Em mike patton:

Mike Patton se joga em mais uma aventura, agora ao lado do compositor francês Jean-Claude Vannier, com disco novo e tudo

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Além de ser o excêntrico e genial vocalista do Faith No More, Mike Patton também é conhecido por ser um cara inquieto quando o assunto é música. Longe de sua banda mais famosa, ele está sempre envolvido em outras vertentes, o que faz dele um dos caras mais ecléticos da música.

Ele, que também tem projetos como o Tomahawk e o Dead Cross, anunciou por agora uma parceria com o compositor francês Jean-Claude Vannier, que é melhor conhecido pelo seu grande trabalho com Serge Gainsbourg no clássico “Histoire de Melody Nelson”.

A dobradinha nova resultará em um disco cheio, chamado “Corpse FLower”, a ser lançado dia 13 de setembro. Das 12 faixas novas, o duo liberou o primeiro single, “On Top of the World”, que pode ser ouvida no fim do post.

Patton disse que conheceu Jean-Claude em 2011, quando eles trabalharam juntos em um show sobre Gainsbourg no Hollywood Bowl, em Los Angeles, e que a química foi imediata entre os dois que se tornaram bons amigos.

Corpse Flower – Tracklist
01 Ballad C.3.3.
02 Camion
03 Chansons D’Amour
04 Cold Sun Warm Beer
05 Browning
06 Ghost
07 Corpse Flower
08 Insolubles
09 On Top of the World
10 A Schoolgirl’s Day
11 Pink and Bleue
12 Yard Bull

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Mike Patton está entre nós (na América do Sul, no caso): o show de ontem do Mondo Cane em Buenos Aires

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* Mister Mike Patton começou ontem na Argentina um rolê rápido de shows na região (agora tem três apresentações no Chile) que vai pular o Brasil, damnitmotherfuckers. Onde estão os produtores de show deste país??? A Popload foi na inauguração da turnezinha sulamericana em Buenos Aires, nesta quinta, através do brother colaborador Felipe Lavignatti. E o que ele tem a dizer é o seguinte:

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O Faith No More, que segue em um hiato até não se sabe quando, pode quase ser considerada uma banda One-Hit-Wonder (vide “Epic” e seu vídeo do peixinho) em alguns lugares do mundo, mas, para a América do Sul, desde o ano de 1991 (Rock In Rio e por consequência países vizinhos), a banda é reverenciada, chegando a níveis de idolatria insana no Chile onde a simples menção de sua vinda esgota ingressos mesmo antes destes começarem a ser vendidos. Na Argentina e Brasil, os sintomas são mais amenos, mas ainda assim consideráveis para uma banda cujo ápice de sucesso já está há mais de duas décadas no passado.

Se há um nome responsável por esse fanatismo Sudaca, ele é Mike Patton. O vocalista do FNM começou ONTEM a sua turnê solo pela América do Sul em Buenos Aires. Para além do Faith No More, é possível ver Patton cantando hardcore (Dead Cross), metal (Fantomas), rap (X-Ecutioners) e seja lá que ritmo que você imaginar. Em algum momento, o vocalista se aventurou. Nessa sua perna sulamericana, a banda é o Mondo Cane, seu projeto de releitura (bem fiel) da música pop um tanto esquizofrênica da Itália nos anos 60/70.

E, para cada projeto, uma persona diferente parece assumir. Esqueça o bate cabeça do rock, aqui Patton ataca de regente de músicos europeus e americanos (acompanhados de uma sessão de cordas portenha) para fazer um baile saído direto do passado de algum canto da Itália que talvez nunca tenha existido, mas que ver Patton desempenhando esse papel nos dá certeza que, sim, essa Itália dele existiu.

O público argentino teve a oportunidade de ver o primeiro show do grupo em mais de dois anos. E a banda, regida por um Patton mais maestro que cantor, segue impecável. Claro que o vocalista mantém o carisma de sempre, com uma presença de palco incrível, principal responsável por esse culto desde 91. Aqui, não faltou uma homenagem ao público argentino ao encaixar um tango no meio do repertório italiano.

