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TOP 50 DA CENA – A ordem é: CALMA! Então respira e veja o ranking que traz Nevilton no topo e Bertoni sentando e conversando. Jadsa, Hiran, Vitraux vão na vibe. E tem a Jup, óbvio

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* Respira… Esta nova edição do ranking da Popload da música brasileira, que vem acompanhado de um excelente playlist, vem propor a calma. Embora a gente esteja ainda trancado em casa (ou bastante tempo do dia trancado em casa), o mundo anda muito louco.
Então nos conquistou de cara, meio que um apelo para a alma, a nova música do grande Nevilton, que foi direto para o topo. Para ajudar nesse processo de desaceleração importante, botamos na sequência a nova do Gustavo Bertoni, a lindaça “Sit Down, Let’s Talk”, que propõe exatamente o que seu título diz.
Beleza, vem depois toda a energia incrível da Jup do Bairro com música do seu fundamental EP “Corpo Sem Juízo”. E bota tudo no ar. Mas o recado já vai estar dado.
Das dez primeiras colocações, sete são estreias da semana, para você ver como a cena está girando forte e bonita. Tem os baianos Jadsa e Hiran, tem emo do Fresno, tem Vitreaux, tem o R&B paulistano da 1LUM3. Só belezuras.
Ah, e tem a fundamental playlist botando tudo para rodar.

