Em jools holland:

Após sete anos, o The Good The Bad & The Queen tocou junto para mostrar seu novo single na TV inglesa

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Um dos mais adorados entre os mil projetos musicais de Damon Albarn, o The Good The Bad & The Queen foi uma das atrações do programa de Jools Holland nesta semana, transmitido na noite de ontem na TV inglesa.

O supergrupo, que tem em seu line-up nomes como Paul Simonon (The Clash), Simon Tong (The Verve) e o baterista Tony Allen, fez sua primeira apresentação em um palco desde 2011, tudo isso para divulgar “Merrie Land”, primeiro disco deles em mais de uma década, que tem lançamento previsto para 16 de novembro.

O The Good The Bad & The Queen mostrou o single que dá título ao álbum, produzido por Tony Visconti, ex-braço direito do gênio David Bowie.

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É muita classe para uma banda só: uma apresentação daquele jeito do Interpol na TV inglesa

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O espetacular Interpol está na estrada divulgando seu novinho “Marauder”, disco número seis da banda de Paul Banks, o primeiro deles em quatro anos, recheado de canções bem boas.

A mais recente parada da banda norte-americana aconteceu no tradicional programa de TV inglês Later With… Jools Holland. Por lá, o Interpol mostrou o single “The Rover”.

“Marauder” tem 13 faixas novas e produção assinada pelo bamba Dave Fridmann, conhecido por diversos trabalhos com nomes como MGMT, Flaming Lips, Mogwai e Mercury Rev. Paul Banks, claro, se envolveu no processo todo também.

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R.E.M. de cortar o coração: saiu um vídeo raro de “Nightswimming”, do projeto de luxo com a BBC

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Depois de soltar a gravação de uma “E-Bow The Letter” fascinante com a participação do Mr. Radiohead Thom Yorke, o R.E.M. liberou por agora um vídeo raro de uma apresentação no Jools Holland, no ano de 2003.

O registro é da linda “Nightswimming”, e tem Michael Stipe acompanhado por Mike Mills ao piano, dando um toque ainda mais intimista para a canção.

O vídeo faz parte do projeto da finada banda norte-americana com a rede inglesa BBC. Contendo registros que compreendem mais de 20 anos de shows, entrevistas e performances, serão lançados nada menos que 8 CDs e um DVD, incluindo uma session no John Peel, o show no Glastobury de 1999 e muito mais.

Haverá também uma versão enxuta, “The Best of R.E.M. at the BBC”, em CD duplo e vinil duplo. Tudo isso estará nas lojas no dia 19 de outubro agora.

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Atração do Rock in Rio do ano que vem, Muse vai dos anos 80 ao gospel em apresentação no Jools Holland

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Se preparando para lançar seu novo disco, “Simulation Theory”, que chegará às lojas dia 9 de novembro, o Muse já deu o pontapé no processo de divulgação e se apresentou na noite de ontem no programa do veterano Jools Holland, na BBC 2.

Por lá, além do mais recente single, o oitentista “Pressure”, o trio britânico fez uma versão incrível para “Dig Down”, com a colaboração de um coral e do próprio apresentador, além do suporte de um set de metais. Essa versão “gospel” estará na versão deluxe do novo álbum.

Nunca é demais lembrar que o Muse será uma das atrações do Rock in Rio do ano que vem, como a Popload revelou aqui.

Confira, abaixo, a performance na TV inglesa.

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Noel Gallagher mostra música inédita no Jools Holland. Tem até uma menina “tocando” uma… tesoura

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Como nos velhos tempos, a família Gallagher voltou a ser uma fábrica de notícias e a Popload não tem culpa disso. No ritmo de uma (ou até duas) notícias do Noel e do Liam por dia, adotamos nosso espaço Daily Gallaghers. A vida é assim.

No episódio de hoje, temos Noel Gallagher tocando duas músicas novas no programa do Jools Holland que foi ao ar na noite de ontem. O ex-líder do Oasis, cada vez mais longe do Oasis, mostrou o single “Holy Mountain”, que a gente já conhece, e a até então inédita “She Taught Me How To Fly”. E os novos rumos sonoros da carreira de Noel são visíveis.

Ele já avisou mais de uma vez que “Who Built The Moon?”, seu terceiro álbum que chega ao mercado dia 24 de novembro, vai ser diferentão. E que tem muito fã da velha guarda do Oasis que vai torcer o nariz e que não deixa de ser um teste para os dois lados.

A música nova, por exemplo, tem uma garota, a mesma que toca flauta em “Holy Mountain”, tocando uma… tesoura. Bem isso. Além da batida pós-punk que remete à transição do Joy Division para o New Order lá no começo dos anos 80, a bateria beira ao estilo da eletrônica, principal gênero ao qual está ligado o produtor do disco, David Holmes. E muitos versos são repetidos, à exemplo de sua antecessora.

As duas canções podem ser vistas abaixo, com a banda no gás.

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