Fica a duvida qual seria a canção brasileira nessa homenagem, caso o Mondo Cane passasse pelo Brasil. Infelizmente, de Buenos Aires, o grupo multinacional de Mike Patton segue para o Chile para encerrar essa curta turnê. Resta a esperança de uma volta à America do Sul, seja lá com que projeto, mas dessa vez com uma parada brasileira. Podemos substituir um tango por uma bossa nova com tranquilidade.

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* Fotos Gustavo Scatena.

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Alain Johannes monta um trio com dois chilenos. E convoca o Mike Patton para cantar em seu primeiro single

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Alain Johannes, para quem não conhece (ou não lembra), é um gênio musical um tanto “na dele”, mas que já foi membro do Queens of the Stone Age, produziu todos os últimos discos do Mark Lanegan, e ano passado veio para o Brasil, integrando a banda de PJ Harvey – no Popload Festival. Lembrou?

Multi-instrumentalista, Johannes já lançou dois discos solo, e agora prepara um terceiro, sob um novo nome: Alain Johannes Trio, também composto por dois conterrâneos seus, os irmãos chilenos Cote e Felo Foncea.

Agora, o Alain Johannes Trio lança sua primeira música, uma parceria com ninguém menos que Mike Patton no vocal. Este não precisamos apresentar, né?

Confira abaixo a faixa, chamada “Luna a Sol”.

https://www.youtube.com/watch?v=jRN07_E_ilI

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Mike Patton, caraio! Líder do Faith No More assina trilha da adaptação de “1922”, de Stephen King, e divulga a tenebrosa “Dead Woman’s Secrets”

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O genial e genioso Mike Patton, além de suas mil bandas tipo Faith No More e Tomahawk, também é desses apaixonados por filmes. E ele está envolvindo na reedição de “1922”, de Stephen King, assinando a trilha sonora.

A adaptação foi ao ar na Netflix em setembro do ano passado, mas agora vai ganhar uma versão expandida, com estreia prevista para sexta agora, 20 de julho.

Patton produziu 21 canções e acabou de revelar uma delas, “Dead Woman’s Secrets”, que pode ser ouvida abaixo.

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Mike Patton na área, p****, car****! Ouça o novo disco do Dead Cross, que tem também o Dave Lombardo

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O unstoppable Mike Patton está envolvido em mais um projeto paralelo. Na sexta agora, 4 de agosto, ele lança em parceria com o seu amigo Dave Lombardo, ex-baterista do Slayer, o disco “Dead Cross”, que carrega o nome do projeto.

O álbum possui dez faixas novas, incluindo os singles “Grave Slave” e “Seizure and Desist”, e já ganhou premiere da cool Noisey, que divulgou a obra toda na íntegra.

Estão na banda, ainda, o baixista Justin Pearson (The Locust) e o guitarrista Michael Crain (Retox e Festival of Dead Deer). A produção é de Ross Robinson, que já trabalhou, por exemplo, com o At The Drive-In.

Em entrevista para a própria Noisey, Patton contou que o disco hardcore tem influência direta do clima político das últimas eleições americanas e que é cercado de histeria, pânico e medo. Já Lombardo completou, contando que é o álbum mais pesado que ele gravou na carreira e que é cheio de adrenalina.

Para ouvir o disco completo, basta entrar no site da Noisey. Abaixo, o single “Seizure and Desist”, faixa que abre o disco.

Dead Cross – Tracklist
01. Seizure and Desist
02. Idiopathic
03. Obedience School
04. Shillelagh
05. Bela Lugosi’s Dead
06. Divine Filth
07. Grave Slave
08. The Future Has Been Cancelled
09. Gag Reflex
10. Church of the Motherfuckers

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