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1 – Nevilton – “Irradiar” (Estreia)
Uma delicada canção sobre amor e sobre o agora. Nevilton pega os sentimentos da quarentena e lança essas sensações e mensagens em uma fineza de música. Esse sabe o melhor caminho de criar belezas com seis cordas.
2 – Gustavo Bertoni – “Sit Down, Let’s Talk” (Estreia)
Doeu tirar do ranking a música anterior do scaleno Gustavo, a bela “Waves”, para botar outra mais bela ainda, essa que propõe dar uma sentadinha, respirar, para então conversar. Os tempos estão tão loucos que esse sussurrado pedido de auto-reflexão, acompanhado por um violão bem dedilhado e um sotaque (inglês) bonito vem bem a calhar.
3 – Jup do Bairro – Pelo Amor de Deize (1)
Aí vem a Jup e joga a CENA para o alto. Esta roqueira parceria de Jup do Bairro e Deize Tigrona, que descobrimos ser (também) uma grande roqueira, estremece. Além da pancada sonora, ela pega firme em mostrar a profunda amizade de Jup e Deize, que ultrapassa os momentos complicados, como o da depressão de Deize. Ou da propria Jup. Vai, levanta!
4 – Karol Conka – “Tempos Insanos” (2)
Segura o flow da Karol. Único e lotado de variações. Que valor. Em “Tempos Insanos” ela mostra tudo o que sabe. E WC no beat também dá uma aula aqui. Aumenta o som que esta pede por isso.
5 – Jadsa – “Quietacalada” (Estreia)
A guitarrista e cantora baiana Jadsa vem talvez da CENA mais viva da música independente nacional há algum tempo. Uma guitarrista alternativa e baiana que se apresenta com o ótimo EP (“Taxidermia”) e logo mais chega com um álbum cheio (“Olho de Vidro”). Esta só tem no Bandcamp, mas vale o esforço de ir até lá – é um clique, né?
6 – Hiran – “Gosto de Quero Mais” (Estreia)
Aos poucos vamos gostando de mais músicas do álbum do Hiran. Saí “Galinheiro” que nos conquistou semana passada e entra o feliz encontro de Hiran com Tom Veloso, o filho de. Um refrão pegajoso – ou melhor dizendo, embaçado. Veja o vídeo esperto de tão simples e entenda. Se deixarem essa tocar no rádio, sei não, cara de hit.
7 – Vitreaux – “Meia Luz” (Estreia)
Uma banda que se inspira em Clube da Esquina, rock argentino da década de 1970 e jazz alcança um bom resultado em um disco com toques cinematográficos. Guia do disco, “Meia Luz” é uma ótima introdução ao álbum com seu papo sobre arte em tempos de repressão.
8 – JP – “Chorei Dendê” (9)
Aí o indie mineiro todo guitarra que cantava em inglês foi para a Bahia e encontrou o amor. Pelo lugar, pelo amor mesmo e por cantar em português. E deu no seu novo single, do seu novo EP, que saiu na sexta-feira passada.
9 – Fresno – “Broken Dreams” (Estreia)
Uma volta da Fresno ao som que mais se aproxima de sua pegada emo antiga, embora ainda com uns toques eletrônicos Uma porrada com a participação de Jason Aalon Butler, da banda rapcore americana Fever333.
10 – 1LUM3 – “Extremo” (Estreia)
Vale sempre prestar atenção na 1LUM3, projeto e persona da Luiza Soares. O single é uma canção sobre amor daquelas que nos deixam cheios de dúvidas, como só o próprio amor é capaz. De vez em quando.
11 – The Baggios – “Quareterna Serigy” (3)
12 – ATR e Luedji Luna – “Batom” (4)
13 – Giovanna Moraes – “Sai por Inteira” (6)
14 – Antiprisma – “Lunação” (8)
15 – Nelson D. – “A Grande Revolta” (10)
16 – Tássia Reis – “Me Diga” (11)
17 – Supervão – “Depois do Fim do Mundo” (12)
18 – Rohmanelli – “Do Jeito Que o Mundo Está” (13)
19 – Marcelo Perdido – “Não Tô Aqui pra Te Influenciar” (14)
20 – Kunumí MC – “Xondaro Ka’aguy Reguá (Guerreiro da Floresta)” – (15)
21 – Duda Brack – “Contragolpe” (16)
22 – Compositor Fantasma – “Não Sabendo Que Era Impossível” (17)
23 – ABC Love – “Flertes” (18)
24 – Karen Jonz – “O Grande Excesso” (19)
25 – Don L – “Kelefeeling” (20)
26 – Sessa – “Sereia Sentimental” (21)
27 – Thunderbird – “A Obra” (22)
28 – Mahmundi – “Nós De Fronte” (23)
29 – Mulungu – “No Ar” (25)
30 – Giovani Cidreira e Mahal Pita – “Mago de Mim Mesmo” (26)
31 – Rico Dalasam – “Mudou Como?” (28)
32 – Paulo Nazareth e Nic Medeiros – “A Volta Que o Mundo Deu” (30)
33 – TARDA – “Breath” (31)
34 – ÀIYÉ – “Pulmão” (32)
35 – As Bahias e a Cozinha Mineira – “Forasteira” (35)
36 – Os Amanticidas – “Paisagem Apagada” (36)
37 – Coruja BC1 – “Baby Girl” (37)
38 – Edgar – “Carro de Boy” (38)
39 – Douglas Germano – “Valhacouto” (39)
40 – Taco de Golfe – “Nó Sem Ponto II” (40)
41 – Kiko Dinucci – “Veneno” (41)
42 – Ava Rocha e Los Toscos – “Lloraré Llorarás” (42)
43 – Jhony MC – F.A.B. (43)
44 – Cícero – “Às Luzes” (44)
45 – Febem, Fleezus e CESRV – “Terceiro Mundo” (45)
46 – Djonga – “Procuro Alguém (46)
47 – Letrux – “Déjà-Vu Revival” (47)
48 – Vovô Bebê – “Êxodo” (48)
49 – Tuyo e Terno Rei – “Eu Te Avisei” (49)
50 – Troá! – “Bicho” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, a multiartista trans-formadora paulistana Jup do Bairro.
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix, talvez o maior estudioso da nossa CENA. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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CENA – Aqui e agora, o longo alcance da música independente em quatro lançamentos: Jup do Bairro, JP, Fresno e Hiran

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* Se fôssemos dar conta de TUDO o que tem sido produzido na CENA nacional, pegando o recorte de lançamentos e atividades de uma semana para cá, teríamos que fazer uns 200 posts, o que ainda não é possível por aqui.

