Em lorde:

LORDE é a atração principal do Popload Festival

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* Catapláááá!!!!

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Tem que ter fôlego para acompanhar as conquistas da cantora LORDE nos últimos anos. Compositora aos 12, primeiro contrato com gravadora e EP lançado aos 16, primeiro hit mundial aos 17 (“Royals”, tornando-se a mais jovem artista solo a chegar no topo da lista Hot 100 da Billboard desde 1987), curadoria para a trilha do filme “Jogos Vorazes” e um single original que rendeu uma indicação ao Globo de Ouro aos 18 anos, eleita pela revista TIME a adolescente mais influente do mundo em 2013, figurou na cobiçada lista “30 abaixo dos 30” da revista Forbes em 2014, foi headliner de grandes festivais, incluindo o Lollapalooza no Brasil e nos EUA, descrita como “a heroína do alt-rock” pela Billboard e considerada o “futuro da música” por (apenas) David Bowie, recebeu dois prêmios no Grammy Awards e dois no Brit Awards e lançou, no ano passado, seu segundo álbum, que entrou no topo de quase todas as listas de Melhores do Ano. E ela ainda nem completou 22 anos. Lorde volta ao país em seu melhor momento com a turnê de divulgação do aclamado disco Melodrama.

* Estamos bem de atração principal ou não?

* Estamos bem de festival ou não?

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Com música inédita e cover de Frank Ocean, Lorde abre turnê na América com o pé no acelerador

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Fotos: Gary Dineen / BMO Harris Bradley Center

Fotos: Gary Dineen / BMO Harris Bradley Center

Um dos maiores fenômenos da música pop dos últimos tempos, Lorde iniciou mais uma invasão à América com sua nova turnê que começou no último final de semana, em Milwaukee, e que terá até o Run the Jewels como show de abertura em algumas datas nas próximas semanas, até o meio de abril.

A neozelandesa está na terra do Trump para mostrar o show de seu mais recente disco, “Melodrama”, e logo de cara andou apresentando novidades para seu fiel público.

A principal delas foi a divulgação de uma música inédita, que os fãs descobriram se tratar de “Precious Metals”, oriunda das sessions do último álbum. Outro aperitivo mostrado por Lorde foi uma cover de “solo”, do também aclamado Frank Ocean.

Tudo, claro, foi devidamente registrado pelo público e pode ser conferido abaixo.

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Com seu pequeno coração nerd preenchido, Lorde lança som em parceria com o Run the Jewels, o seu show de abertura na América

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Nas próximas semanas, a América do Norte vai receber uma incrível turnê que consiste na dobradinha entre a menina Lorde e o duo treta Run the Jewels. As duas partes vão unir forças nos palcos em rolê que começa na noite de hoje, em Milwaukee, e termina só em 15 de abril em Nashville.

Fenômeno da música moderna, Lorde está na região para divulgar seu mais recente disco, “Melodrama”, e resolveu convocar os parceiros El-P e Killer Mike para o agito.

Antes mesmo dos fãs especularem uma possível parceria sonora, as duas partes já mataram a ansiedade e soltaram uma nova mix de “Supercut”, canção da neozelandesa, que agora ganhou uma versão atualizada por versos do duo americano, disponível abaixo.

Diz a Lorde que amou a versão: “Meu pequeno coração nerd está preenchido”.

LORDE & RUN THE JEWELS – “SUPERCUT” REMIX

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Banda liderada pelo Ryan Lott, ídolo da Lorde, Son Lux divulga seu novo projeto

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Dia oficial de lançamentos de discos na gringa, esta sexta-feira reserva também a chegada do disco do Son Lux. Tá ligado? “Ressuscitamos” ele aqui ano passado para noticiar que o projeto que era um cara só, o Ryan Lott, e que depois virou um trio, solta hoje seu segundo álbum.

Ryan Lott ganhou notoriedade na cena após a menina fenômeno Lorde tornar pública a admiração pelo seu trabalho, lá em 2014 para 2015, mais ou menos. A neozelandesa não só disse ser fã do cara como gravou com ele uma reedição da faixa “Easy”, um dos pequenos hits do garoto de Denver radicado em Nova York.

Son Lux lançou em 2013 o disco cheio “Lanterns”, e em 2014 o EP “Alternate Worlds”. Um ano depois, ele tornou seu projeto solo em trio, formado também por Ian Chang na bateria e Rafiq Bhatia na guitarra. Assim, ainda em 2015 eles lançaram o álbum “Bones”.

