Em killers:

Bernard Sumner invade show do Killers mais uma vez. Dobradinha rende versão de “Bizarre Love Triangle”

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Atração do Lollapalooza Brasil do ano que vem, o Killers está comemorando o sucesso de seu mais recente disco, “Wonderful Wonderful”, lançado em setembro passado.

Atualmente, o grupo de Las Vegas está em excursão pelo Reino Unido, onde acabaram de realizar dois shows esgotados na gigante The O2 Arena, em Londres.

Na apresentação de ontem, a segunda, eles receberam no palco nada menos que Bernard Sumner para, juntos, reeditarem ao vivo a clássica “Bizarre Love Triangle”, um dos maiores hits do New Order. Mais cedo, o Killers já havia tocado “Shadowplay”, do Joy Division.

Esta não é a primeira vez que Sumner pisa em um mesmo palco junto com o Brandon Flowers. Em 2013 eles fizeram a mesma dobradinha em Manchester.

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Melhor Lolla ever? Metronomy, Mac Demarco, The National e Royal Blood vêm para o festival. O Imagine Dragons também, parece

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Continuamos no nosso plantão Lolla!

The-National

Tudo bem que é longe, que a gente leva umas duas horas e meia para chegar perto de Interlagos, corre aproximadamente meia maratona de um palco ao outro, aguenta alguns DJs genéricos aqui e ali e tal, MAS, no fundo, a gente vai e se diverte. Daí promete que não volta no seguinte, mas volta sim. E se diverte de novo. Como todo ano, o Lolla tenta agradar Deus e o Mundo Indie, sendo “Deus” a imensa maioria do público que não é você e muito menos eu, mas a “geração da tenda” que migrou para o palco principal e que virou o foco não só do Lolla mas como o de oito a cada dez festivais do mundo. E tudo bem, a gente entende que a idade chega para qualquer fã de música. Enquanto as nossas bandas estiverem vindo para cá, não importa a ordem delas no lineup, estou certo?

Pois, ao lado dessas atrações “paralelas” (para a gente) e mais “novas”, sempre teremos aquelas pelas quais vale a pena deslocar o mundo para ver. E se o LCD Soundsystem ainda não era motivo suficiente, em 2018 o Lolla vai botar, bem ao lado de bandas velhas de guerra que servem mais para arrastar os pais da molecada (oi, Pearl Jam e Red Hot Chili Peppers, Liam Gallagher!), o gigante THE NATIONAL, vindo ao Brasil com disco novo! A Popload apurou também que o quarteto inglês METRONOMY e o fanfarrão e ídolo-indie MAC DEMARCO completam o lineup ao lado de Killers e do já citado James Murphy (ambos com álbuns novos). E até a dupla garagem inglesa Royal Blood está na barca. Parece que até o grupo indie-pop “mágico” Imagine Dragons está vindo.

É como um Popload Festival dentro do Lollapalooza!!!!

Na semana passada, o festival confirmou o que a gente já sabia: na próxima edição, o Lolla Brasil será realizado em TRÊS dias. O calendário irá incluir a sexta-feira em sua programação tradicional nas datas 23, 24 e 25 de março, também adiantada aqui na Popload.

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Metronomy no Popload Festival 2014 – foto de Fabrício Vianna

O The National já esteve no país duas vezes, sendo a primeira em um Tim Festival, em 2008, e a segunda em apresentação solo e intensa em 2011. A banda liderada por Matt Berninger lança em setembro seu aguardadíssimo “Sleep Well Beast”, primeiro álbum deles em quatro anos. Ainda nesta semana lançaram “Carin at the liquor store”, single lindo de morrer que você pode ouvir aqui. Mac Demarco, acho, logo mais se muda para cá, tamanha a base de fãs que o cantor formou por aqui, lotando shows por onde passa. E o sempre incrível Metronomy, você deve se lembrar, já foi atracão da Popload duas vezes: a primeira em show solo em 2011 e a outra em 2014, encerrando o segundo dia do Popload Festival daquele ano.

Que beleza, Lolla BR 2018!!!!!

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Mac DeMarco em foto de Coley Brown, para a Noisey. A imagem da chamada da home da Popload é de Phil Smithies, para a DIY Magazine

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Lá vem o Killers. Ouça a nova “Run for Cover”, tocada ao vivo sábado em show nos EUA

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* Sem lançar um disco completo desde 2012, o Killers vem liberando, aos poucos, os detalhes do seu novo disco, prometido para este ano. Em um show em Atlantic City no sábado passado, a banda liderada por Brandon Flowers, dona do inesgotáááável hit “Mr. Brightside”, tocou pela primeira vez ao vivo mais uma das suas novas canções, a rockeira “Run for Cover”.

