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Banda indie-colorida MGMT vem para o Popload Festival

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* O duo indie americano MGMT é a primeira atração oficialmente confirmada no Popload Festival. Vem para os hits, galera!

O MGMT, formado pelos amigos de faculdade Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden, tinha uns dos maiores hits das pistas em 2007 e carregava, assim, o peso de dar continuidade ao buzz incessável de grandes bandas vindas do Brooklyn. Mas então veio a fase experimental que frustrou a gravadora, confundiu boa parte da crítica e provocou uma relação de amor e ódio entre os fãs.

Com seu primeiro álbum em cinco anos, o elogiadíssimo “Little Dark Age”, lançado em fevereiro deste ano, o MGMT deixa o experimentalismo dos dois últimos discos um pouco de lado e volta com a mesma força e sintonia dos áureos tempos de “Oracular Spectacular”, álbum com uma trinca infalível que certamente você sabe cantar até hoje: “Kids”, “Electric Feel” e “Time to Pretend”.

“Little Dark Age” pode não ter sucessos tão radiofônicos como esses, mas traz umas das melhores canções que a dupla já fez! Tem um pouco de synth-pop, indie-pop, chillwave e da atmosfera dos anos 80. É uma nova fase promissora e não estamos falando só do novo visual neo-goth de Goldwasser e VanWyngarden.

Vai ser lindo!

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MGMT volta inspirado em seu primeiro disco de estúdio em cinco anos

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Agora vai, Brasil! O “polêmico” duo americano MGMT, que um dia uma leitora da Popload perguntou se a sigla significava Mato Grosso Minas Gerais, enfim lançou seu aguardado “Little Dark Age”, primeiro disco deles em cinco anos, o quarto da carreira.

O “polêmico” citado no início do texto se refere à sonoridade da banda, não necessariamente ao comportamento dos integrantes Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden. De início promissor e avassalador no indie, a dupla do Brooklyn foi perdendo o gás rápido e meio que se perdeu em sua psicodelia. Agora, parecem ter retomado a inspiração.

Depois de bons singles lançados nos últimos meses, como a faixa título e “When You Die”, dá para ouvir em uma primeira audição rápida que o álbum é melhor que o seu anterior, “MGMT”, lançado em 2013. “Little Dark Age”, o novo, foi todo gravado em Los Angeles e Nova York, e tem produção assinada por Patrick Wimberly (Chairlift, Kelela, Blood Orange), Dave Fridmann (Flaming Lips, Spoon, Tame Impala) e pelo próprio MGMT.

Chegou a hora de você tirar sua própria conclusão.

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De Jack White a My Bloody Valentine, passando por Courtney Barnett: dez (ou mais) discos gringos esperados para 2018

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O ano de 2018 começou bem legal com o discaço do Black Rebel Motorcycle Club, abrindo os trabalhos para um ano que parece promissor tanto na gringa quanto na nossa CENA brasileira.

De início, a Popload resolveu pesquisar aqui e ali e selecionou 10 potenciais discos que serão lançados em 2018, alguns deles já com detalhes e músicas divulgados.

Tem tipo a volta do Jack White, o primeiro disco do David Byrne em mais de uma década, o MGMT e o Franz Ferdinand dando bons sinais. Até o Arctic Monkeys parece que vai desembaçar e soltar algo novo.

No mais, aqui está nossa listinha…


The Breeders – “All Nerve”


Data de lançamento: 2 de março
Este será o quinto álbum da banda norte-americana na carreira e traz como diferencial o fato de ter sido gravado pelo line-up original do clássico “Last Splash”, formado pelas irmãs Kim e Kelley Deal, Josephine Wiggs e Jim Macpherson. O disco novo traz ainda uma participação luxuosa da Courtney Barnett na faixa “Howl at the Summit” e ainda o produtor Steve Albini. Até então, o último álbum da banda é “Mountain Battles”, de 2008.
Dele já conhecemos o single homônimo.


David Byrne – “American Utopia”


Data de lançamento: 9 de março
Uma semana depois do Breeders, quem dá as caras é David Byrne. Atração do Lollapalooza Brasil neste ano, o cultuado músico vai lançar este seu primeiro disco solo desde 2004, embora tenha engatado parcerias de sucesso nos últimos anos, como a com St. Vincent. O primeiro single, “Everybody’s Coming to My House”, já está entre nós, e envolve gente da pesada na produção, tipo Brian Eno e Sampha.


My Bloody Valentine

A ser anunciado
Banda ícone do shoegaze, que tem nos vocais a especialíssima Bilinda Butcher, o My Bloody Valentine ficou mais de duas décadas sem lançar disco até soltar MBV, em 2013. Agora, o grupo vai lançar mais um álbum de inéditas. Quem confirmou foi o líder Kevin Shields, que em entrevista recente disse que a banda estava gravando um EP que se expandiu e vai virar um disco cheio, com 7 ou 8 faixas. Ele informou, também, que o MBV fará uma turnê a partir do meio de 2018.


MGMT – Little Dark Age

Data de lançamento: fevereiro
Polêeeeeeemica dupla love/hate do Brooklyn, o MGMT tenta retomar o rumo da carreira neste primeiro álbum deles em quatro anos. A julgar pelos primeiros singles divulgados, os norte-americanos parecem estar no caminho certo. Destaque para a faixa-título e “When You Die”.
O álbum foi todo gravado em Los Angeles e Nova York, e tem produção assinada por Patrick Wimberly (Chairlift, Kelela, Blood Orange), Dave Fridmann (Flaming Lips, Spoon, Tame Impala) e pelo próprio MGMT.


