Em lucas silveira:

POPLOAD ENTREVISTA – “Meu HD tem 13 anos de músicas começadas. Acabamos terminando todas elas”, diz Lucas Fresno, dando pista sobre o projeto secreto da banda

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* Ainda que sem nosso integrante favorito, o baterista Thiago Guerra (esta brincadeira tem que ver a live para entender), a Fresno colou na Popload TV, nosso canal no Youtube, para trocar uma ideia sobre o INVentário, a nova invenção da banda, uma ideia cheia de segredos e que a gente tentou desvendar ao longo da conversa.

Como todo bom papo, nós, Vavo e Lucas passeamos por diversos assuntos antes de chegar na pauta principal. Tem lembranças da MTV, da reunião deles com Chitãozinho e Xororó… Até a parede de grafite do Vavo foi uma questão, além de amizades de Twitter, a criação do sertanejo universitário e mais.

Também discutimos a fase streamer da banda, que se reinventou enquanto canal na Twitch, onde eles se aventuram em mostrar bastidores, jogar e trocar uma ideia direto com os fãs.

Ah, eles pediram para tocar no próximo Popload Festival. Chamamos?

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Top 50 da CENA – Olha! Guilherme Arantes progressivo no nosso topo. Seguido pela aula punk de História do Brasil em um minuto, ministrada pelo Autoramas. Marcelo Perdido traz seu Carnaval para o terceirão

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* Semana interessante por aqui em questão da duração do tempo das músicas. Repare. Nosso primeiro lugar é um som de sete minutos. O segundo lugar tem menos de um minuto. Um é progressivo. Outro é punk. E ambos fazem muito sentido neste confuso 2021 em que vivemos. Com jeitos diferentes, ambas as músicas batem nesta crise atual. Um tema que talvez seja o assunto do nosso terceiro lugar, se a gente entendeu o recado cifrado da canção. Será? E segue interessante a nossa playlist atenta ao que a nossa CENA, a mais interessante do planeta, tem a dizer.

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1 – Guilherme Arantes – “A Desordem dos Templários” (Estreia)
Em seu novo disco, o veterano Guilherme Arantes investiu em recuperar suas raízes progressivas. Para quem não sabe, ele, que ficou conhecido por suas baladas mais românticas, teve uma fase progressiva e roqueira com a banda Moto Perpétuo. A pecha “romântica” que vem grudada a seu nome não faz juz à totalidade de sua carreira. Nesse retorno às origens, digamos, ele escreveu a épica “A Desordem dos Templários”, um som de mais de sete minutos com diversas seções, inclusive uma em ritmo de baião. A música parece usar de símbolos antigos para falar dos dias atuais. Em um momento, Guilherme canta: “Cada dia é uma batalha desigual em nome de uma paz/ E tudo que se entende por ‘normal’ é a bandeira incandescente da exclusão”.

2 – Autoramas e Rodrigo Dead Fish – “A Cara do Brasil” (Estreia)
A parceria Autoramas com Rodrigo, vocalista do Dead Fish, chega em uma música veloz e urgente – no clima e na duração. Ela tem quaaaase um minuto, mas dá conta de resumir um ano, quase dois da condução criminosa da pandemia no Brasil, que já custou perto de 600 mil vidas. Para que serve o punk bom, não é mesmo?

3 – Marcelo Perdido – “Carnaval” (Estreia)
Por falar em pandemia e governo que conduz tudo da pior maneira possível – não teve como ter Carnaval neste ano. Mesmo sendo sem ser. Sendo. E aí fica na nossa cabeça essa bela música do Marcelo Perdido com participação do Teago Oliveira, da Maglore, que fala sobre um Carnaval que não foi, mas é. Talvez a canção esteja mesmo falando disso um pouco. Especialmente sobre a nossa força de manter a festa, em amplos sentidos. Estamos muito errados, Marcelo?

