Em mike patton:

Olha quem voltou. Mike Patton ressurge com disco novo do Tomahawk, sobre imobilidade, predadores e carniceiros

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* Se identifica com o tema? O poderoso grupo Tomahawk reaparece em bela hora com seu, digamos, “metal alternativo”, para lançar “Tonic Immobility”, seu quinto disco, o primeiro desde que lançou o famoso “Oddfellows”, em 2013.

A superbanda formada por Mike Patton (Faith No More/Mr. Bungle), o guitarrista Duane Denison (The Jesus Lizard), o baterista John Stainer (Battles/Helmet) e o baixista Trevor Dunn (Mr. Bungle) soltou junto do disco o vídeo para a faixa “Predators and Scavengers“.

O vídeo é uma aventurinha pela floresta de um Smile não sorridente. É o jeito torto do Tomahawk fazer sua crítica ao problema dos desmandos ecológicos e de clima que assola o planeta.

Pau neles, rapazes!

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Mike Patton se joga em mais uma aventura, agora ao lado do compositor francês Jean-Claude Vannier, com disco novo e tudo

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Além de ser o excêntrico e genial vocalista do Faith No More, Mike Patton também é conhecido por ser um cara inquieto quando o assunto é música. Longe de sua banda mais famosa, ele está sempre envolvido em outras vertentes, o que faz dele um dos caras mais ecléticos da música.

Ele, que também tem projetos como o Tomahawk e o Dead Cross, anunciou por agora uma parceria com o compositor francês Jean-Claude Vannier, que é melhor conhecido pelo seu grande trabalho com Serge Gainsbourg no clássico “Histoire de Melody Nelson”.

A dobradinha nova resultará em um disco cheio, chamado “Corpse FLower”, a ser lançado dia 13 de setembro. Das 12 faixas novas, o duo liberou o primeiro single, “On Top of the World”, que pode ser ouvida no fim do post.

Patton disse que conheceu Jean-Claude em 2011, quando eles trabalharam juntos em um show sobre Gainsbourg no Hollywood Bowl, em Los Angeles, e que a química foi imediata entre os dois que se tornaram bons amigos.

Corpse Flower – Tracklist
01 Ballad C.3.3.
02 Camion
03 Chansons D’Amour
04 Cold Sun Warm Beer
05 Browning
06 Ghost
07 Corpse Flower
08 Insolubles
09 On Top of the World
10 A Schoolgirl’s Day
11 Pink and Bleue
12 Yard Bull

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Mike Patton está entre nós (na América do Sul, no caso): o show de ontem do Mondo Cane em Buenos Aires

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* Mister Mike Patton começou ontem na Argentina um rolê rápido de shows na região (agora tem três apresentações no Chile) que vai pular o Brasil, damnitmotherfuckers. Onde estão os produtores de show deste país??? A Popload foi na inauguração da turnezinha sulamericana em Buenos Aires, nesta quinta, através do brother colaborador Felipe Lavignatti. E o que ele tem a dizer é o seguinte:

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O Faith No More, que segue em um hiato até não se sabe quando, pode quase ser considerada uma banda One-Hit-Wonder (vide “Epic” e seu vídeo do peixinho) em alguns lugares do mundo, mas, para a América do Sul, desde o ano de 1991 (Rock In Rio e por consequência países vizinhos), a banda é reverenciada, chegando a níveis de idolatria insana no Chile onde a simples menção de sua vinda esgota ingressos mesmo antes destes começarem a ser vendidos. Na Argentina e Brasil, os sintomas são mais amenos, mas ainda assim consideráveis para uma banda cujo ápice de sucesso já está há mais de duas décadas no passado.

Se há um nome responsável por esse fanatismo Sudaca, ele é Mike Patton. O vocalista do FNM começou ONTEM a sua turnê solo pela América do Sul em Buenos Aires. Para além do Faith No More, é possível ver Patton cantando hardcore (Dead Cross), metal (Fantomas), rap (X-Ecutioners) e seja lá que ritmo que você imaginar. Em algum momento, o vocalista se aventurou. Nessa sua perna sulamericana, a banda é o Mondo Cane, seu projeto de releitura (bem fiel) da música pop um tanto esquizofrênica da Itália nos anos 60/70.

E, para cada projeto, uma persona diferente parece assumir. Esqueça o bate cabeça do rock, aqui Patton ataca de regente de músicos europeus e americanos (acompanhados de uma sessão de cordas portenha) para fazer um baile saído direto do passado de algum canto da Itália que talvez nunca tenha existido, mas que ver Patton desempenhando esse papel nos dá certeza que, sim, essa Itália dele existiu.

O público argentino teve a oportunidade de ver o primeiro show do grupo em mais de dois anos. E a banda, regida por um Patton mais maestro que cantor, segue impecável. Claro que o vocalista mantém o carisma de sempre, com uma presença de palco incrível, principal responsável por esse culto desde 91. Aqui, não faltou uma homenagem ao público argentino ao encaixar um tango no meio do repertório italiano.

Fica a duvida qual seria a canção brasileira nessa homenagem, caso o Mondo Cane passasse pelo Brasil. Infelizmente, de Buenos Aires, o grupo multinacional de Mike Patton segue para o Chile para encerrar essa curta turnê. Resta a esperança de uma volta à America do Sul, seja lá com que projeto, mas dessa vez com uma parada brasileira. Podemos substituir um tango por uma bossa nova com tranquilidade.

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* Fotos Gustavo Scatena.

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Alain Johannes monta um trio com dois chilenos. E convoca o Mike Patton para cantar em seu primeiro single

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Alain Johannes, para quem não conhece (ou não lembra), é um gênio musical um tanto “na dele”, mas que já foi membro do Queens of the Stone Age, produziu todos os últimos discos do Mark Lanegan, e ano passado veio para o Brasil, integrando a banda de PJ Harvey – no Popload Festival. Lembrou?

Multi-instrumentalista, Johannes já lançou dois discos solo, e agora prepara um terceiro, sob um novo nome: Alain Johannes Trio, também composto por dois conterrâneos seus, os irmãos chilenos Cote e Felo Foncea.

Agora, o Alain Johannes Trio lança sua primeira música, uma parceria com ninguém menos que Mike Patton no vocal. Este não precisamos apresentar, né?

Confira abaixo a faixa, chamada “Luna a Sol”.

https://www.youtube.com/watch?v=jRN07_E_ilI

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Mike Patton, caraio! Líder do Faith No More assina trilha da adaptação de “1922”, de Stephen King, e divulga a tenebrosa “Dead Woman’s Secrets”

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O genial e genioso Mike Patton, além de suas mil bandas tipo Faith No More e Tomahawk, também é desses apaixonados por filmes. E ele está envolvindo na reedição de “1922”, de Stephen King, assinando a trilha sonora.

A adaptação foi ao ar na Netflix em setembro do ano passado, mas agora vai ganhar uma versão expandida, com estreia prevista para sexta agora, 20 de julho.

Patton produziu 21 canções e acabou de revelar uma delas, “Dead Woman’s Secrets”, que pode ser ouvida abaixo.

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