Sharon Van Etten

A ser anunciado
Musa que aquece nossos corações, de passagem incrível pelo Popload Gig, a norte-americana tem como seu mais “recente” lançamento o espetacular “Are We There”, disco de 2014. De lá para cá ela apareceu em projetos especiais, gravou música com o Lee Ranaldo, apareceu em “Twin Peaks”, relançou seu disco de estreia, se envolveu com trilha sonora. Em novembro do ano passado, ela disse em entrevista ao The Creative Independent que estava pronta para voltar ao estúdio. Ela contou, ainda, que o fato de ser mãe (em 2017) tem influenciado em suas composições.


Superchunk – What a Time to Be Alive

Data de lançamento: 16 de fevereiro
Capitaneado pelo distinto Mac McCaughan, o Superchunk vai lançar seu 11º disco de estúdio mês que vem, quase cinco anos depois do sugestivo “I Hate Music”, de 2013. Considerado um dos grupos ícones do rock alternativo dos anos 90, indie do indie, este será apenas o quarto álbum do Superchunk neste século. Os anteriores ao já citado de quatro anos atrás são “Here’s to Shutting Up”, de 2001, e “Majesty Shredding”, lançado em 2010.
O disco é puxado pelo single que dá título à obra, que tem letra recheada de ironia.


Arctic Monkeys

A ser anunciado
Ainda não há informações mais concretas, mas a aposta é que a banda de Sheffield lance seu primeiro álbum em cinco anos em algum momento de 2018. Nesta semana, eles deram o primeiro sinal de vida e anunciaram um show no Firefly Music Festival, nos EUA, no mês de junho. Nas próximas semanas eles devem aparecer como headliners de outros festivais. O último álbum dos meninos britânicos é “AM”, de 2013.


Jack White – Boarding House Reach

Data de lançamento: não divulgada
Envolvido em mil projetos desde sempre, Jack White enfim vai lançar um novo disco solo, algo que não faz há 3 anos, desde que colocou “Lazaretto” na praça. O novo projeto foi inicialmente divulgado nesta semana com duas músicas: “Connected By Love” e lado-b “Respect Commander”. Ainda não há uma data oficial divulgada para o lançamento, mas não deve demorar.


Courtney Barnett – A ser anunciado


Pedra preciosa que a música nos ofereceu nos últimos anos, Courtney Barnett já contou que está bem próxima de finalizar seu próximo disco, que virá no calor de “Lotta Sea Lice”, seu incrível projeto em parceria com Kurt Vile, um dos melhores álbuns de 2017. Ela falou recentemente na Beats 1 que estava tentando achar um título bom pro álbum.


Franz Ferdinand – Always Ascending

Data de lançamento: 9 de fevereiro
Tudo bem que o auge dos escoceses rolou há um tempinho. Mas, nunca é tarde para uma segunda chance. “Always Ascending” apresenta até o momento bons cartões de visitas, especialmente o single homônimo. Outra novidade é que Alex Kapranos retorna loiro e com novos companheiros em sua banda.
Dino Bardot entrou no lugar do marcante guitarrista Nick McCarthy, que saiu da banda para se dedicar a outros projetos. Já Julian Corrie, mais conhecido pela turma da eletrônica como Miaoux Miaoux, chegou para dar um toque mais electro aos escoceses.

** Além dos 10 discos listados acima, existe a expectativa que 2018 seja um ano de lançamentos de discos do…
The Cure
First Aid Kit
Django Django
The Good, The Bad & The Queen
Earl Sweatshirt
Muse
Florence + The Machine
Trent Reznor
Grimes
Belle & Sebastian
Johnny Marr
Owen Pallett
Yo La Tengo…

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O MGMT parece voltar com boas notícias mesmo. Ouça a nova e boa “Hand It Over”

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Olha aí o MGMT, enfim, parecendo vir com notícias boas real/oficial. O duo indie do Brooklyn surgiu como revelação da música na década passada, depois entrou em uma viagem ruim a ponto de polarizar discussões ácidas entre os fãs e não fãs. Agora, tentam recuperar o tempo e espaço perdidos com “Little Dark Age”, o novo disco.

Dele, acabamos de conhecer o terceiro single, “Hand It Over”, que é também a terceira boa música na sequência, após lançarem a faixa título e ainda “When You Die”.

O MGMT está sem soltar um álbum de estúdio desde 2013, quando colocou na praça “Congratulations”. “Little Dark Age”, o novo, foi todo gravado em Los Angeles e Nova York, e tem produção assinada por Patrick Wimberly (Chairlift, Kelela, Blood Orange), Dave Fridmann (Flaming Lips, Spoon, Tame Impala) e pelo próprio MGMT. A data de lançamento ainda não foi anunciada, mas o mês deve ser fevereiro agora.

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Algo está acontecendo: MGMT emenda segundo single bom do disco novo que sai em 2018

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Dupla indie do Brooklyn que surgiu como revelação da música na década passada, depois caiu em um espiral de love or hate, o MGMT tenta se reencontrar na carreira, após discos e singles um tanto inconsistentes, que acabaram frustrando muita gente que apostava neles.

Sem lançar um álbum de estúdio desde 2013, quando colocou na praça “Congratulations”, a dupla agora busca em “Little Dark Age” entregar o que deles se espera e acaba de soltar o segundo single da obra, “When You Die”, que forma uma boa dobradinha com sua antecessora, a faixa título, dando um passo inicial promissor.

“When You Die” foi divulgada junto com um vídeo bizarro/psicodélico, marca deles. “Little Dark Age”, o disco, foi todo gravado em Los Angeles e Nova York, e tem produção assinada por Patrick Wimberly (Chairlift, Kelela, Blood Orange), Dave Fridmann (Flaming Lips, Spoon, Tame Impala) e pelo próprio MGMT. A data de lançamento ainda não foi anunciada, mas o mês deve ser fevereiro.

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