Em kid cudi:

Top 10 Gringo: Começamos mais um ranking Popload semanal. Desta vez internacional. E com a Julien Baker fofa liderando

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* A gente enrolou bastante, mas agora o nosso “Top 50 da CENA” ganha seu irmão internacional. O Top 10 Gringo segue a filosofia do Top 50 de música brasileira que a gente costuma publicar às quartas-feiras de manhã aqui na Popload. Uma parada muito nossa, mais conceitual e de gosto do que de vendas/audições em streaming. Gerando toda semana uma playlistezinha básica bonitinha para ouvirmos.

Nem no da CENA, nem neste Gringo, a ideia não é promover a disputa entre artistas, mas sim a apreciação das músicas que mexeram com a gente durante a semana que passou. Vai ter muito lançamento fresco, sim, mas cabe também alguma antiga revisitada pelo espírito da época ou aquelas que descobrimos só mais para frente. É muita música neste mundão de meu Deus. Nesta estreia, um bom mix entre as primeiras de 2021 e as perdidas de 2020.

De novo, tudo isso sempre como uma boa desculpa para formar já aquela playlist caprichada e sempre em construção em que você vai poder descobrir e redescobrir quais sons bombaram em 2021, quando (este ano esperamos abençoado) acabar.

Vamos ao primeiro TOP 10 Gringo de 2021?

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1 – Julien Baker -“Faith Healer”
Em um tratado sobre vícios, Julien Baker reflete além da questão do vício em drogas e avança sobre a questão do escapismo, que alguns encontram na política, na religião. Formas de lidar com a dor que talvez evitem a cura da própria dor quando confiamos em pessoas não muito bem intencionadas. Um musicão. Promete ser um álbum e tanto esse “Little Oblivions”, que chega em fevereiro.
2 – Navy Blue – “1491”
1491. Um ano antes de Colombo chegar à América. Sob uma das base mais deliciosas da safra 20/21, o rapper nova-iorquino Navy Blue criar um refrão e tanto, daqueles que dispensa traduções. “Uh, I used to kiss my Saint Christopher, fuck Christopher Columbus/1491, it’s one and done, this shit is fucked up/Uh, shit is fucked up”.
3 – Shame – “Nigel Hitter”
Pelo que adianta Charlie Steen, o vocalista do Shame, “Nigel Hitter” é um ponto determinante do novo álbum do Shame, “Drunk Tank Pink”, que sai sexta-feira. Muito do disco parece ter sido escrito entre sonhos e divagações após a looonga última turnê da banda. Aliás, aviso de gatilho, o Shame não prepara só um novo álbum. Eles já têm turnê agendada e com show esgotado. Sim, shows. Lembra? Se vai mesmo rolar é oooooutra história haha.
4 – SZA – “Good Days”
Será que teremos em 2021 o segundo álbum da SZA? Esperamos que sim. Desde 2017 sem um disco só seu, estamos com saudades dela. “Good Days” promete uma safra de músicas boas. Uma delicada bomba contra a ansiedade.
5 – Lana Del Rey – “Chemtrails Over The Country Club”
Enquanto a gente editava este post, Lana resolveu dar as caras. “Chemtrails over the Country Club” chega com a data de lançamento do seu sétimo álbum, que leva o nome da faixa. No disco, mais um tanto de sua parceria com o produtor Jack Antonoff e até uma cover para um som da Joni Mitchell. Fora o vídeo desta música, tão incrível como maluco. Bem Lana.
6 – Playboi Carti – “M3tamorphosis”
Bom de crítica, bom de vendas. O rapper Playboi Carti já começa 2021 fazendo história. No longo “Whole Lotta Red”, seu disco lançado no Natal, se destaca esse som que tem a presença do sempre certeiro Kid Cudi. Aí fica mais fácil. Musicaça.
7 – Viagra Boys – “In Spite Of Ourselves”
Um bom som do primeiro álbum de 2021 que bateu por aqui. Dentro de “Jazz Welfare” se destaca “In Spite of Ourselves”, música que tem feat. com Amy Taylor, da Amyl and the Sniffers, considerada a melhor banda da Austrália hoje, apesar do Tame Impala e tals.
8 – Tia Carys – “Trouble Train”
Rapper do Reino Unido que começa a circular devagarzinho por aí. Canção boa que pega nas primeiras notas. Balanço gostoso. Nome para se acompanhar.
9 – Phoebe Green – “Grit”
Mais uma inglesa. Desta vez de Manchester. Aquele som que parece produzido no quarto, um encontro de lo-fi, pop caprichado, bom gosto em cada timbre do instrumental, a voz.
10 – Kings of Leon – “The Bandit”
Entre erros (muitos) e acertos (alguns), não dá para ignorar os King of Leon. “The Bandit” é um dos acertos. E pelo visto caiu no gosto do fãs, que no Spotify ela deu um banho de plays no seu lado B, a outra inédita e fraca “100,000 People”.

