Em kevin parker:

Cores (muitas) e formas (viajantes) . Tame Impala anuncia edição especial de dez anos do primeiro álbum

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* Em 2010, há dez anos, a música independente entrava de novo e de cabeça num colorido mundo psicodélico do qual até hoje não sairia. Essa viagem, ou “trip” para ficar mais global, era feita através do disco de estréia de uma banda de um homem só da Austrália, que nem de Sydney ou de Melbourne era.

O Tame Impala, o projeto do genial e genioso Kevin Parker, lançava o impactante álbum debut “Innerspeaker”, e o indie saiu correndo para dar google em Perth, cidade da costa oeste australiana, tipo como é Los Angeles no mapa americano, querendo saber que água era aquela que dava um disco daquele.

Com “Innerspeaker” e músicas do tipo “Lucidity”, “Expectation” e “Solitude Is Bliss”, o Tame Impala chapava de tintas psicodélicas a cena inglesa e americana e passava a criar um caminho novo (novo?) para bandas novas que aproveitaram muito bem aquela brisa, cada uma em sua geografia.

Para celebrar o aniversário de 10 anos de seu lançamento, sai em março de 2021 uma versão deluxe de “Innerspeaker”, focada em 4 discos de vinil. Era para sair agora, mas por causa da pandemia e a complicação global das entregas pelo correio, o Tame Impala já bota o álbum comemorativo para pré-venda, mas fixou a data de entrega para 26/3.

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Acompanham a edição limitada de “Innerspeaker” uns brindes artísticos tipo um livro de fotos de 40 páginas, os esboços da capa até chegar na original e novos mixes das faixas, demos e umas jams ao vivo de agora.

Com “Innerspeaker”, o Tame Impala veio ao Brasil pela primeira vez, trazido pelo selo de shows deste site, o Popload Gig. Foram duas apresentações no Cine Joia, em São Paulo: a primeira, fechada, para uma festa de uma rede de televisão; a segunda, histórica, para o Popload Gig.

Abaixo, o tracklist da edição comemorativa de vinil quádruplo do álbum de estreia do Tame Impala.

* vinil 1
lado A
1. It Is Not Meant To Be
2. Desire Be, Desire Go
3. Alter Ego
lado B
1. Lucidity
2. Why Won’t You Make Up Your Mind
3. Solitude Is Bliss

* vinil 2
lado C
1. Jeremy’s Storm
2. Expectation
3. The Bold Arrow Of Time
lado D
4. Runaway Houses City Clouds
5. I Don’t Really Mind

* vinil 1
lado E
1. Alter Ego (2020 Mix)
2. Runaway Houses City Clouds (2020 Mix)
lado F
1. Why Won’t You Make Up Your Mind (Instrumental)
2. It Is Not Meant To Be (Instrumental)

* vinil 4
lado G
1. Demos
lado H
1. Wave House Live Jam

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* Confira abaixo, também, o vídeo oficial da talvez principal faixa de “Innerspeaker”, a seminal (mesmo) “Solitude Is Bliss”, para entender direito de onde vem boa parte da música jovem de guitarras que escutamos hoje, e ainda um vídeo de “Lucidity”, do show de 2012 do Tame Impala no Cine Joia, para o Popload Gig.

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* As imagens da banda em 2010, usadas neste post e na chamada dele na home da Popload, são de Matt Sav (@mattsavmattsav), praticamente o fotógrafo oficial do Tame Impala.

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Vários Kevin Parker “diferentes” tocam versão caseira do Tame Impala para a incrível “Is It True”

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* Foi ontem à noite para o programa do apresentador americano Stephen Colbert. De sua casa na Austrália, Kevin Parker montou com três dele mesmo uma apresentação tocando a faixa “Is It True”, uma das pérolas do mais recente álbum do Tame Impala, “The Slow Rush”, lançado em fevereiro, no começo da pandemia.

É legal pegar as diferenças dos três Kevins tocando a mesma música. Todos vestidos um diferente do outro, na ordem tinha o Kevin baixista, o Kevin cantor e o Kevin guitarrista. Cada um tinha um relógio marcando um horário diferente. O primeiro Kevin, o baixista, estava descalço, como o dono do Tame Impala gostava de se apresentar no começo da banda.

Tem o lance também que os Kevins extremos estão invertidos, então o guitarrista parece ser destro e o baixista, canhoto. As luzes…

Será que tem mais (ou alguma) simbologia?

Não parece ser exatamente uma gravação ao vivo, mas foi inventivo, como tudo o que o Kevin Parker costuma fazer.

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Um sofá e um violão: Kevin Parker faz bela versão acústica de “On Track”

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Neste final de semana, a Mushroom Group, empresa ligada à música independente australiana, organizou na TV local um evento chamado “Music From the Homefront”, no qual artistas da Austrália e Nova Zelândia fizeram performances de suas casas.

Entre as atrações esteve Kevin Parker, nosso querido gênio por trás do Tame Impala, que colaborou com uma versão linda de “On Track”, canção que está no mais recente álbum do grupo, “The Slow Rush”, lançado no início deste ano.

Na mão do Kevin, “On Track” recebeu um tratamento minimalista, praticamente lo-fi, com o cantor a tocando em um violão no sofá de sua casa. Ficou lindo.

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Versão imersiva ou no banheiro? Tame Impala solta arquivo especial do disco “The Slow Rush” para vocês isolados por aí

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O incrível Tame Impala, que hoje tem um cenário de palco que o U2 aprovaria, lançou nesta segunda-feira uma versão “imersiva” do disco “The Slow Rush”, que saiu mês passado.

Essa versão especial, que eles indicam ouvir com fone de ouvido, surgiu devido ao isolamento social pelo qual passa o mundo no momento, devido ao coronavírus.

Kevin Parker avisou: “Fiz algo para vocês isolados por aí. Eu chamo de ‘The Slow Rush in an Imaginary Place’. Fones de ouvidos são necessários para um efeito de imersão total”.

A questão é que muita gente está tratando de simplificar o termo “imersivo” e falando que a versão parece mesmo o disco original sendo tocado dentro de um banheiro, com bastante eco, tal.

De toda forma, obrigado, Kevin.

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Boooom! Tame Impala solta nova música e anuncia lançamento do disco para o começo de 2020

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Após inflamar o mundo indie semana passada com um vídeo que mais ou menos apresentava seu novo disco, o Tame Impala revelou os detalhes que envolvem “The Slow Rush”.

O próximo disco dos australianos estará nas lojas dia 14 de fevereiro de 2020 e dele acabamos de conhecer o single “It Might Be Time”.

O álbum foi gravado em Fremantle, onde Kevin Parker vive, e Los Angeles. A produção, gravação e mixagem, claro, ficaram por conta dele. No total são 12 faixas, entre elas “Borderline”, lançada pela banda há alguns meses. “Patience”, outra música lançada neste ano, não está no tracklist final.

O último álbum da banda australiana é “Currents”, lançado em 2015.

Ouça abaixo a nova “It Might Be Time”.

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