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POPLOAD FASHION – Nossa analista de moda comenta as roupas dos músicos no MET Gala 2021

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* Ontem à noite aconteceu a cerimônia do Met Gala, edição 2021, e por onde quer que se olhou, se ouviu e se leu hoje só se comentou isso. O chamado “bombou nas redes”.

O Met Gala 2021 foi realizado no Metropolitan Museum de Nova York e foi presidido (pensa!) pela Billie Eilish.

O evento, o maior do mundo fashion, é sobre roupas, mesmo. E isso nos foi entregue com garbo e elegância pelos convidados estelares. É um disputado festão anual para arrecadar fundos em benefício do museu. Obviamente, estava cheeeeeio de músicos pop, rappers, até roqueiros da velha guarda. E é aqui que a gente entra.

Para comentar as roupas usadas por Eilish, Lil Nas X, Lorde, Grimes, Rosalia, Pharrell, Olivia Rodrigo e muita galera do nosso mundo, convidamos a especialista em red carpet Mariana Prado (@maricoisa), que sempre brilha nas redes sociais com uma análise exata dos costumes e as inspirações que levam os astros a vestirem essas roupas muito loucas neste distinto evento.

“Eu adoro o anonimato para julgar sem ser cornetada, mas acho que todos devem desenvolver esse senso crítico estético”, afirmou @maricoisa, nossa enviada especial ao fashionismo zoeira.

Vamos lá:

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Lil Nas X
Na dúvida, vestiu as três fantasias que ele tinha como opção, para escolher uma:
– Príncipe de Nova York
– Cavaleiros do Zoadíaco
– Finalizando com look cirque du soleil

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Billie Eilish

Teve como exigência 20 metros quadrados para acomodar sua tela de mosquiteiro, se protegendo assim dos pernilongos de NY

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J.lo e Kim Petras
J.lo, musa do Western, fez par com Kim Petras, que foi de cavalo

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Lorde
Nossa amiga neozelandesa usando uma label chamada Bode, que resume bem o mood dela no Red carpet, não é?

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Olivia Rodrigo
Tava muito bem a Olivia, mas a internet brasileira disse que ela pediu o look emprestado para a Andressa Urach.
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Frank Ocean
O rapper Frank Ocean homenagem a Palmirinha e seu boneco Guinho.

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Camila Cabello e Shawn Mendes
Camila e seu “par”, naquele espírito príncipe contratado para dançar valsa na festa de 15 anos dela.

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ASAP Rocky
Ele aproveitou a oportunidade para apresentar as colchas de patchwork que sua tia está fazendo para vender pra fora.

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Riri, Erykah Badu e Kim Kardashian
O trio deve estar cobrando para assustar eventos por metro quadrado. O Halloween chegou mais cedo.

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Pharrell
Pharrell inspirado pelo grande sucesso das lives de dupla sertaneja no Brasil encomendou o par de looks na Julian Marcuir.

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Grimes
Grimes veio pronta para garantir o seu jantar no buffet do Met.

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David Byrne
David byrne veio com look escolhido pela sua avózinha dele. Fofo.

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Troye Sivan
Troye sivan segue sofrendo os efeitos da máquina de secar em que jogou os looks do VMA e do Met gala. #encolheu

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Rosalia
A catalã bombada veio homenageando nossa Sula Miranda em potência máxima.

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Megan Thee Stallion
Garantindo a vaga na cota cosplay de algodão doce do evento.

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Teyana Taylor
Sem tempo de acabar o vestido trouxe o tecido na cauda.
(Quantas pessoas tropeçaram nela? Alguém consegue essa informação?)

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Mary J Blige
Ela mostra pra gente o que fazer quando o vestido não serve mais.

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Kid Cudi
O rapper foi vestido de Billie Eilish

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O prêmio mais legal de todos: BET Awards e as performances de Megan Thee Stallion, Tyler, The Creator, Cardi B grávida, Migos e muito mais

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* A importante premiação americana do BET Awards, sobre a excelência negra no entretenimento e no esporte, foi entregue neste domingo com muito barulho, como não poderia deixar de ser.

Tipo com o Tyler, The Creator descendo de um Rolls Royce para tocar seu single bombator “Lumberjack”, a explosiva Megan Thee Stallion fazendo performance à altura de sua “Thot Shit” cheio de dançarinos, Cardi B anunciando sua gravidez barrigudaça durante sua participação no show incendiário do Migos, H.E.R., Lil Baby, Lil Durk e DaBaby se apresentando juntos num “all-star medley” de só sucessos, a H.E.R. fazendo solo de guitarra… E, claro, a superprodução do Lil Nas X para tocar sua ótima “Montero (Call Me By Your Name)”, sempre numa pegada diferente. E desta vez sem rasgar a calça. E com uma já famosa coreografia dos braços.

