Em little simz:

POPLOAD FESTIVAL, os vídeos: um pouco do que rolou em cada show da edição 2019. Com algumas apresentações completas, ainda por cima

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Foto: Fabrício Vianna / Popload / T4F / Divulgação

Foto: Fabrício Vianna / Popload / T4F / Divulgação

Já relatamos aqui algumas impressões de quem esteve no Popload Festival, na última sexta-feira, em feriadão que encheu São Paulo de música boa.

Abaixo, deixamos alguns registros dos shows, alguns feitos pela galera, na “vibe”, outros da transmissão do UOL, tipo os shows completos do Raconteurs e da volta do Cansei de Ser Sexy.

Então, um pouco do que vimos no Memorial da América Latina foi…


** O grande encontro de Luedji Luna e Ilê Aiyê derramando positividade em “Banho de Folhas”, dando as boas vindas para o festival.

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** A Tove Lo fazendo a mistura Suécia com Brasil, eletrônica com funk, ao botar o MC Zaac no palco para reeditar ao vivo o hit “Are U Gonna Tell Her?”.

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** A lindeza Little Simz veio ao Brasil em seu melhor momento na carreira. E ainda vamos ouvir falar muuuuuuuito dela nos próximos meses/anos. “Pressury” e “Therapy” não nos deixam mentir.

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** O trio norte-americano Khruangbin fez dos shows mais refinados da história do nosso festival. E a galera curtiu para valer.

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** O nosso Cansei de Ser Sexy, um dos grupos que mais levantaram a bandeira Indie Brasil na gringa neste século, voltou com apresentação histórica que merece ser vista novamente, na íntegra. E, ainda, o bate-papo firmeza com a incrível Letrux.

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** Eles vieram e fizeram do Memorial da América Latina uma verdadeira pista de dança. Estamos falando do Hot Chip e o showzão animado do fim de tarde de um feriadão. Delícia!!!

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** O que falar da banda de rock mais comentada do mundo hoje? Intrusos do Top 200 da Billboard, o Raconteurs entregou aquele show que se esperava deles: pouco papo, muita distorção e garage-rock de primeira. Esse tal de Jack White é Deus, não é?

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** E por falar em deuses, Patti Smith esteve entre nós… Uma das maiores artistas de todos os tempos, ela desfilou hits, simpatia e empatia em uma noite que ficará na memória de São Paulo. Não temos nem o que falar, apenas agradecer por vivenciar este momento. E por Patti ter aceito nosso singelo convite. Você é sempre bem-vinda, ícone.

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** A noite terminou com o imparável Boy Pablo, que fez um after para fechar com chave de ouro nossa edição 2019. E já deixando o gostinho de vontade para 2020.

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POPLOAD FESTIVAL 2019 – Tudo o que a gente achou do nosso próprio festival. Queremos ouvir você, agora

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* OK, foi inesquecível. OK, o festival é “nosso” e portanto pode parecer cascata de ego, mas aqui no nosso discernimento imparcial acrítico e imodesto não teve um show abaixo de nota 8,87. Entre novidadeiro e histórico, salvaram-se todos. Entre o Boy Pablinho e a Pattona Smithona nenhum deixou de ser encantador, cada um no seu tamanho. Cada um na sua caixinha de “história da música”. O festival foi lindo (aqui no nosso discer…), a (não-)chuva ajudou, a galera jogou junto desde a hora em que os portões abriram até o momento de partir, embasbacados todos pela “school of rock” que foi o show da diva Patti Smith. Quanta história foi contada em 12 horas ali naquele palcão bonito. Sim, à certa altura teve um problema em banheiros, um erro de cálculo. Será corrigido. Mas o que consideramos o nosso maior acerto é não perder a mania de fazer um festival sobre música e pessoas.

