Em Lollapalooza:

Popnotas – O disco de inéditas do Jupiter Apple. O Lolla EUA e as vacinas. O Made in America e o Jay-Z. E a cerveja do Hot Chip

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– Em duas semanas chega por aí um novo EP póstumo do gaúcho Jupiter Apple (foto na home). No disquinho, estão duas músicas “compostas e gravadas numa noite chuvosa no distante e efervescente ano de 2007″. Ambas são parceria de Jupiter com Lucas Hanker, produtor dele à época, e Jivago Willrich, roadie do cantor. O EP leva o nome de “Ano XXI – Nº 4 – Incredible News!!!”, uma espécie de segundo ato do “EP de Ano XII – Nº 3 – Incredible News!!!”, de 2006. É mais um material do eterno Flávio Basso que estava perdido por aí e foi reencontrado. Dessa leva do Apple/Maçã já resgataram um single perdido, “Cerebral Sex”, e um disco experimental, “The Apartment Jazz”.

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– A gente aqui louco por vacinas e uns festivais, mas é lá em Chicago que nosso sonho vai rolar (para outras pessoas). No dia 26 de junho, qualquer fã de música e shows com hora marcada em determinados locais de vacinação da cidade vai ganhar um ingresso para o Loolapalooza americano. Sim, tudo na faixa. Vacina no braço, aglomerar no Lolla estará autorizado. Vale lembrar, por exemplo, que os Strokes recentemente fizeram um show onde além do ingresso, lógico, era preciso estar vacinado para entrar. Coisas que gostaríamos de importar. O Lollapalooza Chicago acontecerá de 29 de julho (mês que vem!!!) a 1º de agosto e terá Foo Fighters, Post Malone, Tyler the Creator e Miley Cyrus em sua primeira linha de atrações.

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– Por falar em festival, quem está de volta também é o Made in America, evento de propriedade do mega-rapper Jay-Z. Foi anunciado que o evento, que voltou a acontecer na Filadélfia e neste ano preenche as datas de 4 e 5 de setembro do lindo e histórico boulevard Benjamin Franklin Parkway, em frente à escadaria do Rocky. Entre as principais atrações estão nomes gigantes como Justin Bieber, Lil Baby (foto abaixo), Doja Cat, Megan Thee Stallion, Roddy Ricch, Freddie Gibbs e Tinashe. Um dos lances legais do festival é que uma parte do dinheiro arrecado vai para a REFORM Alliance, uma organização sem fins lucrativos que busca reduzir um números de pessoas presas nos Estados Unidos.

Lil-Baby

– A onda das cervejas de banda chegou no indie. Quem ganhou sua própria cervejinha foi o grupo electroindie inglês Hot Chip, frequentador de shows da Popload. Se eles quiserem trazer para vender por aqui numas baladas…

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Ok, fizemos! – Uma análise banda a banda (cerca de 170) do line-up “polêmico” do Lolla americano, um dos primeiros festivais gigantes a voltar na era Covid

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* A gente também ficou impressionado com o tamanho do line-up do Lollapalooza Chicago, anunciado na semana passada. O megafestival americano pretende reunir mais de 100 mil pessoas em cada um de seus quatro dias de realização agora em julho, quaaase como se vivêssemos num mundo normal de shows. E para isso anunciou sua cavalar escalação de cerca de 170 atrações.

Bom, resolvemos investigar essa listona do evento “pai” do Lolla BR, já que quase não dá para ler os últimos nomes do pôster, para entender tudo que está nele, até para ver se é justificada a forte reação contrária ao line-up nas redes sociais, ainda que vivemos um período de exceção, num pós-de pandemia (para eles) que nem foi embora ainda. É só porque a gente quer que vá.

Será que tem coisas perdidas interessantes ali naquele line-up? Será que tem shows que vamos querer ver um dia no Brasil? Vale uma análise definitiva dos “novos rumos da música a partir do Lollapalooza EUA”?

Hum, dá uma olhada na nossa investigação, focada principalmente nos nomes abaixo das três linhas principais. A gente deu uma escutada em todos os artistas, mesmo que de maneira rápida, para ver qual é, nesse exercício louco de preencher linhas de pôster de festival gigante.