4 – GIO – “Sangue Negro” (1)
Que experiência foi trocar uma ideia com GIO, no Popload Entrevista. Está aí um menino cheio de sugestões boas na cabeça idem. O novo álbum do músico baiano, ex-Giovani Cidreira, além de uma ida a sua ancestralidade com a chave do afrofuturismo, é sua tentativa de colocar essas ideias na prática. Trabalhar pelos seus, por sua história e por seu valor. Por que abaixar a guarda para fazer parte de um mundo que não te respeita? Por que querer fazer parte daquela outra festa? Veja bem a nossa festa. Ela que é bonita e ela que diz um tanto de coisa para nós. Ainda que tantos teimem em jogar na nossa cabeça que não é bem assim. Eles estão errados.
A faixa “Sangue Negro”, escrita com o primo Filipe Castro, abre a obra – no YouTube um curta deles mostra as origens da família de GIO e suas histórias. Ao resumir um pouco da ideia do disco, ele escreveu: “É sobre não esquecer que somos pessoas iluminadas, detentoras de um poder ancestral, de um potencial que o sistema racista, que nos mata todos os dias e nos entrega sobras, descarta e nos faz esquecer, retirando o direito de existir na memória, na musicalidade e nas experiências culturais deste país.” Este álbum vai longe, em vários sentidos. E seguimos aqui celebrando ele.

5 – Tuyo – “Turvo” (2)
Velha conhecida dos fãs, “Turvo” é uma canção que finalmente o trio curitibano resolveu colocar em disco. E a vez dela chegou em “Chegamos Sozinhos em Casa, Vol. 2”. Porém, “Turvo” aparece totalmente desconstruída da versão conhecida pelos fãs. Acelerada, mais eletrônica e mais suingada, é de longe das canções mais viciantes do álbum. Esta é para tocar um milhão de vezes por aí.

6 – Linn Da Quebrada – “I míssil” (3)
Que álbum é esse, Linn Da Quebrada? Ela conseguiu repetir o difícil feito de bater de frente com uma grande estreia e seu segundo disco é uma nova superobra em uma simbiose linda com a parceria/DJ/produtora Badsista. Ao propor uma nova sonoridade, Linn lança o questionamento e provoca “algoritmos, gêneros e rótulos” e também a plateia ao apresentar um lado seu que ainda não observamos.

7 – Bivolt – “Pimenta” (Estreia)
Delícia esse som da Bivolt com feat. da Gloria Groove. Pop bem feito, graves no jeito e uma letra quente. Bivolt que ainda mantém o MC no user do Twitter dá uma aula de que é possível transitar por gêneros musicais sem perder a identidade.

8 – Priscilla Alcântara – “Tem Dias” (Estreia)
Sucesso desde criança a cantora Priscilla Alcântara fez uma música ao lada da melhor e mais bombada comentarista da Olímpiada, a Karen Jonz – que tem uma carreira musical que a gente já destacou por aqui, além da supercarreira no skate -, e de Lucas Fresno, também conhecido como “o marido da Karen”. A música é um acerto pop com refrão grude e aquela força de tirar a gente de umas bads.

9 – Macaco Bong – “Hacker de Sol” (4)
É sempre bom saber o que se passa pela cabeça do sempre excelente Bruno Kayapy e sua Macaco Bong, atualmente formada por ele e Eder Noleto na bateria mais Igor Carvalho no baixo. “Hacker de Sol” inspirada em “Bacurau”, filmaço de Kleber Mendonça e Juliano Dorneles, quebra um longo silêncio da banda. Fiquem tão quietos assim não, meninos.

10 – Rincon Sapiência – “Todo Canto” (5)
Rincon abraça a onda do drill e faz um single nessa pegada, uma produção de SubX, Ty Fig. Sobre o sentido do gênero, até Rincon fez uma graça com o significado de drill em seu YouTube, já que as minúcias do estilo, marcado por ser mais sombrio e ter graves poderosos, podem passar quase despercebidas aos fãs mais ocasionais.