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Já divulgada como uma das faixas do seu próximo disco, ela foi confirmada em entrevista, por Brandon, como uma sobra de “Day & Age”, disco lançado há quase 10 anos.

Musicalmente, “Run for Cover” apresenta uma sonoridade diferente do que foi ouvido em “Battle Born”, o último álbum, soando mais orgânica e pesada em relação aos sintetizadores marcantes dos seus principais sucessos. Uma canção que lembra muito a eterna “Somebody Told Me”, principalmente pela introdução carregada de guitarras.

Uma das curiosidades da faixa é que, na época de lançamento de “Day & Age”, o disco foi considerado um dos responsáveis pela volta da banda ao eletropop que havia apresentado em “Hot Fuss” (2004). Faixas como os sucessos “Human” e “Spaceman” são canções carregadas de elementos eletrônicos, mas que destoam totalmente do que é visto no áudio ao vivo da possível sobra retrabalhada para o lançamento, ainda sem data, que sai em 2017.

Outro som novo que também deu as caras no setlist da noite foi “One More Song”. Balada romântica tocada no piano por Brandon e que também foi revelada ao vivo, no ano passado.

Abaixo, o setlist do show de Atlantic City. Dá uma olhada qual música fecha o show (quando não abre…).

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“Mr. Brightside”, do Killers, a música que insiste em não acabar, é sucesso até hoje. Mas por quê?

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* No próximo verão europeu, jajá, de 30 de junho a 6 de julho, vai ter um daqueles festivaiszões no Hyde Park, o colossal parque lindo no coração de Londres, envolvendo headliners do porte de Phil Collins, Green Day, Justin Bieber, Kings of Leon, Tom Petty & The Heartbreakers e Killers. É o British Summer Time, festival de dois finais de semana na capital inglesa que existe desde 2013, para vários gostos e credos. E que anunciou suas “cabeças” no início do mês. Vem adicionando bandas aos line-ups generalizado quase diariamente. E botou os ingressos para vender, coisa de 60 mil/dia, também no começo de maio. E só uma data até agora esgotou, e rapidinho. A do Killers! DO KILLERS!?!?!?!

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Há duas semanas eu tava lá em Goiânia, no festival Bananada, daí me recomendaram um set de DJs para ver numa daquelas madrugadas. Era uma dupla da Criolina, coletivo de DJs que animam festa indie, carnaval, fazem remixes, trilhas, têm programa de rádio e que transitam num espectro musical em Brasília e Lisboa. Não me pergunte. Então lá estava eu no set da Criolina no Bananada, bicho pegando, os caras pulando na picape ainda mais alto que a galera que encheu a pista deles. Os DJs, acho que Barata e Pezão, não são o que se pode chamar de “DJs” em mixagens e passagens, mas têm as manhas do corte, da transição, da curadoria. Mesmo que sem nenhuma novidade e tocando meias músicas, nunca inteiras, eles encavalam Raimundos, Strokes, Racionais, Florence & The Machine sem susto e sem deixar o ritmo da festa cair. A moçada se esguela nos hits, na pista. Música eletrônica é até “fácil” de mixar, rock em pista jamais. Rock tem começo, meio e fim, refrão. E as vezes, na mixagem, os meninos da Criolina tocam só o meio das músicas nos sets. Só os refrões. O excelentíssimo DJ paulistano Guab faz/fazia muito isso no Milo Garagem. Enfim. Mas ali em Goiânia, no meio do Bananada, teve certa comoção especial, senti, quando foi tocada, acho que na sequência de um Planet Hemp, “Mr. Brightside”, do Killers. Ali, já com o álcool atuando naquela altura da noite, achei realmente bacana o “momento” Killers.

Daí eu estava em Belo Horizonte no último final de semana quando fui tomar um chá na casa de chá mais cool do Brasil, a Chá Comigo. Chá-chá-chá. Tem toca-discos, no lugar. E a dona me apresentou os vinis que acabava de adquirir em viagem à Europa. Entre eles, ela comemorava, uma cópia do primeiro álbum do Killers, o marcante “Hot Fuss”, de 2004, época áurea do novo rock, que toca direto na Chá Comigo. “Eu sou louca por ‘Mr. Brightside’. É a ‘minha música’, meus amigos me reconhecem por ela e sempre vêem me falar quando ouvem, quando toca em pista. Tenho até ela tatuada em mim”.

