Em madonna:

Já viu? Os melhores momentos do incrível documentário do Coachella

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* Neste último final de semana, naquele mundo que conhecíamos e não existe mais, era para ter acontecido a “segunda perna” da edição 2020 do grandioso Coachella Festival, no deserto da Califórnia, um dos festivais mais lindos e bem-organizados do planeta, embora nos últimos anos tenha virado uma “outra coisa” em relação ao que era nos anos 2000, musicalmente e “frequentadoramente” falando.

Por 15 dias, até ontem, domingo, até hoje, no pós, o mundo musical estaria vendo, ouvindo, falando, espalhando memes, fotos, comentários, impressões “definitivas” sobre o que rolou no maior encontro de música, arte e pessoas dos EUA. Mas quá…

Não teve nada disso, mas tem isto: há exatos dez dias tem facinho no Youtube o maravilhoso “Coachella: 20 Years in the Desert”, documentário da série Youtube Originals. O filme, quase duas horas de duração, estreou exatamente na sexta da semana passada, o dia em que o Coachella 2020 iria aontecer em seu primeiro final de semana, com a melhor escalação dos últimos anos. Desde seu lançamento de lançamento vi o documentário três vezes. And counting.

A cena de Los Angeles pré-Coachella, desde os anos 80. Como o festival era no começo, como ficou até ser cancelado neste mundo cancelado. Toda sua construção e ideias malucas, a intenção original de sair de Los Angeles (o festival era para acontecer em Palm Springs) e levar algo além de rave eletrônica para o meio do deserto. A feliz cooperação do novo rock ajudando o festival a se consolidar (e se ajudando). O desastroso Woodstock 99 atrapalhando e transformando a concepção de novos festivais uma péssima ideia. Todas as voltas de bandas clássicas incentivadas pelo Coachella até seus planos de inovação na linha show-de-artista-morto-em-holografia e de repetir o line-up em dois finais de semana seguidos. O mundo pré-Coachella para sua produtora em particular, a por pouco falida (duas vezes) e hoje gigante Goldenvoice (que até 1999 promovia eventos punks e de hip hop nas quebradas de Los Angeles e num país de quase nenhum festival). E, claro, cenas das lendárias performances feitas em seus muitos palcos e tendas.

A Popload listou alguns dos principais momentos do documentário, que, se num primeiro momento conta a história particular do Coachella Festival, revela em sua totalidade a história da música nos últimos 20 anos. A gente, que frequentou muito o Coachella, se permite ir além do documentário em alguns momentos. Assim:

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* Um dos fundadores do Coachella e donos da Goldenvoice, o produtor Gary Tovar, achava que produzir shows de bandas como Nirvana, Chili Peppers e Jane’s Addiction não dava dinheiro, então aumentou seu desempenho como traficante de maconha na Califórnia, o que o levou à cadeia. Goldenvoice, o nome da empresa, representava a qualidade da “high quality” maconha traficada por Tovar, que dava a sensação ao usuário de falar com os anjos. Os federais estavam de olho no produtor tinha quatro anos, até o prenderem em 1991. Foi o histórico ano em que “the punk broke” na música, do Nirvana, do grunge, do “rock alternativo” americano das college radios, do Lollapalooza itinerante e da MTV, que bombava master. Foi nesse cenário que a Goldenvoice, pensando em criar um festival para ir além da produção de shows em casas, “achou” o campo de pólo de Índio. Neste ano, experimentaram fazer um show do Pearl Jam no meio do deserto e juntaram lá 25 mil pessoas, no conhecido “show dos sapatos”. Essa história toda é bem contada no documentário. O Coachella mesmo, como festival, teria sua primeira realização muitos anos depois, em 1999.

* No filme, quando o foco é o primeiro Coachella, de 1999, aparece o Morrissey cantando bom trecho da fantástica “November Spawned a Monster”, vestindo uma camiseta do time inglês West Ham e com a galera subindo ao palco emocionada para abraçá-lo. Quando o Morrissey era um ser maravilhoso por completo.

* O Coachella 99, que teve Rage Against the Machine, Beck, Tool e Chemical Brothers como atrações principais, foi realizado para 35 mil pessoas “só” com cinco palcos e em dois finais de semana. E não teria a edição do ano seguinte, porque a Goldenvoice perdeu tipo 1 milhão de dólares na empreitada inicial e a empresa quebrou. Ou quase. E pela segunda vez (a primeira foi quando o trafica-fundador foi preso). Não quebrou meeesmo porque o Rage e o Beck deram um bom desconto em seus cachês, na hora em que o Coachella apresentou as contas e disse que não ia dar para pagar o combinado. E também porque uns produtores do Lollapalooza, amigos, apareceram para ajudar financeiramente a Goldenvoice, na linha “toma aqui e devolva quando puder”.