11 – Kiko Dinucci – “VHS” (6)
12 – Mary Olivetti – “Black Coco” (7)
13 – Rodrigo Amarante – “Maré” (8)
14 – Valciãn Calixto – “Desmistificando Pombagira” (9)
15 – Tagore – “Capricorniana” (10)
16 – Zopelar – “Jump” (11)
17 – Bruno Bruni – “A Onda” (12)
18 – Terno Rei – “Medo” (13)
19 – Rodrigo Brandão – “O Sol da Meia-Noite” (16)
20 – Criolo – “Fellini” (17)
21 – Amaro Freitas – “Sankofa” (21)
22 – Pabllo Vittar – “Não É Papel de Homem” (22)
23 – Nill – “Singular” (23)
24 – Ana Frango Elétrico – “Promessas e Previsões” (24)
25 – Mineiros da Lua – “Armadilha” (25)
26 – Iara Rennó – “Ava Viva” (26)
27 – Isabel Lenza – “Tudo Que Você Não Vê” (27)
28 – Romulo Fróes – “Baby Infeliz” (28)
29 – BNegão feat. Paulão King – “Cérebros Atômicos” (29)
30 – Edgar – “A Procissão dos Clones” (30)
31 – Tuyo – “Toda Vez Que Eu Chego em Casa” (31)
32 – Giovanna Moraes – “Baile de Máscaras” (32)
33 – Jonathan Ferr – “Amor” (33)
34 – Jadsa – “Mergulho” (34)
35 – Mulungu – “A Boiar” (35)
36 – Jup do Bairro – “Sinfonia do Corpo” (36)
37 – Lupe de Lupe – “Brasil Novo” (37)
38 – Bruna Mendez e June – “A Vida Segue, Né?” (38)
39 – Zé Manoel – “Como?” (39)
40 – Yung Buda – “Digimon” (40)
41 – Duda Beat – “Meu Pisêro” (41)
42 – FEBEM – “Crime” (42)
43 – Aquino e a Orquestra Invisível – “Os Prédios Cinzas e Brancos da Av. Maracanã” (43)
44 – Boogarins – “Supernova” (44)
45 – BaianaSystem – “Brasiliana” (45)
46 – Sophia Chablau e uma Enorme Perda de Tempo – “Delícia/Lúxuria” (46)
47 – Jota Ghetto – “Vagabounce” (47)
48 – Mbé – “Aos Meus” (48)
49 – Rico Dalasam – “Expresso Sudamericah” (49)
50 – LEALL – “Pedro Bala” (50)

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* Entre parênteses está a colocação da música na semana anterior. Ou aviso de nova entrada no Top 50.
** Na vinheta do Top 50, o veterano cantor e pianista Guilherme Arantes.
*** Este ranking é pensado e editado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix. Com uma pequena ajuda de nossos amigos, claro.

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Popload Live: hoje, 16h, no Stories, conversa e música com Lucas Silveira, do Fresno

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* Repare bem no “16h”.

* Daqui a pouco, às 4h da tarde (e não no costumeiro horário das 5, veja bem) a Popload recebe no seu ambiente live no Stories da @poploadmusic o músico Lucas Silveira, da Fresno. A conversa bacana está garantida, pelo menos por parte dele, que é um um dos caras mais bom-papo da música “jovem” brasileira.

O inquieto e articulado líder da banda pós-emo Fresno vai contar sobre os 21 anos de carreira e o recém-lançado “disco adulto”, o talvez premonitório “Sua Alegria Foi Cancelada”. A frustração de não estar tocando nesta semana do Lollapalooza Brasil, simplesmente porque não tem Lollapalooza Brasil, Interlagos, shows mais, por enquanto. A construção da banda, que foi do indie para o mainstream e voltou ao indie, mas agora dominando todos os processos de uma banda, da produção a ser gravadora de si mesmo. E até ser banda.

