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Top 10 Gringo – Parquet Courts vai ao topão. Lil Nas X ama demais estar no pódio. Indigo de Souza chega junto

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* Um top 10 com um punhado de artistas favoritos da casa. Como dever ser um bom top 10, não? Entre nossos favoritos, novidades como Lil Nas X e Indigo de Souza e umas coisas mais antigas, ou “antigas”, como Parquet Courts, que carrega a promessa de um superdisco novo, e Oasis, sim, este sim antigo, por conta de um filmaço. E tem dois prêmios para nossa série predileta “Ted Lasso”, que faz um excelente serviço musical, além da trama toda ela bacana. Ok, nada de spoiler que tem gente com episódio atrasado…

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1 – Parquet Courts – “Black Widow Spider”
Das nossas bandas do coração na ativa neste mundo, o Parquet Courts segue sem errar. Mas talvez a gente seja fã demais para julgar com alguma isenção. Fato é que o quarteto nova-iorquino segue afiado no pós-punk americano, dono das melhores guitarras praticadas em duo do mundo hoje. Corre atrás, Arctic Monkeys!! “Black Widow Spider” parece art-rock dos anos 60/70. Veloz, protopunk e tão boa quando o single anterior, a dançante “Walking at a Downtown Pace”. Vem (um dos) disco(s) do ano por aí.

2 – Lil Nas X – “Thats What I Want”
Lil Nas X tem um problema: AMAR DEMAIS. Sim, esse é meio que o tema desta canção, onde ele só quer um boy para chamar de seu. Mas são tempos difíceis, somadas as dificuldades de encarar um duplo preconceito da sociedade por ser gay e negro. Nos relacionamentos, Nas é meio impulsivo, já chega chegando, se apaixona fácil e isso complica as coisas. Mas ele segue na busca pelo que quer. E essa tem uma pegada pop que deve ter deixado o Justin Bieber numa inveja lascada.

3 – Indigo de Souza – “Pretty Pictures”
A gente já indicou o som da Indigo por aqui, mas ela reapareceu na timeline e veio a sacada: que tal recomendar de novo? O som meio barulhento, meio suave, meio rock, meio eletrônico, meio caseiro, meio pop do álbum “Any Shape You Take” segue colecionando elogios por aí. É um baita disco que impressiona pela habilidade de Indigo de transitar por gêneros, estilos e sonoridades entre cada faixa, às vezes na mesma faixa.

4 – Tems – “Found” (feat. Brent Faiyaz)
É de uma voz belíssima a Tems, nome artístico da nigeriana Temilade Openiyi. Se você nunca escutou, talvez seja bom encostar no EP que ela acabou de lançar. “If Orange Was a Place” tem cara que vai estourar. Neste ano ela já apareceu no disco mais recente do Drake. Então é questão de tempo.

5 – Alt-J – “U&ME”
A nova dos ingleses do Alt-J é uma ode a simplesmente curtir um festival com os amigos. O barato da música é que ela vai ficando mais doidinha ao longo da “balada” que rola na letra, com o narrador cada vez mais desnorteado à medida que a noite se alonga. Alerta de gatilho: dá saudades de colar em festival.

6 – Noah Yorke – ““Trying Too Hard (Lullaby)”
Se não fosse um Yorke, talvez a gente nem ligasse para esta música. Ela é muito algo que um fã de Radiohead tentaria fazer. Mas vale destacar a movimentação do filho de Thom no campo da música. Até pelo elogio rasgado e orgulhoso que ele ganhou do “tio” Johnny Greenwood, que ajudou na divulgação da música com um tweet. Supercríticos e cabeçudos, eles também sabem ser carinhosos com suas crias.

7 – King Princess – “There She Goes Again”
Mais uma da série de covers do clássico álbum de estreia do Velvet Underground com a Nico que acaba de ser lançado. E as coisas seguem muito bem com a versão de King Princess. Respeitosa, ela muda pouco da música, dando mais aquele tapa sonoro de qualidade e modernidade que o lo-fi do Velvet nunca permitiu nas gravações originais – ainda que fosse boa parte do charme da banda, né? Por que será que nesses covers ninguém tentou reproduzir aquela vibe? Talvez porque não precise…

8 – Oasis – “Champagne Supernova”
Relançada por conta do documentário e filmaço “Oasis Knebworth 1996”, este clássico do “(What’s the Story) Morning Glory?” fica mais bela ao vivo com seus sete e tantos minutos. Como bem definiu Noel uma vez, meio que nem ele sabe que porra essa música quer dizer, mas se temos alguns milhares de pessoas que gostam de cantar é porque cada uma dá o sentido que quer e está tudo certo. E este é um dos registros que provam que ela funciona para as multidões.