Então, vamos dar uma focada aqui numa partezinha gigante do que aconteceu nos últimos dias na cena independente brasileira classe.

* JUP DO BAIRRO – Um dos grandes discos do ano, ainda que um EP, liquidificador de referências que refletem todo nele a riqueza de estilos da música brasileira hoje, a multiartista Jup do Bairro vai se descolando de suas amarras para brilhar ir brilhando sozinha. Sozinha mas cheia gente em volta. À meia-noite desta segunda-feira, Jup estreou seu vídeo-single “Pelo Amor de Deize”, música com participação de Deize Tigrona, vídeo com participação de uma galera (Likiner, Gaby Amarantos e grande elenco). A faixa, roqueira, de guitarras, surpreendentemente reflete um passado adolescente metal das duas, tanto da rapper quanto da funkeira. Foi a Jup que falou para a gente. “Pelo Amor de Deize”, a ótima música do EP “Corpo Sem Juízo”, tem produção de Badsista. O vídeo, com roteiro e direção criativa co-assinada por Jup do Bairro, é uma parábola de “trans-formação” de Jup desde o momento desacreditada e sozinha com sua condição travesti, negra, gorda e periférica no Capão Redondo até levantar da cama para dar a volta por cima e conquistar cada vez mais espaço nas artes e no “centro” da cidade grande. Tudo com a bênção da Santa Deize. Que fase da Jup!

* FRESNO – No fim de semana, depois de avisos nas redes, Lucas Silveira botou para rodar uma música nova e especial da Fresno, “Broken Dreamns”, com um celebrado vídeo mostrado no Twitch, Igtv e Youtube. A porrada foi gravada no ano passado, pré-lançamento do álbum “transformador” “Sua Alegria Foi Cancelada”, lançado há alguns meses. Representa uma volta atemporal do Fresno ao som que mais se aproxima de sua pegada emo antiga e menos dos sinais de mudanças que o novo disco trouxe. E traz uma participação internacional, de Jason Aalon Butler, da banda rapcore americana Fever333, o que faz a música ser bilíngue, para acomodar os berros do convidado. A participação foi à distância. A canção foi pensada sem Jason e foi filmada no Rio no ano passado. Após o convite, o roqueiro americano gravou sua participação em seu celular e a mandou para ser inserida no vídeo. Ficou assim:

* JP – Sexta-feira foi lançado o primeiro single da nova fase do “puro-indie” mineiro JP em direção à… sofrência: “Chorei Dendê”. JP, que lançou em 2016 seu primeiro álbum “Submarine Dreams”, todo em inglês, andou indo à Bahia se encontrar com o amor e voltou todo tropicalista e cantando em português. São as voltas que este mundo e esta CENA dão. É sofrência mas tem uma alegria. Retoma um caminho que a banda Holger fez lá atrás, de misturar rock e vocais urbanos à ritmos baianos, ainda que de guitarras. “Chorei Dendê” é o primeiro de uma série de músicas do tipo que o então rapaz indie-rocker pretende mostrar ainda neste 2020 transformador por si só. Mas a ideia, ao que parece, não necessariamente passa pelo lançamento de um álbum. E, sim, de uma coleção de singles. A ver.

* HIRAN – Também na última sexta saiu o single-vídeo novos do rapper baiano Hiran, “Gosto de Quero Mais”. A música é do segundo álbum dele, “Galinheiro”, lançado semana passada e traz a participação no violão de Tom Veloso, da famosa família musical brasileira que o acolheu artisticamente em suas evoluções e variações sonoras desde o disco-manifesto de estreia “Tem Mana no Rap”, da época em que vivia em Alagoinhas, no interior da Bahia. Hiran é a ponte das duas regiões mais significantes hoje na CENA: a Bahia e o Rio de Janeiro. E isso reflete no clima alto-astral do vídeo de “Gosto de Quero Mais”.

