Em Karol Conka:

CENA – Jorge Ben Jor, as mulheres, o frio, a Flor de Sal. Fotos e vídeos do incrível festival-arte MECAInhotim

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* Obras de arte, parque lindo, shows, discotecagens, frio, calor, pães de queijo, camping, barraca, yoga, campeonato de passinhos, palestras e a tal banda Flor de Sal. Teve de tudo na segunda edição que o MECAInhotim, festival da plataforma multieventos MECA, realizou no último final de semana (de sexta a domingo) no excepcional parque de arte contemporânea Inhotim, em Minas Gerais.

Alheio a polêmicas de redes sociais de dias anteriores, eu não tinha ideia quem era aquela banda de um casal tocando MPB com letras hippies esquisitas, quando cheguei para minha discotecagem no festival gaúcho-paulistano realizado em terras mineiras. Como a programação do sábado estava um pouco atrasada (já falo da sexta), consegui ver inteiro o show da banda criada pelo departamento de marketing da marca carioca Farm, um dos principais nomes da moda feminina do país que virou selo de música e já tem um primeiro produto, a Flor de Sal, os Sex Pistols da MPB de lifestyle carioca e “natureza feminina”. Show histórico para a CENA. E para mim, que não sabia o que estava acontecendo quando vi meninas com rabos de dinossauro dançando diante daquela banda até então a mim desconhecida.

No dia anterior, o de abertura do festival-arte, foi o selo indie paulistano Balaclava que tomou para si a programação do MECAInhotim, botando no palco principal a engajada e carioca Ventre, outra de forte voz para as mulheres, por causa da intercalação de música e discurso da baterista Larissa Conforto. O também paulistano Terno Rei e o mineiro M O O N S completaram a trinca Balaclava que fizeram pesar as guitarras no evento. Gratidão! :))

Temos vídeos pouco-ortodoxos da apresentação de Terno Rei e Ventre, ambos filmados do palco por Matheus Fleming.

O sábado, das atrações principais, enfileirou a rapper responsa Karol Conká, o bailão indie do grande Jorge Ben Jor e a discotecagem “variada” do badalado DJ espanhol Pional. Ben Jor mandando hit atrás de hit comandados por sua guitarrinha à la Nile Rodgers (Chic) e regendo a sua banda pelo microfone: “Mais groove aí”, “Agora mais funk”. Gênio. Desta noite, temos o vídeo da Karol Conká mandando seu mais recente single, “Lalá”, que versa sobre “O Sexo Oral Feminino e a Eventual Discrepância Masculina”. Boom!

Na real, por tudo que abarcou e propagou, o delicioso MECAInhotim foi um festival-arte, mas também um festival-mulher. As atrações de destaque do palco 2 do evento, logo na entrada do parque e dado o nome à marca de energético TNT, foram Luiza Lian e Sue Sue no sábado, e a bombada Tássia Reis no domingo. Ainda no domingo, mas no palco principal, o que fez se ouvir, entre outros shows (Lumen Craft mandou bem), foi a voz de Lia Paris.

De resto, algumas fotos gerais desta segunda edição do festival-style MECAInhotim, que segundo divulgação fez circular 9 mil pessoas pelo parque de Brumadinho, neste último final de semana.

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Jorge Ben Jor comandando o bailão indie no MECAInhotim

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A galera no primeiro dia do MECAInhotim

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Karol Conká tombando com os meninos do passinho do Lá da Favelinha

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A Olívia Nicoletti e a blusa que (também) norteeou o festival

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A galera

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Karina Zeviani, a cantora da falada banda Flor de Sal

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O DJ Pional, que tocou no sábado

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O festival-arte-fashion MECAInhotim e sua coleção inverno

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** As fotos de shows deste post são do I Hate Flash. As de galera, do Rafael Morse.

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Chupa, CENA!!! A bombástica Karol Conká encontra na lambida o incrível Joe Silhueta, de Brasília

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Tem alguma coisa no ar.

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Vou começar pela Karol Conká, Mamacita empoderada e headliner do incrível MECA Festival, que acontece neste fim de semana (Vamo aê!!). Uma das grandes vozes femininas hoje, a rapper curitibana lançou no mês passado a música “Lalá” que, basicamente, dá aquela ajudazinha ao crush na hora das preliminares. Ao mesmo tempo que alfineta o coitado que não sabe a diferença entre o “clitóris e um ovário”, no vídeo da música Karol é didática, usando frutas e flores para mostrar o mapa da mina aos desavisados (e preguiçosos (e dissimulados)). O vídeo é bem insinuante sem ter nada de explícito, apesar de ter causado desconforto no lado mais puritano do… Instagram, quem diria.