* O surgimento de um parceiro milagroso e inesperado fez o Coachella voltar a ser realizado em 2001, apesar do caminhão de dinheiro perdido na primeira edição. E um dos headliners foi exatamente o brother Perry Farrell e seu Jane’s Addiction, reformado exclusivamente para o Coachella daquele ano (último show oficial mesmo tinha sido em 1991, apesar de algumas tentativas de reunião que não levaram a banda à frente). “Pobre”, o festival teve apenas um dia de realização e deu prejuízo de novo, mas desta vez numa quantia “controlável”, segundo a Goldenvoice. Logicamente o número de público foi menor que o do primeiro festival: 30 mil pessoas. Mas fazer o festival em 2001 fez a roda do Coachella realmente começar a girar. E a pequena revolução do novo rock, Strokes e a cena de Nova York + White Stripes, quem diria, ia dar uma grande contribuição à sustentação do Coachella.

* Imagens maravilhosas de shows antigos: Bjork cantando grávida ao vento em 2002; e os maravilhosos The Rapture (na tenda Mojave) e White Stripes (no palco principal) em 2003 são de fazer chorar de nostalgia. E eis que chega 2004, o primeiro ano em que eu fui ao festival, e o Coachella passa a dar lucro. Também, com o line-up daquele ano…

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* A estupenda volta dos Pixies (acima), Radiohead e Kraftwerk são as estrelas do primeiro dia do Coachella 2004, o sábado. Com The Cure encabeçando o domingo, muita gente saiu de Los Angeles rumo ao deserto para ver esta edição. Tem imagens lindas do Radiohead mas os Pixies ganham um “capítulo” lindo no documentário.

* A brincadeira da “banda que volta” pegou, e o Coachella fez o lendário grupo pós-punk inglês Bauhaus reformar e ser um dos grandes nomes da edição 2005. O doc traz a espetacular cena de Peter Murphy entrando como um morcego no palco, pendurado de cabeça para baixo por um cabo de aço, cantando a mítica “Bela Lugosi’s Dead”. É impagável a banda contando que a ideia original era soltar centenas de morcegos no começo do show. Mas que, ainda bem, optaram pelo cabo. Mas aí tinha um outro problema: uma pessoa, eles disseram, só aguenta 15 minutos de cabeça para baixo antes de desmaiar. E a música era longa. Coldplay era o headliner deste sábado. Nine Inch Nails liderava o domingo.

* Trechos de shows lindos do LCD Soundsystem, da saudosa Amy Winehouse, Rage Against the Machine – A volta (2007), MGMT (2014), MIA crescendo no festival (cada um de seus três shows do Coachella foi em palcos diferentes), Kendrick Lamar mais recentemente.

* A história de botar a Madonna no Coachella indie é muito boa e está no documentário. E ainda fazê-la tocar/cantar/dançar na tenda dance (na real eletrônica) parecia muita loucura. Mas o Coachella foi lá e fez, em 2006. Massive Attack era o headliner daquele dia. Depeche Mode estrelava o outro. O Coachella virava um festival gigantesca e passava a gerar dezenas de festivais pelos EUA, que até então era pouco ou nada representativo nessa categoria “inglesa” de evento.
O que não tem no documentário, mas a gente conta: enquanto Madonna provocava loucuras na tenda dance, no mesmíssimo horário o brasileiro Seu Jorge se apresentava em um dos outros palcos do festival. E foi estimado que 30 mil pessoas ficaram lotando dentro e as imediações da tenda da Madonna, cuja capacidade real era de 12 mil pessoas. Imagina o fervo.

* Agora megafestival, o Coachella 2007, o do Rage, show que eu quase morri (conto outra hora), foi para três dias de realização, acrescentando a sexta-feira. Exatamente essa sexta incluída, teve a volta do Jesus & Mary Chain, Interpol e o primeiro grande show no deserto da Califórnia do Arctic Monkeys, tudo debaixo da headliner Bjork. Que dia para se estar vivo e no deserto. O sábado marcou tambem a ascensão dos canadenses Arcade Fire rumo ao status de headliner (já tinham feito a espetacular estreia em 2005 e seriam atração principal em 2011, no famoso show das bolas). O Coachella foi para “outros lugares” em 2007, botando o DJ Tiesto no palco principal.

