Em lorde:

Banda liderada pelo Ryan Lott, ídolo da Lorde, Son Lux divulga seu novo projeto

>>

270315_sonlux

Dia oficial de lançamentos de discos na gringa, esta sexta-feira reserva também a chegada do disco do Son Lux. Tá ligado? “Ressuscitamos” ele aqui ano passado para noticiar que o projeto que era um cara só, o Ryan Lott, e que depois virou um trio, solta hoje seu segundo álbum.

Ryan Lott ganhou notoriedade na cena após a menina fenômeno Lorde tornar pública a admiração pelo seu trabalho, lá em 2014 para 2015, mais ou menos. A neozelandesa não só disse ser fã do cara como gravou com ele uma reedição da faixa “Easy”, um dos pequenos hits do garoto de Denver radicado em Nova York.

Son Lux lançou em 2013 o disco cheio “Lanterns”, e em 2014 o EP “Alternate Worlds”. Um ano depois, ele tornou seu projeto solo em trio, formado também por Ian Chang na bateria e Rafiq Bhatia na guitarra. Assim, ainda em 2015 eles lançaram o álbum “Bones”.

Depois do EP “Remedy”, que saiu ano passado, agora e enfim eles apareceram com “Brighter Wounds”, puxado pelo intenso single “Dream State”. A íntegra do álbum já está disponível para assinantes dos serviços de streaming e pode ser ouvida abaixo.

>>

Notícia importante para os brasileiros. Saiu o line-up do Primavera Sound… da Espanha

>>

Untitled-1

* Por muitos e muitos anos, a brasileirada fã de música, em especial a música independente, era frustrada com o que acontecia por aqui, em termos de shows gringos, festivais poucos e bem mais ou menos. Daí o jeito, para quem podia, era viajar.

O primeiro festival adotado por brasileiros, dos que eu vi acontecer, foi o Reading Festival, na Inglaterra, anos 90. E um pouco o Glastonbury, para quem tinha “coragem” de enfrentá-lo.

Nos anos 2000 o eixo mudou. Com a retomada americana de festivais, com cada cidade grande dos EUA aos poucos tendo seu evento musical grande, era muito fácil ouvir português em vários deles. Português do Brasil.

Por um bom tempo, e ainda é até hoje mas com sentidos diferentes, o Coachella era o festival preferido pelos brazucas. O Sxsw também arrastava (e arrasta ainda) muitos brasileiros, mas primeiro os indies e depois as blogueiras de moda inundavam o deserto da Califórnia, cada um atrás de seu interesse, haha.

Mas de uns anos para cá, tipo de 2010 até agora, esse posto de “festival queridinho dos brasileiros” virou o Primavera Sound, de Barcelona.

Por vários motivos: é o festival mais decente em sua escalação de artistas e bandas independentes. É localizado dentro de Barcelona, fácil de ir e vir e com metrô perto (dá para ir até de bicicleta). Barcelona por si só é uma cidade absurda, com praia. E, de repente, por conta de uma galera atuante daqui, o Primavera Sound ganhou um “braço brasileiro”: virou parceiro, recebe bandas indies brasileiras em sua programação oficial e principalmente dentro de sua importante área PRO, uma espécie de festival dentro do festival, com showcases que servem para aumentar o intercâmbio cultural através da música, e que recebe bandas novas e emergentes de diferentes partes do mundo. Tudo isso graças ao trabalho árduo e extremamente bem-feito do combo A Construtora Música (Goiânia) e o selo produtor Balaclava (São Paulo).

Para dar uma ideia, no ano passado, foram daqui para se apresentar no Primavera Sound 2017 nomes de nossa CENA como Aeromoças e Tenistas Russas, BIKE, FingerFingerrr, Liniker e os Caramelows, Marrakesh, Me & The Plant e Tiê.

Pois bem…

Todo esse blablablá para dizer que o Primavera Sound divulgou seu grande line-up ontem à noite. Com três dias bem cheios, os princiapis, na verdade o festival acontece em quatro, com uma noite de abertura, menor, de graça, como se fosse para testar o festival e ver se tudo está funcionando bem. Neste ano essa primeira noite pequena terá apenas Belle & Sebastian e Spiritualized com orquestra, entre outros e fora as costumeiras surpresas.

De resto, sem Jamiroquai entre seus “nomes grandes do pôster”, o Primavera Sound foi a público com este pôster marcante.