É um Lolla que abraça bem o que tem de mais bombado no hip hop americano, deixa de lado um pouco as bandas de (indie e) rock – com a maioria dos nomes vindo de hiatos -, recheia a lista com muitos artistas que se apresentam “sozinhos” ou DJs, para facilitar e parece optar, em boa parte, “pelo que deu para fechar num ano assim”. E que levanta de novo o debate “Cadê as minas em posições de destaque?”.

Mas, só para entendermos como vamos voltar a um megaevento depois de tanto tempo, vamos pensar junto com um dos maiores festivais do mundo para ver como isso se dá, banda a banda. Até porque, como sempre, o Lolla de lá sempre acaba respingando forte no Lolla de cá uma hora, né?

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tyler

Foo Fighters – Banda do ex-Nirvana Dave Grohl que… Bom, esses dispensam apresentações, né?
Post Malone – Outro que não precisa explicar muito, até porque já foi headliner até no Lolla do Brasil.
Tyler, The Creator – Bom demais ver o Tyler (o cara da foto acima) alcançar status de headliner em um festival grandão. Ainda na linha “é o que dá”, este merece.
Miley Cyrus – Justo que a última vaga de headliner seja de uma roqueira.
Dababy – Brother da DuaLipa e dono de um dos maiores hits do ano passado, “Rockstar”.
Marshmello – Dj misterioso com hits com bilhões de plays cava sua grande chance de transformar o virtual no real.
Illenium – Na linha do Calvin Harris, manja?
Journey – Clássico do rock e com um sucesso renovado. Aquela carta bem jogada para trazer os mais velhos cervejeiros.
Megan Thee Stallion – Se pá só uma das melhores rappers em atividade hoje, né?
Roddy Ricch – Um homem das quebradas de Compton, Califórnia, com um hit bilionário no Spotify.
Kaytranada – Produtor genial, louco ver ele posicionado acima de nomes mais populares.
Brockhampton – Das bandas mais legais hoje, esse a gente ia ver em 2020…
Playboi Carti – Um dos nomes do começo ano, bombando em tudo.
Young Thug – Um dos nomes de agora, bombando em tudo.
Limp Bizkit – Estamos prontos para o retorno do new metal? Bom estar, porque vai…
Modest Mouse – E se lembraram de colocar uma banda de indie-rock hahaha. Modest Mouse voltando grande.
Jack Harlow – Rapper que conseguiu hitar duas vezes a mesma música.
Polo G – No Spotify dele quase não tem som com menos de 100 milhões de play.
Trippie Redd – A conjução certa do rap e emo, atraindo os dois lados.
Suicideboys – Duo de rappers de New Orleans, cria do Soundcloud.
Alison Wonderland – EDM de origem australiana crescida nos EUA. Bomba bem.
Slander – Mais EDM robozão.
Steve Aoki – Festeiro antes da pandemia, queremos ver agora como ressurge.
Brittany Howard– Apareceu uma mina com guitarra no line-up, finalmente.
Band of Horses – Por onde andavam esses sumidões?
Jimmy Eat World – Uma contribuição na emergencial retomada do emo.
Dermot Kennedy – Um pouco de EDM, um pouco de pop.
Young The Giant – Outra banda sumidaça.
Lauv – A gente curte esse menino electropop emergente (foto abaixo). Som um com um bilhão de plays e tudo.