Dentro do que podemos falar sobre os shows, e com este post enfeitado por imagens gloriosamente saídas da câmera do fotógrafo Marcos Hermes (@marcoshermes), a gente achou que tudo no Popload Festival 2019 foi assim:

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PATTI SMITH


No auge de seus 72 anos, Patti Smith subiu ao palco do Popload Festival em uma cidade tomada pela incerteza do futuro para mostrar que ainda há união entre as pessoas. Com sua poesia cantada e suas mensagens de amor eterno, todos presentes se tornaram um só sob gritos de poder, afeto e liberdade. Foram mensagens de esperança para aqueles que acompanham sua carreira desde os anos 70 e para aqueles que chegaram na festa dos engajamentos só agora, um público consumido pelas ansiedades do século XXI e que receberam um acalento nas palavras de Patti.
Em sua arte, porque a sua música já transcendeu o nirvana e não pode ser considerada somente um conjunto de melodia e letras, Patti nos guiou para o final de um dia que ficará na memória, o final de uma noite feita para nós, os amantes.
(Carolina Andreosi)

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THE RACONTEURS


À noite, entre a algazarra dance cool do Hot Chip e a hiperiluminada apresentação de Patti Smith, foi a vez do Raconteurs estrear no Brasil – e de Jack White fazer sua quarta passagem pelo país. O quarteto, acompanhado do ilustre Dean Fertita (Queens of the Stone Age, The Dead Weather) tinha a difícil missão de tocar, em apenas uma hora, um setlist que agradasse a fãs que nunca puderam vê-los no palco. Dentre as 12 músicas apresentadas, sete vieram do mais recente disco, “Help Us Stranger”, lançado agora em junho deste ano, e encaixaram bem com as antigas como “Old Enough” e “Level”. O que fica fácil de notar é a química entre os músicos no palco, especialmente durante a jam em “Broken Boy Soldier” – nem parece que, antes de 2019, o Raconteurs tinha ficado oito anos ausente dos palcos. O rock que a banda faz pode não ser tão popular quanto era ao lançamento de “Steady, As She Goes”, lá em 2006, mas sua qualidade não mudou em nada. Foi uma pena não poder ouvir “Carolina Drama” ou “Blue Veins”, mas fica para a próxima. Pode voltar para tocá-las, Jack.
(Fernando Scoczinsky Filho)

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HOT CHIP


O show do Hot Chip é sempre o show do Hot Chip. Sao sete no palco fazendo a festa para os milhares que estão no chão, que logo embarcam na balada deles. Já mandaram na segunda música q deliciosa “Flutes”, umas das melhores faixas da banda, com direito a dancinha ensaiada dos integrantes para o refrão. E aquele fim de tarde na Barra Funda virou o melhor lugar para estar com os amigos no planeta. “Melody of Love”, “Spell”, “Hungry Child” são músicas do novo album, “A Bath Full of Ecstasy”, que saiu em junho, e como podem já soar como hits? Esse é o tipo de banda que segue sendo relevante ao mesmo tempo que divertida e dançante. O cover de “Sabotage”, dos saudoso grupo nova-iorquino Beastie Boys, foi inacreditavelmente bom! Muito parecido com a versao original, nao entendi muito por que, mas só sei que adoraria ver de novo. O final com o hit absoluto “I Feel Better” já deixa a gente esperando pelo próximo show do Hot Chip por aqui, porque eles sim podem voltar todo ano.
(Isadora Almeida)

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CANSEI DE SER SEXY


Feliz 2004!!!!! Uma das formações brasileiras que mais marcaram nossa cena em muitos níveis, o hoje quarteto feminino Cansei de Ser Sexy, de São Paulo, tocou, em São Paulo, pela primeira vez depois de oito anos longe da cidade, a mesma cidade que elas ajudaram a botar no mapa mundial com muitas canções boas, uma irreverência absurda e um sentido completo de música-fashionismo-autozoação-inclusão-críticasgerais que poucas bandas vão ter, para o bem e para o mal. Incrível imaginar que a absurda cantora Lovefoxxx continua sendo a pessoa mais fofa que já segurou um microfone neste país, dessas de querer levar para casa e ser bff para sempre. Que show leendo. Que performance limda. Foi 2004 de novo mesmo. Talvez o mundo esteja tão intragrável hoje por falta de mais bandas como o CSS, sua composição de molejo indie, show contagiante, pop feliz, letras foda, guitarras ótimas, batidas “perfeitas 10/10”. Num certo mesmo sentido em que horas depois o show de Patti Smith contou, com todos os elementos que carrega, a história do rock do punk para cá, a apresentação do Cansei de Ser Sexy nesta especialíssima volta no Popload Festival (cóf.) contou a nossa história, a história da nossa cena. Estou errado, Santa Cecíliaaaaaaa?
(Lúcio Ribeiro)

