Em mick jagger:

It is only Jagger & Grohl, but we like it. Ouça “Eazy Sleazy”, música pandêmica do líder dos Stones

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* Dessas músicas que você já ouviu milhões de vezes mas que, saindo assim, fresquinha, ainda é capaz de mexer com o sistema nervoso de quem gosta de rock, foi lançada agora há pouco “Eazy Sleazy”, de assinatura de mister Mick Jagger, com colaboração na bateria, na guitarra e no baixo dele mesmo, o onipresente pra sempre Dave Grohl. Dois ícones do rock, cada qual de seu tempo.

A nova canção de Jagger, que pelo gás poderia estar em um disco dos Stones, é um pretexto para o cantor fazer algo de útil na pandemia, segundo ele mesmo. E se manter vivo.

“Eazy Sleazy” tem o famoso bom humor na desgraceira. É irônica e de desabafo, ao mesmo tempo. Fala de chamadas de Zoom, zoeira com as dancinhas do TikTok, Bill Gates, aplausos falsos à distância e muitas horas vendo televisão.

“É uma música que escrevi sobre como sair do lockdown, com um certo otimismo, que é muito necessário. Obrigado a Dave Grohl por pular na bateria, baixo e guitarra, foi muito divertido trabalhar com você. Espero que todos gostem de ‘Eazy Sleazy’”, disse Mick Jagger, que estrela o vídeo com Grohl, armado com cada um de um lado do Atlântico.

Dave Grohl diz que foi lançada a música do verão deste ano. Concorda?

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Qual banda é a melhor: Beatles ou Stones? Mick Jagger e Paul McCartney revivem farpinhas dos anos 60. Manda mais que tá pouco

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** Vamos agitar a quarentena, Brasil.

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Certamente a treta mais gigantesca (pelo tamanho das bandas) da história do rock, a rivalidade Beatles x Stones foi reacendida nos últimos dias, ainda que num clima de morde e assopra.

Tudo começou quando Paul esteve no programa do veterano Howard Stern, dia desses. O apresentador falava sobre os dois grupos e deixou escapar sua predileção pelo quarteto de Liverpool. Macca pescou e concordou. “Há muitas diferenças, e eu amo os Stones. Mas estou com você: os Beatles eram melhores”, cravou Paul.

Mas como a internet está aí para alimentar a treta de um jeito mais rápido, diferente de como era na década de 1960, Mick Jagger respondeu o seu contemporâneo, o qual chamou de “um cara amável”. Em entrevista ao Zane Lowe, na Apple Music, para divulgar a nova música dos Rolling Stones, “Living In A Ghost Town”, Jagger disse em tom descontraído que “não havia competição”, mas elaborou uma teoria mais séria.

“Stones é uma grande banda há muitas décadas e em outras áreas, enquanto os Beatles sequer fizeram turnês em arenas ou ao menos shows no Madison Square Garden com um sistema de som recente. Eles se separaram antes que esse lance de turnês começasse para valer”, apontou o vocalista, que continuou.

“Começamos a fazer shows em estádios nos anos 1970 e continuamos a fazer. Essa é a verdadeira e grande diferença entre as duas bandas. Uma é incrivelmente sortuda em ainda tocar em estádios; a outra não existe mais”.

A nova música dos Stones, bem boa por sinal, pode ser ouvida abaixo.

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Mick Jagger mostra músicas novas e se mistura com o Kevin Parker, Skepta e até um DJ brasileiro

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Uma das figuras mais respeitadas e influentes da história do rock, Mick Jagger anda flertando com a música nova feita em diversos cantos no mundo e tentou aplicar um pouco disso em seu novo EP solo.

Nesta quinta-feira, o líder dos Rolling Stones divulgou duas músicas inéditas, “Gotta Get A Grip” e “England Lost”. Junto com elas, algumas versões remixes.

“England Lost”, por exemplo, conta com a participação do Skepta, nome conhecido do grime britânico, que venceu uma depressão e ganhou o Mercury Prize do ano passado com seu álbum “Konnichiwa”, lançado de forma independente, batendo até o David Bowie.

Outro nome envolvido nas versões remixadas é nada menos que Kevin Parker, o cada vez mais onipresente líder do Tame Impala, que fez sua leitura musical para “Gotta Get A Grip”. Quem também aparece misturado no projeto é o DJ brasileiro Alok, que também fez uma versão para a mesma canção.

Tudo isso pode ser ouvido abaixo.

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O Melhor do Twitter: “Jagger Aposentado” edition

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A gente está aqui trabalhando e rebolando like a Jagger porque amanhã este palco não se monta sozinho, viu. Eu não ria tanto com um meme desde aquele da Cat Power no metrô. Tirando isso, teve o anel do Bruno Mars, o Trump sendo Trump, a Meryl sendo Meryl, o Rio sendo Rio, o Temer sendo Temer e o Stronda, bem, vocês que se entendam. A imagem do Jagger batendo o ponto, da home, veio via BuzzFeedBr!

Abençoado por Jack White e Mick Jagger, Death From Above 1979 arma disco ao vivo

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O duo canadense Death From Above 1979 é destes que possuem uma trajetória toda torta e incrível no mundo da música. Dupla cool-estranha disco punk baixo distorcido-bateria que ainda carrega em seu som a energia essencial que chacoalhou Nova York e o mundo a partir de 2001, embora sejam de Toronto, eles têm mais de uma década de estrada e apenas dois discos, um de 2004, outro de 2014. Tudo bem que no meio disso a banda “acabou” entre 2006 e 2011 e voltou para um show no Coachella.

Talvez por isso, a ideia se lançar um disco ao vivo seja algo inesperado vindo de Jesse F. Keeler e Sebastien Grainger. Ou melhor, era.

Uma session gravada em Nashville em julho do ano passado, nos estúdios de Jack White em sua Third Man Records, resultou em disco que será lançado na próxima sexta-feira. O álbum foi gravado “na lata”, sem correções, e a performance foi acompanhada pelo próprio White e o… Mick Jagger. Quem conta é o próprio duo em um comunicado.

“Sempre fomos cautelosos com gravações ao vivo, porque elas podem acabar soando tão estéril a ponto de quase nunca traduzirem o real sentimento do show. A sensação do momento. Quando fomos convidados para gravar na Third Man, aceitamos sem hesitar. Se há uma pessoa que sabe sobre sensação do momento é Jack White. Ele é o santo padroeiro das vibes. Gravamos duas partes de uma vez, sem segundas chances. Fomos muito bem recebidos e a audiência foi demais. Mick Jagger estava lá. Nós mencionamos que saímos pra jantar com Jack e Mick e ficamos jogando conversa fora até 3 da manhã?”, relata o DFA1979.

Do registro, a dupla liberou a pesada-Iron-Maiden “Right on Frankenstein”, replicada abaixo.

DFA1979 – Live at Third Man Records – tracklist

Side A
01. Right On Frankenstein
02. Virgins
03. Going Steady
04. White Is Red
05. Trainwreck 1979
06. Gemini

Side B
07. Little Girl
08. Go Home Get Down
09. Government Trash
10. Always On
11. The Physical World

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