9 – Marcus Mumford e Tom Howe – “Ted Lasso Theme”
10 – Rick Astley – “Never Gonna Give Up”

Duas menções honrosas para a série do momento. Um nono lugar para a tocante abertura da “Ted Lasso”, uma obra de Marcus Mumford (do Mumford & Sons) e Tom Howe. Vai dizer que não dá vontade de ouvir no repeat aquele lamento que rola enquanto um Ted senta na arquibancada vazia? E também vamos prestigiar a música de Rick Astley que apareceu em um episódio recente da segunda temporada de um modo bizarro, digamos, e sacramentou a volta do hype em torno do conhecido cantor pop britânico dos anos 80.

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* A imagem que ilustra este post é da banda americana Parquet Courts.
* Este ranking é formulado pelo duo Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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Saiu o lindo tributo em disco do Velvet Underground. Confira as versões de Fontaines DC e King Princess

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* Uma pausa na programação especial Nevermind 30 Anos para registrar aqui o lançamento, nesta sexta, de outra homenagem. Foi lançado “I’ll Be Your Mirror: A Tribute to the Velvet Underground & Nico”, que traz muita gente boa interpretando famosas canções da seminal banda vanguarda de Nova York, de Lou Reed e John Cale.

Michael Stipe, Iggy Pop, King Princess, Fontaines DC e Courtney Barnett são alguns dos nomes que releram clássicos do VU. A lista completa das faixas é esta:

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1. Sunday Morning – Michael Stipe (3:50)
2. I’m Waiting For The Man – Matt Berninger (3:44)
3. Femme Fatale – Sharon Van Etten (w/ Angel Olsen on backing vocals) (4:43)
4. Venus In Furs – Andrew Bird & Lucius (6:55)
5. Run Run Run – Kurt Vile & The Violators (6:59)
6. All Tomorrow’s Parties – St. Vincent & Thomas Bartlett (4:52)
7. Heroin – Thurston Moore feat. Bobby Gillespie (7:24)
8. There She Goes Again – King Princess (3:29)
9. I’ll Be Your Mirror – Courtney Barnett (2:27)
10. The Black Angel’s Death Song – Fontaines D.C. (3:12)
11. European Son – Iggy Pop & Matt Sweeney (7:45)

Nada a ver mas tudo a ver, o disco-tributo que sai hoje chega uns 20 dias antes de um grande filme chamado “The Velvet Underground”, dirigido pelo premiado Todd Haynes, que entra em cartaz na plataforma Apple TV+ e nos cinemas (não está claro se em salas brasileiras também) no dia 15 de outubro.

Do álbum “I’ll Be Your Mirror”, a gente destaca, abaixo, as versões dos “novos” Fontaines DC e King Princess, para obras-primas musicais do Velvet Underground.

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Top 10 Gringo – Mulher 100%. King Princess, Willow e Japanese Breakfast puxam a fila feminina total do nosso Ranking

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* A gente foi listando as músicas que mais gostamos nesta última semana e logo percebeu: uma mina, duas minas, três minas, quatro minas. Ah, quer saber? Só mulheres nesta semana no ranking gringo. E lógico que não deu trabalho fazer uma pesquisa a mais em sons novos que até passaram sem nossas anotações para dar conta de completar a lista. A semana é total delas.

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1 – King Princess – “House Burn Down”
Que sonho este sonho. A King Princess, além de arrebentar como sempre faz, consegui reunir dois quintos do Strokes por aqui. Na bateria, nosso amigo Fabrizio Moretti. No baixo, o senhor Nikolai Fraiture. E lógico que a presença da dupla dá na música um caldinho de Strokes, que ajuda a gente a entender a participação do dois na banda – assim como a presença do Nick Valensi em um som da Sia já ajudou a gente a sacar o que ele fazia na banda.

2 – Willow – “t r a n s p a r e n t s o u l”
Esse single já está rolando há um tempo, mas agora com um clipe oficial que a gente descobriu que a Willow – sim, a filha do Will Smith e da Jada Pinkett – abriu seu lado de roqueira. Em entrevista a V Magazine, ela conta que por conta do racismo chegou a sofrer com bullying na infância por gostar de rock e uma pressão para se encaixar em ritmos como o R&B. Considerando que sua mãe já teve banda de rock, ela resolveu assumir seu gosto sem medo do que vão pensar. E deu muito certo. A presença do Travis Baker na bateria ainda dá um capricho de nostalgia.