No que importa o resultado da premiação, quem ganhou como disco do ano foi o famoso EP “Heaux Tales”, da rapper Jazmine Sullivan, da Philadelphia, lançado em dezembro do ano passado.

A poderosa Megan Thee Stallion (foto aqui e na home), de Houston, ganhou três dos sete prêmios aos quais estava indicada. São eles da escolha do público (para “Savage (Remix), featuring Beyoncé”), Vídeo do Ano (para sua participação em “WAP”, da Cardi B) e, o principal deles, Melhor Artista Mulher do Hip Hop.

Bom, vamos à bagunça legal do BET Awards.

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Top 10 Gringo – O peso da doce Lucy Dacus vai ao topo. Mas não é esse peso que você está pensando. É mais pesado! E tem Horrors, a zoeira da Cardi B, Marielle na Imelda May e muito mais. Que semana!

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* Tivemos uma semana interessante na música gringa, de poucos e bons lançamentos, ainda que nada grandão. Mas que também deu oportunidade de fazermos o que curtimos bem: recuperar sons legais não necessariamente muito novos ou até bem velhos e que de alguma forma formaram a trilha sonora dos últimos sete dias. Nos dois primeiros lugares, temos duas das músicas mais pesadas do ano, cada uma com seu tipo de peso. E uma série de bandas “antigas” que ainda estão por aí ressurgiram com novidades. Fora o “polêmico” caso da Cardi B no Grammy, que impactou nosso ranking. A playlist mais importante para entender o que aconteceu lá fora na semana está no ar.

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1 – Lucy Dacus – “Thumbs”
Talvez uma das narrativas mais pesadas do ano. Sem pensar na letra, “Thumbs” já tem uma história interessante. Era tocada em shows e proibida pela própria Lucy de ser registrada pelos fãs, que pedia para não botar a música na internet. Que era para aguardar por seu lançamento oficial, mas que no momento Lucy não se sentia preparada para lançá-la. Na letra, a narradora seria capaz de matar o pai da amiga, se ela permitisse. A razão? Não é contada, mas algo nada bom aconteceu nessa relação pai e filha. Agora entendemos a solidariedade e expectativa dos fãs para a música, que então agora saiu.
2 – The Horrors – “Lout”
O Horrors não dava as caras na música desde 2017, quando lançaram o álbum “V”, ainda que sem a repercussão dos bons tempos da banda na década retrasada já. Mas aí temos que Faris e os Horrors estão de volta com uma música nova de… metal industrial. Tipo horror mesmo, mas o gênero, não que ela seja ruim. Muito pelo contrário. É perfeita naquilo que se compromete.
3 – Cardi B – “WAP” (feat. Megan Thee Stallion)
Música mais falada do último Grammy, Cardi B apresentou “WAP” com um trecho do remix em ritmo de do brasileiro Pedro Sampaio. Acabou sendo a deixa para uma daquelas polêmicas xaropes de Twitter: “Mas o funk brasileiro não produz boa música?”. De novo isso? Se a Cardi B soube celebrar, ainda mais com a Megah Thee Stallion, a gente celebra junto.
4 – Imelda May – “Made to Love”
Este som da cantora irlandesa vizinha do Bono e amiga do Noel é um upbeat com participação do Ronnie Wood, dos Stones, sobre “lutar por amor”. E a horas tantas da letra, junto a nomes como Martin Luther King, John Lennon e Buddha, cita a brasileira Marielle Franco, vereadora do Rio que foi assassinada há três anos, junto com seu motorista, Anderson Gomes, em um atentado político. Aproveitando, a gente repete uma pergunta que está por aí nestes três anos: Quem mandou matar Marielle?
5 – Dry Cleaning – “Strong Feelings”
Novíssima banda inglesa de pós-punk tipo 1979, 1980 com sinais de influência de Siouxsie & The Banshees, perto de lançar seu primeiro álbum. Essa guitarra Magazine/Gang of Four é de matar. O vocal falado da bonitona Florence Shaw também.
6 – Lake Street Dive – “Hypotheticals”
Quer escutar um som bem alto astral? Aposta neste. A introdução climática engana até a chegada de um bom suingue. De gringo, mas está valendo. A Lake Street Dive é uma banda de Boston com longa estrada, mas até agora nem um disco deles parece ter tido o sucesso com a crítica que o mais recente, “Obviously”, recém-lançado. Vale dar uma atenção.
7 – Grouplove – “Deadline”
Os californianos do Grouplove frequentam há anos a Popload. Sempre queridos, desde o seu primeiro álbum. Se a banda não virou tão popular quanto a gente esperava, não importa. Ele seguem firmes e “Deadline” é um musicão que agitaria muita pista indie que está fora do ar nessa pandemia. Baixo na cara, um pique e tanto. Nosso amor grupal pelo Grouplove.
8 – Everything Everything – “Supernormal”
A banda Everything Everything, de Manchester, entrou nessa nova linha de artistas que lançam um single inédito pouco tempo depois de soltar um álbum lotado de possíveis singles. A novidade é “Supernormal”, música escrita durante a produção do álbum “Re-Animator”, de 2020. Vale assistir o vídeo da música, dirigido e animado pelo vocalista Jonathan Higgs, que aprendeu um monte de funções para dar conta de criar sozinho uma das obras audiovisuais mais bizarras do ano.
9 – Teenage Fanclub – “The Sun Won’t Shine on Me”
A música de sempre, da adorada banda de sempre. Desde o comecinho dos 90, como é bom ouvir Teenage Fanclub. Já contamos como conhecemos esse quinteto inglês lá em 1990? Pergunta que a gente fala. Este é um doce novo single o próximo álbum, “Endless Arcade”, que sai agora em abril. Só bota para tocar.
10 – Bernardo – “Almost a Mother”
Bernardo é Sonia Bernardo, algo como uma portuguesa que nasceu em Londres e foi e voltou de suas duas pátrias até se achar na música. Dentro da enorme cena londrina de soul alternativo com pegadas jazzísticas, Bernardo fez essa “Almost a Mother” para armar um bullying musical em garotos estúpidos sendo estúpidos com uma menina, pelo que eu entendi da letra. A música em si é ótima e tem na produção o Dave Maclean, do Django Django. Olho em Bernardo.

