com tudo… De todo modo, o vídeo está aqui abaixo. Pelo menos foi gravado de um outro ângulo, com o Dave Grohl olhando para a esquerda.

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Viva Bowie: Covers inéditos do inglês para músicas de John Lennon e Bob Dylan são lançados hoje

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Já conversamos um pouco sobre o aniversário de Bowie hoje, mas estamos aqui para falar mais novidades à cerca de um dos seres humanos mais ilustres que já viveram neste plan(o)eta. No caso, dois covers inéditos para canções de Bob Dylan e John Lennon lançadas nesta sexta-feira nos streamings.

A cover de Bob Dylan é da faixa “Trying to Get Heaven”, um som do (excelente) álbum “Time Out of Mind”, de 1997. A gravação de Bowie data de 1998, na época em que mixava seu disco ao vivo “LiveAndWell.com”. Já o Lennon selecionado é das mais sentidas do músico: “Mother” da estreia solo do ex-beatle, “John Lennon/Plastic Ono Band”, de 1970. A versão de Bowie também é de 1998 e foi pensada para um coletânea que não deu certo.

As faixas estão em todas as plataformas de streaming e saíram também em vinil. Os compactos numerados e limitados já estão esgotados, lógico. Raridades.

Parecem escolhas aleatórias, mas é Bowie gravando seus ídolos. Quando a gente considera que a estreia dele saiu em 1967, perto de grandes lançamentos dos Beatles e Bob Dylan, é comum associá-lo a esse período – mesmo que sua carreira tenha virado mais nos anos 70 e dado mil voltas nos anos seguintes.

Acontece que aquele garoto nascido em 8 de janeiro de 1947 tinha só 15 anos quando esses seus ídolos se tornaram fenômenos pop. Acho que isso dá um significado especial em ver Bowie interpretando canções de Dylan e Lennon.

Ainda que neste olhar daqui de 2021. Pensa: David Bowie interpretando Bob Dylan e John Lennon. Olha a dimensão disso.

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Cinco minutos que valem mil filmes. Veja uma prévia de “Get Back”, dos Beatles, com um clipe de… “Get Back”

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* Aguardadíssimo documentário dos Beatles que devia ter estreado em setembro deste ano ruim e por conta de toda a ruindade da Covid-19 foi adiado por um ano, “The Beatles: Get Back” agora só chega em agosto de 2021 trazendo um gigantesco material inédito da maior banda de todos os tempos em seu último anos juntos.

O diretor neozelandês Peter Jackson, responsável pela trilogia de “O Senhor dos Aneis”, está há mais de um ano chafurdado em quase 60 horas de filmagens e o dobro disso de áudios que verteram no famoso documentário “Let It Be”, de 1970, sobre o making of 12º e último álbum dos Beatles antes de seu fim.

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A ideia inicial, antes até de lançar o “Get Back” em setembro de 2020, era ter apresentado o filme no ano anterior, fim de 2019, quando se completaram os 50 anos do “Rooftop Concert”, um dos shows mais falados da história, em que os Beatles se apresentaram de surpresa no topo do prédio da gravadora deles, a Apple, no burburinho do centro de Londres na hora do almoço. Foram 42 minutos de concerto, naquele 30 de janeiro, até a polícia chegar para acabar a festa e dispersar a multidão de pessoas que ganharam de repente a chance de ver o que seria o último show público dos Beatles na história. Nesta menos de uma hora, tinha se juntado gente parando o trânsito, nas janelas e no topo dos prédios vizinhos para ver John, Paul, George e Ringo.

A última música tocada antes de a polícia chegar? “Get Back”.

“Get Back”, o filme, tem o OK de Paul McCartney, Ringo Starr e das viúvas de John Lennon (Yoko Ono, que aparece bastante nas filmagens) e de George Harrison (Olivia).