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TOVE LO


Não dá para provar, mas pareceu que a Tove Lo conseguiu levar ao festival seu próprio público, que nem sabemos se ficou para ver o resto do festival. Pode ser só sensação, mas apostaria nisso. O que garantiu dos fãs do público do começo ao fim. E ela entregou o que eles pediram: hits, dancinhas, som alto, telão lindo. Virou notícia que ela mostrou os seios no show, um lance que rola sempre ao vivo. Mas nossa “manchete” é ela ter proporcionado o primeiro momento funkeiro do Popload Festival na história. Teve o bombado MC Zaac no palco, na parceria deles, “Are U Gonna Tell Her”, que colocou o festival para rebolar. Até o chão.
(Vinícius Félix)

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KHRUANGBIN


Seria o show ideal para o fim de tarde ensolarado. Só faltou o sol, mas tudo bem. O trio Khruangbin talvez seja um pouco estranho de cara, mas quem se deixou encantar pelo minimalismo da bateria, da boa conversa do baixo com a guitarra e se acostumar com a ausência de letras na viagem psicodélica totalitária do trio, foi no embalo da trip deles em uma apresentação que é música quase o tempo todo sem pausa para respiro – um momento de percussão com garrafas aqui, um telefone que toca no palco ali e só. Fora isso, o show são os três estilosos integrantes (Oi, Laura!) e sua “world music” hipnótica de amplitude incrível, pouco improviso, em uma hora. Quem gostou e achou que eles fazem boas jams sessions vai se espantar quando descobrir que eles reproduzem bem fielmente o som dos álbuns. Que delícia de viagem para esperar o que viria depois.
(Vinícius Félix)

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LITTLE SIMZ


Acompanhada por uma banda de três músicos, a rapper inglesa Little Simz, destaque da nova cena britânica e já queridinha de Kendrick Lamar, fez um vibrante show em que cantou faixas de seus três discos. Como ela própria deixou claro, Simz trouxe um pouco do norte de Londres a São Paulo, com músicas de rap impregnadas de funk, soul, eletrônica e do grime de forte e delicioso sotaque. Ela encerrou sua participação com duas de suas melhores canções, “Flowers” (parceria com o incrível Michael Kiwanuka) e “Offence”. Tudo tão bom que até fez parar de chover.
(Thiago Ney)

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LUEDJI LUNA


Muita gente insiste em ir para festival para ver uma ou duas bandas. Tudo bem, tudo certo, mas perdem por exemplo um belo show de abertura. Principalmente em festivais que gostam de deturpar os conceitos de “show de abertura”, daqueles só para fazer o tempo passar enquanto o healiner não vem. Quem estava no Popload Festival desde cedo teve oportunidade de ver um dos shows mais bonitos da CENA BR de 2018/19. Luedji luna começou sua apresentação linda em um vestido branco iluminando o começo de festival chuvoso e trazendo músicas do álbum “Um Corpo no Mundo”. Ponto alto e emocionante foi a participação do bloco Ilê Aiyê para cantar “Banho de Folhas” com Luedji, que abriu o caminho para o Popload Festival 2019 seguir com um axê inspirador.
(Isadora Almeida)

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BOY PABLO


Um show especial do Popload Festival, depois da “vovó” Patti Smith e feito apenas para cerca de mil fãs genuínos, porque precisaram chegar cedo ao evento para retirar ingressos, o menino norueguês Boy Pablo acalmou os ânimos de quem passou o dia experimentando várias energias no Popload Festival e precisava de um momento de calma para processar tudo o que aconteceu. Para quem tem fama pela articulação na internet, Pablo até que fez um bom e REAL “chill-out roqueiro”, em outro palco do festival, este do outro lado da rua, no auditório do Memorial da América Latina. Fofo, intimista e, o melhor, um show sentado.

