Em londres:

Fechando residência em Londres, Arctic Monkeys toca “Ultracheese” pela primeira vez pra a inglesada ver

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Palco estiloso do AM nos shows na O2. Foto: Gareth Griffiths

Palco estiloso do AM nos shows na O2. Foto: Gareth Griffiths

Em rolê pelo Reino Unido, o Arctic Monkeys fechou ontem uma espécie de residência na O2 de Londres, onde eles fizeram quatro shows nos últimos dias para tipo 80 mil pessoas. Londres foi a segunda cidade da turnê, aberta em Manchester com dois shows semana passada.

E para fechar a passagem pela capital inglesa, Alex Turner mostrou seu lado crooner e cantou “Ultracheese” pela primeira vez na Inglaterra. A canção do disco “Tranquility Base Hotel & Casino” havia sido tocada apenas nos shows nos Estados Unidos e pinta como a nova música de trabalho.

Depois dos shows em Londres, o AM fará dois shows em Birmingham neste final de semana.

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Agora também curador de festival, Robert Smith inicia montagem de line-up com Libertines, Nine Inch Nails, Mogwai e muito mais

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Um dos maiores gênios que a música alternativa nos ofereceu um dia, Robert Smith, o aclamado líder do seminal The Cure vai atacar de curador de festival no meio deste ano. Smith foi o escolhido para escolher (!) as atrações do Meltdown Festival, evento que chegará à sua edição 25 em junho, na região de Southbank Centre, em Londres, entre os dias 15 e 24 de junho.

A prática de convidar astros da música para serem curadores já é algo tradicional do evento. Em um passado não muito distante, nomes como Patti Smith, David Byrne, David Bowie, Nick Cave e Jarvis Cocker ficaram responsáveis pelo line-up do festival.

Em sua primeira tacada, o líder do Cure selecionou nomes como The Libertines, o “nosso” Mogwai, Deftones, Nine Inch Nails, Manic Street Preachers, My Bloody Valentine, Placebo e The Psychedelic Furs, além de outras atrações menores. Nas próximas semanas, serão anunciadas novas atrações.

Diz o Robert que a cada confirmação dos artistas, ele “se belisca” e cai a ficha de que tudo “está realmente acontecendo”. Confira abaixo o vídeo promocional das primeiras atrações confirmadas.

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O dia em que Londres foi abalada com dois shows pequenos: Noel Gallagher e Prince

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Tudo bem que Londres é um dos principais centros musicais do mundo e está acostumada a receber todos os dias uma penca de shows legais, de bandas pequenas, médias, grandes, artistas novos, das antigas, etc. Mas a segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015, vai ficar marcada por uma dobradinha de shows que meio que se conectaram.
Veja bem.

Noel Gallagher vai lançar mês que vem seu segundo disco solo enquanto Noel Gallagher’s High Flying Birds. Ele já estampa capa das principais revistas britânicas seja para falar do álbum ou para zoar com o Alex Turner. O de sempre. Acontece que na noite de ontem, Noel fez um show para cerca de 400 sortudos em um clubinho antigo de Londres, The Dome, para testar músicas do novo álbum. Ao todo, o irmão do Liam tocou 15 faixas, explorando também seu álbum de estreia solo (de 2011) e algumas antigas da época do Oasis.

Ao todo foram cinco faixas novas, incluindo os já conhecidos singles “In The Heat Of The Moment”, “Ballad Of Might I” e as inéditas “Lock All The Doors”, “Riverman” e “The Dying Of The Light”, estas tocadas pela primeira vez. Mesmo com a proibição de câmeras e celulares no local, alguns fãs mais espertos registraram algumas coisas, tipo a canção de abertura do álbum novo, “Riverman”, em qualidade razoável. Mas já correram atrás e deletaram. Só que aqui tem.


Record and upload audio >>

Acontece que, logo na reta final do show, pouco antes de tocar o super hit “Don’t Look Back In Anger”, Noel disse que não faria o tradicional ‘bis’ porque tinha que ir ao show “secreto” do Prince e que iria começar em dez minutos e ele Noel estava atrasado. Haha. Não era piada, como mostra a foto abaixo do ex-líder do Oasis se jogando na pista do Prince.

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Prince fez um show com sua banda 3RDEYEGIRL no clube Koko, para mais ou menos 500 pessoas. A apresentação foi para uma instituição de caridade chamada Autism Rocks.

O super-astro tocou por cerca de duas horas e desfilou hit atrás de hit. “Vamos tocar 14 sucessos em seguida. Se alguém permanecer de pé, vamos tocar mais”, disse o genioso norte-americano, segundo relatos do semanário inglês New Musical Express.