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* A imagem que ilustra este post é da cantora e guitarrista Lucy Dacus.
** Repare na playlist. A gente inclui as 10 mais da semana, ou quase isso, mas sempre deixa todas as músicas das semanas anteriores. Pensa no panorama que isso vai dar conforme o ano for seguindo…
*** Este ranking é formulado por Lúcio Ribeiro e Vinícius Felix.

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POPLOAD NOW: os (nossos) 5 melhores (!) momentos do Grammy 2021

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* A gente sabe, o Grammy é uma premiação muito zoada. Isso há mais de 60 anos, como analisamos por aqui. Dito isso, ontem, no meio de sua existência controversa, até que a premiação teve seus momentos bons. Num resumão do que realmente valeu a pena conferir, demos a seguinte pincelada no Grammy 2021, que aconteceu ontem, armado de modo pandêmico dentro e fora do Los Angeles Convention Center.

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1 – OS QUE FINALMENTE FORAM PREMIADOS

O bizarro do Grammy é perceber o tanto de artistas absurdos que não levaram prêmio ou nem sequer foram indicados à premiação em toda sua carreira. E ontem tivemos dois exemplos superclaros disso.

Primeiro, a Fiona Apple, que em mais de 25 anos de carreira só foi significantemente reconhecida ontem, pelo seu mais recente e maravilhoso álbum “Fetch the Bolt Cutters”. Tipo, QUÊ?!
Lááá em 1998, ela havia levado um prêmio de performance de rock feminina, naquelas muitas subcategorias de consolação típicas do Grammy, mas desde então nada além disso, nada para seu tamanho.
Antes do evento, a cantora tinha divulgado um vídeo explicando por que não participaria da celebração e fez alguns apelos a causas sociais que são muito mais relevantes.

Agora, outra correção de rota do Grammy na linha “antes tarde do que nunca”. No começo dos anos 2000, foi praticamente unânime o fato de os Strokes “salvarem” o rock, aquelas coisas. E não há dúvidas do quanto o “Is This It” foi um agito relevante para a música, seguido do “Room on Fire” etc. Bom, quase 20 anos depois, a banda-fenômeno de algumas gerações levou um fucking Grammy.