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Giveon – R&B. Só um dos caras mais escutados atualmente no Spotify. Ajuda ser brother do Drake.
Angels e Airwaves – Um pós-Blink 182 que cai bem na lista e deve atrair gente.
Iann Dior – Hip hop adolescente que você escutou por aí e nem sabe o nome.
Saint Jhn – Quem pode ter o luxo de ter o Kanye West em música sua? Este cara pode.
All Time Low – A retomada grande do emo, como já dissemos, é sempre eminente.
Mt. Joy – Folkzinho.
Marc Rebillet – Se a gente entendeu, esse cara faz todas as suas músicas de primeira.
Whitney– A dupla do querido Whitney segue com seu falsete em dia. Mais um indiezinho aparecendo.
Dominic Fike – O cara do momento. É dele um das releituras do novo álbum do Paul McCartney.
Surfaces – Eles têm uma música bombada em playlist de trabalho.
Tchami – E tome DJ.
Jauz – E mais DJ.
Freddie Gibbs – Um rapper nota 10 na divulgação de mais um álbum com o mestre Madlib.
The Front Bottoms – Um indie folk daqueles suavemente desafinados.
Big Wild – Um faz-tudo sozinho de base eletrônica, bom de ver ao vivo.
Kim Petras – Representante do hyperpop.
Yellow Claw – DJ.
Subtronics – mais DJ.
Oliver Heldens – Mais DJ, o palco de música eletrônica vai durar anos
Cash Cash – EDM folk, sério.
Oliver Tree – EDM humorística.
Omar Apollo – Mexicano brother do ex da Rosalía, C. Tangana. Promessa.
Ashe – Chill de escritório.
LP – Fãs de Miley Cyrus precisa colar aqui.
Arizona Zervas – Chill pop está em alta mesmo. Ou querem fazer estar.
Tate Mcrae – Estamos falando… Mais um exemplar do chill pop.
Earthgang – Aqui tem algo. Duo de Atlanta criativo, vários sons bons.
Rico Nasty – Que som. Pesadíssima. Flow gritado. É rap, mas é punk.
Jpegmafia – Filho de jamaicanos, está aí um cara que merecia bombar mais.
Jacob Banks – Outro que vamos estudar, um vozeirão.
White Reaper – Rock muito do alternativo. Lembra o Nada Surf?
Peekaboo – Mais um DJ.
Olivia O’Brien – Sabe aquele som “i hate u i love u”? É dela.
Orville Peck – Nosso cowboy misterioso. A gente falou dele por aqui. Um som massa.
Princess Nokia – Se o mundo fosse justo, por tudo o que ela representa, estaria mais bem posicionada, hein?
Cautious Clay – Um cara do Brooklyn que manja de Jorge Ben. Ouça “Cold War”. É braba.
Dayglow – Texano dono um delicioso hit, “Can I Call You Tonight?”.
Trevor Daniel – Manja este? Ele tem uma música com 1 bilhão de plays no Spotify.
Flo Milli – Esta iríamos ver fácil. Atlanta representada no som pesadão da Flo.
Bia – Rap com toques de R&B e graves pesadões.
Flipp Dinero – Bem criativo esse nigeriano que cresceu em Chicago, com hits em potencial.
Tnght – Duo de música eletrônica que lançou pouca coisa, mas tem um buzz.
Ag Club – Um grupo de rap quase desconhecido ainda: é bom.
Boy Pablo – Esse a gente já trouxe para show intimista, né?
Elohim – Música eletrônica good vibes.
Cam – Outra dica para fãs da Miley.
Slowthai – Rapper brit do nosso time (foto abaixo). Tem espaço para isso no Lolla EUA.