Depois do EP “Remedy”, que saiu ano passado, agora e enfim eles apareceram com “Brighter Wounds”, puxado pelo intenso single “Dream State”. A íntegra do álbum já está disponível para assinantes dos serviços de streaming e pode ser ouvida abaixo.

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Notícia importante para os brasileiros. Saiu o line-up do Primavera Sound… da Espanha

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* Por muitos e muitos anos, a brasileirada fã de música, em especial a música independente, era frustrada com o que acontecia por aqui, em termos de shows gringos, festivais poucos e bem mais ou menos. Daí o jeito, para quem podia, era viajar.

O primeiro festival adotado por brasileiros, dos que eu vi acontecer, foi o Reading Festival, na Inglaterra, anos 90. E um pouco o Glastonbury, para quem tinha “coragem” de enfrentá-lo.

Nos anos 2000 o eixo mudou. Com a retomada americana de festivais, com cada cidade grande dos EUA aos poucos tendo seu evento musical grande, era muito fácil ouvir português em vários deles. Português do Brasil.

Por um bom tempo, e ainda é até hoje mas com sentidos diferentes, o Coachella era o festival preferido pelos brazucas. O Sxsw também arrastava (e arrasta ainda) muitos brasileiros, mas primeiro os indies e depois as blogueiras de moda inundavam o deserto da Califórnia, cada um atrás de seu interesse, haha.

Mas de uns anos para cá, tipo de 2010 até agora, esse posto de “festival queridinho dos brasileiros” virou o Primavera Sound, de Barcelona.

Por vários motivos: é o festival mais decente em sua escalação de artistas e bandas independentes. É localizado dentro de Barcelona, fácil de ir e vir e com metrô perto (dá para ir até de bicicleta). Barcelona por si só é uma cidade absurda, com praia. E, de repente, por conta de uma galera atuante daqui, o Primavera Sound ganhou um “braço brasileiro”: virou parceiro, recebe bandas indies brasileiras em sua programação oficial e principalmente dentro de sua importante área PRO, uma espécie de festival dentro do festival, com showcases que servem para aumentar o intercâmbio cultural através da música, e que recebe bandas novas e emergentes de diferentes partes do mundo. Tudo isso graças ao trabalho árduo e extremamente bem-feito do combo A Construtora Música (Goiânia) e o selo produtor Balaclava (São Paulo).

Para dar uma ideia, no ano passado, foram daqui para se apresentar no Primavera Sound 2017 nomes de nossa CENA como Aeromoças e Tenistas Russas, BIKE, FingerFingerrr, Liniker e os Caramelows, Marrakesh, Me & The Plant e Tiê.

Pois bem…

Todo esse blablablá para dizer que o Primavera Sound divulgou seu grande line-up ontem à noite. Com três dias bem cheios, os princiapis, na verdade o festival acontece em quatro, com uma noite de abertura, menor, de graça, como se fosse para testar o festival e ver se tudo está funcionando bem. Neste ano essa primeira noite pequena terá apenas Belle & Sebastian e Spiritualized com orquestra, entre outros e fora as costumeiras surpresas.

De resto, sem Jamiroquai entre seus “nomes grandes do pôster”, o Primavera Sound foi a público com este pôster marcante.

Alguns destaques: tem o brasileiro Metá Metá na programação. Tocam na sexta-feira, dia em que botaram The National como grande headliner, nada mais corajosamente indie que isso. Numa data que escalam ainda os incríveis Arca, Mogwai e Charlotte Gainsbourg, Ty Segall e promovem a volta do Breeders. Bravo!

O fenomenal Nick Cave and the Bad Seeds (foto na home) e a islandesa duende Bjork comandam a noite de abertura, que elenca ainda War on Drugs, Fever Ray e um live do Four Tet nas letras garrafais do pôster. Sem falar no resgate do Chvrches.

E a noite de encerramento? A volta do Arctic Monkeys (os caras acima), a wonder Lorde, A$ap Rocky e a quadrilha indie Lykke Li, Beach House, Grizzly Bear e Slowdive na parte de cima das atrações, sem contar uma história tipo “Jane Birkin Gainsbourg Symphonic”. Tudo ainda com Deerhunter, Car Seat Headrest e Ariel Pink.

Aliás, o “recheio” do meio de line-up, para variar, é bem interessante. Repare, na última data, a do sábado 2/6, tem o Lift to Experience na escalação. O LIFT TO EXPERIENCE!!!!

Sério!

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