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2 – AS APRESENTAÇÕES

Num esquema meio “Jools Holland”, onde todas as bandas que vão se apresentar ficam num mesmo palco e os focos de luz vão mudando conforme a vez, se deram o que realmente interessa: as performances ao vivo. Começou assim e depois foram ganhando aquele tom mais “megalomaníaco” de apresentação pop mesmo.
Nessas as explosivas Megan Thee Stallion e Cardi B meio que dominaram a noite. Certamente um dos maiores destaques da premiação, as duas rappers apresentaram pela primeira vez juntas e ao vivo o hit “WAP”. E para nós a melhor parte não foi nem o quão bombators as duas juntas são, É que no final da música rolou dentro de “WAP” um recorde da versão funk do DJ brasileiro Pedro Sampaio, que já tinha sido elogiado pela própria Cardi B no Twitter tempos atrás. Vai, Braseeeeel!

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Querem mais? Tivemos!! E numa certa ordem de preferência nossa elencamos o seguinte:

– Black Pumas

– Silk Sonic (Bruno Mars & Anderson .Paak)

– Dua Lipa

– Billie Eilish

– Poppy

– Taylor Swift

– Harry Styles

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3 – OS LOOKS

Premiação, não importa qual, sempre é boa porque tem aqueles looks que a gente ama odiar. Ou zoar. Ou até mesmo gostar, por que não? Bem, aqui destacamos nomes favoritos da casa que tiveram um visual “ousado” ontem à noite.

– Fontaines DC vestindo Alexander McQueen:

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– Kevin Parker, do Tame Impala, vestindo Versace:

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– Phoebe Bridgers vestindo pijama bordado de caveirinha:

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4 – RECORDES

Bom, sem grandes “wow” por aqui. Mas, ontem, oficialmente, a Beyoncé bateu o recorde de artista mulher a levar mais Grammy na história, vale registrar. “Queen B” somou 28 estatuetas embolsadas. Bom, na casa dela tem bastante estatuetas, aliás, porque até a filha dela, Blue Ivy, foi premiada em melhor vídeo. Sem contar os do Jay-Z…

Taylor Swift também foi destaque na seção “recordes”, se tornando ontem a primeira mulher a abocanhar mais vezes o prêmio de “álbum do ano”. Foram três discos seus que deram a estatueta mais importante da premiação para a ainda jovem artista.

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5 – QUEM NÃO LEVOU, MAS PODIA

Fontaines DC. Toda nossa torcida por aqui por um Grammy punk poético marginal, como vocês podem imaginar, masssss ficamos só com a indicação mesmo. O grupo de Dublin perdeu para os Strokes, o que tudo bem também, embora nessa hora ficamos com os sentimentos meio confusos. Primeiro prêmio (??!!) da banda de Julian Casablancas, beleza, mas significando que uma das melhores bandas hoje não levou. Será que vamos ter que esperar uns outros 20 anos pelo Fontaines?

Phoebe Bridgers. Considerada a melhor artista da pandemia, ela também não teve sorte. Indicada em quatro categorias, não levou nenhuma, o que nos faz questionar se a promessa de Elton John será cumprida mesmo e ele vai bater em alguém. Explicando: recentemente Bridgers participou do “Rocket Hour”, programa de Elton John na Apple Music, onde além de ele não poupar elogios, disse que, se ela não levasse pelo menos um prêmio para casa, ia ter que bater em alguém que decide as premiações do Grammy. Zero julgamento quanto a isso por aqui.

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* Esta seção da Popload é pensada e editada por Lúcio Ribeiro e Daniela Swidrak.

Megan Thee Stallion, contra as bitches em sua música nova, pergunta o que elas querem, afinal

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* Menos de três meses depois de ter lançado seu álbum de estreia, o barulhentíssimo “Good News”, a cantora, rapper, dançarina, rainha do TikTok e entusiasta da guitarra rocker no hip hop Megan Thee Stallion resolveu lançar uma música nova. E bem no dia de seu aniversário de 26 aninhos. Isso foi ontem à noite. E sem avisos prévios, tirando o dela mesmo, em seu Instagram. E com um vídeo simples e style ao mesmo tempo.

“Southside Forever Freestyle” foi mostrada por ela com um “Parabéns para mim mesma, #MeganMonday”, ela postou, sem modéstia. A música é uma homenagem à quebrada dela em Houston, no Texas. No vídeo, além das unhas enormes e coloridas, Megan veste um boné do Houston Rockets, timão da NBA. E dança em frente à mesa de dois DJs.

Na letra, a treta de sempre. Ela contra as bitches. “Half of y’all don’t know if you f**k with me/ Or if you wanna f**k me, haha:. Tem um “haha” nas lyrics.

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