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#SpoilerAlert: O que esperar do show da Little Simz no Popload Festival

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Você tem que assistir ao show da Little Simz. Vai ser histórico e você não vai ter que mentir que esteve por lá no futuro. Sim, porque existem muitos shows históricos que foram vistos por “todo mundo”. Sempre tem um monte de mentirosos. Eu não sei te explicar muito o porquê, mas sinto que isso vai rolar com o show da Little Simz no Popload Festival. Quem perder, vai mentir depois porque ela é uma artista que ainda vai tão longe que lá na frente muita gente vai querer mandar esse papo.

Apesar desse comentário, é bom avisar que a Little Simz não é promessa. É realidade. Ela já está no seu terceiro disco, depois de tantas mixtapes e Eps também, com a solidez de uma artista veterana, embora tenha apenas 25 anos. “Grey Area”, o tal disco mais recente, é maduro, inteligente, repleto de temas e climas – e quase levou o Mercury Prize deste ano. Um álbum que bate forte ao mesmo tempo que guarda ali o single mais pop de Little Simz até o momento: “Selfish”. Pop sem abrir mão de reflexão e papo de alto nível.

E Little Simz não é só rimas pesadas e o flow mais inventivo em atividade, ela trabalha sério em outros campos. Faz fotos, é atriz, cuida da própria carreira através do próprio selo, hoje parceiro de uma empresa grande de distribuição. Mas preste atenção: ela é parceira da empresa, não empregada. Faz uma diferença, não?

Quem tem na lista de pessoas que gostam dela uma turma que conta com Damon Albarn, Kendrick Lamar, Lauryn Hill, Drake, está fazendo algo muito certo.

Por que você precisa conhecer a LITTLE SIMZ:

Setlists recentes

O setlist atual da Little Simz tem foco no “Grey Area”, seu disco mais recente é tocado na íntegra no show. Ou seja, presta atenção nele, decora tudo, que vai ser recompensador.

Boss
Therapy
God Bless Mary
Wounds
Pressure
Backseat
Venom
Selfish
Her
Sherbet Sunset

101 FM
Offence
Flowers

Top 5

As mais tocadas na turnê até agora. Essas com certeza estarão no show

A playlist

Separamos as 50 principais músicas da Little Simz, vamos do setlist até as faixas de seus outros álbuns, mixtapes e participações especiais.

Sessions lindas

Melhor que falar é te mostrar a Little Simz em ação.

** O que ela faz com o hit do Gorillaz aqui é de tirar o fôlego. Sinta o baixo.

** Fica fácil de entender o jeito único que a Little Simz tem de rimar nesse vídeo para o Colors, onde dá para prestar atenção 100% nela, sem distrações. Já falei “de tirar o fôlego” em algum momento neste post?

** Little Simz feat. Michael Kiwanuka. Puro luxo.

Atriz

Little Simz é atriz. Já participou de séries “Spirit Warriors”, “Youngers” e atualmente está em “Top Boy”. Uma série que estava extinta até que o Drake chapou nela e foi atrás de saber quando teria uma nova temporada. Ao saber do cancelamento ele deu um jeito de fazer a terceira temporada. Tem no Netflix.

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“Grey Area” virou exposição de fotos feitas pela Little Simz. Falei que não era só música?

E ao vivo é bom?

Experimenta essa multidão alucinada com a Little Simz ao vivo. Uma plateia assim é o que precisamos entregar para ela. O que me dizem?

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Slowthai carregando a cabeça do primeiro-ministro britânico, o IDLES “inventando” o punk, a Little Simz incrível, o Dave vencedor. Um pouco do Mercury Prize 2019

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Rolou na noite de ontem em Londres a aguarda edição 2019 do Mercury Prize, uma das premiações musicais mais conceituadas do Reino Unido, que tem um formato diferente em relação aos eventos deste tipo.

Em vez de premiar diversas categorias, o Mercury Prize premia apenas o melhor disco feito por um artista britânico no período de 12 meses anterior à cerimônia.

No cardápio de indicados deste ano, nomes como 1975, Foals, Fonaines DC, Idles e a “nossa” Little Simz estavam na disputa, que acabou vencida pelo jovem rapper Dave, de apenas 21 anos, com seu ótimo “Psychodrama”, disco que foi lançado em março deste ano e que foi direto para o topo das paradas inglesas na primeira semana.

