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Fleetwood Mac-treta: após ser demitido, Lindsey Buckingham solta o verbo e diz que parte da banda perdeu sua perspectiva

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Notícia que caiu como uma bomba no pop mês passado, a saída do virtuoso guitarrista Lindsey Buckingham do Fleetwood Mac começa a ter seus desdobramentos. O mundo tomou conhecimento do fato no início de abril. Já na última semana do mesmo mês, o grupo confirmou que Lindsey, na verdade, havia sido demitido, especialmente por ter pensamentos diferentes em termos de planejamento futuro em relação aos demais.

Em entrevista para a revista Rolling Stone, a vocalista Stevie Nicks disse que Lindsey só queria que a banda voltasse aos ensaios no ano que vem. “Nós deveríamos começar a ensaiar em junho e ele queria empurrar isso para novembro de 2019. É muito tempo. Acabei de fazer 70 shows. Assim que eu finalizo algo, já entro em outro projeto. Por que pararíamos? Não queremos parar de fazer música. Não temos mais nada a fazer. É o que fazemos”, disse ela, que confirmou, ainda que de forma suave, que o guitarrista foi demitido.

“Palavras como ‘demitido’ são referências feias, até onde sei. Sem querer me alongar nisso, mas estávamos com a impressão de estar batendo em uma parede de tijolos. Não foi uma situação feliz para nós em termos de logística de uma banda funcional. Para este fim, tomamos uma decisão onde não poderíamos seguir com ele. Quem manda é a maioria quando precisamos decidir o que fazer como uma banda para seguir em frente”, destacou Mick Fleetwood na mesma entrevista.

Depois de todo o burburinho, foi a vez de Lindsey se defender. O músico se pronunciou em um evento organizado por Mike Levin, candidato ao congresso norte-americano. Entre uma música e outra, o guitarrista soltou algumas respostas e ainda falou em legado arranhado.

“Não foi algo da minha escolha. Acho que pode se dizer que existem facções dentro da banda que perderam sua perspectiva. Isso danificou o legado de 43 anos que trabalhamos tão arduamente para construir, e esse legado era sobre superar dificuldades para que pudéssemos conquistar uma verdade e um destino acima de nós”.

No Mac, Lindsey será substituído por outros dois músicos: Mike Campbell, que fez carreira como guitarrista principal da banda de Tom Petty, e ainda Neil Finn, frontman do Crowded House. Eles já estarão na próxima excursão da banda.

Esta não é a primeira vez que Lindsey está fora do Fleetwood Mac. Em 1987 ele saiu alegando que estava cansado de sair em turnês e também pela tensão de fazer parte da mesma banda que seu antigo amor, Steve Nicks. Uma década depois ele voltou ao grupo para uma turnê de reunião. Ano passado, ele soltou um disco em parceria com Christine McVie, sua agora ex-companheira de Mac.

As tensões com Nicks duram décadas. Na mesma entrevista recente para a Rolling Stone, a cantora classificou a relação entre os dois como volátil. “Isso é triste para mim, mas eu quero que os próximos dez anos da minha vida sejam alegres e divertidos”.

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Lindsey Buckingham deixa o Fleetwood Mac (de novo) e terá dois substitutos

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Baixa considerável em uma das bandas mais clássicas do rock. No início da noite de ontem, o Fleetwood Mac confirmou notícia publicada pela Variety e informou que o lendário guitarrista Lindsey Buckingham deixou o grupo.

Provavelmente querendo focar em sua carreira solo, pela qual já lançou seis discos, mas o último lá em 2011, Lindsey será substituído por outros dois músicos: Mike Campbell, que fez carreira como guitarrista principal da banda de Tom Petty, e ainda Neil Finn, frontman do Crowded House. Eles já estarão na próxima excursão da banda.

Em nota, o Fleetwood Mac preferiu exaltar a chegada dos novos membros em vez de detalhar a saída de Buckingham. “Estamos satisfeitos em dar as boas-vindas a músicos talentosos do calibre de Mike Campbell e Neil Finn na família Mac. Com os dois, vamos tocar todos os hits que os fãs amam e ainda vamos surpreender nosso público com algumas faixas do nosso histórico catálogo. O Fleetwood Mac sempre esteve em uma constante evolução criativa. Estamos olhando para frente para honrar esse espírito na próxima turnê”.

