Em live lounge:

XX Day – Trio inglês faz cover de Drake/Rihanna em session

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* Hoje, no very day de lançamento de seu mais novo álbum, “I See You”, o trio inglês The XX apareceu nos estúdios da BBC, em Londres, para participar da famosa session do programa “Live Lounge”, da Radio One. No programa, que pode ser ouvido na íntegra aqui, o XX falou de seu disco novo e tocou ao vivo duas músicas. Uma do álbum, o bombado single “On Hold”, que traz sampler da incrível “I Can Go for That”, musicaça de FM dos anos 80 de Daryl Hall & John Oates. A outra uma cover da boaça “Too Good”, canção do rapper canadense Drake, de seu último disco (“Views”, 2016), que na original tem vocal convidado da cantora Rihanna. A versão do XX tem Romy e Oliver nos papéis de Rihanna e Drake. Classe.

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Slaves destrói hit do Weeknd. E fica bem bom

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* A gente aqui ama o Slaves, isso nunca foi escondido por este site, você sabe bem. Banda de dois só com bateria e guitarra a gente venera desde o White Stripes (The Kills, Black Keys, Royal Blood etc.), mas o Slaves é mais doida. Primeiro porque a bateria não é lá uma bateriiiiiiiiiia (ok, a Meg White não era lá uma bateriiiiiiiista). Depois, porque o vocalista da banda é justamente esse baterista que não toca exatamente uma bateriiiiiiiiia.

E tem as músicas, obviamente. E a postura punk-indie-fashion que produz vídeos incríveis e fotos idem.

O Slaves, Laurie Vincent (na guitarra, guitarra-baixo e vocal) e Isaac Holman (o baterista e vocalista principal), acabou de lançar seu ótimo segundo álbum, “Take Control”, há menos de uma semana, produzido “apenas” por Mike D, do histórico grupo americano Beastie Boys. Mike D é tipo um terceiro integrante do Slaves neste novo disco, fazendo rap em música, aparecendo em letra.

Ontem, no corre de divulgação do novo disco, o Slaves ocupou a Radio 1, da BBC, em programas matutinos e noturnos. No incrível “Live Lounge”, da manhã, eles fizeram uma session ao vivo em Maida Vale, tocando duas músicas. Uma é a violenta “Spit It Out”, música que abre o novo álbum e tem uma levada de Sex Pistols no meio que é de emocionar. E tem um “spit”, também.

A segunda performance foi de uma cover. De um dos hits do músico canadense de R&B The Weeknd, que vem tocar em São Paulo em março do ano que vem. O Slaves decompôs à moda punk a conhecidíssima “The Hills”. Óbvio que ficou demais.

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Blossoms mostra em session para onde a cena inglesa vai

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* Uma das bandas “rising star” da nova cena inglesa, o Blossoms, de (arredores de) Manchester, levou suas guitarras pop para dar um rolê na Radio One, da BBC. O quinteto, que de uma ceeeeerta forma regurgita anos 80 em sua sonoridade, uma espécie de banda-neta do Simple Minds, foi ao distinto programa Live Lounge tocar seu novo single, “At Most a Kiss”, e aproveitou para fazer uma cover guitarrística do hit pegajoso WSTRN, “In2”, uma das músicas mais frequentes das paradas britânicas do ano passado.

O Blossoms, que em 2015 andou abrindo shows do Paul Weller, neste janeiro já foi a atração de abertura de um dos concertos de arena do Libertines. Com esses popinhos gostosos e essa apadrinhada toda de bandas e rádio, os Blossoms, digamos, está encaminhado para quando o primeiro álbum for lançado, agora em 2016.

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Muse, sendo reinterpretado pelo… Enter Shikari

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* Sabe o Enter Shikari, né? Estimada e já rodada “banda da molecada hardcore” da Inglaterra, dessas que saem direto na “Kerrang” e tocam bastante no palco de galera pesada e nova do Reading Festival. Mais ou menos isso. Hardcore é um jeito bem limitado de definir o som plural deles dentro dessa enquadratura… hardcore, mas vá lá.

Daí que o quarteto foi à Radio One, da BBC, para participar do programa “Live Lounge”, que “provoca” as covers mais legais do planeta. E o Enter Shikari resolver dar um tapa no famoso hit da banda Muse, “Supermassive Black Hole”, canção que já tem uns dez anos. Ficou bem bom.

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Royal Blood levando a Roxanne para a garagem

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* Não entendi nada desse prêmio que o semanário inglês “New Musical Express” organizou com a cidade de Austin, Texas, o já conhecido “NME Awards”. Quer dizer: até entendi. Mas não entendi.

Daí que essa cerimônia foi ontem, em Londres (!!!), e elegeu como melhor banda nova o duo Royal Blood, baixo-e-bateria. No guitars. Uma atualização inglesa do garage blues do White Stripes, mais áspero, menos charme.

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Hoje foi solto um vídeo do Royal Blood tocando em session na Radio One inglesa, da BBC. Foi no programa Live Lounge, das manhãs, em que as bandas fazem covers inusitadas, tbm.

A do Royal Blood, que enfeita com imagem este post, é a clássica “Roxanne”, do grande The Police, banda punk-pós-punk britânica de quando o Sting não era chato.

“Roxanne”, de 1978, é polêmica, não muito por seu tema, mas sim porque, dizem, foi feita quando o “certinho” professor de inglês Sting se apaixonou por uma prostituta.

“I know my mind is made up
So put away your make up
Told you once I won’t tell you again
It’s a bad way”

No vídeo abaixo, Royal Blood fazendo “Roxanne”, o vocalista-baixista Mike Kerr se apresenta como Sting, o parceiro como “Stu” e diz que a banda é o Police lançando o novo single. A cover começa assim, assim, mas depois engrena bem.

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