Enfim, já já tem Lucas na live da Popload. E ainda, claro, tocando duas músicas ao vivo.

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A live da Popload foi criada para proporcionar, em tempos de clausura, papo e performance com pessoas legais da nossa música. Inclusive… tocando música.

Desde a semana passada, já rolou por aqui papo e música com Flavio FingerFingerrr, André Aldo, Eduardo Apeles e Vivian Kuczynski.

Tudo regado a música, claro.

Hoje a live, de novo, é às 4h da tarde. A ideia é que ela, diária, de segunda a sexta no período de quarentena, não necessariamente tenha um horário padrão para rolar. A gente avisa aqui e nas redes o horário certo do dia. No dia.

A gente, tanto eu quanto o Lucas hoje, vamos estar atentos a perguntas que aparecerem ali na comunicação com a galera. Tentaremos responder, na medida do possível.

Então, hoje, às 16h, no Stories do @poploadmusic, live com o brother Lucas Silveira, do Fresno.

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CENA – Fresno indie? Para além do emo, banda quer dialogar mais com a cena atual da música brasileira e com o… post-rock

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* Por esta você não esperava. Em pleno feriado, ainda por cima. Vinicius Felix conta tudo sobre o disco adulto da Fresno, que agora é indie. Mas não se perca nos conceitos. Deixa a gente explicar.

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Parte da última geração de bandas de rock nacional que puderam ir do independente até o mainstream real, a Fresno é das poucas bandas de sua geração que saiu viva do outro lado do “moedor de sonhos” da indústria, para ficar em uma já famosa expressão do vocalista Lucas Silveira em uma reflexão emocionada sobre as pressões que enfrentou na carreira.

O grupo, um dos artífices brasileiro do malfadado emocore, se fez como banda em uma época das mais confusas para a indústria musical. Ao mesmo tempo que ainda fazia sentido desejar ir do independente/underground até o mainstream, a internet engatinhava como possibilidade de publicação e divulgação, de vida (quase) própria. Lembra a Trama Virtual? A Fresno reinou por lá. Não foi só o Cansei de Ser Sexy que aconteceu por ali.

Mas, antes de qualquer ideia de midstream ou de tantos outros caminhos que surgem hoje para artistas que bombam primeiro (e onde mais?) na internet, eles foram para uma gravadora, foram trabalhar com o produtor das maiores bandas de rock do mainstream brasileiro, bombaram e realizaram o sonho. Aproveitaram e apanharam com o melhor e o pior desse universo. Pressão artística, pressão do mercado e pouca liberdade. Precisaram pagar para voltar a independência, mas dessa vez munidos de mais recursos, mais experiência e da ideia de que a banda poderia ser a gravadora, loja, produtora e tudo mais de si mesma.

Essa mudança coincide com o início de um amadurecimento musical e temático que aconteceu gradualmente e que em “Sua Alegria Foi Cancelada”, oitavo álbum da banda e o terceiro da segunda fase independente do grupo, está bem estampada.

Gravado no estúdio do próprio Lucas, que também é o produtor do disco (Lucas também cresceu!), o álbum foi sendo composto enquanto era registrado. Em outras palavras, pela primeira vez a banda não ensaiou as músicas antes de entrar em estúdio já que gravava a medida que cada ideia era criada.

Para quem se lembra da banda focada em muitas guitarras, o centro agora é mais a plástica do som, nas palavras de Lucas. Ficam de lado ideias mais sinfônicas e grandiosas (inclusive nas letras) para que respirem ambiências, acidentes musicais, ruídos e chiados. Menos cara de banda de rock em um disco ainda assim feito com o trabalho de todos os integrantes atuais – além de Lucas, fazem parte da Fresno o guitarrista Vavo, o tecladista Mário Camelo e o baterista Thiago Guerra.