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Mick Jenkins – Rap com pegada mais alternativa.
Tobi Lou – Ainda na linha de rap alternativo. Muito legal.
Drama – Dupla eletrônica local, de Chicago. Delícia de som.
Grandson – Como tem artista com zilhões de plays que a gente não conhece, hein?
Cavetown – Moleque novinho que faz folk.
Toosii – Rap de um jeito bem clássico.
Mxmtoon – Brisa calminha bombada do Spotify.
Noga Erez – Aqui tem algo. Mistureba.
Sullivan King – METAL. Até que enfim um.
Dabin – Hora do sossego.
SayMyName – Pancadão ousadia.
Riot Ten – Música eletrônica bombada.
Lost Kings – EDM folk, começamos a inventar na falta de ideias.
Dombresky – Curte house?
Wooli – EDM mais triste.
Rmr – Promessa no rap.
Ed Maverick – Um representante do folk latino.
Max – Se não erramos o Max, é tipo um Ed Sheeran.
Hinds – A gente não deixaria as meninas do Hinds tão escondidas assim.
Porches – Do nosso time indie synth pop. Merecia estar com mais destaque.
Emotional Oranges – Um duo de som dançante.
Black Pistol Fire – Na falta de um Arctic Monkeys ou Black Keys.
Peach Tree Rascals – Música good vibes demais.
Elderbrook – E tome EDM. Nunca escutamos tanta EDM de uma vez só.
Jxdn – TikToker.
Jessia – Pop com mensagem.
Dr. Fresch – É muita música eletrônica neste mundo, brinks.
Cannons – Indie pop.
Vintage Culture – Vai Brasiiiiiil!
Gus Dapperton – Para ficar de olho. Indie pop bem feito.
Jawny – Da série “ninguém conhece, mas tem um som com 100 milhões de plays”.
Sir Chloe – Uma banda de rock, veja só.
Lp Giobbi – Uma faz-tudo, do jazz à electronica. Curtimos.
Cid – DJ difícil de achar no Spotify por conta do nome.
The Backseat Lovers – Aos poucos vamos achando mais bandas de rock.
Clever – Para fãs de Post Malone.
Goth Babe – Trap para entreter os teens.
Michigander – Promessa.
Tai Verdes – Indie pop famoso no TikTok. Olha um refrão dele: “Sometimes I do drugs/ Not hard ones, just ones that change my mind up”.
William Black – Pique Calvin Harris, mas melancólico na pegada.
Rookie – Mas olha aí uma banda de rock desconhecida.
Justin Jay – Cores e grooves.
Almost Monday – Achamos outra banda de rock “a se descobrir”.
Ant Clemons – E segue a onda chill.
Chiiild – Aqui tem algo, um balanço do bom.
Joy Oladokun – Aqui também tem algo, uma compositora talentosa e sensível.
Night Lovell – Rap alternativo, meio sombrio e com milhões de ouvintes.
Alv & Aj – Uma dupla de músicas fofas.
Chomppa – DUBSTEP!!
Vnssa – Dance desses que toca em FM no Brasil.
Level Up – Encontramos duas Level Up, qual será?
Blossom – Estamos confuso aqui. É a cantora linha Olivia Rodrigo? Se for, beleza.
Laundry Day – Quinteto de Nova York de invencionices. Pop e estranho.
Mob Rich – Eles têm uma música de amor que se chama “Yoko Ono”. Acho que entenderam o recado dela.
Njomza – Uma alemã que cresceu em Chigago de um pop muito do sofisticado, para dizer o mínimo.
Sophie Cates – Não achamos ela, mas achamos um Sophie que usa o nome Silver Sphere, será que é?
Nez – Som para dançar, muito bom.
Sebastian Paul – Mais um nome do festival que está na playlist “Young & Free” do Spotify. Vibessss.
Brownies & Lemonade All Stars – Se a gente entendeu, é um conglomerado de DJs.
Ant Saunders – Pop.
Rence – A turma chill pop não acaba haha.
Kid Quill – Rap.
Contradash – Hyperpop. Conceitual.
Mothica – Filha da Billie Eilish, pensa que já tem.
Absofacto – Soft rock.
Riz La Vie – Representante do indie pop emo.
Lauren Sanderson – Representante do indie pop emo again.
Kenny Mason – Rap para jogar videogame junto.
Phem – Billie Eilish já inspirando uma geração inteira.
Sofia Valdes – Uma jovem do Panamá que tem Jorge Ben entre as inspirações.
Serena Isioma – Uau. Tem musicão aqui, da moça abaixo. “Sensitive”, sucesso no TikTok.

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Taylor Janzen – Se a Julien Baker fosse pop seria assim.
Payday – Existem tantas bandas com esse nome que desistimos.
Christian Friench – Cantor pop encanado em John Mayer, manja? Dá para ver, mas também tudo bem passar.
Jac Ross – Voz boa, música boa, letras politizadas. Poucos sons lançados, mas na direção certa.
Radkey – Esses são feras. A banda de garotos que aparece no filme mais recente do Dave Grohl. Massa.
Jake Wesley Rogers – Não é só a lata do jovem Elton John como faz um som parecido.
Sarag Barrios – Pop para adolescentes. Se é a praia, só vai.
Neal Francis – Mergulhadão no melhor que a música americana pensou nos anos 70.
Sa-Roc – Rapper de primeira. Criativa e com fôlego para segurar linhas longas. Muito bom.
Charm La’Donna Uma mina que era da dança, mas foi para a voz. Um R&B classudo.
Moore Kismet – Tem algo aqui, um moleque de 17 anos que pensa música igual adulto. Atenção nele.
Julian Lamadrid – Um indie pop bem pegajoso. Meio nostálgico com o começo deste século.
Shy Carter – Música country modernosa, para colorir a lista.
Hoko – Parece que podem bombar. Músicas em playlists famosas do Spotify. Anota.
Elephant Heart – Lembra alguns rolê do Major Lazer.
Migrant Motel – Uma dupla de rock que cai fácil no gosto de fãs do Royal Blood.
Ottto – Trio de moleques de Venice. Trash com toque de funk. Lembra Metallica do começo.
The Aquadadolls – A gente já seguia esse trio de meninas no Spotify, lembra Best Coast.
Jake Duby – Não encontramos ele no Spotify, mas tem um DJ com esse nome, deve ser ele.

