Em medicine at midnight:

Foo Fighters e o disco novo “polêmico”. Décimo álbum da banda, “Medicine at Midnight, foi lançado hoje. Gostou?

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* Nada é tão barulhento neste começo de ano como a repercussão do décimo disco da superbanda Foo Fighters, que está sendo lançado hoje. Seja pelas inúmeras aparições em entrevistas e vídeos ao vivo gravados da turma de Dave Grohl para diversos veículos musicais, seja pela dividida na galera que este “Medicine at Midnight”, o disco “X”, o “Let’s Dance” (ref. David Bowie) que David Grohl quis dar na sua superexposta banda.

É bom ou não é bom? Afinal, tirou o FF de um certo limbo criativo que se abateu sobre o grupo nos últimos discos ou nem perto disso? Você ainda, indie amigo, aguenta ver as caras e bocas do maior gente fina do rock Dave Grohl por aí, ainda que considerando que o cara foi, pô, um integrante importante do Nirvana?

Bom, cabe a você julgar. A gente aqui, particularmente, com todas as questões envolvidas, gostou bem de “Medicine at Midnight”. Mas, gosto à parte, não dá para escapar da verdade que o disco, por si só, é um evento. Então vamos a algumas reverberações dele.

– Foo Fighters, quase como não poderia deixar de ser, é a capa lindona da britânica “NME” desta semana, online ou em seus poucos números distribuídos gratuitamente em selecionados lugares pela Inglaterra. Ela traz uma entrevista com ELE em que se destacam algumas frases como “Nossa conexão vai além da música” e “Esta banda é o mais longo fucking relacionamento em que eu me meti na vida”, ambas sobre o amor que o guitarrista-vocalista-baterista sente pelo grupo que formou em Seattle há 25 anos, em meio ao luto mundial pela morte estúpida de Kurt Cobain. Olha a capa da “NME”.

foofighters

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– A importante e longeva Radio X, que há muitos anos transmite o indie para todo o Reino Unido, botou no ar hoje de manhã uma boa entrevista com Grohl feito pelo conhecido jornalista britânico Chris Moyles, além de duas performances enviadas pela banda com exclusividade trazendo o desempenho ao vivo de dois dos hits de “Medicine at Midnight”. São elas a de “No Son of Mine” e “Shame Shame”. Você pode vê-las aqui, com os 10 minutos de entrevista de Grohl para o Moyles, direto na página da Radio X, porque eles ainda não colocaram o material no Youtube da emissora.

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Com as luzes toda para ela, banda Foo Fighters manda a melhor versão do clássico “My Hero” para rádio inglesa

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* Bom, esta é a semana Foo Fighters, não tem como escapar. Ou foi o mês Foo Fighters. Ou está sendo o ano Foo Fighters, sabemos lá. Tudo por causa do lançamento do décimo disco da banda de Dave Grohl, “Medicine at Midnight”, que sai amanhã às plataformas e lojas. Ou, vamos combinar, “Medicine at Midnight” será lançado hoje midnight.

O disco é bem bom, pelo que a gente já ouviu por aqui, e em se tratando do alto grau de desgaste qualitativo e novidadeiro que um grupo de rock como o FF atinge a certa altura da carreira, levando sempre o grau de exposição a vários níveis a que se submete um ser humano bacana e pirado em música como o cara que um dia sentou na bateria do almighty Nirvana e, quando a bandaça antológica acabou, resolveu montar uma outra, sua, assumindo o protagonismo guitarrístico e vocal que um ato desses exige.

E, por ter essa proximidade e por Dave Grohl ser um cara que quer estar em todo lugar a todo momento com sua música ou com a música dos outros, é que falamos que vivemos uma era Foo Fighters.

E, de tudo o que já publicamos da banda nestes últimos dias que antecedem o lançamento do novo álbum, tem essa passagem de Grohl e companhia pela gigantesca Absolute Radio (tem o app? É demais!!), a estação que transmite para o Reino Unido mas que na internet vira uma rede enorme segmentada, por nichos, estilos e tal.

Passagem virtual, né? Acho que o Foo Fighters alugou todos os estúdios e pequenas casas de shows da Califórnia para gravar material inédito para cada rádio, TV e site em que eles têm aparecido.

Para a Absolute Radio fizeram um pacotão. Deram entrevistas sobre o disco novo, tocara umas canções do disco X e deixaram uma preciosidade clássica FF para “My Hero” que a Absolute Radio subiu em seu canal de Youtube. Olha que maravilha.

E embaixo tem o FF em performance para a nova “Waiting on a War”, do disco novo.

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Foo Fighters vai à TV com a música nova sobre a guerra ao vivo. Veja performance de “Waiting on a War”

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* Apareceu um peso pesado em um dos programas de entrevista do fim de noite da TV americana, que estava apelando aos indies para salvar a parte das atrações musicais. Falamos disso ontem.

O Foo Fighters escolheu o do Jimmy Kimmel para enviar um vídeo da nova música, “Waiting on a War”, gravada ao vivo.

“Waiting on a War” é o terceiro single do disco “Medicine at Midnight”, o décimo álbum do Foo Fighters, que sai dia 5 de fevereiro. A música foi lançada ontem nas plataformas.

A nova canção do FF é uma baladinha típica do Dave Grohl. Com sentimento. Foi feita depois que a filha de 11 anos disse que estava com medo de ter guerra. Enfim. Para tocar em rádio.

Ontem Dave Grohl fez aniversário. 52 anos.

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Foo Fighters, perseguindo o David Bowie, lança terceiro single no dia do aniversário de Dave Grohl. Ouça “Waiting on a War”, que vem com um manifesto

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* Ficamos conhecendo hoje o terceiro single da banda americana Foo Fighters para o disco novo, o décimo, o “X”, chamado “Medicine at Midnight”, que será lançado agora em fevereiro, dia 5. O tal álbum já conhecido como o “Let’s Dance” da turma do Dave Grohl, em alusão ao clima dance pop classe do disco do David Bowie dos anos 80, considerado uma das muitas guinadas na carreira do saudoso astro britânico.

Enfim: depois das boas “Shame Shame” e “Non Son of Mine”, temos agora “Waiting on a War”, uma quase-balada que ganha um crescendo no final que realmente parece que a guerra (ou o medo de) chegou para o Foo Fighters. Está tudo contido nela.

“Waiting on a War” vem com um manifesto de Dave Grohl dedicando a música a sua filha Harper e os medos de guerra provocados pela desesperança política. Que a filha de 11 anos vive agora e que ele viveu lá atrás quando tinha a idade dela. Dave está emotivo. Hoje, dia em que sai esse terceiro single, é seu aniversário de 52 anos (veja abaixo o manifesto, em inglês).

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Feliz 2021. Foo Fighters lança a primeira música (boa) do ano novo. Tipo um heavy metal

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* Parecia que ia começar uma música do Mastodon, mas era só o Foo Fighters pesando a mão no seu novo “disco pop” e revelando nos primeiros momentos de 2021 a inédita “No Son of Mine”.

A música vai estar em “Medicine At Midnight”, novo disco do Foo Fighters, que sai dia 5 de fevereiro, o famoso disco “X”, o décimo álbum depois que Dave Grohl saiu da bateria do Nirvana para assumir guitarra e vocal de sua banda própria.

“Esse filho não é meu” é o segundo grito conhecido Grohl para o próximo disco do FF. Em novembro a gente conheceu “Shame Shame”, também boa e primeiro single desse álbum que o grupo diz ser seu “Let’s Dance” (ref. David Bowie, amém).

2021 já começou. E começou no peso certo.

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