3 – Japanese Breakfast – “Be Sweet”
A gente já tinha gostado do singles e não foi trabalho ficar apaixonado no novo álbum da excelente Japanese Breakfast, Michelle Zauner. Aqui em “Be Sweet” ela constrói um som tão delicioso quanto oitentista, mas sem toques exagerados de retrospectiva. Ao mesmo tempo que não é difícil imaginar o refrão “Be sweet to me, baby/I wanna believe in you/I wanna believe in something” em um rádio retrô, ela não soa como uma cópia de algo que você já ouviu antes.

4 – Billie Eilish – “Lost Cause”
Mais um som com toque direito ao ex que fazia pouco da Billie? E segue a revolução visual da Billie no clipe deste som, um passo dado em direção a liberdade (e curtição com as amigas). Sonoramente, a revolução não é tanta, ainda que soe um pouco mais iluminado que os trabalhos do primeiro álbum.

5 – Zoe Wees – “Girl Like Us”
Na linha da Billie, repare no estilo vocal, a Zoe Wees também faz um barulho. Com seus 17, 18 anos, a alemã começa a colecionar hits que tocam corações pelo mundo ao falar de ansiedade e pressões, como a da aparência. Em “Girls Likes Us” ela relata, por exemplo, seu sofrimento de não ver beleza no espelho. “Eles não sabem”, ela canta no refrão sobre a invisibilidade de algumas questões feminas. Olho nessa mina. É hit atrás de hit.

6 – Wolf Alice – “How Can I Make It Ok”
Mais uma da lista que caberia na programação da Alpha FM. Falsete delicioso combinado com um refrão apaixonado em um dos momentos mais pop do novo álbum dos ingleses da Wolf Alice.

7 – Rochelle Jordan – “Already”
R&B para lá de dançante, com uma leve pegada de house, talvez? Essa é “Already”, um dos bons sons de “Play With Changes”, álbum que a inglesa que cresceu no Canadá Rochelle lança após quase sete anos de silêncio por conta de tretas de saúde e gravadora. Esse tempo não foi capaz de tirar um energia para lá de boa que seu som carrega. É tocar e sair dançando.

8 – Dua Lipa – “Love Again”
Tem esse lugar comum de que ninguém mais pensa em álbum. Meia verdade. Só olhar para o trabalho da Dua Lipa, que chega ao sexto single de um álbum, para ver que é possível trabalhar um repertório aos poucos, quase nos moldes tradicionais – com o single saindo após o álbum e não antes, como é a moda atual, onde o disco é quase que a última coisa que importa. Movimento interessante. Detalhe que todas as músicas são hits impecáveis, né?

9 – Dawn Richard – “Bussifame”
Artista experiente com 20 anos de estrada, Dawn Richard entrega em “Second Line” um álbum maduro e conceitual que levou uma bela nota oito da Pitchfork. Precisamos escutar um pouco mais para entender a questão conceitual toda, mas só “Bussifame” já dá conta de muito balanço – além de ter uma pegada metalinguística sobre fazer um som dançante, sério.

10 – Dondria – “Let It Be”
Mais uma artista da nossa lista que tem uma carreira um pouco complicada em questões de lançamentos. Bombada no começo da década passada, Dondria não manteve o ritmo aparentemente e não lançou muito material, mass nos pegou em cheio com essa emocionante faixa onde vai de uma voz doce e radiofônica até um timbre rasgado quase rouco, sem medo. Um som que honra pegar emprestado um título clássico desses.

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* A imagem que ilustra este post é da rapper Willow Smith.
* Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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King Princess usa Strokes para turbinar o single novo, “House Burn Down”. De música “velha”

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* A princesa indie King Princess, que também é rei na outra ponta que é rainha o Josh Homme (ai), lançou sexta passada o single novo “House Burn Down”. Single novo, música velha. Porque essa bacana “House Burn Down”, que agora ganha lançamento oficial e devidamente bem produzida, ficou de fora do álbum de estreia dela, “Cheap Queen”, de 2019, mas já era tocada ao vivo e virou queridinha das meninas que a seguem pelos palcos.