Canções do novo álbum como “The Breakdown” e “Plectrumelectrum” e covers de “Nothing Compares 2 U” (Sinnead O’Connor) e “Only Love Can Hurt Like This” (Paloma Faith) completaram o set.

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Abaixo as canções que Noel Gallagher e Prince tocaram em seus shows, ainda quase impossíveis de se encontrar registros em vídeo.

* Setlist – Noel Gallagher
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* Setlist – Prince
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Tame Impala e Royal Blood no parque, em Londres, enquanto o Arctic Monkeys não vinha

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* Popload no parque, enquanto em Londres.

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Uma das nossas bandas prediletas hoje, o grupo australiano Tame Impala, liderado pelo fofura Kevin Parker (acima), para variar fez um show good-vibe-viagem-colorida delícia na sexta-feira, no Finsbury Park, em Londres, dentro da programação que o Arctic Monkeys armou para um minifestival com seu nome. Essa banda está “merecendo” tocar no Brasil outra vez.

O Tame Impala, das atrações de abertura do dia para o Arctic Monkeys (também tinha Miles Kane e Royal Blood), era a principal delas.

Cheio de pequenos hits e cheio da amizade com Alex Turner, o guitarrista Miles Kane fez um ensolarado show no clima friozinho (ainda) do verão inglês. Concerto no gás, todo bonito. Contagiava ver que Miles Kane estava feliz ali no palco. E daí toda a galera estava feliz de vê-lo em Finsbury. Tudo certo.

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Quem começou a festança indie em Finsbury, ainda com o parque longe de receber as 45 mil pessoas de sua lotação, foi a dupla baixo-bateria inglesa Royal Blood, destaque da nova cena, uma espécie de Death From Above 1979 só que mais britpop, menos demente, mais garagem. Se acertarem uns dois singles em cheio, vão ser grandes. Rapazes de preto e de couro imprimindo rock sujinho de grande qualidade, já com uma quantidade de admiradores razoável para quem nem tem álbum lançado ainda. Acima, na foto, Mike Kerr e seu baixo enquanto guitarra.

O verão sonoro inglês começou. Vamos ouvir muito barulho vindo destas terras até setembro.


* A Popload esteve em Londres graças a convite da marca de cervejas Heineken. Se beber, poste bastante no seu site ou blog. Mas não dirija.

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Arctic Monkeys volta à Inglaterra em show triunfal no parque

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Popload (quando) em Londres. Get on your dancing shoes, ladies.

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Sexta passada a banda inglesa Arctic Monkeys, que visitará o Brasil no final do ano, abriu o verão dos festivais na Inglaterra com um show bombadão no Finsbury Park, em Londres.

Acompanhado na escalação por Tame Impala, Miles Kane e Royal Blood, todos shows ótimos de um minifestival que se repetiu no sábado.

Foi considerada uma espécie de “grande volta” do Arctic Monkeys na Inglaterra, já que a banda fixou residência em Los Angeles. E o resultado foi não menos triunfal.

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Cerca de 45 mil pessoas estiveram presentes em cada um dos dias das apresentações no Finsbury Park. Todos viram uma espécie de “melhores momentos” da carreira do Arctic Monkeys, que começou lá em 2005/06 causando uma espécie de revolução da música na internet quando apareceram, ao bater o recorde de primeiro disco mais rapidamente vendido em lojas da história britânica. Mesmo batendo semana antes o recorde de primeiro disco mais baixado da história da rede mundial de computadores.

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O Arctic Monkeys deve ser a banda mais querida da música britânica hoje, de longe. A molecada, diante deles, não se comporta nem nas músicas mais calmas, haha. Nem a molecada, nem caras de 50 anos. Alex Turner é mesmo o cara.

Abaixo, segue em vídeo a abertura do show de Londres, na sexta, com “Do I Wanna Know?”. Depois dessa eles emendariam “Snap Out of It” e “Arabella”, todas as três do último disco, “AM”, do ano passado. Daí foi só “greatest hits”. Repare que quanto mais perto do palco mais difícil é filmar uma musiquinha, de tanta trombada que se leva. Alerta tremedeira nos vídeos.

Outro regstro desse concerto de sexta no parque é de hit “velho” do primeiro disco, “Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not”. A famosa “Dancing Shoes”. Na internet, achei um vídeo bom de Alex Turner, sozinho e acústico, tocando a maravilhosa “A Certain Romance”, outra do primeiro disco. Foi na volta da banda ao bis. Da banda, não. De Turner.

Tudo assim:

** A Popload está na Europa a convite da Heineken, Se beber, não poste textos longos no Facebook e nem compartilhe sua superopinião sobre tudo no Twitter. Se não beber também, haha.