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Popload Live: hoje, 17h, no Stories da @poploadmusic, papo e música com o músico JP

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* Fruto bom da ótima cena mineira de anos para cá, o garotão JP, ex-Belo Horizonte atual São Paulo, é o convidado desta tarde, já, já, da Popload Live, no ar às 17h.

O inquieto jP, autor de um belo disco indie lo-fi em 2017, o “Submarine Dreams”, mais aproximadamente uma surf-music mineira sem o mar, cantado em inglês, finalmente prepara seu próximo lançamento, um disco mais dado a brasilidades (ele vai tocar essa “guinada” para nós, ao vivo).

Tanto isso quando seu passado internacional fazendo pedais de guitarra próprios e exportando mundo afora estão no papo com o músico mineiro. Não perca. Logo mais, 5 da tarde.

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A live da Popload foi criada para proporcionar, em tempos de clausura, papo e performance com pessoas legais da nossa música. Inclusive… tocando música.

Já rolou por aqui conversa e som com Flavio FingerFingerrr, André Aldo, Eduardo Apeles, Vivian Kuczynski, Lucas Fresno, Rita Papisa Oliva e Ale Sater, do Terno Rei, Bianca e Rodrigo do Leela, Lucas da Glue Trip, Fefel do Boogarins, Duda Brack, Clarice Falcão, Gabriela Deptuski, do My Magical Glowing Lens, Jay Horsth, do Young Lights, Salma & Macloys, do Carne Doce, a trinca Naíra, Érica e Caro, do sexteto Mulamba, e João Erbetta, do Los Pirata, o Popoto, da banda Raça, a Sara Não Tem Nome e o produtor paulistano CESRV, o internacional Sessa, o cheio-de-histórias-incríveis Supla, a multimídia Lia Paris, o rapper afrojaponês-andróide Yannick Hara e a guitarrista e cantora Brvnks, o professor Frank Jorge, o brit-paulistano Charly Coombes, Tim Bernardes de O Terno, Mario Bross, do Wry, a diva Ava Rocha, o produtor mashapeiro Raphael Bertazzi, com o engenheiro de som e beatmaker Master San, com o músico mineiro André MOONs, com o enigmático cantor Gevard DuLove, com o músico, agora escritor e eterno VJ Luiz Thunderbird, Tatá Aeroplano e com o Pata, do Holger. Tudo regado a som ao vivo, adaptado, rearranjado, diferente, tecnicamente perdoadíssimo.

Já teve DJ set, do ótimo Willian Mexicano, com a digníssima diva pop Pabllo Vittar participando animada. E a do Lúcio Morais, do Database. Do Trepanado, da Selvagem. Do Lúcio Caramori. Do Paulão, do Garagem.

Já teve conversa sobre a história da CENA brasileira com um dos personagens principais dela desde sempre, o agitador Fabrício Nobre. Já teve papo de jornalismo musical com Pedro Antunes, editor da “Rolling Stone”, também conhecido como o inventor do programa “Tem um Gato na Minha Vitrola”. Já conversamos com Bruno Natal, do podcast Resumido, e Thiago Ney, da newsletter MargeM, dois instrumentos ~modernos~ vitais para entender o mundo hoje.

A ideia da live é que ela, diária, de segunda a sexta no período de quarentena, não necessariamente tenha um horário padrão para rolar, mas até que tem acontecido bastante às 17h. A gente avisa aqui e nas redes o horário certo do dia.

Então, hoje, às 5 da tarde, no Stories do @poploadmusic, conversa e música com JP.

E lembrando que as Lives passaram a ficar disponíveis no igtv da conta do Popload Music, para outras revisitações ou mesmo para ver pela primeira vez. Escolha sua opção, mas veja.