Alguns destaques: tem o brasileiro Metá Metá na programação. Tocam na sexta-feira, dia em que botaram The National como grande headliner, nada mais corajosamente indie que isso. Numa data que escalam ainda os incríveis Arca, Mogwai e Charlotte Gainsbourg, Ty Segall e promovem a volta do Breeders. Bravo!

O fenomenal Nick Cave and the Bad Seeds (foto na home) e a islandesa duende Bjork comandam a noite de abertura, que elenca ainda War on Drugs, Fever Ray e um live do Four Tet nas letras garrafais do pôster. Sem falar no resgate do Chvrches.

E a noite de encerramento? A volta do Arctic Monkeys (os caras acima), a wonder Lorde, A$ap Rocky e a quadrilha indie Lykke Li, Beach House, Grizzly Bear e Slowdive na parte de cima das atrações, sem contar uma história tipo “Jane Birkin Gainsbourg Symphonic”. Tudo ainda com Deerhunter, Car Seat Headrest e Ariel Pink.

Aliás, o “recheio” do meio de line-up, para variar, é bem interessante. Repare, na última data, a do sábado 2/6, tem o Lift to Experience na escalação. O LIFT TO EXPERIENCE!!!!

Sério!

primavera

>>

OS MELHORES DE 2017 – O TOP 10 DA… POPLOAD. Oi, James! Kendrick Who?

>>

3 - MELHORESDISCOS2017 - INTERNACIONAL copy

* Lista de melhores é que nem “ass” (dsclp). Cada pessoa tem a sua. A Popload botou sua turma para votar nos discos do ano, nos 10+ de 2017 de sua preferência, e os tiros foram cada um para o lado. Alguma coisa aqui, outra ali “bateu”, então a gente somou, dividiu, multiplicou e subtraiu e chegou na lista de-fi-ni-ti-va dos melhores discos de 2017.

Não esperava, mas o LCD Soundsystem ganhou. E olha que nem na minha lista ele foi primeirão. Eu, que sou o maior fã de LCD Soundsystem do Brasil…

Kendrick Lamar, o papa-listas geral, na Popload “amargou” a quarta posição na Popload, atrás de uma velha banda nova e um projeto de junção esperta de dois guitarristas. Que coisa, Lamar!!!

O polêmico disco do Queens of the Stone Age até que entrou bem, apesar da divisão de opiniões, apesar do chute. O desconhecidão Lloyd Carner se enfiou no Top 10 graças a dois poploaders empolgados. O Phoenix querido se meteu nessa também.

Enfim. Toma aí o Top 10 da Popload para os principais discos de 2017. Reclamações só aceitamos no Facebook, através de textão. :)

Logo depois, o voto individual de quase toooooodos os poploaders e a playlist para você seguir.

Ficou assim:

TOP 10 POPLOAD

1. LCD Soundsystem – American Dream
2. War on Drugs – A Deeper Understanding
3. Courtney Barnett & Kurt Vile – Lotta Sea Lice
4. Kendrick Lamar – DAMN.
5. Queens of the Stone Age – Villains
6. Loyle Carner – Yesterday’s Gone
7. Phoenix – Ti Amo
8. The National – Sleep Well Beast
9. Mac Demarco – This Old Dog
10. Sampha – Process

murphy

** Afonso de Lima

1. LCD Soundsystem – American Dream
2. Kendrick Lamar – DAMN
3. Tyler, the Creator – Flower Boy
4. Beach Fossils – Somersault
5. The XX – I See You
6. Thundercat – Drunk
7. Phoenix – Ti Amo
8. Alvvays – Antisocialites
9. Mac Demarco – This Old Dog
10. Homeshake – Fresh Air

***

** Alexandre Balarini Zampieri

1. Queens of the Stone Age – Villains
2. Jamie Lenman – Devolver
3. Nine Inch Nails – Add Violence
4. Run The Jewels – Run The Jewels 3
5. Depeche Mode – Spirit
6. Liam Gallagher – As You Were
7. Code Orange – Forever
8. White – One Night Stand Forever
9. Royal Blood – How Did We Get So Dark?
10. Kasabian – For Crying Out Loud

***

** Alisson Guimarães

1. The National – Sleep Well Beast
2. LCD Soundsystem – American Dream
3. The War on Drugs – A Deeper Understanding
4. Kurt Vile and Courtney Barnett – Lotta Sea Lice
5. Baxter Dury – Prince of Tears
6. Wolf Alice – Visions of a Life
7. Grizzly Bear – Painted Ruins
8. Slowdive – Slowdive
9. Waxahatchee – Out in the Storm
10. Angel Olsen – Phases

