Em kaytranada:

Embalado pelo hype, Kaytranada lança mixtape gratuita e deliciosa

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Na mesma semana em que faturou o Polaris Music Prize canadense, batendo até a Grimes, o distinto Louis Kevin Celestin – aka Kaytranada – voltou a ser notícia graças à sua nova mixtape.

Ele, bombado no circuito indie canadense com o discão “99.9%”, parece querer completar a porcentagem com “0.001% ???”, a tal mixtape que dura quase uma hora e meia e é cheia de variedades sonoras.

Entre os destaques pontuados pelo site gringo “Consequence of Sound” estão uma versão remixada de “U Don’t Have to Call”, do Usher, e uma mixagem inédita de “All Night”, do Chance The Rapper, produzida pelo próprio Kaytranada.

A ótima notícia é que a mix foi oferecida de graça pelo canadense de alma haitiana, e, além de ser ouvida, pode ser baixada gratuitamente. Kaytranada atualmente está na estrada em rolê pela América do Norte. No começo deste mês, Kaytranada tocou aqui em São Paulo, no Superloft.

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O hype se estabelece. Kaytranada rapa tudo e é o melhor da música canadense hoje

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Saca o Kaytranada, né? Nascido Louis Kevin Celestin, 24 anos, metade haitiano, metade canadense. De recente passagem pelo Brasil, ele é o novo hype da música canadense, que nos últimos tempos ofereceu ao mundo o Arcade Fire, o Drake e a Grimes.

Novo bamba do indie por lá, se a gente abarcar no indie canadense o eletrônico e uma certa levada soul-hip hop, Kaytranada se lançou Kaytradamus, há tipo quatro anos. À época, investiu em eletronices na linha da house music. Soltou um EP um ano depois, “Kaytratodo”, bem elogiado no circuito alternativo canadense. Despertou a atenção de outros artistas como o também revelação Anderson .Paak e BADBADNOTGOOD, só para citar dois nomes da mesma turma. Lançou neste ano seu primeiro disco cheio, “99.9%”. Tão bom, mas tão bom, que acabou de ganhar o respeitado Polaris Music Prize, principal premiação da música canadense, um dos mais honestos desses “prêmios de música”.

“99.9%”, o disco, bateu fortes concorrentes como “Art Angels” (Grimes) e “IV” (Black Mountain). O álbum tem 15 faixas e convidados especiais como Vic Mensa, Little Dragon e AlunaGeorge. Inspirado até em MPB. Não é, Gal?

Só para reforçar: Kaytranada foi um dos principais nomes do Sónar de Barcelona neste ano e causou certa correria no Øya festival, onde a Popload acompanhou tudo de perto, depois de ter um show surpresa anunciado de última hora para substituir a Anohni, já com ingressos esgotados. Uma certa galera norueguesa fã do cara tentou de tudo para entrar no festival aos 45 do segundo tempo, mas…

Polaris Music Prize 2016 – Discos indicados
Black Mountain – IV
Basia Bulat – Good Advice
Grimes – Art Angels
Carly Rae Jepsen – E•MO•TION
Kaytranada – 99.9%Jessy Lanza – Oh No
PUP – The Dream Is Over
Andy Shauf – The Party
U.S. Girls – Half Free
White Lung – Paradise

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Global. Kaytranada, do Canadá, agita a Noruega e vem ao Brasil em setembro

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* Ainda um restinho de Øya Festival, mas com cara de “assuntos gerais”.

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O nome dele é Louis Kevin Celestin. Ele vai completar 24 anos semana que vem. É metade canadense, metade haitiano. E é seu nome de palco que devemos guardar daqui em diante: Kaytranada. Ou Kaytra, para os íntimos canadenses. Ou Mr. Kaytra, para nós, se a piada não fosse tão forçada e ele, tããão diferente do “nosso” cantor carioca.

Novo bamba do indie canadense, se vc abarcar no indie canadense o eletrônico e uma certa levada soul-hip hop, Kaytranada se lançou Kaytradamus, há tipo quatro anos. À época, investiu em eletronices na linha da house music. Soltou um EP um ano depois, “Kaytratodo”, bem elogiado no circuito alternativo canadense. Despertou a atenção de outros artistas como o também revelação Anderson .Paak e BADBADNOTGOOD, só para citar dois nomes da mesma turma.

O primeiro disco cheio do Kaytranada, “99.9%”, foi lançado neste ano e é recheado de convidados especiais tipo Craig, AlunaGeorge, Vic Mensa e Little Dragon. Uma das 15 faixas é “Lite Spots”, inspirada na canção “Pontos de Luz”, da Gal Costa. Em seu primeiro álbum, Kaytranada tem uma sonoridade mais plural do que em seu EP de estreia. Passeia pelo R&B, hip hop e, claro, eletrônica. Mas já é superbrother dos indies.

Na semana passada, no Øya Festival, festival da Noruega a que frequentei, Kaytranada foi anunciado de surpresa e em cima da hora, como atração substituta da Anohni, o ex-Antony, que cancelou sua participação. O simples anúncio do Kaytranada deu um certo auê geral, porque o festival estava sold-out e os fãs do cara (Na Noruega!!!!) queriam entrar de todo jeito. Veja, ninguém ligou que o Anohni cancelou (aparentemente só eu…). E quem já tinha ingresso comemorou a entrada do Kaytranada, que neste ano foi nome forte no Sónar, de Barcelona.

Daí que o Kaytranada confirmou há alguns dias uma turnê latina para setembro agora, mês que vem, que vai passar por Chile, Argentina e no Brasil. Por aqui, ele se apresenta dia 3 de setembro no Rio de Janeiro (Fabrika) e dia 6 em São Paulo (no Superloft). E os ingressos se esgotaram em duas horas (700 lugares).

Para ter uma noção do que o Kaytranada é capaz, é de bom tom ouvir o disco de estreia do cara. E torcer para abrirem data extra em São Paulo.

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