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* A foto que ilustra a chamada da home para este post é da rapper Flo Milli.
** A “investigação” do line-up do Lolla foi orquestrada pelo poploader Vinicius Felix.

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Lollapalooza americano anuncia line-up gigante para a volta, com capacidade total de público. Com Foo Fighters, Post Malone, os teens, os hip hop tudo. E o Journey!!

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* Do boato à confirmação oficial à divulgação oficial foi muito rápido. Foo Fighters, Post Malone, Tyler the Creator, a roqueira Miley Cyrus encabeçam os quatro dias que marcam a volta à vida do megafestival Lollapalooza, em Chicago, o pai do Lollapalooza Brasil. Os ingressos já estão a venda. O festival vai acontecer de 29 de julho a 1º de agosto, no tradicional e gigantesco Grant Park.

Mais do que as mais de 170 bandas escaladas, a grande atração deste ano serão as 100 mil pessoas esperadas a retomar a vida de aglomerações em um festival desse porte. As regras são claras e possíveis num país, e principalmente numa cidade, com bom controle da pandemia. Ou o atestado de vacina ou um teste negativo para Covid terá que ser apresentado na entrada do evento, além do ticket. No caso do teste, tem que ter data de até 24 horas antes de cada dia do Lolla EUA.

Alem dos headliners citados, galera forte do hip hop, tipo Megan Thee Stallion, DaBaby, Playboi Carti ocupam altos postos no cartaz do festival. Bandas antigas como Limp Bizkit, Modest Mouse, Jimmy Eat World, entre outros, também acabaram em bons espaços no line-up.

Até o enorme Journey, banda de hard rock de San Francisco dos anos 70 e cujo maior hit é de 1981, a internacionalmente famosa “Don’t Stop Believin'”, está como chamariz neste Lolla 2021, na segunda linha do pôster, só abaixo dos headliners.

Na parte “indie”, vamos dizer assim, ainda que dentro de um melê de gêneros, o Lolla não está lá tão convidadivo: Brittany Howard, Band of Horses, Lauv, Dominic Fike, Whitney, Porches, Princess Nokia e Slowthai são os nomes mais frequentadores de posts por aqui.

O brasileiro Lukas Ruiz Hespanhol, que atende pelo seu famoso nome de Vintage CultureDJ e produtor de música eletrônica, vai animar pista dance no Lolla Chicago.

Abaixo, a escalação completa, no pôster oficial do evento.

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Popnotas – Lollapalooza Chicago tá on. O filme errado da St. Vincent. O sabadão do Twenty One Pilots. London Grammar, Paris Grammar

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– Agora é oficial: o Lollapalooza em sua versão norte-americana está de volta. Após especulações, veio o anúncio oficial do festival pelo Twitter. A edição que celebra os 30 anos do Lolla acontece entre 29 de julho e 1ª de agosto em Chicago. As atrações devem ser divulgadas amanhã. Todos os detalhes sobre a questão da entrada, entre vacinados e testados, deve ser reveladas em breve. Mas é aquilo: festivalzão com pessoas, quase como naqueles velhos tempos, em 3032. Em terra com vacinação séria, esses são os planos.

– Nossa alegria com o retorno do Sleater-Kinney e com o novo disco da St. Vicent se encontra em um filme escrito em parceria pela Annie Clark (St. Vicent) e Carrie Brownstein (Sleater-Kinney). “Nowhere “Inn” acabou de ganhar um trailer e uma data de estreia em cinemas e lojas online: 17 de setembro. Pelo que Clark conta no trailer e pelas imagens, tudo indica que temos um mockumentary meio surreal. “Era para ser um documentário musical: filmagens de concertos, entrevistas… Queria que as pessoas soubessem quem eu realmente sou. Uma das razões pelas quais eu queria fazer um documentário em primeiro lugar é que finalmente estaria no controle da narrativa. Tudo o que posso dizer é que em algum lugar ao longo do caminho as coisas deram terrivelmente erradas.”