A música é um pop rock bem a cara de King Princess, onde destaca o que ela tem de melhor: sua voz. Ficou encorpadaça (a canção) e nela a cantora e guitarrista está muito bem acompanhada. Nesta versão para valer de “House Burn Down”, os brothers Fabrizio Moretti e Nikolai Fraiture, ambos daquela banda lá The Strokes, participam, obviamente o primeiro na bateria, o segundo tocando baixo. Para completar o luxo novo da não-binaria Mikaela Mullaney Straus, a King Princess, que se diz 49% se achar mulher a ponto de às vezes até admirar seus peitos, o produtor bambam inglês Mark Ronson cuidou disso mesmo, da produção.

A letra, principalmente no começo, ainda mais cantada no jeitinho King Princess, causa gritinhos das fãs até entrar o peso legal da música:

Had me in the palm, had me in the palm of your hand
You used to throw me down to see how I land
And I’m the type of bitch running ‘till my next heartbreak
But you still pull me ‘round to see what I’ll take

Oh woah-oh, and I’m just waiting for this house to burn down
Oh woah-oh, and I’m just waiting for my luck to run out
Oh woah-oh, and if you tell me that you’re leaving
I’ma need a better reason than you hate the way I’m being, oh oh

“House Burn Down” está aí embaixo, na nova roupagem e numa versão ao vivo de três anos atrás. Que demais essa King Princess.

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POPLOAD NOW – Oito razões que provam que o Primavera Sound 2022 vai ser o maior festival dos últimos tempos

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* Manhã agitadíssima no mundo da música, mais precisamente dos festivais e da volta deles pós pandemia. O gigante catalão Primavera Sound, reconhecido internacionalmente pela sua absurda curadoria, anunciou seu incrível line-up para a edição de 2022, junho do ano que vem, de 2 a 5/6 e depois de 9 a 12/6. Portanto não terá apenas UM final de semana de realização, como de costume, mas sim DOIS findes de programação, além de shows espalhados por Barcelona no meio deles. Para compensar os dois anos sem festival, vão fazer um Primavera Sound 2020 e um 2021 em 2022. Está entendendo?

Bom, a escalação do Primavera Sound está melhor do que o esperado. PORQUE ESTÁ TODO MUNDO LÁ.
É talvez o festival “mais próximo” da Popload, até mais que o Glastonbury. Essas bandas todas que diariamente vêm sendo faladas aqui, ganhando posts e posts neste site de guerreiros indies, TODAS ESTÃO ESCALADAS na edição do ano que vem do festival espanhol. É muita emoção.

Agora aumenta a foto aí e ajusta a visão, porque o pôster não colabora muito para ver as maravilhosas linhas pequenas de bandas.

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Bom, mas vamos ao que interessa. O Primavera deve ser hoje o maior e mais legal festival do mundo e PODEMOS PROVAR POR QUÊ.

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1 – HEADLINERS DE PESO

Depois de ter duas edições seguidas adiadas por conta da COVID 19, a edição de 2022 juntou alguns dos artistas previamente anunciados e trouxe nomes fortíssimos para a volta do festival. Pavement, Strokes, Massive Attack, Tame Impala, Nick Cave and the Bad Seeds, Gorillaz, Beck, Tyler the Creator, Lorde, Dua Lipa, Megan Thee Stallion, Interpol, Yeah Yeah Yeahs, Jorja Smith, The National e Jamie XX. Está bom para você?

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2 – LINHAS PEQUENAS QUE IMPORTAM

Estes dias comentamos sobre o “polêmico” Lollapalooza Chicago 2021, que foi questionado por muitos por ter nomes menos conhecidos e estar recheado de DJs.
No espanhol Primavera Sound isso não é problema. Aliás, problema mesmo é acompanhar tanta banda legal anunciada.
Ainda em letras “médias” do seu teste de oftalmo, algumas bandas que amamos: Bikini Kill, Fontaines D.C., Slowthai, King Gizzard & the Lizard Wizard, Kim Gordon, Idles, Charli XCX, Caroline Polachek, Kacey Musgraves, Rina Sawayama, Girl in Red, A.G. Cook, Jehnny Beth, Shame, Honey Dijon, Black Midi, Black Lips, DJ Shadow, Disclosure, Big Thief, Playboi Carti, Pa Salieu, Slowdive, Run The Jewels, M.I.A., Burna Boy, Brittany Howard, Jessica Pratt, Shellac, Celeste, King Princess, Sky Ferreira, Romy… ENTRE OUTROS.