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Já estava achando muito revival de “Mr. Brightside” para a cabeça quando me deparei nesta semana com uma genial reportagem do “Noisey”, site de new music com curadoria da descolada revista “Vice”. Sobre… “Mr. Brightside”.

O título perguntava, sem muito responder no texto, “Como e por que ‘Mr. Brightside” nunca saiu das paradas britânicas. NUNCA. De 2003, primeiro single de uma bandinha desconhecida de Las Vegas (!!!!!), com um relançamento caprichado em 2004, até hoje, 2017. HOJE.

“Mr. Brightside”, primeiro hino master do Killers que trazia uma briga de casal, ele caindo no sono e ela pegando um táxi, está até esta data no Top 100 do Reino Unido. É muito sério isso.

Uma parte do texto da Noisey diz assim: “Por razões desconhecidas, “Mr. Brightside’ está atualmente na parada britânica. Coming out of its cage e no número 93, doing just fine (alguém me segura) entre uma canção do The Vamps e aquela colaboração entre ZAYN e a Taylor Swift para o filme ’50 Shades Darker’, Brandon Flowers mais uma vez, como dizem, nas paradas de sucesso. Mas por que esta música em especial? E por que agora? O hit “Yeah”, do Usher, é de 2004 e cadê ela? Por que não “Hey Mama”, do Black Eyed Peas? Ou “Drop It Like It’s Hot”? Quais forças deram essa quinta música da lista de melhores de 2004 da “NME” a relevância que têm hoje, acima de outros totens do passado, botando ela para morar entre as mais lucrativas 100 músicas do momento em 2017?”

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O texto avança na pesquisa e percebe que, olhando o histórico do UK Chart, não houve um ano sequer, desde seu lançamento, que “Mr. Brightside” não esteve no Top 100.

Ela está em 93º agora, nesta semana de maio de 2017, mas em janeiro DESTE ANO ela conseguiu chegar ao número 49 da parada, sua posição mais alta em três anos. POR QUÊ???? A Noisey constata, também em letras maiúsculas: “‘MR. BRIGHTSIDE FOI LITERALMENTE UM SINGLE TOP 50 EM 2017. E ESTÁ NAS PARADAS ATÉ ESTE MOMENTO. VAMOS ABSORVER ESTA INFORMAÇÃO POR UM SEGUNDO”.

Absorve aí, galera. E ajuda a gente a encontrar uma explicação.

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O Governors Ball, a balada em silêncio, a chuva e os shows completos de Killers e Strokes

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* Enquanto o Thom Yorke e a PJ Harvey estavam sendo lindos em Barcelona, em Nova York o Julian Casablancas desfilava no palco com seu jeito cool e o Brandon Flowers surgiu com seu Killers tipo um arco-íris fazendo as meninas suspirarem depois de uma forte chuva.

Quem esteve por lá acompanhando as movimentações todas foram as meninas Bruna e Jode, duas amigas que resolveram viajar o mundo para cobrir os principais festivais de música através da SUMMER, uma consultoria de viagens focadas em festas, baladas e eventos musicais fundada por elas.

Abaixo, um relato do que rolou na sexta e no sábado, já que a programação de domingo foi cancelada por causa do mau tempo, para a alegria do Kanye West. Tem também fotos e os shows do Killers e Strokes completinhos.

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Nesse final de semana rolou o Governors Ball, um dos maiores festivais de música de Nova York. O evento, que deveria ter acontecido em três dias, teve o último dia cancelado devido a um alerta de tempestade. Pensem na nossa tristeza quando soubemos que perderíamos a sequência de shows do Cold War Kids, Chvrches, Courtney Barnett, Two Door Cinema Club e Chet Faker. Só não sofremos mais porque já tinham sido 2 dias incríveis e as pernas quase não estavam respondendo mais.

No geral, a organização do festival foi boa. Como em muitos eventos, enfrentamos filas para entrar e sair no primeiro dia, problema que foi solucionado no segundo. O tamanho do evento nos surpreendeu. Apesar de comportar 50 mil pessoas por dia, a distância entre os palcos não era grande, o que possibilitava assistir shows um na sequência do outro em palcos diferentes.