* O documentário do festival dedica um capítulo inteiro para a colossal tenda eletrônica, a Sahara, e como o mito do DJ, aliado à popularização das raves na Califórnia e a EDM tomando conta de tudo, caminhou junto com o evento. No meio dessa construção tem uma apresentação lendária do duo francês Daft Punk em 2006 (pulei aí em cima de propósito). Toda a cena eletrônica, os indies e até o pessoal do hip hop falam dessa performance da dupla de robôs, que antes de entrar no palco botou o tema do “Contatos Imediatos de Terceiro Grau” para ecoar por alguns minutos e a expectativa da aparição deles no palco ficar insuportável. Um show do outro mundo. O cenário da apresentação era o da pirâmide, que viria para o Brasil no Tim Festival. O famosão Steve Aoki disse que Daft Punk no Coachella 2006 mudou sua vida para sempre.

* Obviamente tem o capítulo do Coachella e o hip hop. Desde que o Invisibl Skratch Piklz, do incrível A-Trak, tocou na primeira edição numa tendinha, no Coachella 1999. Entre outras coisas, tem a primeira vez do Kanye West no festival, em 2006, com o rapper perdendo 20 minutos de seu show porque estava “no trânsito”. Sua banda já estava fazendo um som no palco, aleatório. Kanye chegou já cantando, esbaforido, e quis continuar a apresentação além de seu tempo, mas não deixaram. Ele voltaria em 2011 como atração principal e com um show gigantesco.

* 2011 aliás teve o “encontro” de Kanye West com Strokes como headliner do domingo. Este Coachella em especial ficou sold out em menos de uma semana. Além do Arcade Fire (sábado), o grupo Kings of Leon foi o outro headliner (sexta). A bombação era tanta que em 2012 fizeram a loucura de botar o mesmo line-up de um fim de semana para repetir no seguinte. E deu certo.

* Em 2012, Dr. Dre e Snoop Dogg se juntaram para fazer um show “all-stars” de hip hop, recebendo o falecido Tupac Shakur em holograma. Seria histórico? Seria de gosto duvidoso? O Coachella foi lá e fez. O Obama citou, virou desenho do South Park. Bingo! Fora que a parada foi sensacional e estranha na mesma medida.

* Chegamos à terceira evolução do Coachella, para a música de hoje, Travis Scott, Tyler the Creator, Billie Eilish, os shows transmitidos no Youtube e tal. A industrialização do Coachella como espaço para selfies de influencers com viagem bancada por marcas. A invasão chinesa.

* Vai tudo até os shows da Beyoncé em 2018, a primeira mulher negra a ser headliner do festival, que talvez feche uma era rica para o Coachella falido de 1999. E comece outra, porque em 2019 o festival deu grande destaque para as Black Pink, grupo de meninas do k-pop. Fodeu?

* Se você ainda não viu esse documentário do Coachella no Youtube, pare o que está fazendo e vá ver.

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David Byrne se mistura com coral urbano e canta David Bowie e Madonna

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Olha só o David Byrne sendo lindo as always. O cultuado músico, que vai lançar disco novo em março e tocar no Lollapalooza Brasil, se juntou ao coral canadense Choir! Choir! Choir! e prestou uma homenagem a dois ídolos/amigos.

Antes de tudo, vale ressaltar o trabalho do Choir! Choir! Choir!. O projeto é liderado pelos canadenses Davved Goldman e Nobud Adilman e tem como mote reeditar, como um coral, canções populares. O mais interessante é que o projeto é aberto a qualquer um que queira cantar nas sessions constantes do grupo, que acontecem semanalmente nos fundos de um bar de Toronto.

Pois bem. Byrne é fã do projeto e resolver ser “mais um” a participar de um show do coral. A dobradinha aconteceu no sábado passado, em Nova York, dentro do festival Under the Radar.

Byrne participou de reedições de “Heroes”, do David Bowie, e de “Borderline”, canção de Madonna lançada em 1984. Tudo foi registrado pelo grupo e pode ser conferido no fim do post. O ex-Talking Heads vai lançar dia 9 de março seu novo álbum “American Utopia”, o seu primeiro disco cheio desde 2004.

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Apenas: Madonna evoca Elliott Smith e toca “Between the Bars”, sua canção favorita

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O mundo se despediu de Elliott Smith há 14 anos, mas até hoje é comum vermos inúmeras homenagens a um dos caras mais talentosos do indie nas últimas décadas.

A mais recente lembrança da memória de Smith veio por parte da… Madonna. Ela, a rainha do pop, simplesmente foi para seu Twitter na madrugada e postou um vídeo cantando um trecho de “Between the Bars”, sua música favorita (nas palavras dela).
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O som foi lançado no seminal “Either/Or”, disco pontual da carreira de Elliott, que saiu em 1997 e foi relançado no início deste ano, 20 anos depois, em versão de luxo que conta com cinco canções ao vivo registradas em um show em 1997, no Yo Yo A Go Go Festival, em Olympia, Estados Unidos, incluindo “My New Freedom”, nunca lançada oficialmente até então.