“Lalá”, o vídeo, tem direção esperta de Vera Egito e da fotógrafa curitibana, DJ e ex-Copacabana-Club Camila Cornelsen. Pois a Camila resolveu compartilhar trechos do vídeo em sua conta, só para ter seu Instagram DELETADO por exibição de imagens obscenas. É, nem todo mundo está preparado para cenas tão fortes como as de um mamão sendo acariciado:

Daí, a gente chega no Joe Silhueta, superbanda de Brasília, uma das mais bombadas da cena nova candanga, que é encabeçada por Guilherme Cobelo (voz e violão) e hoje formada por outros sete músicos. Lançaram no ano passado o EP Dylanescas, já partiram para festivais da #CENA e garantiram uma indicação ao prêmio de banda revelação da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Assim. Há pouco, lançaram Ritos do Leito, mais um EP com cinco músicas que abre caminho para o álbum de estreia de Joe, Nas Trilhas do Sol, ainda sem previsão de lançamento.

Joe Silhueta (Thais Mallon)-2 (1)

Há poucos dias circulei por Brasília, entre outros planos macabros para ver o delicioso Picnik Festival, um dos oásis da cena candanga, belezura de evento que mistura música, arte, comidinhas legais, bebidas idem, clima zen, sábado e domingo no parque e é gratuito. Joe Silhueta (dessa vez) não tocou no Picnik, mas era onipresente. O Guilherme Cobelo, digo, a personificação do Joe. Muita gente falou dele para mim, me deu discos dele. Chegaram a me apontar ele no meio do público, mas não rolou de nos encontrarmos.

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Não cheguei a ele, mas ele chegou a mim, hoje, através de um email que trazia o vídeo para uma das canções do EP Ritos…, citado acima. E é aqui que Joe e Karol se encontram, na LAMBIDA, “no seu gosto na língua”. Em um vídeo que começa como quem não quer nada, uma senhora faz seus afazeres do dia alegremente. Coisas do cotidiano: pendura roupas no varal (incluindo uma camiseta do próprio Joe Silhueta), rega as plantas, tira o pó, poda algumas árvores, tira uma pausa para um cigarrinho, tudo com um imenso prazer. Tudo isso porque, enquanto ela realiza todas essas atividades, o seu amor está lá, na lambida, “se demorando nas curvas e nas dobrinhas que ela tem”. São quase três minutos de uma declaração de amor (seja lá em que idade) na voz de Guilherme e nas chupadas do tiozinho. Ele sim, no alto dos seus cabelos brancos, exibindo experiência e botando na prática tudo o que a Karol Conká tem que ensinar para os meninos. Aqui, o mamão vira figo, mas a voracidade é a mesma. Aprenda:

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CENA – Bananada 7 de 7 – Mano Brown, Karol Conka, Far From Alaska, Rakta, Teto Preto, Tulipa Ruiz…

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* Popload em Goiânia. Para acabar esse Bananada sem fim…

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Crossover de coisas, ideias, pessoas, nunca pensei que num mesmo festival indie pudesse ter, sei lá, Black Drawing Chalks e Mano Brown. Quase num mesmo horário, estar tocando a banda indie shoegaze sorocabana Wry num palco e a rapper paranaense Karol Conka em um outro. Assim foi o Bananada de domingo, dia 14, encerrando uma semana cabulosa de som bom, lugares incríveis, gente bacana, tudo certo.

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Abaixo, um dos melhores momentos do Bananada 2017 em sua noite final. Com vídeo de galera e fotos incríveis do Ariel Martini, parte integrande do não menos incrível I Hate Flash

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Mulherada power. Acima, a possante Angela Carneosso em show fora do normal do Teto Preto, a banda-festa. Abaixo, as garotas do feroz Far From Alaska, bandaça internacional do Rio Grande do Norte, momentos antes de entrarem em ação no Bananada 2017

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Mano Brown, dos Racionais, em show do seu outro projeto, o groovie Boogie Naipe, a grande atração de domingo no festival goiano

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A bombada rapper Karol Conka em dois momentos no Bananada 2017

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Três entidades do rock brasileiro reunidas no Bananada, acima o show conjunto dos goianos do Black Drawing Chalks com os Hellbenders; abaixo, Chuck Hipolitho arrebentando a bateria do Forgotten Boys, de SP

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Tulipa Ruiz recebe Liniker em sua apresentação no Bananada 2017

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Acima, Paula Rebellato comanda os teclados do assombroso grupo pós-pós-punk feminino Rakta, de SP; abaixo, momento da banda goiana Brvnks no palco-casa-do-mancha do Bananada 2017

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E fim…

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CENA – Rumo a Inhotim. MECA anuncia sua programação total de shows, por dia, do festival indie-artsy

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* Electro-arte. Indie-jardinagem. Rock in Brumadinho. MPB nas galerias. Tudo misturado.
O MecaInhotim, evento extracool feito pela instituição cultural MECA em parceria com a instituição de arte Inhotim, leva a nova música (e a nova música velha) para interagir com a obras contemporâneas nos dias 7, 8 e 9 de julho próximos, em Brumadinho, Minas Gerais, a 60 km de Belo Horizonte.