O título do álbum entrega bastante os temas abordados em todas as músicas. O fim do mundo agora não é a tristeza de um fim de relacionamento ou de frustrações amorosas. O fim do mundo agora é literal. E entre questões do universo estão os dramas da vida adulta, indo de filhos a filmes inacabados, de madrugadas insones a lidar com caos pessoal em um mundo hiperconectado.

Em um disco que tem participações de Tuyo (“Cada Acidente”) e Jade Baraldo (“Sua Alegria Foi Cancelada”), a Fresno na verdade segue emo no sentido de acompanhar tudo que o termo pode englobar hoje e por isso soa tão diferente de antes ao se aproximar mais do post-rock, da música pop triste contemporânea e de nomes da cena atual brasileira. Pensa aí em O Terno, Terno Rei, Raça – bandas que Lucas lista entre influências recentes, além de nomes gringos como Radiohead, Mogwai e Explosions In The Sky. Mais indie do que nunca? Capaz de agradar quem não tolerou a banda até hoje? Questões que ficam no ar.

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Popload Radio transmite ao vivo “shows de garagem” do Rock in Rio

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* A partir das 17h, com entradas esporádicas até o fim da noite, com música ao vivo e entrevistas, a Popload Radio vai transmitir, hoje e durante cada um dos sete dias do megafestival Rock in Rio, um show direto do stand da marca de tortillas Doritos. A parceria da Popload Radio com Doritos é uma das atrações do stand da marca no festival carioca, que ainda receberá convidados em uma área privativa.

O Doritos Garage Rock in Rio, a área especial da marca no principal festival brasileiro, vai ter a reprodução de uma garagem, esta aberta ao público, com uma apresentação diária de um dos grupos que venceram um concurso de bandas via Facebook, onde mais de 1200 participaram. Sete dias de festival, uma banda tocando nos intervalos de shows do Palco Mundo por dia. Com convidados especiais.

Os pequenos shows desta sexta de Rock in Rio, o primeiro dia do evento, ficarão a cargo da banda paulistana Moxine, que receberá em algum momento, em sua apresentação, como convidado especial, o conhecidíssimo Lucas Silveira, da Fresno.

A Popload Radio não só interrompe sua programação normal na hora em que o Moxine estiver tocando com e sem o Lucas como vai dar espaço a rápidas entrevistas com os personagens do palco especial do Doritos Garage.

Amanhã, sábado, é a vez da banda Deb and the Mentals fazer seu show no Rock in Rio, recebendo em um certo momento, como convidado, o (ex)punk Marcelo Nova, que um dia liderou o Camisa de Vênus, o “Clash brasileiro”. Dá para imaginar quais músicas especiais eles cantarão amanhã.

No domingo, o Projeto Rivera se apresenta, contando, numa das brechas de seu show enquanto o Palco Mundo é ajeitado para alguma das big atrações, com uma participação de Digão, guitarrista do grande Raimundos.

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*** A Popload Radio, nova empreitada realizatória da Popload, entrou no ar há alguns dias, em fase beta, cheia de ajustes por fazer no período. É uma rádio 24 horas de música por dia, 7 dias por semana. E com a ideia de ser cheia de programas autorais, diferentes, cool.

**** Aguarde novidades da Popload Radio em breve.

Como ouvir

1. A Popload Radio está disponível para audição no site da Popload, com um player no alto, na homepage. Uma página especial para a rádio, com player, e dentro da Popload, está sendo montada.

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2. Pode ser acessada também no Facebook da Popload/Popload Gig, no item “Popload Radio”, na barra à esquerda.

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3. EM BREVE – Num futuro muito próximo, dois apps da Popload Radio irão ser lançados, um para iPhone e outro para aparelhos Android, com acesso direto à rádio.

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4. Tune-In – A plataforma americana de streaming ao vivo, que tem 60 milhões de ouvintes por mês e é baseada em San Francisco, na Califórnia, também vai carregar a Popload Radio em breve. Anunciaremos aqui.

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