A releitura da Madonna pode ser conferida abaixo.

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As fotos da festa ficaram ótimas: o aniversário do Noel Gallagher, que teve Bono, Madonna e envolveu o Brasil

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* Popload fofoca.

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Entre os mil xingamentos que Liam e Noel Gallagher trocaram nos últimos 25 anos, o ex-vocalista do Oasis sempre comparou o irmão a um ditador. No fim de 2016, por exemplo, em uma entrevista de divulgação do documentário “Supersonic”, Liam chegou a dizer que Noel “é bastante sombrio, assim como Hitler”.

O termo “ditador” de Liam se refere ao fato de Noel sempre ter tido o controle do Oasis, tanto que seu apelido desde o surgimento da banda é “The Chief”. Talvez em uma mistura das duas coisas, Noel resolveu comemorar seu aniversário de 50 anos fazendo referência a Pablo Escobar, famoso chefe do narcotráfico colombiano. E essa referência acabou envolvendo o Brasil e o ator Wagner Moura. Vai vendo.

Tudo começou há mais ou menos 10 dias, quando a esposa de Noel mostrou em seu Instagram pessoal fotos do convite da festa de aniversário do marido, inspirada no pôster da série “Narcos”, em que o ator brasileiro interpreta Pablo Escobar. A montagem mostra o rosto de Noel sob o de Moura e ainda um pó branco por cima. Tipo isso:

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Desde então, o papo começou a viralizar nas redes. Até o Netflix enviou um cartão de aniversário especial para o Noel, este abaixo.

A tal festa de arromba do Noel aconteceu no último final de semana, em Londres. A temática tinha o título “El Presidente”. No local, diversas montagens de Noel com roupa de general. Tinha ainda uma banda de mariachis, mas o que chamou mesmo a atenção foram os convidados.

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O Bono, por exemplo, aproveitou a pequena folga da turnê do U2 nos Estados Unidos e voou de Detroit direto para Londres só para aproveitar a festa. Quem também marcou presença e até postou foto saidinha foi ninguém menos que a… Madonna. Damon Albarn, novo melhor amigo do Noel, e também o Mani, esse velho amigo, também estavam na lista. Quem ficou bravo com isso tudo foi o Liam, que disse que o irmão não chamou praticamente ninguém da família, nem a própria mãe deles. Mas, no fim, o Liam acabou cedendo um pouco e desejou feliz aniversário ao seu irmão mais velho publicamente. Sério…

Para completar, o ator Wagner Moura enviou um vídeo felicitando o Noel, zoou dizendo que o Gallagher está mais parecido com o Escobar do que ele, e enviou “algo especial”, uma sequência de montagens de Noel enquanto Pablo. O vídeo foi publicado pelo próprio Noel em seu Instagram.

No fim das contas, nada impede que Noel e Wagner Moura tomem uma cerveja juntos no fim do ano, já que o ex-líder do Oasis deve aparecer no país junto com o U2 na turnê dos 30 anos do disco “The Joshua Tree”.

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Wild Beasts canta Madonna e escolhe as 10 melhores músicas do ano

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Banda inglesa que poderia ser do Brooklyn ou do Texas, o Wild Beasts lançou neste ano o quinto disco da carreira deles, “Boy King”, com aquela mistura marota de dream pop com synthpop.

Durante o ano, eles gravaram uma versão inusitada de “Frozen”, hit de Madonna, para o projeto Holiday Undercover, do cool AV Club. Essa versão apareceu só agora e pode ser conferida no fim deste post.

Em outra popice relacionada ao quarteto de Kendal, o vocalista Hayden Thorpe fez seu Top 10 de melhores músicas do ano, à pedido do site americano BrooklynVegan. Ele listou nomes como Nick Cave, Solange e Nicolas Jaar entre seus preferidos, gente como a gente.

A versão indie da Madonna e a lista, abaixo.

Hayden Thorpe – Top 10 músicas de 2016
1. Solange “Cranes in the Sky”
2. Frank Ocean “White Ferrari”
3. James Blake “Always”
4. Nick Cave “Jesus Alone”
5. Kanye West “Saint Pablo”
6. ANOHNI “Drone Bomb Me”
7. Nicolas Jaar “Killing Time”
8. How To Dress Well “Lost Youth / Lost Youth”
9. Cashmere Cat “Wild Love”
10. David Bowie “Lazarus”

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