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CENA – A boa onda do Glue Trip passa por SP no domingo. Show é no Z. E com o JP

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* SP, Z, JP.

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No domingo mais movimentado do ano em São Paulo, aparentemente, guarde sua energia para o programa mais alto astral da data, que vai rolar das 18h às 22h no clube Z, no Largo da Batata, a região mais agitada da cidade hoje. (Ok, aqui não vamos contar com a festa do Palmeiras, que também promete ter o astral elevado. Só para não misturarmos assuntos.)

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O Glue Trip, banda de psicodelia paraibana (toma essa, Tame Impala!), se apresenta na festa mensal CENA. O show, sempre bom deles, pode ser encarado como um outro lançamento em São Paulo do discaço “Sea at Night”, o segundo álbum do quarteto, que saiu em setembro e do qual já ouvi gente dizer que é tipo uma mistura praieira e malemolente de Daft Punk com Disclosure e Unknown Mortal Orchestra. Ok?

A abertura fica à cargo do músico mineiro JP Cardoso, com banda de notáveis no suporte, ameaçando tocar música nova inclusive.

Quem vamos?

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POPLOAD SESSION e CENA apresentam… JP

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cena

A gente na vida comete falhas, e no ano passado eu cometi duas. Duas bem feias. Por causa da memória corroída deixei fora da lista dos dez melhores de 2016 os álbuns que talvez foram dois dos cinco melhores discos de 2016, o que diria entre os dez. Dois do Top 3, até, pensando bem, agora com esse olha de meio de 2017. São os discos “Boca”, da veterana dupla indiedance-gostosa NoPorn, e “Submarine Dreams”, álbum de estréia do novinho músico mineiro JP Cardoso, ou apenas JP, que fez tudo sozinho, com a little help from his friends. Inclusive ele fez até os pedais das guitarras que usou para compor seu primeiro disco. Enfim, quando lembrei num recap já era tarde demais. E eu esperei bastante uma oportunidade para fazer esse mea-culpa. Ei-lo.

JP Abril de 2017 por Mancha Leonel 3

Vida que segue, JP (acima) agora retorna a este espaço para uma triunfal Popload Session, gravada em São Paulo, mais especificamente “fora de” São Paulo, em Cotia, no estúdio Casa do Bóris, que pertence ao grande Sérgio Ugeda. Bóris é seu cachorro branco, que faz participação especialíssima nos vídeos da session de JP. O rapaz de Belo Horizonte, diferentemente da gravação de seu disco, que saiu pelo selo mineiro-belga La Femme Qui Roule, não está sozinho na performance especial ao vivo para a Popload, de duas faixas de seu belo “Submarine Dreams”.

Ajudam o JP nesta Popload Session, no desempenho ao vivo das incríveis “We Can’t Forget” e “Jackie Chan”, a seguinte trupe das boas: na bateria, o Mancha Leonel, da Casa do Mancha. Na guitarra e no backing vocal, Cido, parceiro de JP, que inclusive bota umas guitarras em “Submarine Dreams”. E no baixo Diogo Valentino, do grupo carioca Supercordas. Em “Jackie Chan”, aliás, o próprio Sérgio Ugeda participa da percussão.

A banda acima, inclusive e a propósito, vai dar suporte à tour que JP arma a partir deste domingo, na Casa do Mancha, em São Paulo, às 17 horas. Retorna a Minas Gerais para três apresentações, passa por Brasília e termina no grande festival Bananada, em Goiânia. Depois dos vídeos, o cartaz da turnê do JP.

Agora, ele em ação. Senhoras e senhores, com vocês… o talentosíssimo JP.


** As fotos de JP que ilustram este post e a home da Popload são de Mancha Leonel. Você pode conferir o músico ao vivo na turnê destacada abaixo, em seu cartaz:

JP-Sky-Tour

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