Esta não é a primeira vez que Lindsey deixa a banda. Em 1987 ele saiu alegando que estava cansado de sair em turnês e também pela tensão de fazer parte da mesma banda que seu antigo amor, Steve Nicks. Uma década depois ele voltou ao grupo para uma turnê de reunião.

Ano passado, ele soltou um disco em parceria com Christine McVie, sua agora ex-companheira de Mac.

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Chupa, Grammy! Vaza o ensaio da super banda de rock sem cortes

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Essa história é bem boa. Talvez principal polêmica do Grammy, o número musical que envolvia o Nine Inch Nails, o Queens of the Stone Age, o Dave Grohl e o Lindsey Buckingham, que fechou a cerimônia, foi cortado pela metade durante sua transmissão ao vivo. Antes do fim de “My God is the Sun”, paulada musical do QOTSA, entrou um comercial da Delta Airlines e em seguida os créditos do Grammy e todo mundo ficou sem entender o que estava acontecendo.

Depois da pataquada, o Trent Reznor foi para o Twitter e xingou a produção do Grammy, até. Só que, agora, apareceu um vídeo sem cortes do ensaio da super banda no Staples Center vazio. Alguém muito entendido capturou a transmissão via satélite do ensaio, que não foi transmitido em lugar algum, mas é enviado para o satélite para testar o sinal do link ao vivo. Então o cara captou em alta definição justamente a performance que seria cortada no Grammy ao vivo. Haha.

O vídeo bruto pode ser conferido abaixo.

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Toma essa: o Grammy enquanto maior show da música em 2014

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* Não é?

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O algo chatongo Grammy, veja só, vai bombar neste próximo domingo. A gente já tinha comentado aqui que os shows musicais deste ano são qualquer nota. Além da possível reunião de Paul McCartney e Ringo Starr, para comemorar a primeira vez que os Beatles apareceram na TV americana há exatos 50 anos, tem o Eurythmics tocando pela primeira vez em quase uma década justamente para homenagear os meninos de Liverpool. São aguardadas também performances do Metallica voltando à premiação após 23 anos, em parceria com o pianista pop star chinês Lang Lang, o Macklemore com Ryan Lewis cantando “Thrift Shop”, o Pharrell, a Lorde e a Katy Perry. E, pensa, Daft Punk com Stevie Wonder. É o que dizem. E ainda o Nile Rodgers, podendo rolar um pocket show do Daft Punk tocando seus hits do ano passado em status “full band”. Ainda estou duvidando. Será?

Como se não bastassem todas estas boas notícias, agora mais uma atração foi confirmada. Na verdade, um super mix de atrações, informa a revista norte-americana SPIN. Dave Grohl, Lindsey Buckingham, Nine Inch Nails e Queens of the Stone Age, juntos, serão os responsáveis pelo show de encerramento do Grammy. Tá? De alguma forma, os caminhos de todos os envolvidos já se cruzaram antes. Não por acaso, eles também concorrem a prêmios na noite. Vamos por partes.

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Dave Grohl já trabalhou com o Queens of the Stone Age, é parça do Josh Homme, e já tocou com o Nine Inch Nails. O Fleetwood Mac Lindsey Buckingham apareceu no documentário “Sound City”, produzido pelo Grohl. “Sound City”, inclusive, que tem uma faixa de sua trilha – “Mantra” – que reúne o próprio Dave, o Josh e o Trent Reznor. Lindsey tocou no mais recente disco do NIN, o bom “Hesitation Marks”. Grohl tocou bateria no álbum novo do QOTSA, “…Like Clockwork” e no antigo “Songs For The Deaf”. Apareceu também no “With Teeth”, do NIN. Grohl e Homme já tocaram na mesma banda, o Them Crooked Vultures. Ufa!

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No Grammy de domingo, Grohl concorre na categoria “melhor canção de rock” por “Cut Me Some Slack”, da parceria Paul McCartney + Nirvana. “Hesitation Marks” faz o NIN concorrer ao prêmio de “melhor disco alternativo”. Já o QOTSA concorre no “melhor álbum de rock” com “…Like Clockwork” e “melhor performance rock” com a faixa “My God Is The Sun”. Na categoria “produtor do ano”, Rob Cavallo concorre com a faixa “If I Loved You”, uma parceria entre Lindsey Buckingham e Delta Rae.

Ainda existe um papo de Madonna e Beyoncé com surpresas. Não quero nem pensar.

O Grammy será no domingo, 26 de janeiro, às 23h de Brasília.

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