Em kexp:

Pom Pom Squad, finalmente, toca seu primeiro álbum ao vivo. Em session para a KEXP e em tour americana a partir de hoje

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* Uma de nossas bandinhas prediletas, a nova-iorquina Pom Pom Squad, da incrível vocalista e guitarrista fofura-ativista Mia Berrin, soltou seu disco grunge de estreia no começo deste ano e agora prepara para voar com ele em shows de hoje até novembro, acompanhando ou sendo acompanhada por bandas como Nada Surf e Bully.

Nesta noite a Pom Pom Squad abre a apresentação do projeto da guitarrista cool Alicia Bognanno, a Bully, em Birmingham, só que a do Alabama. Vamos acompanhar.

Ontem a ótima rádio KEXP, de Seattle, botou no ar em vídeo a session + entrevista que Mia Berrin e sua Pom Pom Squad gravada no comecinho de agosto. O quarteto do Brooklyn fez performance de cinco músicas do disco e Mia conversou com a grande Cheryl Waters, prata da casa. Todas do “Death of a Cheerleader”. São elas:

“Drunk Voicemail”
“Be Good”
“Crying”
“Lux”
“Head Cheerleader”

Tudo aqui embaixo, conversa e showzinho:

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Squid também leva seu indie-punk quebrado para americano ver (e ouvir). Confira session dos ingleses para a rádio KEXP, de Seattle

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* Hoje estamos meio pós-punks por aqui, então toma uma performance cool da banda Squid, de Brighton, Inglaterra, que lançou um bacanaço disco de estreia em maio deste ano, chamado “Bright Green Field”. Pela gravadora Warp, ainda por cima.

O disco, só para constar, ganhou um pomposo 8 do site “Pitchfork” e um texto apaixonado na revista de alta cultura “New Yorker”, para você ter uma ideia. A publicação chamou a banda de “sem limites”, num boooom sentido. É ouvir qualquer coisa deles para entender a louvação.

O quinteto, que ainda por cima tem o baterista Ollie como vocalista, e que vocalista, foi convidado para dar entrevista e tocar cinco músicas para a prestigiosa session da rádio americana cool KEXP, de Seattle. O minishow foi gravado em Londres, agora em agosto, no comecinho do mês.

As músicas performadas são “Peel St.”, “G.S.K.”, “Global Groove”, “2010” e “Paddling”. Teve entrevista com os meninos entre um som e outro. E o vídeo da session tem uma edição bem esperta.

E aí, está pronta ou pronto para uma banda sem limites numa segunda-feira?

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A session maravilha dos ingleses do Working Men’s Club para a rádio KEXP, de Seattle. Em que ano estamos, mesmo?

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* A incrível banda nova pós-punk inglesa Working Men’s Club, pós-punk porém tipo anos 80, gravou uma session recentemente para a também incrível rádio americana indie KEXP, de Seattle, nossa amiga das sessions legais.

Essa performance do quinteto de West Yorkshire, ótima, que rendeu seis músicas, subiu aos ares da emissora na semana passada e tem pouco mais de meia hora de duração. São cinco canções de seu excelente disco de estreia, homônimo, lançado em outubro do ano passado, mais o fabuloso single novo, “X”.

É meio punk, é meio raver. E ao vivo então, só melhora. Que banda!

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* O Working Men’s Club é Sydney Minsky-Sargeant no vocal/guitarra/bateria eletrônica/sintetizador; Mairead O’Connor na guitarra/teclados/backing vocal; Rob Graham na guitarra/sintetizador; Liam Ogburn no baixo; e Ross Orton na bateria.

* A session da KEXP tem as seguintes músicas
– Valleys
– X
– John Cooper Clark
– Be My Guest
– Teeth
– Angel

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O que a sua sexta está precisando. Uma session do Sleaford Mods para a rádio americana KEXP

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* Coisa doida de meu Deus é o disco da dupla inglesa electroindie Sleaford Mods, “Spare Ribs”, que virou presença elogiosa constante em janeiro deste ano e acabou bizarramente, na Inglaterra, no top 10 de mais vendidos, sendo que o disco é o 11º desse duo formado pelo cantor malucão Jason Williamson e o músico e produtor também malucão Andrew Fearn.

O Sleaford Mods, que está escalado para o festival indie inglês End of the Road, em setembro, mandou uma session gravada de quatro músicas para a KEXP, rádio de Seattle. Tudo música do “Spare Ribs”. “Elocution”, “Top Room”, “I Don’t Rate You” e a incrível “Mork n Mindy”, que contou com a participação virtual da cantora post-punk Billy Nomates. A performance foi gravada na sala do centro cultural JT Soars, em Nottingham, que era um armazem de frutas e vegetais.

Olha que beleza torta, por onde quer que se olhe.

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A nova session do Dry Cleaning, para deixar nosso cotidiano mais excitante

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* Sexta-feira foi lançado um dos nossos álbuns prediletos do ano, o da banda inglesa Dry Cleaning, bem presente na Popload nos últimos tempos. “New Long Leg” é o nome do disco de estreia do quarteto de sul de Londres comandado pela voz da “faladora” Florence Shaw, esta moça abaixo.

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O disco teve resenhas generosas por todos os lugares. Na resenha do disco em vinil exclusivo vendido na lojaça Rough Trade a newsletter deles disse que o álbum de estreia da banda contorna a agressividade dos grupos pós-punk atual e oferece uma sonoridade mais cool, classuda, sem perder a energia que o gênero impôs ao som britânico nos últimos anos.

O tradicional jornal inglês “The Guardian” deu quatro das suas cinco estrelas disponíveis e disse que o lacônico vocal falado de Florence Shaw é o ponto alto de uma talentosa banda que torna nosso cotidiano mais excitante.

O site americano crica Pitchfork deu uma super-honrosa nota 8.6, absurda para os padrões matemáticos deles, principalmente para uma banda inglesa em primeiro álbum. “O excelente disco de estréia da banda inglesa de art-rock é cheio de imagens surreais, obsessões bizarras e memorias afetivas. O efeito acumulativo do que Florence narra nas músicas é uma maravilha inexplicável”, diz o Pitchfork.

A banda, no calor do lançamento de seu disco, gravou entrevista e uma session absurda para a KEXP, uma das nossas rádios indies prediletas, lá de Seatlle, que um dia foi a terra do grunge (salve, Cobain!). O Dry Cleaning já foi “diagnosticado” uma banda de “groove grunge” atualizado, andei lendo por aí.

A gente vai deixar, abaixo, dois vídeos, que a KEXP subiu no sábado. Um de 43 minutos, com a entrevista e a possibilidade de ver os dentinhos tortos da linda Florence Shaw. E outro de 15, só com a performance do grupo gravada especialmente para a emissora americana. Escolha o que ver, ou veja as duas. Mas veja.

O Dry Cleaning tocou quatro do “New Long Leg”: o novo single, “Unsmart Lady”, duas espertíssimas nem tão badaladas (ainda), que são “Leafy” (minha nova predileta) e “Her Hippo”, e a poderosa “Strong Feelings”, uma das músicas do ano.

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