***

** Ana Carolina Monteiro

1. Kurt Vile and Courtney Barnett – Lotta Sea Lice
2. War on Drugs – A Deeper Understanding
3. Flaming Lips – Oczy Mldy
4. Grandaddy – Last Place
5. Kevin Morby – City Music
6. The National – Sleep Well Beast
7. Girlpool – Powerplant
8. Future Islands – The Far Field
9. Gorillaz – Humanz
10. Baxter Dury – Prince of Tears

***

** Fernando Scoczynski Filho

1. Chelsea Wolfe – Hiss Spun
2. The Horrors – V
3. Death From Above – Outrage! Is Now
4. Father John Misty – Pure Comedy
5. Queens of the Stone Age – Villains
6. Nine Inch Nails – Add Violence
7. Mac DeMarco – This Old Dog
8. At the Drive-In – Interalia
9. The Black Angels – Death Song
10. St. Vincent – Masseduction

***

** Isadora Almeida

1. Loyle Carner – Yesterday’s Gone
2. LCD Soundsystem – American Dream
3. Phoenix – Ti Amo
4. Sampha – Process
5. Mount Kimbie – Love What Survives
6. Ryan Adams – Prisoner
7. Syd – Fin
8. Fleet Foxes – Crack-Up
9. Royal Blood – How Did We Get So Dark?
10. HAIM – Something to Tell You

***

** Lúcio Ribeiro

1. War on Drugs – A Deeper Understanding
2. Kendrick Lamar – DAMN.
3. LCD Soundsystem – American Dream
4. Lorde – Melodrama
5. Courtney Barnett & Kurt Vile – Lotta Sea Lice
6. Loyle Carner – Yesterday’s Gone
7. Sampha – Process
8. Baxter Dury – Prince of Tears
9. Phoenix – Ti Amo
10. Ryan Adams – Prisoner

***

** Talita Alves

1. Kendrick Lamar – DAMN.
2. LCD Soundsystem – American Dream
3. SZA – Ctrl
4. Kelela – Take me apart
5. St. Vincent – Masseduction
6. IBEYI – Ash
7. Ariel Pink – Dedicated to Bobby Jameson
8. Wolf Alice – Visions of a Life
9. Laura Marling – Sempre Femina
10. Björk – Utopia

>>

Lorde retribui gentileza de Bruce Springsteen e canta “I’m On Fire” na Nova Zelândia

>>

081117_lordebruce2

Demorou tipo três anos, mas a menina Lorde retribuiu uma gentileza musical feita pelo gênio Bruce Springsteen. Em 2014, o Boss estava excursionando pela Nova Zelândia, quando prestou uma homenagem à então revelação da música no mundo naquele ano.

Com o hábito de escolher uma música local para fazer cover-homenagem em cada país que atravessa com suas turnês, o veteraníssimo roqueiro Bruce Springsteen se rendeu à Lorde em um show em Auckland, na nova Zelândia, e cantou àquela altura a música mais famosa do planeta naquele momento, o super hit “Royals”.

Agora, foi a vez de Lorde cantar “I’m On Fire” em uma pegada bem intimista durante um show seu em Christchurch, também na Nova Zelândia, nesta semana. Ela aproveitou para emendar linhas de “400 Lux”, faixa que está em seu último disco, “Melodrama”, lançado neste ano.

* A “Royals” do Bruce, em 2014.

Lorde troca figurinhas com o 1975 e manda uma bela versão de “Somebody Else”

>>

061017_lorde2

A menina Lorde está em ritmo de divulgação de seu último disco, “Melodrama”. Atualmente, a cantora neozelandesa excursiona pela Europa e foi em Paris que ela mandou uma cover de “Somebody Else”, do 1975.

O hit da banda inglesa sempre esteve na cabeça de Lorde. Tipo em 2016, Lorde até tuitou que a canção era uma “música pop perfeita”. Pouco tempo depois, ela contou que “Somebody Else” era a faixa que ela mais ouvia no Spotify.

Na outra ponta, o vocalista Matty Healy disse que a neozelandesa era sua pop star favorita. Tamanha troca de figurinhas só poderia ter resultado em uma versão incrível da cantora, que pode ser vista abaixo.

>>