Por conta dos atrasos no lançamento do documantário e de sua infeliz adiada até o segundo semestre de 2021, o cineasta Peter Jackson, lá de sua casa na Nova Zelândia, liberou um “sneak preview” de cinco minutos do filme. Em meio a cenas rápidas maravilhosas dos boys em estúdio, foi montado um clipezinho deles tocando “Get Back”, recheado de trechos do filme. Maravilhoso.

Veja.

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Starting over – o pop respira John Lennon. Popload faz homenagem ao ex-beatle (desculpa, Liam)

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* Para além do vídeo novo do Liam Gallagher, e do último dia 9 de outubro, quando ele completaria 80 anos se fosse vivo, até hoje, dia em que se completam 40 anos de sua morte, muito se falou de John Lennon, o ex-beatle assassinado com cinco tiros em Nova York.

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A cultura pop está vivendo uma imersão John Lennon neste último mês exato. Tivemos inclusive alguns lançamentos e acontecimentos que incluem:

* a coletânea “Gimme Some Truth”, 36 músicas produzidas e re-mixadas por Yoko Ono e seu filho, Sean Ono Lennon, lançadas no dia 9 de outubro – no que seria o aniversário de 80 anos do ídolo. As músicas nos trazem a qualidade atemporal da voz do artista. Verdades expressadas uns 50 anos atrás estão vivas ainda ali – naquelas gravações.

* alguns vídeos ganharam restauração digital, incluindo “Happy X-Mas (War is Over)”, que coroou a icônica campanha de John e Yoko contra a guerra do Vietnã nos anos 70 e contou com participação do coro jovem de Harlem.

https://youtu.be/g_kj60DIq2M https://youtu.be/CbKsgaXQy2k

* O EP “Cold Turkey”, lançado no último dia 20, com uma live remasterizada de “Come Together” que vale a pena conferir.

* Em São Paulo, ainda temos a exposição John Lennon no Museu de Arte e do Som (MIS), aberta até dia 31 de janeiro de 2021, que revela a influência avant-garde de Yoko no desenvolvimento artístico de Lennon.

Ou seja, a febre John Lennon corre solta por aqui e por lá, quando o ex-parceiro de Paul McCartney é sempre lembrado por este período, seja pelas suas efemérides (a boa e a ruim), pela música de Natal de sua carreira solo, e seja por sua mensagem de paz, que poderá ser adequada a 2020 se a p*rra dessa vacina vier mesmo e logo: “A guerra acabou, se você quiser”.

Deve ter algum sentido para estes tempos uma música como “(Just Like) Starting Over” e um começo de canção antítese de confinamentos e pandemias com letra do tipo: “Our life TOGETHER, Is so precious TOGETHER…”

Viva Lennon!

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* A foto de Lennon com a camiseta de Nova York, que ilustra este post, é do grande fotógrafo Bob Gruen

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Liam solta o vídeo novo em homenagem ao John Lennon. Imagine isso!

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* Falando no Liam, o cara vai lá e lança o vídeo dessa prag… música linda de Natal que não é de Natal etc. “All You’re Dreaming of”, que depois do dia 26 deste mês nós vamos odiar com todas as forças, mas que agora compõem o momentum da vida de todo mundo, que é a chegada do Natal num ano desgraçado.

Comentando sobre o vídeo, uma coisa a dizer é que gostamos bem da camisa dele. Ainda existe aquela marca fashion que ele tinha?

Fora isso tem neve, uma galera tocando instrumentos de sopro, o passarinho, a janela da esperança com uma mensagem no final, é p&b, tem velas, Liam aparecendo em dose tripla, uns fantasmas, que mais? Piano tocando sozinho já mencionamos? Neva dentro da casa, uma loucura.

O vídeo sai hoje, exatamente dia do aniversário de morte do ex-beatle John Lennon, o ídolo de Liam e nome de um de seus filhos. Está cheio de referências no vídeo de “All You’re Dreaming of” ao vídeo de “Imagine”, de Lennon. Da frase na janela (no spoiler) à andada de costas pelo jardim numa névoa gelada.

Liam é gigante, after all.

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