– Tem single novo do Twenty One Pilots na pista. “Saturday” é a terceira faixa revelada do álbum “Scaled and Icy”, uma construção à distância por conta da pandemia, que saí nesta sexta-feira. Mesmo dia em que rola a primeira live da dupla formada por Tyler Joseph e Josh Dun, um rolê que para colar precisar comprar ingresso. Então corre lá: live.twentyonepilots.com.

– Vale dar uma olhadinha na bela sessão que o trio britânico London Grammar fez para os franceses do #LeDriveRTL2. Eles optaram em apresentar “How Does It Feel”, uma das belezinhas do álbum “Californian Soil”, lançado neste ano.

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Popnotas – A volta do Lollapalooza (em Chicago). O disco californiano do Bruce Springsteen. O álbum que não é álbum da Jorja Smith. E a semaninha agitada da Olivia Rodrigo

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– Vem aí um novo disco do Bruce Springsteen. Seu anúncio discreto rolou na coletiva após ele receber ontem o prêmio Woody Guthrie, em homenagem ao grande músico de folk e ativista político americano, morto ainda nos anos 60. “A Califórnia foi uma enorme influência em alguns dos meus textos durante os meus anos 90, 2000 e até agora”. Em breve teremos um álbum que será lançado e que se passa neste ambiente. Mais alguma informação? Nada. Mas vale lembrar que na premiação Springsteen deu um pequeno show e tocou quatro músicas: “Tom Joad” e “Plane Wreck at Los Gatos (Deportee)”, de Guthrie, e as suas guthrianas (existe essa palavra?) “Across The Border” e “The Ghost of Tom Joad”.

– Parece que o Lollapalooza, o gringo, da matriz Chicago, deve voltar mesmo. É o que apurou a revista “Variety”, que noticia que talvez o evento retorne mesmo em seus moldes tradicionais ainda este ano, no gigantesco Grant Park, de 29 de julho a 1º de agosto. A prefeitura de Chicago já teria dado a liberação de capacidade quase máxima e o anúncio oficial deve rolar nas próximas semanas. A revista entrou em contato com a organização do evento e por lá ninguém quis falar de maneira oficial, embora uma fonte da empresa já tivesse demonstrado otimismo no mês anterior. Se isso acontecer, a própria “Variety” aponta que o Lolla não será o primeiro grande festival a voltar a acontecer em território norte-americano pós-pandemia. Eventos como o Rolling Loud, com capacidade para 65 mil pessoas, de Miami, dever rolar antes.

– Já está entre nós um novo projeto da cantora britânica Jorja Smith. “Be Right Back”, disquinho de oito faixas, ainda não é seu novo álbum, mas é o primeiro trabalho após o sucesso de sua estreia em estúdio, “Lost & Found”, de 2018, que rendeu a ela um Brit Award e uma indicação ao Grammy. “Se eu precisei fazer essas músicas, então alguém precisa ouvi-las também”, justificou Jorja, ao ressaltar que se trata de um interlúdio até seu segundo disco. Para divulgar o novo trabalho, Jorga se apresenta na livestream do Glastonbury no sábado 22 de maio, e de corpo e alma no All Points East, no dia 27 de agosto, em Londres.

– A sensação Olivia Rodrigo, atriz da versão seriada de “High School Musical” e já um certo fenômeno pop nos EUA, soltou hoje seu terceiro single solo, “Good 4 U”. Será que ele repete o grande feito dos singles anteriores? Ainda que impulsionada pela popularidade da série, Olivia foi a primeira artista a estrear seus dois primeiros singles no Top 10 da Billboard Hot 100 (“Drivers License” e “Deja Vu”, ambos deste ano). A semana esteve agitada para os fãs da Olivia. Ela também soltou o trailer de “SOUR”, que será seu primeiro álbum, com todos os hits até aqui e as inéditas “Brutal”, “Traitor”, “1 Step Foward, 3 Steps Back”, “Enough for You”, “Happier”, “Jealousy, Jealousy”, “Favorite Crime” e “Hope ur Ok”. Além de ter se apresentado no Brit Awards, cantando “Drivers License”. Relembra aí.

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