O público do festival era bem local e jovem. Engraçado ver que quase metade das pessoas pareciam não ter a pulseirinha de 21 anos, o que impedia que bebessem álcool. Não vimos muitos gringos e, incrivelmente, foram raros os momentos escutando pessoas falando português.

Algumas bandas pareceram não encantar o público. Of Monsters and Men fez um show para um público pequeno, e, enquanto nós estávamos empolgadíssimas, a maioria das pessoas só animou quando começou o hit “Little Talks”! Duke Dumont e Jamie XX agitaram a pista da galera do eletrônico. Matt & Kim fizeram um show super empolgante, interagindo com o público. Foi impossível não rir com o jeito e as conversas da Kim durante a apresentação.

The Strokes aproveitou que estava tocando em casa para mostrar suas músicas novas e algumas antigas mais desconhecidas logo no começo. Como as músicas não são o auge da animação, o público ficou um pouco perdido e demorou para embalar no show, que pelo menos terminou animado com os clássicos.

O segundo dia, sábado, tinha um line-up mais desconhecido para nós, então aproveitamos para passear por cada área do evento. Fomos em diversos food trucks até escolher o mais apetitoso. Os lanches estavam em torno de $12, latas grandes de cerveja custavam em torno de $13 e drinks no copo de 500ml por $23. Ou seja, praticamente impossível ficar bêbado sem gastar milhões.

Nessa volta que demos encontramos também uma pista silenciosa, onde todos dançavam a mesma música que ouviam em fones de ouvido. Foi bem divertido ver a galera curtindo com um super silêncio rolando. Já no fim do dia, quando as meninas da banda HAIM entraram no palco, veio com elas uma chuva sinistra, mas que agitou ainda mais a arena. Enquanto nos protegíamos com capas de chuva, a maioria dos americanos dançavam cada vez mais molhados. Logo que acabou o show, a chuva apertou e a alegria deles durou pouco. Como não tinham como se proteger, muitos acabaram indo embora sem ver o show final, que era da volta do Killers.

Mas para os que ficaram, a espera valeu muito a pena. A chuva milagrosamente parou tipo 5 minutos antes da banda de Brandon Flowers entrar no palco e quem ficou ajudou a fazer um show inesquecível, tocando seus principais sucessos e com um cover de Obstacle 1, do Interpol, que levou a galera ao delírio. Sentimos falta de Miss Atomic Bomb, mas passamos longe de reclamar do que, pra nós, foi o melhor show do Govball 2016.

O final do segundo dia terminou com muita sujeira, poças de água e lama pela ilha, mas nada comparado ao Autódromo de Interlagos, por exemplo. O domingo amanheceu chovendo e a organização decidiu cancelar o festival devido a um aviso de tempestade. Kanye West, um dos mais aguardados, ficou de fora desse ano. Pelo menos vão reembolsar integralmente os ingressos de quem comprou somente o terceiro dia e parcialmente de quem comprou os 3 dias, que é o nosso caso.

Mesmo com um dia a menos e mais de 30 km andados em 2 dias, o saldo do festival pra nós foi super positivo! Mais do que shows, poder ver bem de perto bandas que gostamos tanto fizeram valer a viagem.

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SETLIST – STROKES
01. The Modern Age
02. Soma
03. Threat of Joy
04. What Ever Happened?
05. Under Cover of Darkness
06. Alone, Together
07. Electricityscape
08. Ask Me Anything
09. Take It or Leave It
10. Drag Queen
11. Someday
12. Red Light
13. Clampdown (The Clash)
14. Heart in a Cage
15. Last Nite
16. Trying Your Luck
17. Reptilia
18. Hard to Explain
19. Juicebox
20. You Only Live Once

SETLIST – THE KILLERS
01. Mr. Brightside
02. Spaceman
03. The Way It Was
04. Smile Like You Mean It
05. Human
06. Bling (Confession of a King)
07. Shot at the Night
08. Human
09. Somebody Told Me
10. Glamorous Indie Rock & Roll
11. Obstacle 1 (Interpol)
12. For Reasons Unknown
13. A Dustland Fairytale
14. Can’t Help Falling in Love (Elvis Presley)
15. Read My Mind
16. Runaways
17. All These Things That I’ve Done
18. This Is Your Life
19. Jenny Was a Friend Of Mine
20. When You Were Young

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