Foto: REX FEATURES

Foto: REX FEATURES

Mas o auê ficou mesmo para o que rolou no palco. Se o MP premia apenas uma categoria, o tchan da premiação está no fato de todos os concorrentes se apresentarem ao vivo. E aí o evento deu o que falar especialmente pela apresentação do rapper Slowthai, um dos grandes nomes da nova safra por lá.

Sem pudor, ele entrou no palco segurando a cabeça de um boneco de Boris Johnson, o primeiro-ministro britânico. E, ainda, vestindo uma camisa com os dizeres “Fuck Boris”, que agora estão à venda em seu site. Haha. O choque foi tamanho que a transmissão da BBC foi cortada direto para a apresentadora Lauren Laverne, que precisou falar que aquelas não eram as opiniões da emissora.

Ainda no campo político, que a imprensa inglesa diz ter sido a edição com mais apelo neste sentido nos últimos tempos, o Foals falou sobre as questões climáticas, a Anna Calvi repudiou a desigualdade de gêneros, e o IDLES a masculinidade tóxica.

Teve ainda a Little Simz ícone, mostrando que o Popload Festival será incrível também por causa dela, o Fontaines DC com o vocalista gênio Grian Chatten vestindo camisa do Nick Cave, e o próprio IDLES, na parte sonora, fazendo tudo parecer a década de 70 e que estava surgindo naquele ali, naquele momento, o punk.

Foto: REX FEATURES

Foto: REX FEATURES

Confira abaixo os discos indicados e os vídeos das apresentações na premiação.

Concorrentes ao Mercury Prize 2019:
· Anna Calvi – Hunter
· Black Midi – Schlagenheim
· Cate Le Bon – Reward
· Dave – Psychodrama (vencedor)
· Foals – Everything Not Saved Will Be Lost
· Fontaines DC – Dogrel
· Idles – Joy As an Act of Resistance
· Little Simz – Grey Area
· Nao – Saturn
· SEED Ensemble – Driftglass
· Slowthai – Nothing Great About Britain
· The 1975 – A Brief Inquiry Into Online Relationships

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O vídeo com o Michael Kiwanuka, a session na BBC Radio 1, o Mercury Prize: Little Simz mostra que a nova MPB, Música Popular Britânica, está com tudo

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Atração luxuosa do Popload Festival 2019, a rapper Little Simz é um dos grandes nomes da música inglesa no momento. Desfrutando do grande sucesso de seu terceiro disco, “Grey Area”, ela disputa nesta quinta-feira, 19 de setembro, o Mercury Prize deste ano, considerado uma das principais premiações por lá. (A lista dos indicados está no final do post).

Até para dar um último gás antes da premiação, Simz andou com a agenda lotada nos últimos dias. Primeiro, ela divulgou um vídeo com uma versão remodelada de “Flowers”, uma das belas músicas deste seu último disco. Na versão ao vivo, ela convidou o cantor e instrumentista Michael Kiwanuka, outro nome forte do novo pop britânico, para uma dobradinha.

Little Simz também esteve na BBC Radio 1 onde participou do Live Lounge, hoje o programa mais bombado da emissora. Entre as interpretações, destaque para a cover de “Both”, do rapper (também inglês) Headie One, com o auxílio de outra cantora britânica (está percebendo algo?), Lianne La Havas.

É a MPB – Música Popular Britânica (hehe) – se renovando com estilo.

A rapper Little Simz toca em São Paulo no dia 15 de novembro no Popload Festival ao lado de nomes como Patti Smith, Hot Chip, Cansei de Ser Sexy, Tove Lo e The Raconteurs. Dois dias depois, ao lado da Tove Lo, ela faz show no Rio de Janeiro.

Antes disso tudo, Simz fará uma série de cinco shows esgotados no Reino Unido, em outubro. A menina não está fácil.

** Concorrentes ao Mercury Prize 2019:
· Anna Calvi – Hunter
· Black Midi – Schlagenheim
· Cate Le Bon – Reward
· Dave – Psychodrama
· Foals – Everything Not Saved Will Be Lost
· Fontaines DC – Dogrel
· Idles – Joy As an Act of Resistance
· Little Simz – Grey Area
· Nao – Saturn
· SEED Ensemble – Driftglass
· Slowthai – Nothing Great About Britain
· The 1975 – A Brief Inquiry Into Online Relationships

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