É a segunda edição realizado pela plataforma multitentáculos MECA (MECAFestival, MECAJournal, MECACafe, MiniMeca, MECASpot, MECALove, MecaFamily) com um dos mais renomados e inovadores espaços de arte do mundo.

O festival, que já havia anunciado Jorge Ben Jor (foto abaixo) e Karol Conka como suas atrações principais, divulga agora toda sua programação de shows e festas de sua segunda empreitada botando os indies para experimentarem sensações visuais, de cheiro e, óbvio, sonora. Sem contar ainda, a ser divulgado ainda, uma seleção de eventos e performances e palestras e workshops sobre e de arte, moda, tecnologia e conhecimento.

21-08-2009 - CADERNO C - O músico Jorge Ben Jor. FOTO: DIVULGAÇÃO

Mas vamos à parte musical definida, que além das grandes atrações citadas terá os internacionais DJs Joakim
(França), Pional (Espanha, foto da home), mais shows de Ventre, M O O N S, Terno Rei, Lia Paris e Lumencraft. E uma parte de festas envolvendo o MECA com outras plataformas bacanas de música e gente boa que inclui até a Popl… Fica assim:

Sexta (7/7)

Ventre
M O O N S
Terno Rei

Sábado (8/7)

Jorge Ben Jor
Karol Conka
Joakim (FRA)
Pional (ESP)

Domingo (9/7)

Lia Paris
Lumencraft

** DJs (Day parties)

Carol Mattos e Belisa (Masterplano)
Fernando Dotta e Rafael Farah (Balaclava)
Filipe Raposo (RARA)
Lari Busch
Guga Roselli (Mareh).
Lúcio Ribeiro (Popload)

** O MECAInhotim acontece, então, de 7 a 9 de julho (de sexta a domingo) no Instituto Inhotim, (Rua B, 20, Centro, Brumadinho, MG. Os ingressos variam de R$ 40 (ingresso inteira, para a sexta à noite) a R$ 390 (passaporte inteira antecipado para os três dias). O valor do passaporte muda de acordo com o lote.

Toda a info, aqui no site do MECA. Pontos físicos de venda serão divulgados em breve.

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CENA – Bananada 2017 rola nesta semana em Goiânia. Popload monta QG no festival

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* Popload em Goiânia, terra de Fabríco Nobre. A partir de hoje e por toda a semana, até domingo, vamos ter a…

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Começa “pequeno” hoje, às 20h, em cinco lugares espalhados por Goiânia, Centro Oeste do Brasilzão, o 19º festival Bananada, um dos mais importantes festivais independentes do Brasil em uma de suas mais importantes edições. Até domingo, a cidade, prosaicamente conhecida como a terra do sertanejo, vai ser inundada por rock, eletrônico e nova-MPB e hip hop dos bons, até soul e funk, conduzidos por um line-up de respeito que terá do clássico Os Mutantes até os sanguinhos novos Rakta e Plutão Já Foi Planeta, de Selvagem a Barro, de Mano Brown e Karol Conka a Ventre e FingerFingerrr. Céu, Liniker, Hierofante Púrpura, Luiza Lian e Terno Rei. Maria Gadú, JP Cardoso, DJ Patife, Tulipa Ruiz, Far from Alaska e Forgotten Boys. Tem a esquadra goiana jogando em casa: Boogarins, Carne Doce, Black Drawing Chalks, Brvnks, Hellbenders e Overfuzz. E tem muito mais.

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As principais atrações farão suas performances em palcos espalhados no epicentro do festival, o suntuoso Centro Cultural Oscar Niemeyer.

A programação desta noite de estreia do Bananada está assim disposta:

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Além da música, o Bananada montou programação que inclui artes visuais, ação de moda, cultura urbana (encontro de skate e tattoo) e um circuito gastronômico (Goiânia Rock City) que já está em sua quinta edição e conta com 30 espaços gastronômicos alimentando os locais e os visitantes que vieram à cidade para o Bananada.

A Popload já está instalada no centro nervoso da inteligência do Bananada, no espaço cultural Centopéia, em Goiânia, para cobrir o festival. E a batelada de shows começa daqui a pouco.

Ingressos para o Bananada, que vai crescer dia-a-dia no número de shows e tamanho das atrações, são encontrados no site do festival, que ainda traz todas as informações sobre esta 19ª edição. Acompanhe o Bananada pelo Instagram do festival.

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