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Você chamou a playlist? Ela tá aqui.

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* A imagem que ilustra este post é da multiinstrumentista Julien Baker.
* Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Aí o Kid Cudi e o Eminem resolvem falar umas coisas, juntos. Ouça “The Adventures Of Moon Man & Slim Shady”

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* Aí você está com insônia na madrugada lendo Twitter e chega a notificação: “Ouça a nova música do Kid Cudi com colaboração do Eminem”. Aí não dá mais para dormir, mesmo.

À meia-noite de ontem nos EUA, já na madruga brasileira, foi lançada aos ares “Adventures of Moon Man & Slim Shady”, a primeira junção musical de rapper de Cleveland com o rapper de Detroit. Conhecemos bem ambos. Os rappers e seus alter-egos.

Com essa química a música é bombástica por si só. No hip hop, na cadência do som e nas letras, perfeita. O rapper negro e o branco metendo seus dedos na ferida atual, do debate se deve usar ou não máscaras, sobre a mania da polícia branca de botar seu joelho na artéria carótida de pessoas negras, do famoso quarterback do New Orleans Saints, Drew Brees, que disse que manifestações como se ajoelhar durante o hino americano para protestar contra o racismo é um “desrespeito às instituições militares dos EUA”.

“Purp nor lean, that’s Tunechi. That’s New Orleans. F*ck Drew Brees”, manda no rap Eminem.

“Prayers to George Floyd and Ahmaud Arbery. How the f*ck is it that so many cops are dirty? Stop, man, please, officer, I’m sorry, but I can’t breathe when I got you on top of me. Your goddamn knee’s on my carotid artery”.

O single foi anunciado pela filhinha do Kid Cudi, Vada, em vídeo no Twitter do rapper um dia antes. E a galera ficou “Whaaaat?”.

Toma aí “Adventures of Moon Man & Slim Shady”, que aparentemente pertence a Kid Cudi e não está claro se vai entrar em algum álbum novo dele. Cudi recentemente em outra “colab” de peso. Desta vez com Travis Scott, na música “The Scotts”.

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Olha só quem está na área: Kid Cudi solta single de seu novo disco solo, o primeiro em quatro anos

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Talentoso rapper e muitas outras coisas mais, Kid Cudi está ensaiando o lançamento de seu primeiro disco em quatro anos.

“Entergalatic” deve sair no meio do ano, provavelmente em julho, a julgar pela primeira vez que o artista de Cleveland citou o projeto, em julho de 2019, dizendo que “em um ano os fãs teriam mais notícias”.

Acontece que, agora, o álbum já tem oficialmente uma faixa lançada. Trata-se de “Leader of the Delinquents”, que Cudi havia mostrado um pequeno trecho em uma live.

O último disco cheio de Kid Cudi é “Passion, Pain & Demon Slayin”, lançado há quatro anos, após ele se recuperar de uma forte depressão. Em 2018, ele lançou o disco “Kids See Ghosts” em parceria com o Kanye West.

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Depois da depressão, Kid Cudi se exorciza com lançamento de novo disco

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Nos últimos meses, o rapper Kid Cudi esteve nos noticiários não apenas pela sua música. Em outubro, ele chegou a se internar em um centro de reabilitação para tratar de depressão, na qual pensou até em suicídio. No fim de novembro, o rapper divulgou uma mensagem aos fãs agradecendo pelo suporte, dizendo que estava bem e cheio de amor por todos que o apoiaram, e ainda informou que está se sentindo ótimo e renovado. Nice.

Agora, para provar que está olhando para frente, o rapper de Cleveland lança hoje seu novo álbum, “Passion, Pain & Demon Slayin”. O disco tem 19 faixas e participações especiais como Pharrell, André 3000, Willow Smith e Travis Scoth.

A obra está disponível também nas plataformas de streaming como Spotify e Apple Music e pode ser ouvida abaixo.

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Batizado no fogo, Kid Cudi diz estar recuperado de depressão e solta inédita com o Travis Scott

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Kid Cudi vem aí. O rapper convocou seu bro Travis Scott para o novo single “Baptized in Fire”, como aperitivo para o disco “Passion, Pain & Demon Slaying”, que chega ao mercado dia 16 de dezembro.

As últimas semanas não foram fáceis para Cudi. Ele chegou a se internar em um centro de reabilitação para tratar de depressão, na qual pensou até em suicídio. No fim de novembro, o rapper divulgou uma mensagem aos fãs agradecendo pelo suporte, dizendo que estava bem e cheio de amor por todos que o apoiaram, e ainda informou que está se sentindo ótimo e renovado.

“Baptized in Fire”, a mais nova parceria de Kid Cudi com Travis Scott, pode ser ouvida abaixo.

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