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3 – VÁRIOS AMIGUINHOS DE SHOWS NA POPLOAD

Além de headliners familiares da casa, tipo Tame Impala, Lorde, Nick Cave, Jamie XX, tem também vários outros nomes que trouxemos ao Brasil para Gigs e Festival: Metronomy, Khruangbin, Jesus and Mary Chain, Yo La Tengo, Sharon Van Etten, Caribou, Beach House, Little Simz, Courtney Barnett…

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4 – NOMES PARA FICAR DE OLHO

O festival talvez seja um dos maiores termômetros do que você pode esperar para ver em outros eventos musicais pelo mundo, até em anos posteriores. Bandas que ainda vão estourar em muito lugar, achadinhos que valem a pena.
Nossas antenas aqui na Popload estão sempre bem ligadas e neste line-up do Primavera Sound vimos vários nomes que cantamos a bola ao longo do ano: Dry Cleaning, Sinead O’Brien, Black Country, New Road, Porridge Radio, Squid, Working Men’s Club, Rolling Blackouts Coastal Fever, Viagra Boys, The Murder Capital, The Weather Station, Shame, Beabadoobee, Faye Webster, Tim Burgess, Iceage…

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5 – FESTIVAL DIVERSO E EQUILIBRADO

Talvez uma das coisas mais legais de ver acontecendo em eventos como este é a preocupação em ter uma programação balanceada em questões de gênero. Isso já era uma preocupação quando o Primavera Sound anunciou a edição de 2020 e que felizmente se repete para o próximo ano.
Mais felizes ainda ficamos em ver a que talvez seja a melhor representante brasileira nesse quesito: Pabllo Vittar está confirmadíssima!

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6 – MAIS?

Sim, o Primavera Sound 2022 recém-anunciado tem tudo acima e mais um pouco. Cada olhada mais atenta ao line-up do festival espanhol soltam aos olhos bandas incríveis que na tontura das primeiras olhadas tiveram o foco desviado. Mas aí a gente volta ao pôster e vai vendo que ainda vai ter Sampa the Great, Connan Mockasin, Tops, Pond, El Mató a un Policia Motorizado…

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7 – COVID

Diferentemente de como foi semana passada com o anúncio de outro festival gigantesco, o Lollapalooza americano, o espanhol Primavera Sound não gastou muito tempo se referindo a medidas contra a Covid.

A despeito de novas ondas e cepas do vírus, acredita-se que até o ano que vem toda a Europa esteja vacinada.

Em março deste ano, um teste do setor de música ao vivo foi feito em Barcelona, em um show para 5 mil pessoas com testes negativos para a Covid-19. Boa parte usava máscara. Mas outra parte não. E não tinha distânciamento, todo mundo estava junto. Cerca de quatro casos dos presentes foram confirmados a posterior, mas nada garantindo que a contaminação veio do show-teste.

Em 2019, em sua última edição, cerca de 220 mil pessoas foram ao Primavera. Em 2020, com o final de semana dobrado para o evento, espera-se o dobro disso. É tradicional que pelo menos metade desse público que atenderá o festival venha de outras partes da Espanha e dos países europeus vizinhos. Muitos ingleses costumam viajar a Barcelona no verão para ver o Primavera Sound.

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8 – BARCELONA

Cidade deliciosa, bonita, no Mar Mediterrâneo, rota para outros lugares legais na Espanha e até tiro curto para fora dela, verão europeu, comidas e bebidas incríveis, rica em arte em museu e na rua, o Barcelona, o bairro gótico, clubes incríveis, programação esperta nos dias de semana, pertinho de Ibiza. E um festival como o Primavera para encarar. Se o problema não for $$$, exatamente, e as ondas zoadas da Covid deixar, não vai ter melhor lugar no mundo para se estar em junho de 2022.

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* Abaixo, o genial filminho de apresentação do line-up do Primavera Sound 2022.

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PS: O Primavera Sound avisou no Intagram dele que, além de acionar o zoom para ver o line-up, a gente pode esperar MAIS ATRAÇÕES A SEREM ANUNCIADAS. OK?

Ah, e ainda o festival vai acabar com uma grande festa na praia, em 12 de junho, com uma penca de DJs tocando na praia de Sant Adrià de Besòs, incluindo Nina Kraviz, Amelie Lens e Peggy Gou.

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* Esta seção da Popload é pensada e editada por Lúcio Ribeiro e Daniela Swidrak.

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